Projetos Pyramon

Termo de Abertura (criar)
Relatório de status de JC BRASIL
Relatório de Status do Gestor JC BRASIl
Projeto 1
 Primeira tarefa Idealização e Prática da Empresa Comercial Pyramon
 Segunda tarefa ou realização Avaliação e Desenvolvimento do Sistema
 Terceira tarefa Contratação e Avaliação dos Funcionários
 Primeira tarefa : Estudo,Avaliação e desenvolvimento do Site
 Segunda tarefa : captação de Fornecedores parceiros / Avaliação
 Terceira tarefa :Prospecção e Marketing Direcionado
 Realização da Planilha “X “
 Tabela Vendedora
 Tarefas Administrativas, Financeiras e de Controle
 Entrevistas com fornecedores
 TI – Tecnologia da Informação

Diversos
 Controle de Amostras
 Cadastros de Feiras e sites parceiros
 Entrada e saída de produtos
 Desenvolvimento de Logística
 Negociação
 Compras
 Vendas
 Orçamentos
 Contratos
 Associações
 RH
 Contabilidade

Próximo Projeto
Projeto 2
 Habilitação
 Compra de Veículo
 Visitas externas
 Estudos de Preços / Precificação
 Primeiras tarefas Funcionais
 Organização de métodos
 Terceirização de transporte
 Banco de dados
 Contrato Social /Alteração
 Procurações



Diversos
 Certidões: 1 Ofício, 2 Oficio, 3 Oficio e 4 Ofício
 Certidão Negativa de Débito
 Talões de Notas Fiscais
 Caixinha
 Passagens de Funcionário
 Alimentação
 Escritório
 Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral
 Alvará
 Manual do Colaborador
 Manual do Construtor
 Marcas e Patentes
 LOGMARCA
 INPI
 Administração Eletrônica
 Avaliação de Pessoas
 Organização de Empresas
 Cinco Segredos
 COMERCIAL PYRAMON TB
 Competências e Resultados
 Gráfica
 Anuncios
 Modelos
 SEBRAE
 Planejamento Estratégico
 Bancos: ITAÚ & Bradesco
 Manutenção
 Backup
 Capital Humano






Próximo Projeto
Projeto 3

 Administração de Compras-
 Coleta
 Simulador de Cálculo de preços
 Solicitação de Orçamento
 Propostas de venda
 Consultoria
 Digitalizações
 Banco de Imagens
 Administração Excel
 Administração de Fornecedores
 Administração de Imagens
 Empenhos e Pregões
 Administração de projetos
 Administração de relacionamentos
 Administração do Site
 Administração de Vendas
 Administração de Clientes
 Administração Word
 Administração de Favoritos
 Administração Publich
 Administração de Banner’s
 Administração Infomet
 Administração ATON
 Administração de Sites Sociais
 Administração de Arquivos
 Administração E-book
 Administração de Marketing
 Filtro de Imagens

Diversos
 PLANILHA “X”
 Administração de redes
 Google Chrome
 Cópias de Cheque
 Cobrança
 Contas à pagar
 BD Pyramon
 ATON
 COMERCIAL PYRAMON
 Compras Fechadas
 Vendas Fechadas
 Documentos Pyramon
 INSS
 FGTS
 Simples Nacional
 Inteconf
 Custos fixos
 Manutenção
 Marketing
 Site
 Prospecção
 CD-ROMS
 Tratamento de Imagens
 Vendedores
 Compradores
 Arquitetos
 Engenheiros
 Parceiros
 Teste Geral de Produtos
 Estudos de Produtos A,B,C
 Administração de pessoal
 Gestão de Logística



Inserir árvore do site

Relatório de expansão
Oportunidade para a expansão na
Região Norte
Plano de expansão da Comercial Pyramon
2008

Reunião com fornecedores
Relatório de visitas de fornecedores
Alumbra / Mariana V Melo- 8884 6892/ marianavmelo@oi.com.br
Odilon / revenda de mat. de informática
Contador / Mudança do Alvará
Vendedor Marcelo / Material de limpeza e higiene
Sherwin-Williams / jose Isaias de Paula – 78483204/ jip40@globo.com / 92529930
Outros......
Processo contínuo......
Como criar uma oportunidade

Oportunidades, realmente podem ser criadas , mas na grande maioria das vezes ela surge no contato direto entre a negociação e a análise do processo.
Há de se observar formas e contextos exibidos durante a negociação com as diferentes empresas com quem queremos trabalhar, além,dos nomes e estilos diferenciados de vendas e posições administrativas que por vezes entram em conflito com nossas necessidades.
As oportunidades propriamente, ditas,são na maior parte do tempo criadas após o 1º contato, onde as formalidades dão lugar a interesses comuns – Melhor dizer; pessoais.
Mantendo a escolha da Negociação no formato ‘Profissional’, quando se esta negociando com um profissional.
Relatório e sugestões:
Nas várias reuniões de negociação de fornecimento e revenda, temos encontrado as mesmas dificuldades: Estoque – Loja – Depósito.
A idéia do Estoque zero é uma realidade possível ? _ Sim. Quando vem junto com um Excelente Fluxo de Caixa, capaz de quebrar a formatação das Indústrias , Empresa parceiras e de seus vendedores, ditos altamente treinados e conhecedores do Mercado.
Para muitos deles, engessados, a negociação resume-se ao talão de pedido e suas específicas condições para a realização da venda. Outros, realmente conhecedores do Mercado e abertos a Tecnologia do Conhecimento são capazes de Iniciar uma negociação com a estabelecida ordem natural das relações comerciais, as quais dispensam comentários, e ampliar o leque das negociações.
Este mês, por exemplo, no seguimento de tintas, acreditei que seria diferente, mas não foi e toda questão da recusa e aparente rejeição ao nosso Sistema de Trabalho, continua comprometendo as vendas, o site e a Comercial Pyramon no geral, uma vez que estamos ainda impedidos, por muitos fornecedores de possuir uma Tabela de Preço Diferenciada para Compra, o que dificulta muito a aplicação de um Índice próprio da Comercial Pyramon.
Todas as dificuldades de Relacionamento Comercial estão sendo enfrentadas com uma Administração rigorosa de tempo, oportunidades comerciais, promoções dos concorrentes, intensa investigação e coletas de preços, além de uma “Planilha Mutante’’ que engloba literalmente nossas necessidades, nossos controles, códigos, clientes, fornecedores, finanças, hiperlinks, banco de dados, banco de imagens, controle de estoque ( entrada e saída co NF ), apoio total a Administração do Site.
Anda assim, a “recusa” em nos atender, interfere na velocidade de nossos trabalhos e na política de preços para a televenda e para o ecommerce que tem seus produtos publicados e automaticamente revisados pela planilha. As fórmulas por nós utilizadas envolve toda a complexa administração acima comentada e mesmo assim, tudo está em fase de aprimoramento físico e virtual que me sinto autorizado a chamar de “ Dança com lobos”.
A recusa em nos atender pelas vias comercias normais está unicamente baseada no despreparo em lidar com o novo. O fato de nossa loja ser virtual e não possuímos estoque, tem incomodado representantes e vendedores, apesar da boa impressão causada por nossa arrojada e inovadora proposta comercial.
A crítica: “ Não posso ou não sei ,como atender a Comercial Pyramon, sem que ela possua um depósito, porta aberta, balcão...”
A NOSSA MAIOR META HOJE, ANTES MESMO DE VENDER, É CONQUISTAR E ROMPER ESSA RESISTÊNCIA.:
Como alguém tem que ceder, a primeira solução que vejo como viável, é alugarmos uma casa para fins comerciais, onde poderemos estocar o mínimo de cada produto por fornecedor, mantendo a seguir uma política de estoque de zero (0) a margem de segurança. Com isso, estaríamos automaticamente cadastrados nos fornecedores escolhidos, rompendo com a burocracia . Sendo aceitos, dando a eles o que pediram e sutilmente, retornando ao nosso próprio Sistema Comercial.
Ainda no que se refere a este depósito, devemos levar em consideração a possibilidade de haver condições do funcionário Alexandre habitar a residência,permitindo uma não declarada vigilância e controle de estoque. Como ele vive de aluguel, cobraríamos dele o mesmo valor que ele paga onde mora atualmente, aliviando um pouco o que pagaríamos pela casa.
Devemos levar em conta a localização estratégica deste “depósito”; se tem garagem com fácil acesso para veículos afim de evitarmos ao máximo chamar a atenção; e atentarmos para que não haja no local, restrições legais quanto a carga e descarga.
Cotar e comprar uma Máquina de Tinta Self Cólor , possibilitando a Comercial Pyramon um estoque de aproximadamente 2000 cores, com pouco mais de 50 latas em estoque real.Anexo pesquisas sobre o assunto.
Dentro dessas possibilidades estamos realizando mudanças em nosso Avara, as quais deverei relacionar para o Contador, que me passará Relatório com as possibilidades legais e o valor dos encargos atribuídos a essa mudança.
Pontos Positivos:
Com a casa (depósito) receberíamos amostras e displayers,
Estaríamos aptos, como qualquer comerciante, a comprar e receber produtos,
Receberíamos maior atenção e visitas programadas de nossos fornecedores,
Seríamos indicados por eles a novos fornecedores,
Aumentaríamos muito as nossas referências comerciais, facilitando ainda mais a aprovação de nosso credenciamento,
Haveria relativa baixa em nossos preços de custo,
Menor risco de deixar de atender a um cliente,
Diminuição de custos e prazos para entrega dos produtos vendidos,
Logística mais próxima da realidade,
Maior condição de aproveitar em primeira mão as promoções de fornecedores e concorrentes,
Competitividade, no mínimo de igual para igual,
Possibilidade real de vencer concorrências,
40% de desconto nas tintas Sherwin-Williams,
Representação e distribuição como fato,
Maior condições de vendas,
Aumento no espaço físico da sede,
Transferência do faturamento médico para o depósito,
Respeitabilidade.
Distribuição de produtos Prolim, entre outros e diluição dos concentrados com lucro de 60/1
Aproveitamento total das promoções Tecnoperfil, com utilização do produto muito além do que a fábrica imagina
Possibilidade de montar equipes de instalação terceirizadas

Pontos contras:
Aumento considerável das contas e taxas fixas, nos 6 primeiros meses,
Várias funções em um único funcionário,
Transferência do telefax para o depósito,
Rede Wireless para o PC do depósito,
Gastos com reforma e segurança do depósito,
Compra de veículo ( meio de transporte),
Registro de visitantes,
Visitas diárias ao depósito,
Funcionário tem família,
Capital para o empreendimento,
Disposição do Sócios.


Espaço Reservado à opinião e voto dos sócios:outubro 2008
Drª Cibele Isaias Crocamo
Drª Susanne Crocamo Ventilari da Costa
Dr. Luiz Cerqueira da Costa
(Infelizmente Luiz pediu para sair)





Projetos Comercial Pyramon
Processos em Movimento
Its Clean /Santher /ECOLAB
Marcelo Brum
Rua Cuba,329 – Penha
Rio de Janeiro / RJ – 21020 – 160
T 21 3885 5247 F 21 2209 4302 Cel 21 7674 7286
mbrum@itsclean.com.br
It’s Clean – Empresa de Distribuição de Materiais de Limpeza e Higiêne –
Meta: Desejamos encontrar e formalizar legalmente a parceria com Fábricas Nacionais ou Estrangeiras, que nos permita atender como Distribuidores, no Brasil a Empresa It’s Clean, conhecida concorrente da Dixie-Melhoramentos e que vem ganhado terreno na competição por este mercado. Sabedor de algumas de suas necessidades e das metas atingidas por seus vendedores, em primeira mão, estou como Gestor da COMERCIAL PYRAMON, captando e selecionando parcerias que possam nos colocar numa linha direta de consumo, que hoje atinge em média R$ 150 000,00 por vendedor, sendo que hoje eles possuem 12 vendedores atuando no Rio de janeiro.
Material de Interesse: Copos térmicos, porta guarda-chuvas, lixeiras comuns e de aço inox automáticas.
Aeronáutica: Possibilidade de realizar a intermediação entre a It’s Clean e a Aeronáutica em todos os produtos vendidos por eles atualmente, incluindo os novos que a it’s Clean estaria comprando conosco. Desta forma ,com um investimento relativamente pequeno, se considerarmos como certo a criação de nosso depósito, estaremos formando uma parceria que batizei de 360° graus.


Fluxo previsto:
Empresa XYZ vende para a COMERCIAL PYRAMON, que distribui (Venda diferenciada), para a It’s Clean, que incluirá em suas metas os produtos da Comercial Pyramon, esta por sua vez, através dos chamados Pregões, participará via internet com todos os produtos it’s Clean. Assim, compramos com venda casada 3 itens, como Distribuidores e participamos com aproximadamente 8 itens principais da It’s Clean e com a certeza de revender para o Exército e a Aeronáutica os nossos produtos de Materiais de Construção.
Entrevista 20/08/08 /10h
Rua Francisca Manoel,102 – Bemfica
HCE/Escola de Saúde / Almoxarifado / Aquisição
Capitão Mauricio T 3860 6609



AERONAUTICA/PREGÔES
Meta: Em recente contato com a Aeronáutica, solicitaram-nos a participação e inscrição em pregões da Aeronáutica e da Caixa Econômica, e outras .gov, o que estamos implantando em nosso processo administrativo as condições necessárias pra a realização e participação nesses pregões, envolvendo o estudo de Licitações, empenhos e pregões, que no momento da participação devemos levar em conta a preparação do individuo, da empresa e da logística, necessária para atuarmos com precisão nesta área.
Necessidades: Estudo dos códigos legais para o entendimento do processo, necessitando de um funcionário específico para atuar e desenvolver este processo, bem como acompanhar, oferecer lances e realizar vendas com a qualidade esperada de ambas as partes: cliente e fornecedor.
10/10/08 – Marcelo acenou com a possibilidade de distribuição de um item para It’s Clean Sananther, ou todos os produtos,conforme proposta original.
Aguardando Reunião com Gerente Regional para firmar o acordo.




Reuniao:13/11/08
ALEXANDRE DA ELETROMAR
Em reunião na Sede da COMERCIAL PYRAMON, voltamos a falar sobre a aceitação da Comercial Pyramon co Distribuidor ELETROMAR, enquanto o processo está sendo analisado nossas referências e documentações , recebi autorização de oferecer e revender os produtos da Eletromar , tanto para lojistas quanto para o Consumidor final.
Recebemos ainda os Catálogos, tabelas de preço,treinamento básico, índice de distribuidor e, possibilidade de realizar uma venda por indicação do próprio Alexandre.







CADASTROS:
Unificação de nossos Banco de Dados, de forma a agilizar o processo de forma dinâmica e lógica, entre fornecedores e clientes, com atendimento e prazo correto com determina um ecommerce de sucesso.
Obras: estamos com previsão de obras para Condomínio na Tijuca, com parceria com a GD Arquitetura e design , obra no Méier – Dias da Cruz,417 entre outros pedidos de cotação de Arquiteto que visitam o Site da Pyramon, Construcompras e projetos como Infraero e prédio tecnológico na Presidente Vargas.
Contamos ainda com visita ao Engenheiro Leonardo, a quem possivelmente iremos oferecer o nosso catálogo e promoções imperdíveis.

ESTE PROJETO ESTEVE ATIVO ATÉ 12/03/09 , QUANDO FOI CANCELADO TOTALMENTE. ATÉ ENCONTRARMOS OUTROS PARCEIROS






Catálogo Pyramon
Com 50% de suas páginas atualizadas o nosso catálogo já pode ser de grande apoio para vendedores externos com as informações necessárias para a realiasação das vendas e uma boa apresentação de nossos produtos.Doravante conhecida como Planilha Vendedora.
Imagens estão sendo tratadas, tabelas de preços estão sendo atualizadas em tempo recorde para chegar as mãos de vendedores e compradores.

