NOTÍCIAS DOS PARCEIROS

Dia do Arquiteto

Os perigos dos produtos falsificados

30-11-2011
Mercadorias de procedência duvidosa podem causar graves problemas ao consumidor

* Marcos Ellert

Diversas notícias a respeito do aumento no índice de comercialização de produtos falsificados e de origem duvidosa, popularmente conhecidos como “piratas”, são constantemente divulgadas pela imprensa. Em recente pesquisa, a CPI da Pirataria afirmou que cerca de US$ 30 bilhões deixam de ser arrecadados em função da comercialização de produtos adulterados. Isso sem contar a perda de dois milhões de postos de trabalho por conta da disseminação desses itens.

Entre os artigos encontrados com mais facilidade estão óculos escuros, CDs e DVDs, mas outros nichos já têm sido afetados, como, por exemplo, o segmento da iluminação. Sendo assim, vale ressaltar que os malefícios dessa prática vão além das questões econômicas e estão diretamente relacionados à saúde e segurança dos consumidores.

Além de não funcionarem corretamente e não fornecerem os atributos prometidos, como potência e fluxo luminoso, os aparelhos de iluminação falsificados podem trazer ainda problemas piores. Já que é um dispositivo ligado na rede elétrica, eles podem, por exemplo, contribuir para que ocorra um curto-circuito geral no sistema, danificando outros aparelhos e, em situações mais graves, até mesmo causar incêndios. Além disso, certamente estes produtos terão uma durabilidade menor do que os fabricados por empresas de credibilidade, já que são feitos com base em matérias-primas de qualidade duvidosa e processos não certificados de acordo com normas rígidas de controle.

Para não cair na armadilha dos produtos falsificados, é importante ficar atento a alguns detalhes, como amassados na embalagem, marcas e riscos no corpo dos produtos. Além disso, esse tipo de artigo geralmente é distribuído em caixas brancas ou com desenhos estilizados em um fundo branco, sem o logotipo de uma empresa conhecida, exemplificações de uso ou contatos para atendimento ao consumidor. Embalagens de produtos com procedência correta são estilizadas com logotipo e possuem clara alusão à aplicação dos produtos. Além disso, divulgam informações técnicas, como tensão e potência, e ainda canais de comunicação da companhia, como telefone ou e-mail.

Produtos piratas de iluminação, além de não darem nenhuma garantia de bom funcionamento ao consumidor, na maioria das vezes possuem preços apenas um pouco mais baixo do que os equipamentos certificados. Ou seja, em termos gerais nada compensa a escolha por aquilo que não é original. Usar produtos de qualidade atestada é benéfico para o consumidor não apenas por conta da performance, mas também pela certeza de poder contar com a garantia de uma empresa reconhecida no mercado, capaz de dar o suporte necessário quando for preciso.


Marcos Ellert é engenheiro eletrônico graduado na Escola de Engenharia Mauá (SP), com MBA Executivo pela ESPM (SP) e especialização em gestão de negócios pela Universidade de Cornell (NY/USA). Profissional da OSRAM há 11 anos, já atuou em diferentes áreas, como Produtos e Vendas. Atualmente é gerente de Marketing da OSRAM do Brasil.

Instalações provisórias são grandes causadoras de mortes em acidentes com eletricidade

30-11-2011
Busca por uma normalização técnica específica para a área tenta reverter as estatísticas relacionadas a acidentes com instalações temporárias

Um operário é encontrado morto abraçado à betoneira que estava operando. Engenheiro é eletrocutado em obra de infraestrutura ao esbarrar em cabo de energia.  Operário não suporta choque sofrido ao pisar em fio desencapado em construção de edifício residencial. Estas são algumas notícias que fazem parte da triste estatística brasileira de mortes por acidentes com energia elétrica em ambientes que possuem instalações elétricas provisórias em desacordo com as normas técnicas. As estatísticas e informações estão reunidas principalmente no site da Abracopel – Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, entidade que mantém um blog atualizado diariamente com notícias de acidentes do gênero ocorridos em todas as partes do país.

