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Mostrando postagens de Agosto 5, 2018

Rede neural aprende usando apenas luz, sem nenhum componente eletrônico

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Rede neural aprende usando apenas luz, sem nenhum componente eletrônicoRedação do Site Inovação Tecnológica -  02/08/2018 Este "hardware" surpreendente, sem nenhum componente eletrônico, aprendeu a identificar imagens com precisão. [Imagem: Ozcan Lab/UCLA] Rede neural de luz No ano passado, uma equipe do MIT apresentou um chip que usa luz em vez de eletricidade para fazer os cálculos usados por sistemas de inteligência artificial conhecidos como "aprendizagem profunda", um tipo de rede neural artificialque imita a forma como o cérebro aprende acumulando exemplos. Agora, Xing Lin e Aydogan Ozcan, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, criaram um sistema de processamento fotônico ainda mais simples: os cálculos com luz são feitos usando folhas fabricadas por uma impressora 3D, sem nenhum componente eletrônico. E não se deixe enganar pela simplicidade: A rede de aprendizagem profunda óptica permite que os algoritmos computacionais sejam executados à velocidade …

Superliga de cobalto lembra vibrânio e adamântio

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Superliga de cobalto lembra vibrânio e adamântioRedação do Site Inovação Tecnológica -  01/08/2018 Conforme a ferramenta rotativa avança, ela mistura o metal, e a mistura e o fluxo do metal criam uma intensa deformação que dá as características superfortes à liga.[Imagem: Saurabh S. Nene et al. - 10.1038/s41598-018-28383-0] Super metal Ainda não é o vibrânio ou o adamântio, os metais fictícios usados para fazer o escudo do Capitão América e armaduras de outros super-heróis, mas chega perto. A liga criada por engenheiros da Universidade do Norte do Texas, nos EUA, é cinco vezes mais resistente do que o aço convencional inoxidável. Saurabh Nene criou a liga combinando ferro, manganês, cobalto, cromo e silício por meio de um processo híbrido que combina fusão por indução, fundição e processamento por fricção. "O processo muda as propriedades de um metal por meio de uma intensa deformação causada pela inserção forçada de uma ferramenta rotativa no metal frio. Esse processo não apenas…

Molécula radioativa detectada no espaço pela primeira vez

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Molécula radioativa detectada no espaço pela primeira vezRedação do Site Inovação Tecnológica -  03/08/2018 Imagem artística da colisão de duas estrelas como as que deram origem à CK Vulpeculae. Uma fina camada de alumínio-26 (castanho) rodeia um núcleo de hélio. Apenas uma colisão com outra estrela pode dispersar esse alumínio-26 para o espaço. No canto inferior direito a estrutura interna de uma gigante vermelha antes da colisão. [Imagem: NRAO/AUI/NSF; S. Dagnello] Molécula radioativa no espaço Astrônomos fizeram a primeira detecção confiável de uma molécula radioativa no espaço interestelar. A componente radioativa da molécula é uma versão instável do alumínio, um isótopo chamado alumínio-26. As observações, feitas pelos radiotelescópios ALMA (Chile) e Noema (França), revelam que o isótopo se dispersou no espaço após a colisão de duas estrelas, colisão esta que deu origem a um resto estelar conhecido por CK Vulpeculae. É a primeira vez que uma molécula radioativa instável é clarame…

Placas de circuito realmente impressas - como jornal

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Placas de circuito realmente impressas - como jornalRedação do Site Inovação Tecnológica -  03/08/2018 Esquema da impressão de circuitos eletrônicos pelo sistema rolo a rolo, como o usado para imprimir jornais. [Imagem: Ramses Martinez/Purdue University] Eletrônica por impressão A eletrônica orgânica viabilizou a fabricação de circuitos eletrônicos de plástico, que são impressos em larga escala e alta velocidade. Os circuitos ainda são simples, mas o potencial dessa tecnologia é gigantesco. Mas agora a tecnologia de impressão rolo a rolo - usada para imprimir jornais e revistas - está chegando aos componentes eletrônicos tradicionais, aqueles feitos de semicondutores como silício e germânio, e interligados por fios de cobre. É como se o termo "impresso" das placas de circuito impresso ganhasse um novo significado. Debkalpa Goswami e seus colegas da Universidade Purdue, nos EUA, combinaram ferramentas já usadas na indústria para a fabricação de metais em grande escala, com a …

Superado limite teórico da produção de bio-hidrogênio

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Redação do Site Inovação Tecnológica -  02/08/2018 É uma rota promissora para a fabricação de hidrogênio verdadeiramente limpo, sem depender dos combustíveis fósseis. [Imagem: Scott Schrage/University of Nebraska-Lincoln]








Bio-hidrogênio Uma bactéria geneticamente modificada produziu 46% mais hidrogênio por célula do que uma forma natural da mesma espécie. Mais do que isso, ela detonou o que era considerado o teto teórico da quantidade de hidrogênio que as bactérias poderiam produzir via fermentação, o processo de conversão de açúcar responsável pela fabricação do iogurte, cerveja, queijo etc. Em 1977, o químico Rudolf Thauer estabeleceu esse limite em 4 unidades. Raghuveer Singh e seus colegas alcançaram um rendimento de 5,7 unidades de hidrogênio para cada unidade de glicose ingerida pela bactéria. "O feito representa um avanço no esforço global para ampliar a produção sustentável de hidrogênio de queima limpa para veículos e para a indústria," disse Singh, da Universidade d…