PARADO A 3 MESES

SITE PYRAMON
Continuamos inserindo imagens e preços atualizados ( Inserções),diplomaticamente estamos lidando com a situação do cód fonte em poder da caffo artes. Trata-se de uma situação delicada que exige uma ação estratégica delicada e que não dá mais para esperar, portanto a despeito de perder o Site , com o qual já somos conhecidos.
Lamentamos o desperdício de tempo e dinheiro, que tudo isso vem acarretado a COMERCIALPYRAMON,entretanto, por um prejuízo menor a decisão a ser tomada pela gestão é a seguinte: Ação Judicial contra a Caffo Artes , por não entregar o site dentro da especificações combinadas;por ignorar nossos pedidos e solicitações como donos do site
Pedimos ao Sr. Juiz da comarca do Rio de Janeiro que interpele por nós , uma vez que o Site representa a vida da Comercial Pyramon, e portanto, manter o Código Fonte da Empresa, é manter a sobrevivência da mesma nas rédeas curtas da Caffo que ameaça a sobrevivência da Empresa e de seus funcionários.
Conforme Demonstrado no processo anterior segue breve rsumo de como estão sendo realizados os trabalhos referentes ao Site;
CADASTRO DE FORNECEDORES – Registrar todos os fabricantes dos produtos que srão avaliados pelo gestor e que passarão a fazer parte de nossa Planilha “X”, como simples fornecedores ou parceiros.
CADASTRO DE AGRUPAMENTO – Tem como objetivo, unir produtos da mesma aplicação e SEGMENTOS, facilitando a manutenção de rápida aquisição ou mesmo pequeno estoque ou compra promocional.
CADASTRO DE PRODUTOS _ Todos os produtos já avaliados ou novidades do mercado bem aceitos por nosso publico alvo, e que já pertencem ao departamento de vendas no Site ou na Planilha Vendedora, com os seguintes dados para registro: -Empresa,descrição do produto,cor, embalagem, acondicionamento, SAC, contatos,televendas,etc.
CADASTRO E SINCRONIZAÇÃO DE FORNECEDORES E PRODUTOS – Esta classificação tem o objetivo de facilitar com dados precisos e rápidos às cotações,tomadas de preço e compras.
DIRECIONAR LINK – Identificação imediata do fabricante e aplicação técnica do produto ou ainda uma forma simples e rpida de direcionar compradores para o nosso Site, as três formas estão sendo utilizadas caso a caso e já recebemos manifestações de apreço pela qualidade apresentada.
CADASTRO DE ICMS,ISS, e FRETE – Auxiliam obrigatoriamente na formação de preços e na Contabilidade da Empresa.
DEPOSITO – Prever.
CONSULTAS – Estoque – código
Estoque – descrição – Ficha eletrônica de estoque por produto
Movimentação do produto e identificação do Código de barras.
GERAÇÃO DE RELATÒRIOS - Adaptáveis conforme o caso :
Movimentação / Código
Movimentação/Agrupamento
Real Posição de Estoque 01/Código
Real Posição de Estoque 01/Agrupamento
02/Código
02/Agrupamento
Grupos e Sub-grupos
Rotação / Procura e Oferta- Avaliação e Criação do processo
Curva ABC dos produtos oferecidos
LISTAGEM – Fornecedores:
Código
Nome
Agrupamentos
Produtos Código Pyramon
Produtos descrição
Situação tributária
Etiquetas de produtos
PARAMETRIZAÇÃO :
Parâmetros Gerais de Estoque (Disponibilidade de entrega dos Parceiros
Mascara de Agrupamento de Produtos
Cotações respondidas
Aproveitamento percentual das respostas convertidas em Venda
Análise de preços
Condições para ofertas
Venda casada
Precificação
Programação
Automação



PRYSMIAN ( ATUALIZAR)
Esta é uma conta parceria muito esperada por nós e que terá que ser trabalhada com cuidado e com algum Investimento de Capital, para mantê-la em nosso curriculum, uma vez que se trata de uma marca com alta tecnologia e qualidade reconhecida no mercado, tanto que seria esse um ponto muito favorável, não fosse o fato da fábrica vender diretamente para as construtora.



Ainda Falta inseri a mascara de ouro


LOGOMARCA

Apesar de nossa solicitação de que a Caffo nos envie a nossa logomarca, ela ignorou o pedido até a presente data, uma vez que corremos o risco de ter a mesma roubada, estamos providenciando o Registro ®nas Mídias , CDR, PSD ,e EPS com orçamento atual de R$ 240,00 para o tratamento da imagem para que se possa oficializar a logo marca da Comercial Pyramon e atender as exigências dos órgãos competentes.( Vetorizar)
Processo aberto no INPI, regulamentação da Marca e legalização do Domínio.
Enviada a Contabilidade no dia 21/11/08 – As Imagens da Logo conforme solicitação do INPI.
Tabela de Frete
Foi desenvolvida uma tabela de Frete de preço por área, afim de atendermos com justiça aos clientes e permitir que os usuários do site façam seus caçulos de frete e possam inserir o mesmo ao valor final de suas compras.
Próximo passo: Contrato com CORREIOS.
Ofertas
Foi criada uma pasta de ofertas totalmente oferecida por nossos concorrentes e aplicados os índices da Pyramon, com prazos e informações de segurança estabelecidos conforme os tablóides dos concorrentes. Todos possuem o Cadástro da Comercial Pyramon, outra forma de utilizar o transporte, o frete e até o depósito de cada fornecedor.






HOMOLOGAÇÔES DO SITE
A Empresa responsável pela homologação foi a Scopus, a Caffo e o Bradesco, citados e solicitamos a explicarem ou mais simples, fazerem funcionar o que foi pago para que os meios de pagamento sejam acessados.
Os e-mails Bradesco não funcionam e caem sempre no spam, as chaves das contas nunca foram regularizadas, baixar o SBBPLUS é como jogar entulho no meio da sala de visitas, o gerente de nossa conta não toma ciência d nossa existência nem de nossas dificuldades, saiu de feriassem dar a mínima para uma conta PJ que deveria dar algum lucro e esta completamente parada. Em linguagem bancária inativa.

Decisão: mudar de Agência e de gerente o mais rápido possível.
Bradesco Ag Voluntários da Patria, Botafogo RJ
GESTÃO:
Administração da COMERCIAL PYRAMON, envolve entre outras coisas, decisões que nem sempre estão sujeitas ao imediatismo das ocorrências diárias. Por exemplo, considero viável uma Conta Corrente Pessoa Júridica da Comercial Pyramon no City Bank, onde já possuo Gerente de Relacionamento e de onde faço os aportes de capital para a comercial Pyramon conforme demonstra nosso movimento de caixa.

Funcionáros: O quadro de funcionários da Comercial Pyramon conta com 3 funcionários:
Gestor – não remunerado
Auxiliar de Escritório – Salário de R$ 481,00 / regime CLT
Estágiario – Salário de 320,00 / este sobre regime contratual entre as partes
Vendedor Parceiro – nosso vendedor externo é ao mesmo tempo fornecedor de granito, como vendedor de materiais da Comercial Pyramon.
Os funcionários acima citados não compõem mais o QDF da Comercial Pyramon, e os trabalhos estão acumulados na pessoa do Gestor.
Entrevistas estão sendo realizadas para sanar estas faltas.
03/11/08 Contratado o Aux. Administrativo Paulo Robero, que está sendo treinado no atendimento de vendas por tel ,internet, e cotações eletrônicas, enquanto desenvolvemos o BD da PYRAMON e outras necessidades de TI.


MARKETING
Estamos desenvolvendo tabelas impressas de produtos,com preço e imagens. Criação de News Letter, com dicas e novidades, Planilhas de ofertas, e limpeza na Home do site, Criação de uma nova apresentação,criação de doc oficiais,Analisar vendas, Montar Equipes, Atendimento.A divulgação se alastra com s facilidades dos sites de relacionamentos que crescem diariamente, de forma que não podemos ignorar.
Ainda que pareça pouco produtivo, estamos utilizando Blog, e Picasa com publicação de imagens, totalmente voltadas para a área comercial,essa decisão foi tão difundida pelo Google que se tornou em um banco de ofertas entre amigos com o nome de QUEBARATO.COM, do qual já fazemos parte e nos associamos PAGAMENTO DIGITAL, para que os “AMIGOS” possam estar comprando e pagando dentro de um Sistema protegido, que entendemos tratar-se de uma venda faturada em 15 dias e já descontada a comissão do vendedor ( Maiores informações no Contrato anexo).
Outras formas de PROSPECÇÃO estão sendo desenvolvidos.






PLANILHAS PYRAMON
PLANILHA “X”
PLANILHA VENDEDORA
Planilha de cadastro
Local das Planilhas:
PASTA COMERCIALPYRAMON – Nunca removê-la por conter muitos links de busca que utilizam este caminh / PRODUTOS E CÓDIGOS PYRAMON
QUAIS SÃO:
Material Básico /Acessórios /dry wall & placas
Material Elétrico /Acessórios
Material Hidráulico /Acessórios /Metais
Tintas / tintas automotivas
Acessório de Pinturas
Fechaduras /Ferragens
Bricolagem
É importante colocar o número na frente de cada categoria, pois isto indica a ordem que cada Categoria foi criada e como ela se apresenta no Site.

MATERIAL BÁSICO ( MB) – Grupo / A seção é 1, o subgrupo é Argamassa
É importante que todos os atalhos de classificação, estejam sincronizados desta maneira , por ser uma informação essencial para o desenvolvimento do Site.
Imutável,salvo quando o produto não mais existir, ou a categoria, quando a Comercial Pyramon não trabalhar mais com o produto



INICIANDO A PLANILHA
As Planilhas foram formatadas igualmente para ORDENAR a inserção dos produtos, nela contidos e publicados no Site.




ATLÂNTIDA-PYRAMON MATERIAIS DE CONTRUÇÃO LTDA
FORA

Objetivo da “”Planilha X””
Posição do Estoque geral
Grupo
Sub-grupo
Seção
Dentro
Códigos
Fabricantes
Nome do Produto
Variação cor
Descrição Curta
Embalagem
Peso ou Medida
Fornecimento
Acondicionamento
Preço de venda
Preço de compra
Preço com impostos
Descrição Longa








CÓDIGOS- servem para indicar a quantidade de produtos em uma seção e na seqüência em uma categoria.
Ex:
Se temos 10000 itens para inserir em uma categoria com 10 sub-grupos, utilizamos a fórmula 10000 : 10 = 1000 itens por sub-grupo.
Portanto, podemos iniciar:
PRODUTO 1 , na SEÇÃO 1, (1-1)
PRODUTO 2000, na SEÇÃO 1, (2000-1)
Produto 4478, na SEÇÃO 7, (4478-7)

Atentar para a divisão, pois, se temos 1000 itens em cada grupo, o sub-grupo seguinte começará no íten: 1001-1.
1-1= 1001-1
1000-1 = 1999-1


FABRICANTE – Simples. Basta nomear o fabricante do produto.
Ex: Coral, Votoran, Alumbra, 3M.

VARIAÇÃO DE COR – Quando um produto não é definido pela cor é cadastrado como XX. Caso tenha variações é só escrever os nomes. Ex: natural, branco,preto,mogno e etc.

DESCRIÇÃO CURTA – Esta parte é utilizada para descrever o produto, como ele é – o que ele é.
Ex: cimento, cascalho, areia,acabamento interno e externo, acessórios para, revestimento interno ou externo.

EMBALAGEM
Sacos – SC
Bandeijas – Bd
Cartelas – Ct
Quilo – Kg
Unidade – Und
Peça – Pç
Sem embalagem – XX

MEDIDAS – são todas as medidas normativas e específicas de um produto.
Ex: prego 15 x 15, argamassa 20 kg, vergalhão 5/8’ – Há situações em que as medidas são complementadas pelo valor atribuído ao fornecimento.

FORNECIMENTO – Neste caso específico é a forma como o produto é fornecido.
Ex: metro –M
Centímetro – cm
Milímetro – mm
Metro linear – ml
Litro – L

ACONDICIONAMENTO – Os produtos vêm em diversas embalagens diferenciadas conforme fatores específicos com tamanho, quantidade e marketing : sacos, cartelas,caixas,bandejas, etc.
Cimento – SC 25 kg ou 50 Kg

PREÇO DE VENDA- É o preço que será publicado no Site, é o preço oficial da COMERCIAL PYRAMON, após aplicação do seu índice + impostos.

PREÇO DE COMPRA – É o menor preço negociado pela Comercial Pyramon para a compras dos produtos que serão intermediados, ou revendidos com pelo preço final, ou seja, o preço de venda.

PREÇO COM IMPOSTOS – de acordo com o produto variam entre 5%,10%, e 15%.
DESCRIÇÃO LONGA _ Esta descrição é muito importante, ela descreve o produto de forma técnica e a sua aplicação.

UTILIZANDO AS FUNÇÕES – ( FÓRMULAS) –
Preço de Compra/Só Preços sem fórmula -Preços formatados em contábil R$.

PREÇO c/ IMPOSTO : = SOMA ( K ? X 10% ou o imposto em vigor + K x%
Ex: = soma( K9 x 10% + K9 / ENTER

PREÇO DE VENDA: =SOMA (L ? X 20% + L ? )
Ex: = soma ( L10 X 20% + L 10

RESUMO:
K = Compra
L = Imposto de 10%
J = Venda c/ 20%

INSERINDO PRODUTOS
Passo: Copiar e colar o nome



Passo: Copiar e colar Fabricante
Passo: Inserir as medidas nos locais corretos
Passo: Dar seqüência nos códigos
Passo: Descrição curta / copiar ,colar
Passo: Descrição longa /copiar,colar
Passo: Inserir preço de venda
Obs: Se já estiver com as fórmulas os preços,impostos e o preço de venda serão dados automaticamente.



INSERINDO HIPERLINK
Clicar no produto com o botão direito, selecionar hiperlink. Busque a imagem do produto no Site da Marca, ou em nosso Banco de Dados e insira.
Ou, clique no produto com botão direito, selecione HIPERLINK - selecione páginas navegadas e leia o nome do produto, se é igual ao que você esta querendo. Conferido basta clicar em cima e pronto, estará aplicado o hiperlink da imagem.


BUSCANDO DO NOSSO BANCO DE IMAGENS
Em REDE, na Pasta COMERCIAL PYRAMON existe uma sub-pasta chamada de Banco de Imagens. Dentro dela encontram-se várias outras correspondentes a todo sub- grupo da Planilha
APLICANDO LINK DO NOSSO BANCO DE IMAGENS
Clicar no produto como botão direito, procurar a Pasta COMERCIALPYRAMON/Banco de Imagens /sub-grupo desejado /clique nele e pronto, esta criado um hiperlink com o produto do nosso Banco de Imagens.
SALVANDO IMAGENS
Devido a demora em nos enviar as imagens solicitadas,acordamos com nossos fornecedores, a captura e o tratamento das imagens. Ao visitar o Site de um fornecedor,geralmente, podermos visualizar seus produtos e respectivas imagens em seu catálogo virtual.
Para capturar as imagens, click nelas com o botão direito, escolha a opção enviar para/Banco de Imagens. Depois encontre a pasta do sub-grupo para este produto/ renomear antes de salvar.
Assim, teremos as Imagens dos produtos e seus fornecedores, em nosso Banco de Imagens.
GESTOR
Estas informações, são apenas uma pequena parte do que vem a ser realmente a Planilha Comercial Pyramon, carinhosamente batizada de “Planilha X” por ser uma planilha em desenvolvimento, procurando atender todas as nossas necessidades relacionadas ao ecommerce. Portanto, sujeita a atualizações sem aviso prévio e SEMPRE pronta a receber anexos e MACROS.






FÓRMULAS
PREÇO DE VENDA _ SOMA (M9 x 30% +M9)
PREÇO FINAL DE COMPRA _ SOMA ( V9 : 3 )
PREÇO COM IMPOSTO _ SOMA (L9 X 2% + L9)
MÉDIA PARC ESTOQUE _ SOMA ( O 9 + Q 9+ S 9)
MÉDIA FINAL PREÇO _ (P9 +R9 + T9 )
ESTOQUE FINAL _ (V9 – W9 )

AUMENTO DE PREÇOS:
FERRAMENTAS _ AUDITORIA DE FÓRMULAS /MODO DE AUDITORIA
UTILIZAR COLUNAS “Y” e “Z”
CLICAR NA CÈLULA Y9 / INSERIR FÓRMULA
= SOMA ( fórmula, PREÇO DE COPRA P9 ),ou seja, =SOMA ( P9 * 10% + P9) ENTER
CLICAR NA CÉL “ Y9” e dar Um duplo no canto direito /
Copiar-Colar Especial CÉL” Z9” /
Valores-Ok
COPIAR “Z9” e Colar no Preço de Compra 1,2;3
FINALIZAR / FERRAMENTAS / AUDITORIA DE FÓRMULAS/MODO AUDITORIA/OK.










CATÁLOGO ELETÔNICO PYRAMON (Planilha vendedora)
Este projeto tem como formatação principal a “Planilha X “ e está sendo preparada simultaneamente com as publicações em nosso Site, para atender aos nossos clientes com tecnologia e facilitar aos nossos vendedores, conhecimento visual e técnico de boa parte de nossos produtos.
Haverá uma versão física para ser orçado e/ou aprovada depois da finalização eletrônica.
OBS: Em todas as planilhas estão sendo inseridos novos preços e novas imagens bem como, novas foras de Controle e Gestão, elas ainda sofrerão mudanças untamente com o site até o final do mês de outubro, quando AGUARDAOS A COLABORAÇÃO DO Dr. VADEC, indicado pela Andrea Lamenza, possibilitando a criação de MACROS que irão agilizar ainda mais os nossos trabalhos.