Para o professor Hilton Moreno, engenheiro eletricista e estudioso das normas técnicas nesta área, muitas vidas poderiam ser poupadas se os responsáveis por estas obras seguissem a risca o que prevê a legislação. "A norma que regula as instalações elétricas no Brasil, a NBR 5410, não faz distinção entre o provisório e o definitivo. As instalações provisórias, comuns em canteiros de obras, feiras e shows abertos, podem matar do mesmo jeito e portanto devem obedecer os mesmos requisitos técnicos das instalações definitivas", observa o professor.



Álvaro Luccas, gerente de Marketing da Nexans, líder mundial na fabricação de cabos de energia, chama a atenção ainda para ambientes conturbados como os estúdios de televisão, palcos de shows e as feiras técnicas em pavilhões de exposição. “São locais onde há um grande tráfego de pessoas disputando espaço com um emaranhado de cabos de energia, às vezes até mesmo de alta e média tensão, com potencial enorme de desencadear grandes acidentes”, observa o executivo.

Segundo o engenheiro Gabriel Treger, da Temon Engenharia, uma das maiores empresas de instalação elétrica do país, o problema na área da construção começa na própria classificação da obra.  "O termo provisório sugere algo mal feito. Isso é incorreto. A instalação na verdade é temporária e obedece aos mesmos requisitos das permanentes. É uma instalação elétrica que funciona por determinado período e depois é removida ou substituída pela definitiva. Portanto, não devem comprometer as boas técnicas e a segurança no trabalho", afirma o vice-presidente da Temon. A empresa instaladora, especializada em grandes obras comerciais e industriais, vem inclusive adotando uma prática distinta no caso dos shopping centers, como medida de segurança e maior fluidez das operações. "Temos antecipado a entrega das instalações elétricas definitivas em 90 ou até 120 dias do calendário previsto para que os lojistas já trabalhem com maior tranquilidade a etapa de montagem e finalização dos espaços comerciais", conta.

Alguns movimentos de entidades do setor elétrico para tentar reverter as estatísticas relacionadas a acidentes com instalações temporárias tem sido a busca por uma normalização técnica específica para a área, nos moldes da internacional IEC 60364-7-711, que prevê regras para as instalações especiais tais como exposições, espetáculos e estandes.  "A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) tem este assunto em pauta há seis anos. Mas, espero que em dois ou três anos já tenhamos norma específica para este tema", observa o professor Hilton Moreno, que também integra o Comitê Brasileiro de Eletricidade (CB-3) da ABNT, e já participou como coordenador e secretário de importantes comissões técnicas da entidade. O especialista pondera, entretanto, que até lá nada impede os profissionais de empresas especializadas no ramo de estudar a norma internacional e aplicá-la à realidade brasileira. "A IEC na verdade é a mãe de todas as normas técnicas brasileiras", salienta ao explicar a importância desse compêndio internacional. O especialista também chama a atenção, que as instalações provisórias também devem ser fiscalizadas pelo Corpo de Bombeiros.


Saiba mais sobre acidentes com eletricidade em http://www.abracopel.org.br

Schneider Electric recomenda atenção nas instalações elétricas natalinas

30-11-2011
Cuidados devem ser redobrados nas decorações do final do ano

A Schneider Electric, especialista global na gestão de energia, está atenta ao período de festas de fim de ano e apresenta dicas para enfeitar casas e apartamentos com segurança. Como o Natal se aproxima, é necessário seguir orientações básicas para realizar as instalações elétricas e, assim, evitar choques e riscos de incêndios.

A primeira sugestão é escolher com cuidado os cordões de luz, mangueiras e pisca-piscas. Eles devem ser de boa procedência e certificados pelos institutos controladores de qualidade. O consumidor deve adquirir somente enfeites aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO). O Cordão Flexível Paralelo, que é o produto mais utilizado para ligações elétricas dos enfeites, deve conter na embalagem o selo do Certificado da Marca de Conformidade, que garante a produção dentro das normas vigentes. Além disso, o consumidor nunca deve se esquecer de pedir a Nota Fiscal no ato da compra.