13/11/08
A Planilha Vendedora, está sendo atualizada pelo nosso novo funcionário- Paulo Roberto da Silva JR.
FORMAÇÃO: SENAC – 2 grau em contabilidade


CRISE FINANCIRA INTERNACIONAL
Com antecedência de 30 dias, Fornecedores e Parceiros começaram a aumentar eus preço, corigindo suas Tabelas de 7% a 20%, até o fim de outubro. As Tabelas estão sendo analisadas e mediante o Comportamento do Mercado, os nossos índices serão distribuídos Contábil e Financeiramente de forma otimizada.
Alguns Parceiros continuam a nos enviar sua Tabelas de Preços e em contra partida, outros recusam-se a fornecê-las.
CONTRA A CRISE:
Na busca por uma GESTÃO de qualidade para a COMERCIAL PYRAMON , vem desenvolvendo pesquisas e estudos que possibilitem nossa posição empreendedora,e continuamente trabalhando para atingir as





14/11/08
GESTÃO
ACONTECENDO
O que mais falta nas Empresas é conhecimento e coragem para fazer o que precisa ser feito para elevar a empresa em um nível superior de performance. É preciso promover as transformações necessárias para alcançar os objetivos e propósitos mais nobres da Empresa.
É preciso sensibilidade para detectar os sinais de oportunidade do mercado e muita coerência de gestão nos negócios. Aprimorar o sistema e os processos de gestão é tarefa constante orientar a força de trabalho para que ela transforme desempenho em valor.
O profissional deve está antenado no mercado e detectar os sinais de oportunidades, mesmo em situações de mudança, aprimorando rapidamente as suas competências, sendo capaz de promover mudanças estratégicas antes que o mercado o solicite. Não se espera por tragédias ou quando ela acontecer,a nossa Gestão já estará antecipada, promovendo as transformações necessárias para sempre alcançarmos nossos objetivos e a nossa Missão.
Todos os esforços têm sido direcionados para que se atinja a meta prevista para alavancara Comercial Pyramon, em estágios programados e investimentos Financeiros e funcionais.




CARTÃO FIDELIDADE
Imagens meramente ilustrativas




Com o Cartão Pyramon Master
Você Pode,
Com rapidez e facilidades comprar , tudo o que você precisa
Para sua casa, na hora de reformar, decorar ou construir
Sem Anuidade*
Descontos especiais no Site
Parcelamentos de suas compras sem juros
Pode ser utilizado em mais 1000. 000 de estabelecimentos no Brasil
Realizar saques emergenciais em qualquer quiosque do Banco 24 Horas
Financiamento de sua obra
REQUISITO NECESSÁRIOS:
Idade mínima de 18 anos
Renda mínima necessária comprovada de R$ 750,00
Para preenchimento de uma proposta, com análise no ato, compareça a uma Agência mais próxima de sua residência,com os documentos originais:
RG
CPF
Comprovante de Residência
Comprovante de Renda**
Cheque
(*) cobrada apenas uma tarifa,quando da emissão de fatura
(**) quando o salário for variável, apresentar os 3 últimos comprovantes
Clique aqui para conhecer a relação das Agências
UNIBANCO BUSINESS BANKING CARD
O Cartão de débito para a Empresa contará com os seguintes benefícios:
Compras e Saques no Brasil e no Exterior*(Consultar gerente de relacionamento para possíveis restrições) – Débito direto na conta corrente da Empresa.
Master, Maestro, Cirrus, Banco 24 horas
Pagamento de despesas: não existe um limite mínimo para o valor das compras.
Controle Total – A Empresa pode atribuir um limite mínimo para cada um dos Cartões.
Segurança: A empresa não precisa utilizar dinheiro vivo para pagamento das despesas do dia-a-dia.
Tranqüilidade: o cartão pode ser protegido contra perda roubo ou furto, através do Unibanco Banking Card Protection.
Aparência: confeccionado em plástico translúcido.
O Unibanco Business Banking Card não tem nenhum custo de aquisição.
Central de Atendimento Unibanco Business: linha direta entre a Empresa e o Unibanco. Atendimento exclusivo para pessoa jurídica
Unibanco Online: Unibanco via Internet com os mais rígidos padrões de segurança internacional.
UNIBANCO STATEMENT: Todas as operações financeiras chegando em uma única correspondência ou um único e-mail, a seu comando.






INVESTIMENTOS UNIBANCO
Portfólio variado,com os melhores administradores de recursos do mercado.
SEGUROS UNIBANCO
Proteção do Patrimônio –UNIBANCO EMPRESA
Proteção do seu veículo ou toda a sua frota – UNIBANCO AUTO.
SERVIÇOS UNIBANCO:
Custódia de Cheques – com e sem opção de transferência para Carteira de Desconto.
Cobrança: rápida e sem registro, caucionada e descontada. Emissão de Boleto vencido pela internet.
Serviço de Entrega e Coleta ( pick-up Service) de Talões de Cheque, Pagamentos, Depósitos, Borderôs e Documentos.

LINHAS DE CRÉDITO UNIBANCO BUSINESS:
ADV – Cheque Especial PJ – para necessidades emergenciais de caixa.
ADV – CARD – Limite de Crédito rotativo de acordo co Histórico de faturamento das vendas , com Cartão de Crédito MasterCard e Dinners.
ADV SMART – Conta garantida com caução de títulos que amplia o limite de crédito baseado na carteira de recebíveis da Empresa.
UNIBANCO PLAN/UNIBANCO TERM – Capital de Giro Imediato,à disposição da Empresa, parcelado e flexível e ainda com opção de pagamento em uma única parcela.
(**) Levantamento e aprovação de Crédito da Comercial Pyramon pré-aprovado no valor de R$ 100 000,00 conforme documento apresentado a ser anexado a esta ATA Eletrônica.
ANTECIPAÇÃO DE RECEBÍVEIS – A Empresa pode receber á vista as vendas a prazo feitas nos Cartões de Crédito MasterCard e Dinners.
DESCONTO DE DUPLICATAS ESCRITURAIS – Antecipando Receita, a Empresa realiza mais negócios sem a necessidade do envio das duplicatas ( Processo via Internet).
DESCONTOS DE CHEQUES – Pagamento futuro que vira Capital no presente.
22/10/08 – Começara a chegar as correspondências da PJ UNIBANCO PYRAMON, aguardando a confecção do CARTÃO FIDELIDADE e o recebimento de outros cartões acima mencionados.







BRADESCO PESSOA JURÍDICA (PJ)
ATLÂNTIDA _ PYRAMON MATERIAIS DE CONSTRUÇÂO LTDA ME
AG: 2580-1 REAL GRANDEZA- FURNAS –URJ / CONTA: 7354 – 7
Status: Sujeito a transferência/ Cancelamento da Conta
GERENTE: RICARDO





BANCO ITAÚ S/A
CONTA CORRENTE E INVESTIMENTO
RIO BOTAFOGO 0525 RIO DE JANEIRO RJ
RUA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA 207
AG: 0389 / CONTA: 77850 – 7
Investimento: R$ 5 000,00 DI
RS 500,00 Capitalização
Valor Total Diponível para Saque R$ 26 000,00
Tx 7,750% PRE Taxa Anual 144,91 % / Impróprio
Compra de Leitor de código de barrras
GERENTE: Ana Lúcia
Apesar do ITAÚ não nos atender favorávelmente e o relacionamento com o banco não está nem próximo do esperado, é neste banco e conta que temos efetuados a maioria dos negócios da Comercial Pyramon

Nova Troca da Gerência : Simone
Solicitação de Extratos Bancários
Talões
Homologações



CITIBANK
AG: CONTA:
Av Nossa Senhora de Copacabana, 828 RJ/RJ 22050 - 001
GERENTE PJ: LIBIA FERNANDES
Gerente de Relacionamento CPA 10 ANBID PJ
T 5521 4009 8817
F 5521 4009 8802
Cel: 9979 5434
Líbia.fernandes@citi.com
Faltou sem justificativa / não ligou
Projeto sugerido para Gerente Reynaldo, que solicito nova reunião entre o Citibank e a Comercial Pyramon / 14 – 08- 08
Gerente Reynaldo Faltou / Radio cx Postal
Indicação do Gestor : Alteração no projeto de parceria, possibilidade de negociar com o ITAÚ
Reunião Confirmada no horário
Conta Comercial Pyramon PJ /Confirmada
Aberta com Declaração em nome de JC Brasil
Confirmado Cartão Fidelidade PYRAMON CITI
Linha de Crédito Prevista R$ 100 000,00
Demorei para enviar toda documentação , tendo em vista os acontecimentos Mundiais e o risco de quebra-quebra dos bancos, principalmente os americanos ( 10/10/08).
(16/10/08)
Gerente de Relacionamento me tranqüilizou quanto a crise e resolvemos substituir a gerente e a agencia da PJ.


IBM
Pare de Pensar como um banco.
Comece a pensar como um Cliente
Pare de falar comece a fazer
Ibm.com/doing/br/banking






Defesa e Registro de LGOMARCA
Armando BL 29 de maio de 2008 12:03
Para: comercialpyramon@gmail.com
Prezado José Carlos
Segue em anexo, proposta para criação e produção de cartão de visita.
Atenciosamente
Armando / Marco



Armando Barreto
Diretor
armando@bldesignemidia.com.br
55 21 2532 0931
55 21 2524 3231
Pr 055 BL/2008
Rio de Janeiro, 29 de maio de 2008.

À
COMERCIAL PYRAMON

Att: Sr. José Carlos Brasil

Prezados Senhores,
Estamos enviando, de acordo com sua solicitação, proposta para criação ( layout/finalização ) e produção de cartões de visita, conforme descrito abaixo.


II ) Produção
1000 ud, 4x0 cores, verniz UV , formato 9x5cm
R$ 530,00
I ) Criação ( layout/finalização )
R$ 240,00



III) Valor total: R$ 770,00
IV) Prazo de entrega: 10 dias após arte do cartão aprovada.
V) Condições de Pagamento: 50% sinal
50% na entrega

VI) Validade da proposta: 20 dias

Apesar de nossa solicitação de que a Caffo nos envie a nossa logomarca, ela ignorou o pedido até a presente data, uma vez que corremos o risco de ter a mesma roubada, estamos providenciando o Registro ®nas Mídias , CDR, PSD ,e EPS com orçamento atual de R$ 240,00 para o tratamento da imagem para que se possa oficializar a logo marca da Comercial Pyramon e atender as exigências dos órgãos competentes.( Vetorizar)










Legalização de Marcas e Patentes
Encarregados: Willian e Marcos
INTECONF – Integração Contábil e Fiscal Ltda


Parceria com Representante Comercial
“Custo é o coração de uma Empresa. É extremamente necessário conhecer os custos para que se possa oferecer um produto de qualidade com um preço acessível para o cliente.”

DUROCOLOR /DUROSHIELD –Industrial Ltda
São Paulo
Nina Jacobi cel 55 11 7334 8416 ddr 55 11 31038316
WWW.durocolor.com.br
nina@durocolor.com.br

RIO DE JANEIRO
Júlio Roberto N Guimarães
Vila Isabel/ 28 de Setembro,112/304
Cel: 21 9972 3789
Depósito p Cerâmica São Luiz
Contato com Manoel Lima maior distribuidor de Ceramica.
Contrato de Parceria 50 % comissão
Dentro de 15 dias ~= ( 27/08/08) visitará a Pyramon para conhecer nossas condições de trabalho e estudarmos a viabilidade do fornecimento de cerâmica para todo o Brasil
Lixeiras ecológicas para Condomínios e Prefeituras.




RELAÇÃO DE PARCEIROS CONFIRMADOS:

BENFIXA / Fidelidade
ELETROMAR / DISTRIBUIÇÃO
AMANCO / visita difícil tabela “conta-gotas”
ALUMBRA / distanciamento
FORTLIDER / aproximação –
C & C / Cadastro realizado – liberação R$ 3000,00
Quartzolit / distanciamento – marcar reunião
Construcola / atenção _ Marcar co Fernando através do Del. Carlos
MARAJÓ /Fidelidade .......?
ELIANE / reaproximar
INCEFRA /novo contato
GYOTOKU / Martins ,confirmar se a Gyotoku ainda está com ele; - Negativo
WEA / Atualizar
GREN / atualizar
SANTHER’S / atualizar e resolver – Cortar/ Contrato desfeito
PRYSMIAN / atualizar
FORTALEZA / atualizar
AMIGOS UNIDOS / melhorar relacionamento
ALAMBRE / Atualizar
ELO10 / recente
HILTI / Aguardando meu projeto de distribuição
LEROY MERLIN / emergências e promoções
SERRARIA JACARÉ / Emergência / Sr Carlos - Amigo
GHUELMAN MADEIRAS / parceria iniciada ao telefone, aguarda visita / jogo duro
MEGA ELETROCALHAS / Aguarda visita
ELÉTRICA UBAENSE / indicação da ALAMBRE
VITROCOLORI / Fidelidade - Cadastrados
COLORTIL / contato - Cadastrados
JATOBÁ/ contato pouco interesse
ART 27/ contato - Cadastrados
ELETROMAR / ALEXANDRE - Amigo

ESTAMOS REALIZANDO PROGRESSOS!




PROSPECÇÃO



A prospecção de clientes é a iniciativa que o empresário deve ter para:
- aumentar as vendas;
- substituir os clientes que serão perdidos com o passar do tempo.
Perguntas para determinar se um indivíduo é um cliente potencial qualificado:
- o cliente potencial tem dinheiro para comprar?
- o cliente potencial tem a autoridade para comprar?
- o cliente potencial tem desejo de comprar?
- onde encontrar clientes potenciais? O empresário deve relacionar como ponto de partida as possíveis opções sobre onde encontrar clientes.
Métodos de Prospecção:
- prospecção eletrônica na Internet, na qual o empresário poderá navegar em sites que podem ser interessante para o seu negócio.
- sites de acesso grátis:http://www.yahoo.com
http://www.google.com
http://www.liste.com.br
http://www.epil.com.br
http://www.anuariodasindustrias.com.br
http://www.oespmidia.com.br
http://www.peoplefinder.com (oferece informação mediante pagamento de uma taxa).
- organizações e associações: todos os ramos têm suas associações de classe;
- cursos: você participa de algum curso, como aulas de língua, de computação, ou outro qualquer, principalmente se for para executivos?
- o endereço de Internet da companhia;
- outros sites:
http://www.bigyellow.com
http://www.switchboard.com
http://www.yahoo.com
Mecanismos de busca:
- prospecção a frio: baseia-se apenas no volume de visitas secas realizadas.
- palestras: clubes, igrejas, Ongs e similares;
- Páginas Amarelas;
- cliente indicado - cadeia sem fim: após uma venda, o vendedor pede indicações ao cliente, de conhecidos que poderiam se interessar pelo produto.
- clientes órfãos: os vendedores mudam de emprego e deixam seus clientes como clientes potenciais para outros vendedores.
- clubes de lead de vendas: organização de um grupo de vendedores em campos relacionados, mas não concorrentes, para encontros quinzenais de compartilhamento de indicações e de dicas de prospecção.
- listas de clientes potenciais: elaborar uma lista de quais seriam seus clientes potenciais, coletar informação e utilizá-la.
- torne-se um especialista: publique um artigo; convença um editor de que você é um perito em seu ramo. Você se torna um, e os clientes potenciais virão até você quando forem comprar.
- feiras e exposições: freqüentemente ocorrem, em mostras comerciais e outros tipos de agrupamentos de interesse especial, um centro de influência, que envolve o encontro de pessoas dispostas a cooperar, ajudando a encontrar clientes potenciais.
- mala direta: é um modo eficaz de contatar indivíduos e empresas.
- telefone e telemarketing: permite o contato de pessoa a pessoa e a interação entre o indicado e o visitante.
- observação: forma pela qual um vendedor pode encontrar clientes potenciais observando o que está acontecendo na área de vendas.
- trabalho em rede: fazer e utilizar contatos.
Diretrizes Para a Prospecção: Há três critérios para o desenvolvimento dos melhores métodos de prospecção.
- personalizar um método de prospecção que se ajuste às necessidades de sua empresa;
- concentrar-se primeiro nos clientes de grande potencial;
- sempre visitar novamente os potenciais clientes que não compraram.
O Ciclo de Indicações:Este tópico apresenta as maneiras pelas quais o empresário obtém indicações de potenciais clientes.
- venda paralela de indicações;
- vende o produto e pede ao cliente que forneça indicações;
- o segredo é pedir corretamente;
- entrega de produto: identifique o exato momento em que o produto tem importância para o cliente.
Serviço e acompanhamento:
- oportunidades contínuas para manter contato com seu cliente;
- faça amigos na empresa do cliente potencial;
- trate profissionalmente a indicação.
Porque as indicações não ocorrem:
- objeções dos clientes: eles poderão resistir no momento de ser solicitado a fornecer indicações;
- medo de desagradar amigos e parentes;
- não quer que os amigos pensem que está falando deles;
- pode acreditar no produto, mas não no vendedor;
- teme que o vendedor possa não estar por perto no futuro;
- não sente que seus indicados possam beneficiar-se sendo indicados ao vendedor.
Relutância na visita:
- não querer contatar um potencial cliente, ou um cliente.
Erros dos vendedores:
- a relutância ao contato: cerca de 40% das pessoas apresentam certo grau de relutância. Não trate mal suas indicações.
Sem medo de prospectar:
- a pré-abordagem: mencione o contato pessoal;
- a apresentação: fortaleça a relação, explique o programa de trabalho;
- sempre leve adiante que você contou para a indicação: seja criativo;
- a persistência compensa.
Os benefícios de marcar entrevista:
- assegura uma audiência com o comprador;
- acrescenta imagem profissional a um vendedor;
- é um gesto de respeito a um cliente potencial.
Entrevista por telefone:
- planeje, ou escreva, o que você dirá;
- identifique-se com clareza;
- vá direto ao ponto;
- dê apenas a informação suficiente para estimular o interesse;
- seja persistente;
- peça uma entrevista pessoal;
- expresse seu pedido de entrevista como uma pergunta.
Fazendo a entrevista pessoalmente:
- acredite em você;
- fale e porte-se como se esperasse conseguir;
- visite a pessoa certa no momento certo;
- não desperdice tempo esperando.
Mas, lembre-se: o uso de e-mail ajuda você a manter contatos e clientes potenciais.

Estratégia
Parece bastante fácil satisfazer os desejos do consumidor, mas não é bem assim. Todos nós clientes somos muito exigente, e todos os esforços que se faça para solucionar a necessidade dos demandadores, ainda é pequeno próximo ao que se deseja. Tomei conhecimento de uma situação bastante desconfortável. Um empresário ofertou seus serviços a um cliente, tendo disponibilizado uma serie de vantagens para solucionar aquela necessidade, o interessado, claro, contratou o prestador de serviço.
Marcou-se o dia para iniciar os trabalhos e para começar o fornecedor das soluções chegou atrasado. Muito paciente o cliente não reclamou. Para realizar a obra foi adiantado à metade do valor do recurso financeiro contratado. O combinado é que seria paga a outra parcela apenas no final da conclusão dos serviços. Porém, o empresário não se planejou adequadamente e sempre que necessitava, solicitava mais recursos ao contratante. Este sutilmente adiantava.
Mas começaram a ocorrer fatos desagradáveis. O prestador de serviço gerava sujeiras exorbitante, que poluía toda a residência do cliente, não havia o menor cuidado para se evitar isto. Transportava os móveis de maneira inadequada, sem o cuidado devido. Desmontava algumas peças da casa e deixava espalhado, chegando-se a perder parte de utensílios. Para completar, por descuido maltratou um dos móveis mais queridos da casa.
Mas isto não foi à “gota d´água”, até então estava sendo suportável, pois prometeu que conseguiria deixar o móvel citado, como se não tivesse ocorrido nada. Percebeu-se que algumas vezes o empresário, se retirava da obra e deixava dois funcionários dando andamento nos serviços. Tinha prometido ao contratante que terminaria a obra em dois dias, mais pelas saídas, que não foi somente uma, nem duas, causou atraso na conclusão dos serviços, tendo a obra se estendido até o quarto dia.
Esperava-se que no início da manhã deste último dia, a obra fosse terminada rapidamente. Não obstante, isto não aconteceu, pois mais uma vez o empresário teve que sair. O cliente de imediato não se irritou. Porém, ocorreu que o contratado estava demorando demais. Como o contratante haverá assumido outro compromisso, acreditando que o serviço seria concluído a tempo, perdeu a paciência e exigiu que fosse finalizada apenas uma etapa do serviço. Uma segunda parte estava cancelada a partir daquele momento. Isto em virtude das várias situações citadas.
Percebe-se que o consumidor ficou muito insatisfeito com a forma como foi prestado o serviço. Constatou-se também que os acabamentos não ficaram como esperados. Foi muita promessa e nenhuma satisfação. Para não se irritar mais ainda, o cliente nem mesmo aceitou a montagem do móvel que foi danificado, preferiu solicitar montadores da empresa que forneceu o referido bem.
Todavia, o mais interessante é que o contratado talvez nem tenha percebido a insatisfação do cliente. De modo que poderá repetir os mesmos erros com outros consumidores. Se isto acontecer com clientes que não tenha a mínima paciência, o ofertante terá maiores complicações. Com certeza se continuar agindo dessa forma, tenderá a sair do mercado, pois, ocorrerá propaganda negativa do negócio e futuros clientes não se interessaram pelos serviços ofertados, procurando outros profissionais.
É preciso estar muito atento aos mínimos desagrados que se possa gerar para o cliente. Pois, nem todos os consumidores têm a paciência de suportar situações como as aqui citadas. Suas expectativas, é que tudo corra as mil maravilhas, que não haja nenhuma desagrado e todas as soluções sejam logradas com plena satisfação de todos os envolvidos. Destarte, muito cuidado ao ofertar seus produtos serviços, é preciso que se tenha um pacote completo que agrade o demandador.
___________________________________________________



















COMERCIAL PYRAMON


EQUIPAMENTOS OPCIONAIS
Ar condicionado, Ar quente, Encosto de cabeça traseiro, Protetor de caçamba, Retrovisores elétricos, Rodas de liga leve, Travas elétricas, Vidros elétricos, Capota marítima, Direção hidráulica

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LOGÍSTICA – GESTÃO DE TRANSPORTES:
Empregabilidade na Logística
O Profissional Protagonista
Integração da Cadeia de Abastecimento
Acuracidade na Gestão do Inventário
Infra Estrutura de Transporte no Brasil
Aplicação do Modelo de Custo d processo Logístico
Gestão de Custo na Cadeia de Valor
*Logística Virtual
Simulação Aplicada à Logística

A nossa Empresa hoje resume sua Logística à contratação de transportadores. Embora mantenha na Planilha “X” um cadastro com alguns transportadores de baixo custo, estes representam também uma baixa qualidade em nossos atendimentos. E, ainda temos que levar em conta a expectativa do aumento dos preços dos fretes, aliada a uma Gestão diferenciada dos preços em relação aos diversos produtos.

Impossível, hoje,separar o produto da Região e deixar de fazer as contas diretas ao Custo Benefício desse Transporte. A gestão de Transporte deve explorar a questão de forma estratégica e tática.
–Empregabilidade na Logística – Os próximos anos serão marcados por uma grande pressão pelo aumento de preços dos fretes e seus diferentes modais. Novos desafios serão colocados à frente dos profissionais de Logística e das Empresas. Precisamos estar prontos.

A atividade de Transporte responde por 50% a ¨60% dos Custos Logísticos Totais e por representar, na maioria dos casos, entre 3% a 7 % da receita bruta das empresas. A pressão sobre o polinômio CUSTO X NÍVEL DE SERVIÇO deverá ser cada vez maior.Crise Econômica Mundial, Aumento dos Combustíveis, Intermináveis congestionamentos nas grandes cidades, Maior restrição à circulação de Veículos, maiores gastos com Gerenciamento de riscos, deverão aumentar.
Para atingir o patamar mais alto de Valor Agregado em transporte é necessário combinar de forma harmônica as pessoas, os processos e a Tecnologia.
ALTO
IDEAL

PESSOAS IDEAL


PROCESSOS DESEJADO EXCELENTE



BAIXO MUITO RUIM TECNOLOGIA
BAIXO

ANALISE DE PROCESSOS, TECNOLOGIA E PESSOAS

CONCEITO DE GESTÃO DE TRANSPORTE
C _ O _ I _ T = Central de Operações Inteligência e Transporte
Cabe as seguintes Atividades:
Serviço de Contratação de Transporte
Planejamento e Execução de Embarques
Otimização da Capacidade Disponível
Auditoria e Pagamentos de Fretes
Administração de Não-conformidade em Transporte
Relatório de desempenho em Transporte
Visibilidade
Gerenciamento de Risco
Projetos em Transporte
Logística Reversa
Serviços Especiais
Contratação de Transportes em Ordem
Pesquisa de Empresas de transporte no Mercado
Elaboração e manutenção de um Cadastro de Empresas Prestadoras em Transporte
Gerenciamento do Processo de Contratação dos serviços em Transporte
Seleção de Transportadoras
Negociação das Tarifas e nível de Serviço com as Transportadoras
Administração de contratos de prestação de serviços junto as transportadoras contratadas
Contratação de Transporte Eventual e/ou Embarques Especiais
Atividade de Planejamento e Execução de Embarques contemplados
Planejamento de Cargas/Embarques
Cuidados no Manuseio “Utilização” e Transporte de Mercadorias
Agendamento de carga e Descarga (dock Schedule)
Seleção e Otimização de modais de Transporte
Documentação ( Importação e Exportação)
Gerenciamento de Execuções de Embarques e Prioridades de Entrega
Emissão da Documentação de Transportes
Em paralelo ao planejamento e Execução de Embarques está a Otimização da capacidade Disponível, atividade crucial para alcançar êxito na redução de custos em Transportes.
Perfil e Dimensionamento da Frota Operacional
Procedimentos para Consolidação de Cargas
CONCLUSÃO:
O profissional de Transporte precisa buscar continuamente o seu aperfeiçoamento Tecnico e Específico da área, é também importante estar em Sintonia com a Legislação em transpores e novas Tecnologias.
Definição de uma Infra-estrutura adequada para logística e Relações colaborativas com clientes para uma Logística Reversa.

INSERIR PESQUISA ESTRATÉGICA

15/11/08
GESTÃO TI e INFORMAÇÃO
MUITO ALÉM DA PLANILHA “X”
Em nosso projeto de desenvolvimento, diante das crises enfrentadas e superadas com muita força de vontade, capacidade Gestão e apoio, estamos amadurecendo juntamente com o mercado que exige das empresas mais competitividade mesmo para os pequenos, que não podem abrir mão de ferramentas modernas para controlar os dados da empresa e apoiar a tomada de decisões.
O próprio BD, como é chamado no mercado, também pode ser utilizado como recurso para controlar departamentos internos, fluxo financeiro, status de cada demanda e inclusive o nível de relacionamento da empresa com cada cliente e o mesmo com fornecedores e parceiros.
O BD é uma das partes mais importantes em qualquer empresa, independente do tamanho ou segmento. Por meio dele, é por meio dele, é possível extrair informações que podem se tornar um diferencial competitivo.
Ajuda centralizar as informações vitais e a controlar melhor o faturamento, contas a pagar, folha de pagamento, e informações pertinentes ao dia-a-dia das áreas da empresa.
COMPROMETIMENTO
Na adoção de um BD é necessário que os profissionais envolvidos e principalmente o GESTOR, estejam comprometidos em manter os dados atualizados e usá-los na tomada de decisão.
Uma vez armazenados no BD, as informações devem estar sempre atualizadas para que as decisões sejam tomadas com base em cenários reais. Um Banco de Dados desatualizado pode atrapalhar. Recomenda-se ao Gestor checar o status do BD periodicamente, principalmente no começo – para conferir que o procedimento de atualização virou rotina.
O esforço da implantação do BD, pode de fato, trazer muitos benefícios em forma de , retorno financeiro e melhor aproveitamento das oportunidades de negócios.
Tanto a Planilha “ X “ quanto a Planilha Vendedora, estão sendo desenvolvidas paralelamente com o SITE e pretendemos obter o maior número de informações possíveis e com Tecnologia e qualidade, de forma que a mesma possa literalmente, ser capaz de atender a COMERCIAL PYAMON e lentamente ir agregando TI, suficiente para que a mesma através do site possa atender a outras empresas e mais tarde tornar-se um grande portal de negócios e informações.


ALGUNS FORNECEDORES DE BANCO DE DADOS
Microsoft – www.micosoft,com.br
Oracle –www.oracle.com.br
Postgre SQL – c´0digo aberto – www.postgresql.org.br
Suaagencia – www.suagencia.com.br
Sun – www.sun.com.br

GESTÃO PELA WEB
www.comercialpyramon.com.br
www.google.com.br
www.quebarato.com.br
www.vitrineterra.com.br
www.yahoo.com.br
www.uolhost.com.br

ANTÍDOTO CONTRA A CRISE (23/11/08)
“ VENCER O MOMENTO ATUAL EXIGE A ADOÇÃO DE METODOLOGIAS E PROCESSOS DE VENDAS EFICAZES PARA A ( PRODUTIVIDADE ADCIONAL ) DE QUE MAIS PRECISAMOSAGORA. “
Estou realizando pesquisas em todos os setores, na área comercial para desenvolver mudanças reais em nossos processos, afim de que a Empresa possa se auto gerir,ou, conforme os resultados apresentados ela venha a ser fechada.
Tudo farei para que esse ato extremo não venha a acontecer, contudo, como Gestor, devo alertar para toda possível realidade da Empresa.
Como Empresário, estou sempre Otimista mesmo em tempos de crise. Declaro-me assim, pois em nenhum momento em minha condição Profissional,Mental e Emocional, o fechamento da Comercial Pyramon será uma realidade aceitável.
Estamos sentindo muito os efeitos deste momento de crise.Está mais do que na hora de NEUTRALIZAR esses efeitos. Ainda que as forças que provocam a crise atual fujam ao nosso controle: - O dólar mais caro, diminuição de crédito, investimentos paralisados, quebra de parcerias mercado corrompido, MUDANÇAS NAS REGRAS DO JOGO COERCIAL, e principalmente,a falta de Comprometimento Ético.
Contudo, a força que pode gerar o ANTÍDOTO, esta pertence ao Empreendedor. Para os pequenos tanto o dinheiro, como os clientes já são escassos,e derrotar um dragão por dia deixou de ser lenda. Como declara RENATO ROMEO, autor de VENDAS B2B e Sócio-diretor da SaleSolution _ “ temos agora a obrigação existencial de vender com maior eficácia.”
Contnua: Sua equipe de vendas está preparada para a crise ?
Vendedores de alta eficiência não são os que atendem à demanda, mas aqueles que sabem como gerar a demanda. É bom ter sempre em mente que, diante de crises, existem aqueles que choram e aqueles que vendem lenços.
Para nós (PYRAMON) o ponto em questão é compreender realisticamente se os clientes estão procurando ou fugindo da sua (nossa) empresa,isto é, verificar se você (nós) Faz(emos) parte da solução ou do problema.
Para fazer parte da solução, nossos esforços deverão ser direcionados para que o cliente perceba o retorno real que ele tem com os nossos produtos e serviços que vendemos.
Baixar as margens, como sabemos, não é a melhor estratégia numa crise. Criar,sustentar e Negociar corretamente o valor de nossos produtos e serviços, produtos para entregar a nossos clientes se tornou mais importante neste momento.
Não há mais espaço para improvisos em vendas. Vencer exige preparação. “ Diz a velha máxima que a diferença entre recessão e depressão é que na recessão o seu vizinho perde o emprego e na depressão é você que fica desempregado. A decisão é sua, o momento é agora.”

colunistas@partnersales.cm.br




Para sair do vermelho

Ações simples ajudam a resolver problemas financeiros e a reestruturar as empresas para o crescimento

Fernanda Tambelini
Ilustrações: Negreiros


Nesses tempos de turbulência, manter o caixa no azul torna-se uma tarefa dificílima. Sanar os problemas financeiros exige disciplina. Atitudes básicas e severas para diminuir custos e aumentar a produtividade são bem-vindas. Mas uma pitada de ousadia evita cortes exagerados (e feridas abertas). É nas crises que surgem as melhores oportunidades de valorizar o potencial dos empregados e explorar novos mercados. "O capitalismo se reinventa em momentos como o que vivemos agora. É nesses períodos que as empresas, atingidas ou não pela crise, devem aproveitar para se reestruturar", afirma Francisco Barone, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Pequenas Empresas & Grandes Negócios consultou dois especialistas em gestão e três empreendedores que encontraram soluções eficientes para driblar complicações financeiras. Leia a seguir como eles sugerem enfrentar as dificuldades - ou mesmo sair do vermelho.
>>> SEPARE AS CONTAS PESSOAIS
De acordo com Barone, da FGV, e Enio Duarte Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae Nacional, misturar as finanças da pessoa física e da pessoa jurídica é um dos erros mais comuns de pequenos e médios empresários. Esse é também o primeiro passo para criar sérios problemas de caixa. "Jamais use seu cheque especial ou cartão de crédito pessoal, que têm juros altos, para financiar as atividades do negócio", aconselha Barone.

>>>CONHEÇA OS CUSTOS
Para cortar gastos com eficácia, é fundamental saber exatamente quais são seus custos fixos e variáveis. Com a redução da atividade econômica, o faturamento costuma diminuir, mas muitas despesas continuam as mesmas. "Só conhecendo os custos é possível saber onde e como cortar", afirma o professor da FGV.
André Sobrinho ficou surpreso com a estrutura inchada e os problemas financeiros da Zoom Grafik, quando assumiu a direção da empresa familiar após o falecimento de seu pai, em setembro de 2008. Sem revelar o valor da dívida, ele conta que analisou despesa por despesa e já atingiu uma economia mensal de R$ 50.000. Ele terceirizou o almoço dos funcionários (que antes custava R$ 12,75 por refeição e agora custa R$ 4,40), acomodou toda a equipe no imóvel próprio da empresa (poupando R$ 10.000 por mês de aluguel de um galpão) e optou pela terceirização dos serviços de acabamento gráfico, caros para a empresa.

>>>CUIDE DOS CONTROLES GERENCIAIS
De acordo com Pinto, do Sebrae, após detalhar todos os custos, é preciso aprender a organizar planilhas de acompanhamento gerencial: contas a pagar, contas a receber, comissões sobre vendas, controle de estoque e fluxo de caixa. "Assim, as decisões passam a ser mais consistentes, embasadas nos dados."