As árvores de Natal ou enfeites energizados devem ficar distantes de cortinas, tapetes ou sofás e não é recomendado ligar os objetos decorativos com outros equipamentos eletrônicos através de pinos conhecidos como “Benjamin”, pinos “T” ou três saídas. Além disso, é adequado evitar colocar enfeites de Natal feitos de papel, papelão ou plástico em contato ou próximos às lâmpadas. As fiações elétricas devem ficar longe do alcance das crianças e animais domésticos. Em uma residência, o risco de choque elétrico é facilmente resolvido com a utilização do dispositivo DR (interruptor Diferencial Residual), que é obrigatório em todo o território nacional e fica no quadro de distribuição de energia após o disjuntor. Para fazer a troca da lâmpada é fundamental desligar o circuito elétrico da tomada, mas sem puxá-lo pela fiação. Para economizar energia e também evitar riscos é importante desligar as decorações da tomada antes de dormir.

“Com a nossa experiência na área produzimos soluções para que os clientes possam ter os cuidados essenciais para a instalação desses equipamentos, garantindo a segurança e evitando acidentes, que são muito comuns nesta época”, explica Claudio Velano, gerente de treinamento da unidade de negócios mercado Residencial e predial da Schneider Electric Brasil.

O cuidado em locais externos também deve ser redobrado. A umidade e a presença de água são fatores que elevam bastante a probabilidade de risco de acidentes em árvores, fachadas, jardins, varandas e grades. Mesmo que a decoração seja simples, o consumidor deve contratar um profissional da sua confiança para realizar a instalação correta e isenta de choques. O ideal é evitar as emendas dos condutores e, se não for possível que elas sejam bem isoladas, nunca devem ser feitas uma ao lado da outra. Para as emendas deve-se utilizar fita isolante certificada pelo INMETRO e jamais fita crepe, hidráulica ou adesiva.

“O consumidor também deve ficar atento à instalação de objetos decorativos metálicos nas proximidades de postes da rede pública de energia. As condições de tensão de operação e a intensidade da corrente elétrica que transita pelas redes podem provocar acidentes fatais”, finaliza Claudio.




Anhanguera Educacional utiliza solução LCS2 da Legrand

30-11-2011
Sistema gera entre 10% e 15% de economia no tempo na obra

Este ano a Anhanguera Educacional se tornou o segundo maior grupo de ensino superior do mundo em número de alunos. No total, são 400 mil estudantes, atrás apenas da americana Apollo Group, proprietária da Universidade de Phoenix, nos Estados Unidos.


Ao longo da sua trajetória, a Anhanguera Educacional vivenciou diversas fases de crescimento: a primeira, de expansão dos seus cursos superiores e da sua base física, foi até 1998; a segunda, de otimização e qualificação dos seus currículos e projetos pedagógicos, até 2003; e a partir daí a terceira fase, de reorganização estrutural, administrativa e financeira, sendo essa última com o ingresso de novos parceiros-sócios e investidores.

Com todas essas mudanças estratégicas, a instituição de ensino decidiu investir em melhorias para as instalações de seu Centro Administrativo, localizado na cidade de Valinhos, interior de São Paulo. Esta Central, que é formada por mais três prédios, abriga as áreas de TI, RH, setor de compras, áreas acadêmica, centro de serviços e o setor financeiro. Para acomodar tamanha estrutura foi necessário demolir a antiga construção e redefinir os espaços dos departamentos.

Para a obra ser realizada a contento, foram buscados produtos e serviços de alta qualidade. Entre as necessidades estava a aquisição de um projeto na área de VDI, que era vista como primordial para a integração dos dados da empresa.