>>>PENSE ANTES DE DEMITIR
Além dos gastos trabalhistas, demissões geram despesas em um segundo momento, o de recontratar, e diminuem a confiança e a produtividade dos trabalhadores que ficam. "Em vez de cortar o mais fácil, que está sob seu controle, procure agir em pontos de sua influência, como o aumento de vendas ou a negociação com fornecedores", recomenda Pinto.
Dono da Patrimon Informática, loja de venda e manutenção de equipamentos em Brasília, Claudio Borges aproveita o movimento menor na parte da manhã para dar treinamentos técnicos e de vendas aos seus três funcionários. Na contramão do mercado, ele até contratou dois estagiários em janeiro. "Procurar mão-de-obra qualificada quando a economia voltar ao normal sairá mais caro do que formá-la agora", afirma.


>>> BUSQUE NOVOS MERCADOS
Se o setor de atuação do seu negócio encolheu por causa da crise, é preciso buscar novos mercados para seus produtos e serviços. Caso a sua empresa ainda não tenha sentido os efeitos do menor ritmo econômico, antecipe-se e diversifique a clientela. Isso dará mais força para você crescer no futuro, passada a tormenta.
A pernambucana Muzak Produções em Áudio, especializada no segmento de publicidade, sentiu a necessidade de expansão logo aos primeiros sinais da crise. "Estamos repensando o nosso negócio, vendo onde estão as oportunidades", diz o sócio Marcelo Soares, que investiu R$ 7.500 na contratação de uma consultoria para ajudar a empresa a se posicionar em outros mercados, como conteúdo para rádios corporativas, programas para rádios abertas convencionais e produção de discos. Com os novos nichos, Soares acredita que deve manter o faturamento médio mensal de R$ 120.000 em 2009.

>>> JUNTE-SE AOS CONCORRENTES
Consultores são unânimes ao listar os benefícios do associativismo. Aliando-se a concorrentes, é possível fazer compras conjuntas e ganhar poder de barganha na negociação de preços e prazos de pagamento. O gerente do Sebrae acredita que empreendedores podem dividir também investimentos em consultorias, treinamentos, ações de marketing e visitas técnicas a centros de pesquisa.

>>> NEGOCIE COM FORNECEDORES
Lembre-se: a crise não atingiu somente a sua empresa. Não se intimide ao negociar prazos com seus fornecedores. "Quem vende para pequenos empreendimentos também foi afetado e não quer perder clientes", afirma Pinto.

>>> FIQUE ATENTO À QUALIDADE
Um erro comum cometido na tentativa de cortar custos é substituir matérias-primas e insumos por outros de menor qualidade. Os clientes logo percebem a diferença. Como resultado, a empresa só perde novas vendas. Negociar com os fornecedores e comprar em parceria com outros empresários gera resultados melhores.

>>> REAVALIE AS DÍVIDAS
Analise todas as pendências financeiras da empresa e procure alternativas para reduzir as taxas de juros. O ideal é solicitar o refinanciamento com prazos maiores e prestações menores. "Se conseguir alguma carência, melhor para o fluxo de caixa", completa Barone. Caso você ainda não tenha recorrido às instituições financeiras e precise de um reforço, procure as linhas de crédito que operam com recursos públicos, como o Proger e o Cartão BNDES. Como alternativa para salvar a empresa, talvez seja o momento de vender bens pessoais que geram custos mensais, como o carro ou a casa da praia.






PROJETO BUGINGANGA II
Para efeito de recordação o PROJETO BUGINGANGA I, deu origem a PLANILHA “X”.
A versão 2 permitirá que seja revitalizado o nosso Sistema com uma revisão de preços, portifólio de produtos, opção por canais e grupo de clientes rentáveis e propaganda na medida certa.

Condições para aprovação do crédito
O Financiamento de Licenças Microsoft é direcionado a micro, pequenas e médias empresas que apresentem atividade de no mínimo 02 anos* e conta bancária ativa, no mesmo banco, por no mínimo 6 meses. Estão excluídas as empresas com o seguinte perfil:

estatais e órgãos de governo
de economia mista
sem fins-lucrativos
empresas do Grupo Bradesco (por impedimento legal)

*Empresas com menos de dois anos serão avaliadas com base em outros critérios, cabendo ao banco a aprovação ou não do crédito.

Informações necessárias para análise de crédito:
CNPJ
Razão Social
Endereço e Telefone
Referência Bancária
Últimos faturamentos mensais
Dados do sócio/avalista

Documentação obrigatória para análise de crédito (somente para financiamento com valores de R$ 300.000,00 a R$ 500.000,00):

faturamento dos últimos 12 meses
último balanço
declaração de passivo bancário
declaração do imposto de renda (IRPJ)
Documentação obrigatória para faturamento e formalização das propostas de crédito (para todas as operações):

contrato e nota promissória assinados pelo cliente (firma reconhecida ou abono bancário)
CNPJ
contrato social
faturamento dos últimos 12 meses (em papel timbrado da empresa e assinado do contador ou responsável)

documentos do sócio avalista:
CPF
RG
comprovante de residência
cópia da nota fiscal com os produtos Microsoft (enviada pelo distribuidor)

Alguns critérios para concessão de financiamento:

tempo mínimo de existência da empresa - 2 anos
conta bancária ativa, no mesmo banco, por no mínimo 6 meses
será analisado o faturamento mensal em relação ao valor total a ser financiado
em caso de restrição, serão analisadas de acordo com sua relevância

PRECIFICAÇÃO
CONCEITO DE PRECIFICAÇÃO
Precificação (Pricing ) é a atividade de marketing preocupada com a colocação de preços para novos produtos e o ajuste de preços para produtos existentes.
A preficificação faz parte do composto mercadológico e, do ponto-de-vista do consumidor, é elemento inseparável do produto (bem ou serviço). É através dessa relação que o consumidor pode avaliar a relação custo-benefício ou, em outros termos, sua possibilidade de extrair valor do dinheiro que ele dispende.
ESTRATÉGIA DE PRECIFICAÇÃO
Estratégia de precificação é o elemento de tomada de decisão da empresa preocupado com o estabelecimento de preços que atrairão o mercado-alvo, permitindo assim alcançar os objetivos de lucro.
Na definição de sua estratégia a empresa se defronta com algumas opções que irão orientar sua política, em termos de quais variáveis serão predominantes na sua determinação, a saber: (a) o cliente; (b) os competidores e (c) custos.
1) Opções Estratégicas Centradas no Cliente
Nesse tipo de estratégia, a empresa tem como ponto-de-partida para determinação de sua política de preços o cliente, ou seja: considera-se primordialmente os aspectos de capacidade da demanda, posição do produto no seu ciclo de vida e características comportamentais do consumidor envolvidas no processo de compra de um produto em particular. A seguir estão listadas algumas das opções freqüentemente usadas.
2)Precificação de penetração de mercado. Uma abordagem de precificação em que um fabricante estabelece um preço relativamente baixo para um produto na fase introdutória de seu ciclo de vida, com a intenção de construir participação de mercado.
3)Estratégia de preço alto. Uma abordagem planejada de precificação, apropriada em situações de demanda inelástica, em que uma organização decide manter seus preços altos; as razões para tal estratégia podem incluir: desenvolvimento de um segmento super premium do mercado, abarrotamento na parte inferior do mercado ou o desejo de criar uma imagem de prestígio para o produto. Também denominada Precificação Premium.
4)Precificação de ordenha do mercado. Uma abordagem de precificação em que o produtor fixa um preço introdutório alto para atrair compradores com um desejo forte pelo produto e também dispõem dos recursos para comprá-los, e então, gradualmente, reduz o preço para atrair as camadas subseqüentes do mercado.
5)Inclinção da curva de demanda para baixo. Um método de precificação, em que o preço inicial é fixado no nível mais alto possível, e então gradualmente reduzido para atrair ondas sucessivas de compradores, na medida em que a demanda diminui.
6)Precificação de prestígio. A estratégia de precificação em que os preços são fixados em um nível alto, reconhecendo-se que preços mais baixos inibirão as vendas em vez de encorajá-las, e que os compradores associarão o preço alto para o produto com qualidade superior; também denominada Precificação pela Imagem.
7)Precificação baseada em valor. Abordagem de precificação em que o preço de venda de um bem ou serviço é baseado na avaliação da companhia do valor mais alto do produto para o consumidor; isto é, em que o consumidor está disposto a pagar por isto.
8)Precificação por comparação. Um método de precificação, em que o preço para um novo produto é fixado comparando os benefícios que ele oferece, comparado aos de outros produtos da mesma categoria.
9)Precificação retroativa da demanda. Método precificação em que os preços são fixados pela determinação do que os consumidores estão dispostos a pagar; então os custos são deduzidos. Um método de precificação em que uma estimativa é feita sobre preço que os clientes estão dispostos a pagar por um produto dado; este preço é então comparado ao custo por unidade para ver se vai de encontro aos objetivos de lucro da firma.
10)Precificação diferencial. A estratégia de precificação em que uma companhia fixa preços diferentes para o mesmo produto com base em diferentes tipos de clientes, época da compra etc.; também chamado Precificação Discriminatória, Precificação Flexível, Precificação Múltipla e Precificação Variável.
Método de tentativa de ajuste de preço. Abordagem de precificação, baseada no comprador, em que o pessoal de vendas, testa as reações dos revendedores ao preço proposto de um produto a chegar, antes que uma decisão final de preço seja feita.
11)Precificação por produto complementar. A precificação de um produto no nível ótimo (de máxima aceitação pelo mercado), não importando considerações de custo ou lucro, de forma que a demanda por outro produto que é usado com ele possa aumentar e então maximizar os lucros de ambos os produtos juntos.
12)Preço diferenciado. Precificação de diferentes produtos em uma linha de produtos em vários níveis de preço, dependendo de seus tamanhos e características, para torná-los disponíveis a um leque maior de clientes.

13) Opções Estratégicas Centradas nos Competidores
As estratégias de precificação orientadas para a competição, consistem no conjunto de métodos em que a empresa determina o preço de seus produtos levando em consideração mais os preços de produtos semelhantes praticados por seus competidores (principalmente quando se trata de competidores poderosos) que por considerações de demanda do consumidor ou de custo de produção. A força motriz dessa estratégia de precificação é basicamente a ação da concorrência.
Estratégia de precificação siga-o-líder. Uma estratégia de precificação adotada por firmas que copiam os preços praticados pelo líder de mercado.
Precificação para afastar novos competidores. Prática de precificação bem comum em situações de mercados oligopolísticos, em que as maiores empresas do mercado mantêm preços muito baixos para desencorajar competidores pequenos e deste modo proteger suas próprias participações de mercado.
Precificação indiferenciada. Prática de precificação em que a empresa procura manter preços de mercado semelhantes aos de seus competidores principais, de modo a desencorajar a eclosão de "guerras de preço". Nesse tipo de competição as empresas buscam ganhar participação de mercado através da prestação de serviços ou da criação de outros diferenciais de marketing, que não o preço.
Precificação predatória. A prática de precificação pela qual uma companhia espera inibir ou eliminar a competição cobrando preços mais baixos que os preços normais de seus produtos em determinadas regiões geográficas.

14) Opções Estratégicas Centradas nos Custos
As estratégias de precificação orientadas para custos, consistem no conjunto de métodos em que a empresa determina o preço de seus produtos levando em consideração principalmente os aspectos de custos de produção e distribuição, bem como as expectativas de retorno financeiro.
15)Precificação baseada em custo total. Estratégia de precificação em que todos os custos variáveis relevantes e a parte total de custos fixos diretamente atribuíveis ao produto são usados para estabelecer seu preço de venda.
16)Precificação com base no incremento de custos. Abordagem em que o preço de todas as unidades adicionais produzidas, após descontados os custos fixos de produção, é baseado no custo variável ao invés do custo total.
17)Meta de retorno sobre o investimento. Método de precificação que busca a realização de um retorno sobre o investimento desejado. Nesse método, uma fórmula é usada para calcular o preço a ser estabelecido para o produto, de modo a retornar um lucro desejado ou taxa de retorno sobre o investimento, assumindo que uma quantidade particular do produto seja vendida.
18)Precificação de custo adicionado (Markup). Um método simples de precificação em que uma quantia ou porcentagem especificada, conhecida como margem padrão, é adicionada ao custo da unidade de produção ou de aquisição de um artigo para determinar seu preço de venda.
19)Precificação pelo custo médio. Método de precificação em que um markup para lucro é adicionado ao custo médio de produção ou de aquisição.
20)Precificação baseada na curva de experiência. A precificação de um produto em nível mais baixo que seu custo médio, na crença de que o custo diminuirá na medida em que a experiência de produção aumente.
21)Maximização de lucro a curto prazo. Objetivo de precificação, em que uma firma visa gerar tanto lucro quanto possível, tão depressa quanto possível; a máxima penetração de mercado e considerações de lucro a longo prazo são ignoradas.

22) Situações Especiais de Precificação
Licitação. Método de precificação em que organizações vendedoras entram em competição por um comprador. Normalmente a oferta vencedora é a de melhor preço. Prática determinada por legislação em vendas governamentais.
23)Precificação orientada para o controle. Sistema de precificação em que o preço do produto é controlado pelo governo ou por algum outro órgão de regulamentação. Ainda é o caso dos preços de medicamentos ao consumidor no Brasil, onde é estabelecido o Preço Máximo ao Consumidor. Em decorrência dessa política, as margens são calculadas pelo método "markdown" (de cima para baixo) e a competição de preços centra-se nos descontos em relação ao Preço Máximo.

ASPECTOS DE DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA QUE AFETAM A PRECIFICAÇÃO
Para empresas que trabalham em mercados amplos: internacional, nacional ou regional, as considerações sobre custos de distribuição e logística na determinação dos preços, são de importância crucial.
Determinar um preço único, significa penalizar o consumidor próximo e subsidiar o consumidor distante. Determinar o preço de forma centralizada pode significar perder competitividade face a competidores locais em pontos mais remotos. Assim, aspectos como centralização e flexibilidade são considerações obrigatórias para esse tipo de empresa. Abaixo discrimina-se algumas práticas que, muitas vezes, são determinadas pelo próprio tipo de atividade.
24)Precificação baseada na distribuição. Método usado na precificação, projetado para recuperar ou compensar os custos associados com a remessa de bens para os clientes distantes.
25)Precificação a partir de um ponto básico. Método de precificação em que são cobrados dos clientes os custos de frete a partir de um ponto básico; o ponto básico pode ser arbitrariamente escolhido, mas a localização da fábrica da companhia ou de sua central de distribuição são comumente usadas.
26)Precificação de absorção de frete. Método de precificação em que o fabricante absorve parte ou todos os custos de frete envolvidos no transporte dos bens para os clientes. Na verdade, embora o custo da distribuição não esteja explicitado no preço, com certeza ele é pago pelo cliente
27)Precificação na entrega. Método de precificação em que o preço final para o comprador é ajustado de modo a incluir os custos de transporte. O vendedor fica com a responsabilidade de providenciar a entrega, mas adiciona o custo ao preço cotado.

ASPECTOS DE PRECIFICAÇÃO LIGADOS AO MARKETING GLOBAL
28)Abordagem adaptativa de precificação. Abordagem comum no marketing global em que uma organização permite uma afiliada ou subsidiária determinar o preço mais desejável, desde que lucrativo, em sua própria região. Também denominada Abordagem Policênica.
29)Abordagem geocêntrica da precificação. Abordagem para precificação global em que companhias afiliadas ou subsidiárias fornecem informações sobre as condições de mercado local e a corporação então determina os preços de modo a maximizar os lucros em cada mercado nacional.
30)Abordagem da extensão de precificação. Abordagem para precificação global em que uma empresa determina um preço único para seus produtos em todo o mundo e espera que os compradores paguem quaisquer frete e custos adicionais de importação que se apliquem.

NOMENCLATURA USUAL DA PRECIFICAÇÃO
No comércio internacional existem práticas consolidadas de precificação, normalmente conhecidas pelas suas siglas. A seguir discrimina-se as mais usuais.
CIF - (Cost, Insurance and Freight) Precificação de custo seguro e frete. Uma prática de precificação comum em exportações; o preço cotado para o comprador inclui custo, seguro e frete.
C&F - (Cost and Freight) Precificação de custo e frete. Prática de precificação também usual em exportações; o preço cotado para o comprador inclui o custo e o frete, ficando o seguro por conta do comprador.
FIS - (Free In Store) Precificação até o ponto de destino. Método de precificação em que o produtor é responsável por todo frete e custos de entrega; os bens solicitados são entregues livres de frete para o cliente.
FOB - (Free On Board) Precificação livre a bordo. Método de precificação em que o produtor absorve apenas os custos envolvidos até a entrega dos bens "livre-a bordo", ou seja: até o ponto de despacho de um transportador local. Nesse momento a propriedade dos bens passa para o comprador, que é responsável pelo remanescente dos custos de frete e seguro.
FAS (Free Alongside Ship) Livre no porto. Método de precificação em que o fabricante paga os custos de frete até o porto. Os custos associados com carregamento, transporte e seguro são absorvidos pelo comprador.

ASPECTOS TÁTICOS DA PRECIFICAÇÃO
Na competição diária de mercado um dos elementos mais usados para atrair a atenção do consumidor é exatamente o aspecto do preço. De todos os elementos do composto mercadológico é aquele mais facilmente manipulável. Torna-se então a precificação uma das armas táticas mais usadas pelas empresas, no sentido de criar diferenciais competitivos.
Reduções de preços são dirigidas para: (a) realizar vendas, ou (b) aumentar, manter ou recuperar participação de mercado. Em todos esses casos, deve-se considerar o aspecto da elasticidade preço da demanda. Ou seja: reduções de preços de produtos que não resultem em um aumento mais que proporcional nas vendas, irão certamente corroer as margens de lucro da empresa. Abaixo discrimina-se algumas das práticas mais usuais nas táticas de precificação.
Precificação de líder de perda. Consiste na precificação de um produto abaixo do custo, para atrair compradores para um ponto de varejo, na expectativa de que eles comprarão artigos adicionais a preços normais.
Precificação com ímpares. Método de precificação de forma que todos os preços terminem em um número ímpar, como: $19.99, $9.95. Tem grande efeito psicológico sobre os clientes, desde que os números ímpares se associam com uma noção de "não totalidade", parecendo assim mais baixos que os preços determinados com terminações pares, que parecem maiores.
Precificação "isca". Anunciar um artigo a um preço irrealmente baixo como "isca" para atrair clientes a um ponto de venda.
Precificação de "isca" e troca. Anúncio de um artigo a um preço irrealmente baixo como "isca" para atrair clientes para um ponto de venda e então tentar dirigí-los para artigos de preço mais alto.
Empacotamento. A prática de oferecer dois ou mais produtos diferentes em um pacote único a preço especial.
Precificação por unidades múltiplas. Oferta de um preço mais baixo por unidade pela compra de duas ou mais unidades do mesmo produto, quando compradas conjuntamente.
Precificação promocional. A precificação temporária de bens e serviços em níveis mais baixos que os normais, para facilitar um esforço especial de promoção.
Precificação para evento especial. Redução de preços, em lojas de varejo, em certos períodos do ano (por exemplo: logo após grandes períodos de vendas, como o Natal) com o objetivo de atrair clientes nos períodos de vales que se seguem a esses picos de vendas.

ASPECTOS ÉTICOS DA PRECIFICAÇÃO
Em muitos casos ocorrem as práticas de táticas de precificação em que as empresas se utilizam de artifícios de natureza ética e legal duvidosa no sentido de realizar vendas. Tais táticas se demonstram perigosas ao longo do tempo, pois tendem a colaborar para deteriorar a credibilidade, e conseqüentemente, a imagem da empresa no mercado. A seguir são listadas algumas dessas práticas.
Precificação fictícia. Prática pouco ética, possivelmente ilegal, de anunciar uma redução de preço (por exemplo: de $99,99 por $49,99) quando, de fato, não houve nenhuma redução do mesmo. Muito utilizada em falsas "liqüidações".
Precificação enganosa. A precificação de bens e serviços de modo a levar o cliente a ser enganado. Ocorre quando a quantidade de produtos anunciados àquele preço é tão pequena, que leva a maioria dos consumidores à frustação pela inexistência em estoque, por exemplo.
Preço maquiado. Uma técnica de precificação monopolística em que o vendedor aproveita-se da falta de competição para colocar preços muito altos com relação aos custos dos produtos.
Discriminação de preço. Estratégia de precificação, geralmente ilegal, em que um vendedor cobra preços diferentes, a intermediários de marketing, pelo mesmo produto.
Venda casada. Prática em que uma empresa (normalmente fabricante ou distribuidor) que tem um produto de alta demanda se aproveita desse fato para forçar o comprador (normalmente varejista) a adquirir uma certa quantidade de produtos sem rotação, como condição de realização da venda.Esta pratica A COMERCIAL PYRAMON Tem conseguido evitar.


25/11 a 01/12/08
GESTÃO
JC BRASIL

MAIS PROGRESSOS!














Ata : 01/12/08
JC BRASIL
ALTERAÇÔS ADMINISTRATIVAS E LEGAIS
Em face aos acontecimentos de Ordem política e financeira, provocada pela Crise Mundial,Festas e férias Coletivas e mudanças no governo seguida de um cuidado maior na hora de comprar, por parte dos clientes, necessariamente somos obrigados a rever alguns processos sem abandonar o andamento dos projetos iniciados.
Na área de RH, a novidade é que agora o Vale Alimentação não poderá mais ser pago em dinheiro, deve-se contratar os serviços de uma Empresa que Trate diretamente do assunto. De posse dessas obrigações legais foram realizadas cotações que possam atender a Comercial Pyramon. Abaixo as cotações realizadas com apenas 2 funcionários:
I





ATA DE ABERTURA 2009 / O CÉU É O LIMITE
Devido aos problemas apresentados pelos desenvolvedores do Site (www.comercialpyramon.com.br),
Amplamente exposto e de conhecimento de todos os sócios, e do administrador que através deste instrumento eletrônico, abre a ata deste ano em 05 de janeiro de 2009, com as informações e Projetos que irão compor os passos da COMERCIAL PYRAMON.
Na ocasião da presente reunião Eu, como Gestor da Empresa toma a liberdade de anunciar os Processos acima mencionados e, que deste momento em diante passo a denominá-los ATOS.







ATO – Apresentação das condições do Site aos sócios, conforme tabela abaixo:
Categoria Materiais Quantidade de Itens Quantidade de Imagens Preço ? Planilha
‘X’
Material Básico Aço Vazio Vazio Vazio cheia
Material Básico Arames e Telas 28 28 Sim cheia
Material Básico Argamassa 72 72 Sim cheia
Material Básico Azulejos Vazio Vazio Vazio cheia
Material Básico Blocos 40 40 Não 1/2
Material Básico Cimentos 10 10 Não oculta
Material Básico Ferro Vazio Vazio Vazio cheia
Material Básico Granitos 157 157 Sim cheia
Material Básico Ladrilho Vazio Vazio Vazio cheia
Material Básico Madeira Vazio Vazio Vazio cheia
Material Básico Mármore 6 6 Sim cheia
Material Básico Pastilhas 61 61 Não cheia
Material Básico Pisos Vazio Vazio Vazio 1/2
Material Básico Placas Vazio Vazio Vazio vazio
Material Básico Telhas Vazio Vazio Vazio cheia

Material Elétrico Acessórios 10+ cheia Sim cheia
Material Elétrico Caixa de Luz 10+ cheia Sim cheia
Material Elétrico Passagem 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Conduites 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Disjuntores 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Eletroduto 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Espelho 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Iluminação 10+ Vazio Sim
Material Elétrico Fios 78 78 Não cheia
Material Elétrico Cabos 323 323 Não
Material Elétrico Quadros 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Tomadas 10+ Vazio Sim cheia
Material Elétrico Interruptores 10+ Vazio Sim cheia

Material Hidráulicos Acessórios 14 14 Não cheia
Material Hidráulicos Assento 10+ 10+ Não
Material Hidráulicos Caixas 28 28 Não cheia
Material Hidráulicos Complementos 66 66 Não cheia
Material Hidráulicos Conexões 700 700 Não cheia
Material Hidráulicos Grelhas 21 21 Não cheia
Material Hidráulicos Louças Vazio Vazio Não cheia
Material Hidráulicos Metais Vazio Vazio Não cheia
Material Hidráulicos Ralos 10 10 Não cheia
Material Hidráulicos Tubos 100 100 Não cheia

Tintas Suvinil 262 262 Não
Tintas Coral 100 100 Não cheia
Tintas Sheriwn-willians 100 100 Não cheia
Tintas Ypiranga 100 100 Não cheia

Acessórios p/pintura Acessórios 10+ 10+ Não
Acessórios p/pintura Colas Vazio Vazio Vazio cheia
Acessórios p/pintura Adesivos Vazio Vazio Vazio cheia
Acessórios p/pintura Fundos 10+ 10+ Não
Acessórios p/pintura Seladoras 10+ 10+ Não cheia
Acessórios p/pintura Impermeabilizantes 10+ 10+ Não cheia
Acessórios p/pintura Solvente 10+ 10+ Não cheia
Acessórios p/pintura Removedores Vazio Vazio Vazio cheia
Acessórios p/pintura Verniz 31 31 Não cheia
Acessórios p/pintura Massa 26 26 Não cheia

Fechaduras Elétricas Vazio Vazio Vazio cheia
Fechaduras Externa 10 10 Sim cheia
Fechaduras Interna 10 10 Sim cheia
Fechaduras Banheiro 5 5 Sim cheia
Fechaduras Acessórios 10 10 Sim cheia

Bricolagem Buchas 155+ 155+ Sim cheia
Bricolagem Puxadores 10+ 10+ Sim cheia
Bricolagem Parafusos 370+ 370+ Sim cheia
Bricolagem P`regos 165+ 165+ Sim cheia
Bricolagem Acessórios 300+ 300+ Sim cheia
Bricolagem Suporte e Cant. 122+ 122+ Sim cheia
Bricolagem Cadeados 10+ 10+ Sim cheia



ATO – Exposição da Planilha “ X”, sua estrutura, sua capacidade,Sua “mutação” constante no desenvolvimento da mesma e do Site que ela alimenta. Esta Introdução Básica da Planilha permitirá aos Sócios uma maior compreensão de todo o trabalho que se desenvolve nos bastidores de um E-commerce. Como poderão acompanhar é um processo constante de informações e tecnologias que, fazem da COMERCIAL PYRAMON uma empresa nascida para vencer e enquanto ela cresce, crescem todos os que nela trabalham.
Todas as informações sobre a planilha de produtos.

Introdução:




1.Estrutura da Planilha

A planilha de produtos da Comercial Pyramon é dividida em 24 colunas,e uma
quantidade de linhas que variam de acordo com cada categoria e suas quantidades
de produtos.As colunas são classificadas na seguinte ordem:
a) Coluna da Categoria:
Nesta coluna são colocadas as seguintes informações:nome do departamento +
nome do sub-grupo.EX:Departamento de Material Básico,sub-grupo argamassas.
MBA=Material Básico Argamassas

b)Coluna dos Plus:
Nesta coluna são colocadas as informações de ordem do cadastramento do produ-
to + o número do departamento.
1º produto + 1º departamento=1-1

c)Coluna dos Fabricantes:
Nesta coluna são colocadas as informações dos fabricantes e fornecedores dos
produtos vendidos pela Comercial Pyramon.EX:
Alumbra,Bemfixa,Amanco e etc

d)Nome dos Produtos:
Nesta coluna são colocadas as informações dos nomes detalhados dos produtos.
EX:Cimentcola Ferma Rápida

e)Variação:
Nesta coluna são colocadas as informações das variações de tipos e cores dos
produtos.EX:
Preta, Branca,Azul e etc...

f)Descrição Curta dos Produtos:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas as descrição detalhadas
dos produtos.EX:
Arames, telas e alambrados.

g)Embalagem:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a forma de embalagem
do produto.EX:
RL(rolo),ML(malha),SC(saco),LT(litro),GF(garrafa),BD(balde) e etc...

h)Medidas:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a forma de medidas
do produto.EX:
71mm,20Kg,12m

i)Fornecimento:
Kg(kilo),M(metros),Cm(centímetros)

j)Acondicionado:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a quantidade de condi-
cionamento do produto.EX:
1,2,10,20,100 e etc...

k)Preço Venda:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao preço de venda de
um produto pela Comercial Pyramon,após as médias de compras 1,2 e 3 + impostos
+ preço final de compra.

l)Preço Final de Compra:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao preço final de compra
de um um produto,após as médias de compras 1, 2 e 3 + imposto.

m)Preço Imposto:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao preço dos produtos
+ os impostos determinados pelos fabricantes que variam de 5 a 15% + o índice da
Pyramon que é de 30%.

n)Descrição Longa dos Produtos.
Nesta coluna são inseridas as informações mais específicas sobre o produto e suas
utilizações.

o)Estoque 1:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a quantidade compradas
de um determinado produto na primeira compra.

p)Preço Compra 1:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao valor pago na
primeira compra.

q)Estoque 2:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a quantidade compradas
de um determinado produto na segunda compra.



r)Preço Compra 2:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao valor pago na
segunda compra.

s)Estoque 3:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a quantidade compradas
de um determinado produto na terceira compra.

t)Preço Compra 3:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao valor pago na
terceira compra.

u)Média Parcial de Estoque:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a média de estoque
parcial de um determinado produto após as três compras.

v)Média Parcial de Preço:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a média de preço
parcial de um determinado produto após as três compras.

w)Saída com Nota Fiscal:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas a saída de produtos com
nota fiscal,somente.

x)Estoque Final:
Nesta coluna são colocadas todas as informações relativas ao estoque final dos
produtos após a média parcial ,menos(-) a saída com nota fiscal.




2.Fórmulas da Planilha

Na planilha contém algumas fórmulas que são essenciais para o seu funcionamento.
Há apenas algumas colunas com fórmulas.
São elas:K, L, M, U, V e X.

Coluna K:
Esta coluna contém a fórmula =soma(m9*30%+m9)
Traduzindo:preço do produto já com imposto x índice da Pyramon 30% + preço do
produto já com imposto.

Coluna L:
Esta coluna contém a fórmula =soma(v9/3)
Traduzindo:média parcial de preço dividido por três.

Coluna M:
Esta coluna contém a fórmula =soma(L9*0%+L9)
Traduzindo:preço final de compra x 5 a 15% + preço final de compra.

Coluna U:
Esta coluna contém a fórmula =soma(O9+Q9+S9)
Traduzindo:estoque 1 + estoque 2 + estoque 3




Coluna V:
Esta coluna contém a fórmula =soma(P9+R9+T9)
Traduzindo:preço compra 1 + preço compra 2 + preço compra 3

Coluna X:
Esta coluna contém a fórmula =soma(U9-W9)
Traduzindo:média parcial de estoque(-)menos saída com nota fiscal.

















3.Hiperlinks da Planilha

Esta planilha contém alguns hiperlinks que são muito importantes para o funciona-
mento da mesma.Pois os mesmos permitem visualizar imagens dos produtos no
site da Comercial Pyramon,imagens do banco de dados da Comercial Pyramon e
imagens dos sites dos fabricantes e fornecedores.
Estes hiperlinks encontram-se nas colunas:B, C e D.

Coluna B:(Códigos PLU dos Produtos)
Clicando nesta coluna, o hiperlink levará o cursor ao site da Pyramon.

Coluna C:(Fabricantes)
Clicando nesta coluna, o hiperlink levará o cursor ao site do fabricante.

Coluna D:(Nome dos Produtos)
Clicando nesta coluna, o hiperlink levará o cursor ao banco de imagem da Pyramon.

































ORGANOGRAMA COMERCIAL PYRAMON



Pendências do Site da Pyramon

Resumo:


1.imagens das categorias

As imagens das categorias estão trocadas.Aprendi como se faz, passo a passo, mas
a própria seção não me deixa salvar,como se estivesse bloqueado.
Como fazer para concertar isto?

2.pagamentos pelo site

Como são efetuadas todas as formas de pagamentos através do site?

3.clientes

Como faço para ver o nome dos nossos clientes que:entraram, efetuaram ou não
compras pela Pyramon, todavia se cadastraram ?

4.impostos

Como se utiliza corretamente o preço com impostos.Qual sua real função?

5.inventário

Como se coloca um produto no inventário?

6.balanço

Como se faz balanço deste mesmo inventário?

7.tipos de produtos

Como se utiliza a lista dos tipos de produtos?

8.relatório básico

Como se faz um relatório básico?

9.lista de cupons

Como se utiliza a lista de cupons?

10.mensagens

Pra onde vão as mensagens que os clientes escrevem no contato?


11.definição melhor das descrições

Não haveria uma maneira melhor de fazer o cliente entender as descrições das
mercadorias? EX: altura,largura,cumprimento...

12.imagens defeituosas

Como concertar as imagens que saem defeituosas no site (tortas)?

13.glossário das embalagens

Os clientes precisam de um glossário das embalagens dos produtos que vendemos,
para que eles possam saber realmente o que estão levando.

14.Leitura de todo processo do Site e Correção


Inicio do processo 19/06/2007 até o corrente ano de 2009.
Conhecimento e Intervenção do Jomla, testes realizados em nossas máquinas, liberação dos e-mails corporativos,
deliberações e ações para a retomada e controle do nosso Site.