Depois de muitas análises onde foram levadas em consideração o histórico da empresa, as informações financeiras, a capacidade técnica, o período estimado de conclusão e as referências de clientes, além de preço e qualidade, a empresa de integração GUIA Informática foi a escolhida. Este integrador, para entregar o exigido pelo cliente, escolheu a solução mais avançada do mercado: o cabeamento estruturado completo LCS² (Legrand Cabling System) do Grupo Legrand. Na obra da Anhanguera foram instalados 3.072 pontos de rede Cat.6 e 72 pontos de rede Cat. 6 A.

Segundo Ricardo Papais, supervisor de Infraestrutura de TI da Anhanguera, a solução foi escolhida pois uma das vantagens significativas do LCS² é no  momento  da instalação, pois não é necessário o uso de ferramentas. A conexão é toda feita manualmente por meio de mecanismos embarcados no próprio conector, gerando uma economia de tempo e de mão de obra em torno de 10% a 15%. Além disso, reúne rede de cabeamento em alta velocidade, flexibilidade para suportar mudanças e manutenção simplificada.

A solução superou as expectativas dos instaladores e, segundo Papais, o cabeamento estruturado inspira confiança, facilita as mudanças do dia-a-dia e garante performance no tráfego de dados, gerando maior disponibilidade e consequentemente maior produtividade.

Conhecendo mais a linha

A linha LCS² Legrand Cabling System é uma solução para o mercado terciário de cabeamento estruturado, com um revolucionário sistema de conexão das tomadas RJ45 que garantem o desempenho do sistema e redução no tempo de instalação de até 40%. Com LCS², a Legrand está entre as três marcas mais vendidas e conceituadas na Europa.


A linha LCS ² é composta por tomadas LCS² RJ45², patch panels tradicionais e de alta densidade, cabos, patch cords, gabinetes e a linha de fibra óptica LCS², com DIOs, acopladores, conectores, patch cords e pigtails. Os produtos LCS² são projetados para otimizar a instalação, garantir a performance do sistema, facilitar a manutenção e oferecer acabamento superior.


Uma geração histórica e diferente

30-11-2011
Localizado no centro de Lisboa, museu da eletricidade revela como foi o início da geração de energia em Portugal



Entre as ruas de paralelepípedo de Belém e o Rio Tejo está instalado o Museu da Eletricidade. Nesta região da cidade de Lisboa, conhecida por concentrar grande parte dos monumentos históricos de Portugal, o grande e antigo edifício impressiona aqueles que se interessam pela história da energia elétrica.

Considerado patrimônio público e cultural, o Museu da Eletricidade foi instalado no prédio que um dia abrigou a Central Tejo – antiga usina termoelétrica, pioneira neste tipo de geração de energia no país, e que por mais de quatro décadas alimentou o sistema de iluminação de Lisboa (saiba mais sobre a Central Tejo no conteúdo online). O museu é mantido pela Fundação EDP, que faz parte do Grupo Energias de Portugal (EDP), principal empresa do setor elétrico do país.

A usina recebeu o nome de Central Tejo por ter sido instalada às margens do Rio Tejo, e foi oficialmente desativada em 1975. Somente após 15 anos, em 1990, o edifício foi reaberto, mas desta vez como Museu da Eletricidade. Após dez anos, o edifício foi fechado para reforma e restauração do acervo de máquinas. Em 2006, o museu foi reaberto e passou a oferecer ao público novos recursos, que permitem ao visitante conhecer detalhes da história da energia em Portugal.


Tour elétrico

Durante a visitação, o público tem a oportunidade de conhecer dez estações, distribuídas pelos 9.600 metros quadrados do museu. Localizada na área externa do edifício, a Praça do Carvão era o local onde se depositava o carvão utilizado nas caldeiras da usina. Atualmente este espaço é o cartão de visitas do museu e, esporadicamente, funciona como uma sala de exposições a céu aberto. Nesta área também podem ser vistos equipamentos como o crivo(onde eram feitas as descargas do carvão), os silos misturadores (misturavam os diferentes tipos de carvão nas proporções certas) e as noras elevatórias (encaminhavam o carvão até as caldeiras).

É na Sala de Exposições – antes ocupada pelas caldeiras de baixa pressão –, que acontecem as mostras temporárias e os eventos anuais promovidos pelo Museu da Eletricidade. Os eventos realizados neste espaço nem sempre estão diretamente relacionados à eletricidade, mas todos têm como proposta promover a cultura portuguesa contemporânea.



Por mais de quatro décadas, usina foi a responsável pela alimentação do sistema de iluminação de Lisboa


Caminhos da eletricidade


Seguindo as etapas de geração termoelétrica de energia, na Sala das Caldeiras o visitante é surpreendido por quatro caldeiras de alta pressão de 30 metros de altura cada. Graças às adaptações realizadas durante a reforma, é possível entrar em uma delas para observar seus componentes internos. Este mesmo tipo de adaptação ocorreu com um dos dois grupos de turboalternadores da Sala dos Geradores.

Ainda na Sala das Caldeiras, há um histórico sobre a construção do edifício, que mostra as condições de trabalho vividas pelos funcionários da termoelétrica na época. Este mesmo tema é abordado de forma mais completa na Sala dos Cinzeiros, local onde se recolhiam as cinzas do carvão queimado.

Em homenagem aos antigos funcionários da Central Tejo, foi organizada na Sala dos Condensadores a exposição permanente "Rostos da Central Tejo", que apresenta fotos e vídeos das atividades desempenhadas na época. Neste espaço, também estão expostos os condensadores de refrigeração do vapor e as bombas que permitiam a drenagem da água do Rio Tejo.

Para oferecer aos visitantes uma noção clara dos diversos processos de geração de energia elétrica – termoelétrica, eólica, fotovoltaica e hidrelétrica –, uma das atrações interativas daSala do Experimentar é o acionamento de dispositivos que simulam estes quatro tipos de geração. Ali o público tem a possibilidade de interligar estas formas de geração e, assim, compreender de que forma ocorre a conexão destas usinas à rede de distribuição.

Além de todos estes espaços, o Museu da Eletricidade conta ainda com a Sala da Água e aSala das Máquinas. Nestas estações é possível observar por meio dos tubos pintados de várias cores os tipos de fluidos que circulavam por cada uma dessas redes: vapor seco, vapor úmido, água, etc. Outro espaço que compõe o Museu da Eletricidade é a Sala de Comando, onde eram monitorados os geradores, a subestação de energia elétrica e a distribuição da energia para a rede elétrica.

De acordo com a Fundação EDP, o museu tem recebido um número expressivo de visitações. Em 2010, cerca de 190 mil pessoas conheceram as instalações da antiga Central Tejo. Para 2011, o museu já conta com mais de dez exposições pré-agendadas, que deverão ajudar a atrair ainda mais visitantes.







Com 30 metros de altura, caldeiras de alta pressão impressionam o visitante, que tem a oportunidade de conhecer o interior de
uma delas






Obrigado, parceiro eletricista!
Agradecemos ao participante do Prysmian Club Eletricista Profissional Rafael Luiz Duarte. Durante o ano de 2010, Rafael respondeu a seguinte pergunta da Ação Cultural:"Qual foi o lugar no Brasil ou no mundo que você visitou e que mais lhe proporcionou conhecimentos culturais?"A história enviada por Rafael nos incentivou a mostrar a todos os leitores da Revista Evolution as particularidades do Museu da Energia em Portugal.
Agradecemos também a participação de todos os eletricistas profissionais do Prysmian Club. Continuem participando, quem sabe suas ideias e sugestões também acabem se transformando em reportagens da Revista Evolution!


Prysmian mantém liderança mundial em telecomunicações

30-11-2011
Empresa produziu aproximadamente dez milhões de quilômetros de fibras ópticas em 2010

Com isso, confirmou sua posição de destaque entre os principais fabricantes mundiais no setor de telecomunicações. Esse número equivale a 5% da produção mundial do ano passado, que teve crescimento significativo em relação a 2009.