15.Abertura de processo no Registro.br



Inserir docs







3-ATO – Embora, o quadro acima e os balanços da Contabilidade mostrem uma situação de extrema
Cautela, a ATLÂNTIDA_PYRAMON caminha para a solidez de uma Empresa de Sucesso, muito aguardado por todos é verdade. Mesmo Eu, como Gestor, senti o peso da responsabilidade, embora tenha,como todo Empresário sofrido o impacto da crise mundial, notadamente para nós que entramos de cabeça em um mercado contaminado pela corrupção e pelo o avanço esmagador dos HOME CENTER’S. Parceiros que não foram ou serão verdadeiramente parceiros de uma pequena empresa, golpes, impostos, juros,Sem Capital de Giro,falta de logística, de dinheiro, de espaço.O Comercio para nós confesso foi assustador.
Foi com certeza um ano de trabalho árduo, com experiências e uma capacidade de superação, digna de Grandes Empresas do ramo. Obtivemos muitas vitórias a nível intelectual, tecnológico até certo ponto, o fato é que estamos VIVOS, permanecemos no jogo, superamos a marca da Mortandade Empresarial.
O 3° ATO portanto, marca a vitória sobre as adversidades e se apresenta para o Futuro e suas Tendências ávido pelo reconhecimento, para tanto, foram implantadas algumas ações que são os componentes de nosso SUCESSO COMERCIAL.
Já em 2008, iniciamos estudos para superar as dificuldades acima descritas, com o mesmo espírito empreendedor, só que agora com a experiência de Mercado ( e não vamos dizer a sua cor), que nos permite agir, continuar, e saber o passo certo, no terreno do bicho papão.
Aqui trabalhamos secretamente pela liberdade do nosso Site, tomei uma decisão extrema de me fingir de morto até o 11° mês do ano, como se não importasse as perdas, o dinheiro ganho e perdido,li o que pude, busquei, pedi, estudei, demiti, contratei e como previsto, estamos desenvolvendo o Sistema Utilizado na criação do Site, em nossas máquinas, caminhamos para a posse de direito do que nos pertence, sem brigas,pessoais,possivelmente se ainda houver necessidade esta batalha se resolverá nos tribunais competentes, por assim dizer. Esta não por enquanto a nossa meta, avançamos muito, nos sites sociais e lentamente fomos minando resistências, aparecemos no maior site de busca em 1° lugar,estamos com imagens, preços,diários,eetc.
Estamos as vésperas de dispensar o Bradesco Comércio Eletrônico, que nunca funcionou ou se preocupou com o suporte que nos é devido. Cai junto a scorpus que igualmente ignorou nossos pedidos de suporte. Juntos Caffo, Scorpus, Bradesco Comercio Eletrônico e Bradesco Pessoa Jurídica em um mesmo pacote contemplado com uma ação Judicial.
Assinei e estamos em via de Implantar o Sistema de Pagamento Digitatal ,para saber mais siga o link.
Estamos anunciando no http://pesquisa.quebarato.com.br/ http://pesquisa.quebarato.com.br/pyramon/anuncios
Como se não bastasse ainda fazemos parte do Compre Comigo que possibilita venda entre amigos pelo Orkut, Anunciamos no CREA e já estamos criando vídeos informativos e comerciais em slide .
Abaixo a relação de documentos finais e os retornos dos mesmos anunciando a vitória da COMERCIAL PYRAMON sobre os desenvolvedores da Página, sem necessidade de Processos Judiciais ou outras ações que não a Fé, a Verdade e a Justiça.
– 13/05/09
Pela necessidade, eu, João Henrique fiz alterações na Planilha X referente às fórmulas utilizadas.
As modificações foram feitas em todos os novos materiais da parte elétrica que recentemente sofreram alteração por causa do Catálogo 2009 da Eletromar.
Alterei a fórmula de cálculo dos preços nos produtos da mesma empresa, fazendo com que o “Preço de Compra 1” passasse a ser o preço do fornecedor.
O item “Preço Final de Compra” passou a ter a fórmula “=R9-(R9*71,2%)”, onde “R9” representa o preço da Eletromar.
Multiplicando “R9” vezes 71,20% (cotação para tornar o preço da tabela real) menos o próprio “R9” assim chegamos ao valor real do produto.

Obs: Os demais itens não sofreram alteração em suas fórmulas.

Anexar Aqui

4-ATO- Estaremos buscando novos parceiros, com um material mais leve, porém mais caro para ser o carro chefe da Comercial Pyramon, a Eletromar, a mais cotada até o momento para uma parceria de sucesso já está nos vendendo todos os seus produtos, com desconto oferecido a Distribuidores, o que nos permite vender com uma ampla margem para negociação.
Inclusive já realizamos a 1° venda e estamos negociando outras duas.


5-ATO_ Toda Indústria que recuse a parceria com a COMERCIAL PYRAMON, terá seus produtos publicados em nosso Site, sendo que passaremos a ter como parceiros fornecedores os seus próprios Distribuidores, que vendem por necessidade e pressão da Fábrica produtos, com preços bem mais favoráveis.
Vários outros caminhos estão sendo estudados, para alavancar a Comercial Pyramon, no mercado, projetos de marketing, redução de custos, empreendedorismo, ações Administrativas e busca por um espaço logístico.
6-ATO _ Estudos de produtos da Curva A B C , estão sendo analisados conforme nossos relatórios de pedidos e pesquisas de Mercado, sempre de acordo com as posições de Parceiros e Sites “concorrentes”. Esta suposta concorrência também é usada por nós pra suprir falta de produtos ou estoque, bem como de logística, em muitas oportunidades a entrega foi realizada por um deles enquanto um funcionário da Comercial Pyramon recebia as mercadorias e efetuava a troca das Notas fiscais. Evidentemente esse tipo de ação depende da razão Custo x Benefício.
7- ATO – Contratação da Empresa de Transporte RODOCARGO
Inserir aqui os documentos
8- ATO- Criação de CD’s com apresentação da Comercial Pyramon e dos principais produtos comercializados por nós e fabricados por nossos Parceiros.©
9- ATO –Após as ações acima,que culminaram coma Liberdade do nosso Site, agora temos que trabalhar mais duramente, e, com maior compromisso para a realização de todas as ações necessárias para continuar determinados em atingir os objetivos traçados e ainda assim, continuar inovando e reescrevendo diariamente a trajetória da COMERCIAL PYRAMON.
Como se diante de nós os 12 Trabalhos de Hércules saí-se da Mitologia à realidade. A deusa¹ implacável e ciumenta transfigurada diante de nós, apesar de ter recebido outra definição para os tempos brazucas, da ADM,continua poderosa mas ainda assim, podendo ser vencida.
A informação é a chave de sucesso para o negócio. Uma matéria publicada na revista ANAMACO de abril/2005, concluía que não existe fórmula mágica para conquistar o consumidor. Porém diferenciar os serviços ao cliente, variar o mix de produtos e marcas e ter preço competitivo são fatores essenciais para fidelizar clientes.

1-Hera mulher de Zeus = crise mundial




Estes pontos sempre estiveram em pauta na COMERCIAL PYRAMON e na Gestão do JC Brasil.
Outro fator que move nossas ações é a utilização de tecnologias que auxiliam a extração de informações gerenciais. A automação comercial alta qualidade e rapidez nas operações,além de permitir o aproveitamento das informações em tempo adequado para a tomada de decisão e respostas rápidas para o conforto da Empresa, clientes e afiliados da COMERCIAL PYRAMON.
Algumas ações já estão sendo desenvolvidas afim de que nosso Site possa ser um multiplicador financeiro para a COMRCIAL PYRAMON.
A Empresa focada em Relacionamento e Qualidade, aliada desde seu início, na Tecnologia está acompanhando todas as novidades tecnológicas necessárias ao seu constante progresso, a necessidade, em vista desta crise que afeta todos os povos da Terra, logo abrindo espaço para a ciência e tecnologia, novos empreendimentos,novas invenções, muita criatividade e inovações.
Para nós da Comercial Pyramon é uma questão de ser ou não reconhecido no mercado, dando origem a uma cadeia de regras e gestão de utilização em itens comerciais, logística, rastreabilidade, visando identificação, eficiência redução de erros e custos, negociação, troca de dados e melhoria na visibilidade de toda uma cadeia de valor.
10 – ATO – Parceiros , Parcerias e Contratos nos diversos pontos da cadeia de suprimentos e as áreas em que devemos atuar e ampliar nossos processos de TI conjuntamente com as ações administrativas da COMERCIAL PYRAMON:
INDÚSTRIA
Eficiência operacional e logística
Controle de processos,estoque e inventários
Redução de Custos operacionais e administrativos
Recebimento e movimentação interna e externa
Padronização

COMÉRCIO
Aumento da eficiência do ponto de venda
Eliminação de erros dos operadores
Otimização da gestão de preços
Estoque em tempo real
Identificação dos hábitos de consumo
Redução dos custos operacionais e administrativos



Outras áreas do setor comercial

11º ATO- RASTREABILIDADE
A gerencia e o histórico de um item comercial, desde de sua origem até a entrega final ao cliente. Diversos países já adotam regras de rastreabilidade onde a gestão já se aplicam. Em determinados mercados sua adoção é obrigatória.
Material de Construção
Móveis
Saúde
Sistemas de Logística
Telecomunicações
Transportes




MISSÃO
Nestes casos específicos de TI nossa missão será disponibilizar aos nossos clientes produtos capazes de satisfazer as necessidades de mercado com base no desenvolvimento de novas tecnologias e soluções incluindo o Sistema atual da ATLÂNTIDA _ PYRAMON.
VISÃO
A consolidação de nossa marca tornando a COMERCIAL PYRAMON referência no mercado Nacional em gestão de Automação logística, código de barras, EPC........
COMPROMISSO
Estaremos comprometidos coma qualidade e melhoria continua de seus produtos e serviços, sendo estes anunciados e comunicados de forma precisa e correta, para satisfação de nossos clientes,
Aprimoramento contínuo Tecnológico através de pesquisa permanente de novas soluções e tecnologias, aperfeiçoamento do conhecimento com criatividade e inovação, ampliando horizontes;
A constante capacitação de nossos profissionais;
Oferecer um ambiente saudável de trabalho que favoreça o aprendizado, a criatividade e o desenvolvimento de todos, com consciência e competência;
Comportamento ético, o aperfeiçoamento das relações com os clientes conduzindo as operações com honestidade, integridade e respeito pelas pessoas e organizações;
Fortalecer relações, desenvolvendo uma rede de parceiros que amplie a capacidade de realização de iniciativas das partes envolvidas, com resultados para todos.

12º ATO- ATUAÇÃO
Software para controle e gestão de itens comerciais em padrão Internacional
Software para controle e gestão de unidades logísticas em padrão internacional
Software para controle e gestão de unidades logísticas em padrão internacional
Software para Código de Barras lineares e 2D
Fontes de código de barras para desenvolvimento de sistemas
Desenvolvimento de Sistemas
Tecnologia para a criação de Sistemas on line para código de barras
Fontes para personalização de cheques em padrão CMC 7
Sistema Integrado Pyramon
Franquia do Sistema Pyramon
Desenvolvimento de redes com um único PC
PARCERIAS
Além da atuação direta no mercado da Construção e com clientes finais por meio do fornecimento de produtos comerciais de qualidade a COMERCIAL PYRAMON oferecerá modelos de parcerias com empresas distribuidoras
No mercado da construção,decoração e de software, empresas de desenvolvimento de sistemas e portais Internet.

13º ATO- PARCEIROS AFILIADOS
O Parceiro Afiliado é aquele que possui um portal internet e passa a divulgar os produtos comerciais PYRAMON ganhando comissões sobre as vendas efetuadas.
DIFERENCIAIS
Nossos clientes ganham em:
PERSONALIZAÇÃO – Produtos produzidos para atenderem as exigências de cada setor Industrial e Comercial;
MARCA: Os produtos COMERCIAL PYRAMON têm a marca de uma empresa já reconhecida no mercado e que sempre está presente nas primeiras páginas de sites de indexação como o Google;
ECONOMIA – Os produtos COMERCIAL PYRAMON apresentam a melhor relação custo benefício do mercado garantindo o retorno do investimento na aquisição de produtos que tenham o maior índice de aceitação do setor.

CONFIANÇA – Nossos clientes têm a confiança de funcionamento no total atendimento de suas necessidades.
ABRANGÊNCIA E ATENDIMENTO – Não importa onde nossos clientes estejam a COMERCIAL PYRAMON atende e fornece produtos e projetos setorizados,(como código de barras por exemplo), para qualquer lugar do Brasil por meio do nosso sistema de e-commerce e nas parcerias de projetos.
Estamos firmando novas parcerias para melhor atendera os nossos clientes na origem de suas necessidades, este será mais um serviço exclusivo oferecido pela COMERCIAL PYRAMON, mediante cadastro, avaliação de crédito ou simplesmente confirmando o pagamento.
14º ATO -PARCEIRO LINHA BASE
Em 16/04/09 realizamos o Cadastro de Parceria Afiliada com a Empresa Linha Base, empresa brasileira que atua na produção de softwares para códigos de barras, impressão e personalização de dados variáveis.
Nossa proposta esta sujeita a avaliação. A linha base possui onze anos de atuação e sua tecnologia vem estabelecendo novos padrões de produção. Esta parceria visa estabelecer a presença da COMERCIAL PYRAMON em mais uma área do mercado consumidor, ampliando com destaque suas referências nos sistemas de buscas. Nos porá diante da tecnologia e dos meios para sua comercialização.
Esta e tantas outras que serão implantadas brevemente trará incentivos aos cofres da COMERCIAL PYRAMON, além de nos possibilitar ser vistos e reconhecidos dentro de nosso próprio meio que é o e-commerce.
Esperamos conforme as palavras do Diretor Luciano da Linha Base: “ ser referência inspirando até mesmo nossos concorrentes é ter a certeza da conquista da liderança de mercado”
TERMO DE ADESÃO
Termo de Adesão ao Programa de Afiliados LinhaBase

CONSIDERANDO que este Termo de Afiliados contém as regras que se aplicam à participação de Pessoas Físicas e Jurídicas no Programa de Afiliados LinhaBase, doravante chamado de "Programa", onde os visitantes do Site do Afiliado na Internet ("Site do Afiliado") poderão comprar quaisquer produtos que constem do catálogo da LinhaBase ("Produtos"), através de um link de acesso do Site do Afiliado para o site da LinhaBase ("Site da LinhaBase"),





AS PARTES TÊM ENTRE SI JUSTO E ACERTADO CELEBRAR O PRESENTE TERMO DE AFILIADOS QUE SE REGERÁ PELAS SEGUINTES CLÁUSULAS E CONDIÇÕES:

1. Registro no Programa

1.1. Para participar do Programa basta preencher as informações solicitadas na ficha de cadastro corretamente e clicar em ENVIAR. A LinhaBase procederá à checagem da URL cadastrada, a fim de aprovar ou não o cadastro do Afiliado.

1.2. Ao ser aceito, o Afiliado receberá um e-mail comunicando que se tornou um Afiliado da LinhaBase e receberá seu código de Afiliado juntamente com sua senha. A partir deste momento, o Afiliado poderá acessar e utilizar os materiais e informações disponíveis na página de afiliados (banco de imagens, instruções para montagem da página, produtos para afiliados, relatório de vendas e cadastro), observando o disposto na cláusula 4 abaixo.

1.3. A LinhaBase reserva-se o direito de recusar o registro como Afiliado, na hipótese do Site do Afiliado divulgar qualquer material, imagem ou conteúdo que esteja em discordância com as Políticas da LinhaBase, de acordo com o disposto na cláusula 4 abaixo.

2. Venda dos Produtos

2.1. A LinhaBase será o único responsável por processar as vendas dos Produtos feitas pelos visitantes do Site do Afiliado, efetuando o registro da venda, o cadastro do comprador, a cobrança e recebimento do preço, e por fim, a entrega do Produto.

3. Comissão sobre vendas

3.1. A LinhaBase pagará as seguintes comissões sobre as vendas realizadas através do Site do Afiliado:

* 3% (três por cento) de comissão sobre o preço de venda final.

3.2. O valor do frete, bem como quaisquer outros custos que porventura venham a incidir sobre o preço do produto não integram a base de cálculo da comissão.
Esta comissão é válida apenas para os Produtos do banco de dados exclusivo da LinhaBase. Compras de mercadorias efetuadas através de quaisquer links com outros sites e empresas que se apresentem no Site da LinhaBase, não darão direito ao recebimento de comissões.

3.3. Todos os valores devidos ao Afiliado, referentes às comissões, serão pagos no 15° (décimo quinto) dia útil do mês subsequente àquele em que faturadas as receitas pela LinhaBase, desde que estes valores sejam superiores ou iguais a R$50,00 (cinquenta reais).

3.4. A LINHABASE considerará devida a comissão somente após faturados, entregues e pagos os pedidos. Para o cálculo da comissão será considerado o período do primeiro ao último dia do mês imediatamente anterior.

3.5. Na hipótese de atraso de pagamento de qualquer valor devido na forma descrita nesta Cláusula, a LinhaBase pagará ao Afiliado, 2% (dois por cento) de multa moratória, mais juros de 1% (um por cento) ao mês, sobre o valor total do débito.

3.6. O Afiliado poderá acompanhar as vendas realizadas através do Site do Afiliado, acessando um relatório exclusivo online (http://www.linhaBase.com.br/parcerias/sap) mediante a utilização do seu código e senha de afiliado.

3.7. O pagamento das comissões sobre as vendas dos Produtos pelo Site do Afiliado, será feito através de depósito bancário em conta corrente conforme indicada no cadastro ou boleto bancário. Para fins aqui disposto, a LinhaBase só fará o pagamento ao Afiliado, mediante a apresentação de recibo de comissões, que estará a disposição do Afilado para impressão no Site do Afiliado. Este recibo deverá ser enviado a LinhaBase pelos correios.
Cada parte será responsável pelo recolhimento dos tributos incidentes sobre suas operações e serviços, incluindo aqueles resultantes deste instrumento.

3.7.1 O valor referente da taxa bancária para depósito em conta do afiliado é de até R$3,50 e será descontado do valor total da comissão bruta do afiliado. No caso da forma de pagamento escolhida pelo afiliado ser boleto bancário, o mesmo deverá enviá-lo a LinhaBase acompanhado do recibo.