Para atender este mercado, a Prysmian produz cabos ópticos em doze fábricas e vem fornecendo suporte para o desenvolvimento dos principais projetos de operadoras de banda larga no mundo todo.

A Prysmian ainda mantém um centro tecnológico para a produção de cabos ópticos chamado FOS (Fibre Ottiche Sud), que tem sua base em Battipaglia, na Itália. O FOS iniciou suas atividades em 1981.

São clientes da Prysmian as empresas BT, Telefônica, Telecom Italia, na Europa, e Verizon, na América, além das empresas Baharti Airtel, China Mobile e Telstra, na Ásia e na Oceania.

Recentemente a Prysmian foi escolhida pelo governo australiano e pela operadora de telecomunicações Telstra para desenvolver a nova rede de banda larga na Austrália.

EPE prevê altos investimentos em transmissão de energia até 2015

Região Norte do País receberá R$ 2,8 bilhões para ampliar a confiabilidade do subsistema de transmissão

Os investimentos em transmissão de energia elétrica no Brasil deverão superar R$ 8,5 bilhões até 2015, segundo a nova versão do Programa de Expansão de Transmissão (PET) 2011/2015, divulgada em março pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A Região Norte do País receberá R$ 2,8 bilhões para ampliar a confiabilidade deste subsistema de transmissão.

Na Região Nordeste, os estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte receberão R$ 1,7 bilhão em investimentos. Entre os projetos previstos está a construção de novas linhas de transmissão e subestações que realizarão o escoamento da energia gerada pelos futuros parques eólicos do Rio Grande do Norte.

O PET 2011/2015 também destinará R$ 2 bilhões à Região Sul para a construção de três linhas de transmissão e duas novas subestações. O objetivo destes projetos é eliminar a ocorrência de sobrecargas no sistema local e aumentar a confiabilidade do fornecimento aos consumidores nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, serão destinados R$ 1,3 bilhão para a execução de novos projetos.

Game atualiza vendedores



A Prysmian encontrou uma forma diferente de treinar sua equipe de vendedores e representantes comerciais sobre os diferenciais de seus produtos. Por meio de um jogo divertido chamado Desafio Prysmian – Aprenda Mais/Venda Melhor, a empresa conseguiu levar aos profissionais que atuam em todo o Brasil uma série de informações que comprovam porque cabos elétricos Prysmian (como Afumex PlusSuperastic e Gsette) são diferenciados dos demais cabos disponíveis no mercado.

Formado por perguntas diárias apresentadas pela internet, o game aconteceu entre os dias 18 de janeiro e 16 de março de 2011 e envolveu ao todo mais de 200 profissionais. Ao responder as perguntas, os participantes somavam pontos e participavam de um ranking online em tempo real.

Após 40 dias de integração e ampliação dos conhecimentos técnicos e comerciais da equipe, ao final da competição Bruno Marques Silva, Cássio Dumont e Leandro Aparecido conquistaram as três primeiras colocações do Desafio na categoria Representantes Comerciais. Na categoria Funcionários Prysmian, os vencedores foram Robson A. Silva, Estela Oliani e Flávio Orbetelli.

Devido ao sucesso da primeira edição, agora a Prysmian planeja levar o jogo de perguntas e respostas também para as equipes de vendas de seus principais distribuidores.

Prysmian participa de evento anual de energia eólica

Em março, a Prysmian participou do European Wind Energy Association EWEA 2011, evento anual da indústria de energia eólica, que foi realizado em Bruxelas, na Bélgica. Durante os quatro dias de feira (de 14 a 17 de março), a EWEA reuniu mais de 400 expositores, e aproximadamente 9 mil visitantes.

A Prysmian exibiu várias soluções para o setor de geração, transmissão e distribuição de energia. Entre os produtos e serviços apresentados está, por exemplo, o sistema de cabos submarinos de elevada capacidade de transmissão (mais de 864 MW) usado para conectar parques eólicos à rede de energia elétrica. Também foram apresentadas as soluçõesTECWIND Prysmian™, uma família completa de produtos que inclui cabos de média e baixa tensão desenvolvidos especialmente para atender as condições técnicas de cada parque eólico.

O EWEA é um dos mais importantes eventos dedicados ao mercado de energia eólica na Europa. Os visitantes do evento tiveram a oportunidade de conhecer os principais protagonistas da indústria de energia eólica em todo o mundo, entre eles fabricantes, desenvolvedores, empresas de engenharia e de construção, além de ter contato com operadores de redes de transmissão de energia elétrica de países da Europa, América do Norte e Ásia. Em 2012, a EWEA acontecerá de 16 a 19 de abril no Bella Center, em Copenhagen, na Dinamarca.

Residências terão certificação de energia

Com o intuito de reduzir o impacto ambiental causado pelo consumo de energia elétrica e gás nos prédios residenciais, o Inmetro lançou em novembro de 2010 a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia para residências e edifícios multifamiliares, que será concedida a todos os edifícios residenciais do País que apresentarem baixo consumo e melhor aproveitamento de energia elétrica.

Segundo dados do Ministério de Minas e Energia, as edificações residenciais respondem por 22,1% de toda energia consumida no País. Além das construtoras, proprietários e condomínios também poderão solicitar a etiqueta de eficiência energética para construções já existentes. Durante o processo de inspeção serão considerados diferentes critérios de avaliação, entre eles as variações de consumo de energia no inverno e no verão e os tipos de sistemas de iluminação e de aquecimento de água utilizados nos prédios.

Segundo informações do Inmetro, a etiquetagem será implantada de forma gradual e voluntária, mas no futuro deverá ser obrigatória, assim como ocorre com o selo Procel para eletrodomésticos e prédios etiquetados que obtiverem nota 'A' na avaliação.

Alterada a NR 6

Fabricantes devem fornecer informações sobre limpeza e higienização dos EPIs

Para ampliar a segurança dos usuários de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), aNorma Regulamentadora 6 foi modificada pela Portaria 194 no dia 07 de dezembro de 2010. Segundo as modificações, compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) recomendar ao empregador o EPI adequado para cada tipo de atividade de risco. Caso não haja um órgão competente para este serviço dentro da empresa, cabe a um profissional tecnicamente habilitado realizar este processo.

Segundo a norma, é responsabilidade do empregador cadastrar e solicitar a emissão e renovação dos certificados de aprovação dos equipamentos para que estes produtos estejam de acordo com os requisitos estabelecidos. Além disso, para garantir que os equipamentos mantenham as características de proteção original, os fabricantes deverão fornecer informações sobre os processos de limpeza e higienização de cada EPI.





Produtos & Serviços

Automação Residencial
Automação Residencial e Predial
Barramentos Blindados - Bus Way
Capacitores, Indutâncias e Filtros de Harmônicas
Comunicação de IEDs
Comunicação, Redes e Barramentos de Campo
Correção de Fator de Potência
Disjuntores e Interruptores-seccionadores
Dispositivos de Proteção Contra Surtos
Equipamentos e Sistemas de MT
Fontes de Alimentação
Gerenciamento de Energia & Soluções
IEDs e Relés de Proteção
Instalações Aparentes
Interface Homem Máquina
Interfaces com o Operador
Interfonia residencial
Interruptores e comandos elétricos
Motion & Drives
Módulos, Cabos & Interfaces
PACs, CLPs e outros Controladores
Painéis e Quadros de Distribuição
Partida de Motores
Plugues e Tomadas Industriais
Quadros Universais
Relés & Contatores de Proteção
Relés para Automação
Seccionadoras Fusíveis
Sensores, RFID
Sistema de controle de iluminação
Sistema de Gerenciamento Predial
Sistema de Proteção Elétrica e de Pessoas
Softwares
Supervisores de Isolação
Transformadores de Média Tensão
Transformadores e Autotransformadores de Baixa Tensão
Unidades de Sinalização






Comentários

Postar um comentário

O sábio basta a si mesmo

Postagens mais visitadas