3.8. Caso a LinhaBase não receba o recibo de comissões até o 10º (décimo) dia útil do mês subseqüente ao faturamento das as receitas isenta a LinhaBase do pagamento de multas referentes ao item 3.5 acima.

4. Exclusão do Programa

4.1. A LINHABASE reserva-se o direito de excluir a conta de Afiliado nas seguintes hipóteses:
a) Afiliado que não obtiver vendas no período de 1 (um) ano;
b) Afiliado que não alcançar o valor líquido mínimo de R$50,00 (cinqüenta reais) de comissão pelas vendas geradas através do Site de Afiliado, descontado de impostos, no período de 1 (um) ano.
c) Afiliado que utilizar o código de afiliados para links, URLs, em páginas e imagens não cadastradas e autorizadas no programa de afiliados pela LinhaBase.
d) Afiliado que utilizar indevidamente o nome, marca, imagens, textos, páginas, mesmo que parcialmente, do Site LinhaBase, que não tenham sido expressamente autorizados e da forma divulgada pelo programa de afiliados.
e) Afiliado que utilizar campanhas de e-mail marketing da LinhaBase para divulgação, reenvio de mensagens, entre seus visitantes e/ou usuários.
f) Afiliado que utilizar as URLs, domínios da LinhaBase para cadastramento em sites de busca, pesquisa, portais, comparações de produtos, dentre outros.

4.1.1. Na hipótese de exclusão pela letra "b" acima, ou seja, não sendo alcançado o valor mínimo, a LinhaBase pagará a comissão em cupom, pelo valor apurado com as vendas geradas, exclusivamente para compras no Site LinhaBase. O cupom será enviado ao Afiliado por e-mail e poderá ser utilizado uma única vez.

4.1.2. As hipóteses constantes das letras "c", "d", "e", "f" constituirão infrações gravíssimas que acarretarão a imediata exclusão do programa de afiliados, retenção das comissões eventualmente devidas e incidência das medidas judiciais cabíveis e multas, sem prejuízo, ainda, de a LinhaBase pleitear perdas e danos.

4.2. Nos casos de exclusão da conta de Afiliado, por violação a política da LinhaBase, nos termos da cláusula 5 abaixo, seja por violação de qualquer direito autoral ou de propriedade, o Afiliado incorrerá em multa desde já estipulada em 5 (cinco) vezes a maior comissão já paga pela LinhaBase.

4.2.1. O Afiliado será informado da exclusão da sua conta e, se houverem comissões a receber, a LinhaBase reserva-se o direito de retê-las na proporção da multa acima estipulada.

4.2.2. Se após este procedimento ainda houver comissões a receber, a LinhaBase procederá normalmente ao pagamento do Afiliado.


5. Políticas do Site LinhaBase

5.1. Qualquer cliente que comprar através do Programa de Afiliados será considerado cliente da LinhaBase.

5.2. A LinhaBase poderá alterar as regras e procedimentos da operação de compra a qualquer tempo, a seu exclusivo critério. Os preços dos Produtos, bem como sua disponibilidade estarão sujeitos às variações do mercado e dos estoques dos fornecedores e fabricantes.

5.3. É estritamente proibida a divulgação de preços ou quaisquer outras informações ou promoções da LinhaBase pelo Afiliado, que não tenham sido previamente aprovadas e/ou divulgadas pelo Departamento de Marketing da LinhaBase aos Afiliados, sob pena de exclusão do Programa.

5.4. Em caso de aprovação pelo Departamento de Marketing, a atualização de preços e promoções pelo Afiliado deverá ser diária, evitando divergências entre o anunciado no Site da LinhaBase e no Site do Afiliado. Caso ocorra alguma reclamação de cliente quanto ao preço e/ou promoção divulgado pelo Site do Afiliado, que estejam em desacordo com o Site da LinhaBase devido à sua não atualização diária, o Afiliado será o único responsável perante o cliente, devendo reembolsar a LinhaBase por qualquer quantia paga a este.

5.5. Não obstante o já previsto, a LinhaBase reserva-se o direito de cancelar o registro do Afiliado a qualquer momento durante a vigência do Programa, se considerar que o Site do Afiliado divulga qualquer material, imagem ou conteúdo que:

* promova qualquer material pornográfico;
* promova qualquer forma de violência;
* promova discriminação racial, sexual, social, religiosa, por idade ou por nacionalidade;
* promova atividades ilegais;
* viole direitos autorais ou de propriedade intelectual.

6. Direito de Propriedade

6.1. Os direitos de propriedade sobre todos os ícones, mensagens e outras imagens, assim como do nome e da marca registrada LinhaBase pertencem a LinhaBase ISI Ltda., ficando vedado ao Afiliado modificar quaisquer dos ícones, mensagens ou demais imagens contidos no material disponível no Site da LinhaBase, sob pena de ofender direitos autorais da LinhaBase e praticar crime de contrafação, nos termos da Lei Federal nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

6.2. O uso indevido de qualquer dos ícones, imagens ou da marca LinhaBase ensejará a exclusão do Afiliado do Programa, sem prejuízo das perdas e danos a que porventura LinhaBase ISI Ltda tenha direito.

6.3. A LinhaBase desde já permite aos Afiliados a utilização de marcas, imagens ou textos relacionados aos Produtos constantes no Site LinhaBase DESDE QUE única e exclusivamente para os fins propostos por este Termo de Afiliados.

6.4. Após o término deste Termo de Afiliados, o Afiliado obriga-se a retirar imediatamente do Site do Afiliado todo e qualquer material pertencente a LinhaBase.

7. Responsabilidade do Afiliado

7.1. O Afiliado é o único responsável pelo desenvolvimento, operação e manutenção do Site do Afiliado e por todo o material e informações nele apresentados, não tendo a LinhaBase qualquer responsabilidade pelas informações divulgadas.

7.2. O Afiliado é responsável por assegurar que a inserção de qualquer material no Site do Afiliado não viola ou infringe direitos de terceiros (incluindo, direitos autorais, marcas, e outros direitos de propriedade intelectual e de imagem), e assegurar que o material colocado no Site do Afiliado não seja difamatório ou ilegal, ou contrário às Políticas do Site da LinhaBase.

7.3. A LinhaBase somente será responsável pelas indicações de produtos disponibilizadas no Site do Afiliado quando fornecidas pelo própria LinhaBase.

7.4. O Afiliado assume integral responsabilidade pelos efeitos decorrentes de qualquer alegação de descumprimento legal ou contratual formulada por usuários da Internet ou por quaisquer terceiros, direta ou indiretamente relacionada ao Site do Afiliado e/ou a seus conteúdos, isentando a LinhaBase de qualquer responsabilidade relativamente a tais relacionamentos e alegações.

7.5. Face ao disposto no item 7.4. acima, no caso de reclamação, procedimento ou processo judicial ou extrajudicial, de qualquer natureza, contra a LinhaBase, sob alegação de violação a quaisquer direitos de terceiros ou infração a qualquer dispositivo legal ou contratual, relacionados direta ou indiretamente ao Site e/ou a seus conteúdos, a LinhaBase comunicará imediatamente a ocorrência do fato ao Afiliado, o qual concorda, desde já, em assumir a defesa da LinhaBase na demanda, ou com a sua denunciação à lide, pela LinhaBase, nos termos do Art. 70 do Código de Processo Civil, comprometendo-se, desde já, a pagar todas as despesas relativas à demanda, incluindo custas e honorários advocatícios, bem como as verbas de condenação, assim entendidas, exemplificativamente, as correspondentes a perdas e danos, lucros cessantes, indenizações, sucumbência ou quaisquer outras verbas que a LinhaBase venha a ser condenado a pagar, sem prejuízo da obrigação de o Afiliado ressarcir a LinhaBase todas as despesas em que tenha eventualmente incorrido em razão da referida demanda.

7.6. Para permitir um funcionamento adequado das operações, o Afiliado deverá se certificar de que os "links" entre o Site do Afiliado e o Site da LinhaBase estejam devidamente configurados. A LinhaBase não será responsável por perdas ocorridas em consequência de má formatação dos links ou devido à sua manutenção, sendo isso responsabilidade do Afiliado.


8. Prazo; Rescisão

8.1. Este Termo de Afiliados terá início na data em que o seu registro no Programa de Afiliados for aceito pela LinhaBase e vigorará por prazo indeterminado podendo ser rescindido a qualquer tempo pelo Afiliado ou pela LinhaBase, com ou sem motivo, através do envio de comunicação por escrito, sendo aceita como válida a comunicação feita por e-mail.
Caso o afiliado queira cancelar seu registro, o cancelamento será considerado como efetivado na data de envio de comunicação da LinhaBase ao afiliado.
No caso em que a LinhaBase optar por cancelar a conta do afiliado, a comunicação será enviada com 7 (sete) dias de antecedência.

8.2 Não obstante o disposto acima, o Termo de Afiliados poderá ser imediatamente rescindido pela LinhaBase, sem necessidade de qualquer notificação ao Afiliado, nos casos de (i) violação pelo Afiliado de quaisquer das Políticas do Site LinhaBase descritas na cláusula 4 acima, de quaisquer leis ou regulamentos aplicáveis ao Afiliado, inclusive normas de proteção ao consumidor, e (ii) prática pelo Afiliado de quaisquer atos que possam implicar descrédito comercial ou institucional para a LinhaBase. Neste caso, o Afiliado obriga-se a, imediatamente, excluir todos os arquivos eletrônicos e links disponibilizados, que contenham quaisquer informações ou que façam quaisquer referências ao Site LinhaBase, sem guardar quaisquer cópias, assumindo a responsabilidade por qualquer perda ou dano resultante do não cumprimento deste termo.

8.3. As comissões sobre as vendas de Produtos realizadas imediatamente antes do término do mesmo só serão pagas caso os pedidos de Produtos em questão não sejam cancelados ou devolvidos, e desde que os preços respectivos tenham sido recebidos pela LinhaBase.

8.4. A LinhaBase poderá reter o pagamento das comissões sobre vendas de Produtos efetuadas através do Site do Afiliado, após o término deste Termo de Afiliados, pelo prazo de até o décimo quinto dia útil (15o.) do mês subseqüente ao cancelamento, para assegurar que o último pagamento referente às vendas de Produtos para os visitantes do Site do Afiliado tenha sido efetivado.

9. Modificação

9.1. A LinhaBase reserva-se o direito de modificar quaisquer dos termos e condições contidas neste Termo de Afiliados de Afiliados, a qualquer tempo, através da apresentação de um aviso de mudança ou de um novo Termo de Afiliados de Afiliados no Site da LinhaBase.

9.2. Em caso de discordância do Afiliado quanto às modificações realizadas no Termo de Afiliados, poderá o Afiliado rescindir este Termo de Afiliados, mediante notificação a LinhaBase, na forma da cláusula 8.1. acima. Caso o Afiliado continue a participar do Programa de Afiliados após aviso de modificação do mesmo, através do Site da LinhaBase, isto indicará que o Afiliado aceitou todas as modificações comunicadas.

10. Relacionamento entre as Partes do Programa de Afiliados

10.1. O Afiliado e a LinhaBase são partes contratantes independentes e nenhum dos termos deste Termo de Afiliados de Afiliados autoriza ou resulta na criação de qualquer sociedade, franquia, representação de vendas ou relação de trabalho entre as partes. O Afiliado não tem autorização para aceitar, fazer quaisquer ofertas ou de qualquer forma atuar em nome da LinhaBase.

10.2. O Afiliado não poderá fazer qualquer afirmação, seja no Site do Afiliado ou em qualquer outro local, que contradiga qualquer dos termos descritos nesta cláusula, ou em qualquer outro item deste Termo de Afiliados.

11. Responsabilidades da LinhaBase

11.1. A responsabilidade da LinhaBase perante seus Afiliados refere-se ao pagamento das comissões sobre as vendas de Produtos realizadas através do Site da LinhaBase, conforme descrito no item 3 acima. Além disso, a LinhaBase será responsável pelo processamento, venda e entrega dos Produtos, conforme disposto no item 2 acima. A LinhaBase não será responsável por quaisquer danos, perdas de rendimentos, de lucros ou de informações decorrentes direta ou indiretamente deste Termo de Afiliados.

11.2 A LinhaBase não será responsável por interrupções ou erros que ocorram na transmissão de dados via Internet.

12. Aceitação dos Termos

O Afiliado declara que avaliou e aceita a sua participação no Programa de Afiliados da LinhaBase e concorda com todos os termos e condições do presente Termo de Afiliados. Reconhece, também, que a LinhaBase poderá, a qualquer tempo, solicitar referências do mesmo, assim como operar em parceria com outras entidades e indivíduos que atuem na mesma área de negócios.

13. Confidencialidade

As Partes comprometem-se, mutuamente, a zelar pela manutenção do sigilo de todos os segredos comerciais, conhecimentos técnicos e outras informações que venham a tomar conhecimento uma da outra em função do relacionamento comercial de que trata o presente Termo de Afiliados, não podendo usar qualquer dessas informações confidenciais, a não ser quando expressamente autorizadas para tanto por seu titular. Nesse sentido, cada Parte deverá, e para isso exercerá todos os seus poderes, fazer com que seus sócios, empresas afiliadas, administradores, prepostos, empregados e/ou quaisquer outras pessoas sob sua responsabilidade (direta ou indireta) mantenham em sigilo todos os termos e condições do presente Contrato.

14. Inadimplemento das Obrigações

O inadimplemento de qualquer obrigação contratual, por qualquer uma das partes, não sanado no prazo de 5 (cinco) dias contados da data de recebimento de notificação que, para tanto lhe tenha sido enviada pela parte inocente, obrigará a parte infratora ao pagamento de uma multa no valor equivalente a 5 (cinco) vezes a remuneração máxima já paga, atualizada desde a data de início deste Termo de Afiliados, até a data de pagamento da multa, de acordo com a variação do IGPM-FGV, ou do índice que o substitua, ou, na falta deste, do índice que melhor reflita a variação do poder aquisitivo da moeda no período, e sem prejuízo da parte inocente, a seu critério, rescindir o presente Termo.

15. Disposições Gerais

15.1. O presente Termo constitui o acordo integral entre as Partes, prevalecendo sobre qualquer outro acordo, verbal ou escrito, previamente estabelecido entre as Partes.

15.2. Todos os avisos e demais comunicações aqui exigidos ou permitidos serão por escrito e serão havidos como tendo sido devidamente transmitidos quando entregues em mãos, ou quando despachados por telefax (confirmado por escrito por correspondência simultaneamente encaminhada pelo correio) ao destinatário ou por correio eletrônico (e-mail), com comprovante de recebimento.

15.3. A omissão ou tolerância das Partes, em exigir o estrito cumprimento dos termos e condições deste Termo, não constituirá novação ou renúncia, nem afetará os seus direitos, que poderão ser exercidos a qualquer tempo.

15.4. Na hipótese de ajuizamento de quaisquer ações judiciais decorrentes do presente Termo, fica estipulado entre as partes, honorários advocatícios da ordem de 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa.

15.5. No caso de qualquer reivindicação ou controvérsia decorrente deste contrato, a ele relacionada ou resultante de sua violação, as Partes envidarão seus melhores esforços para solucionar a questão de forma amigável. Para tanto, as partes negociarão de forma a obter solução que seja justa e satisfatória para elas.

Não chegando as partes a um acordo, fica eleito o foro Central da cede da LinhaBase ISI Ltda, para decidir a referida controvérsia, em prejuízo de qualquer outro, por mais privilegiado que seja.





15º ATO - CONTINUANDO COM AS REFORMAS
COMO FUNCIONA O PROGRAMA DE PARCERIA COMERCIAL PYRAMON AFILIADO


PARCERIAS COMERCIAL PYRAMON
Como Funciona
Os Parceiros afiliados COMERCIAL PYRAMON ganham comissões de até 3% sobre todas as vendas por meio de nossa loja virtual. Para acessar nossa loja virtual, basta o seu cliente clicar nos links ou banners fornecidos pela
COMERCIAL PYRAMON em seu site. Ou você Parceiro Afiliado poderá realizar a compra em nome do seu cliente, bastando acessar nossa loja virtual por meio dos links ou banners.
Paras ser um parceiro afiliado COMERCIAL PYRAMON você pode ser pessoa física ou jurídicade qualquer natureza que tenha um site na internet.
Tendo seu cadastro aprovado, você receberá senha para acesso ao Sistema de Administração de Parcerias e outras informações para dar inicio a campanha de parceria.
No programa Parceiro Afiliado Comercial Pyramon seu cliente pode adquirir os produtos COMERCIAL PYRAMON em CD-ROM ou por dowload de acordo com o formato de cada produto.
O Parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON não se preocupa com nada,pois toda a responsabilidade pelo fornecimento,cobrança, entrega e suporte dos produtos é dada pela COMERCIAL PYRAMON.
As comissões sobre as vendas são apuradas no mês seguinte as vendas e quando seu saldo de comissões atingir o mínimo de R$ 50,00 suas comissões serão pagas, o Parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON por meio do Sistema de Administração de Parcerias têm acesso as informações pertinentes as vendas.
O pArceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON passa a ter a sua disposição mais uma forma de obter lucros reais para seu site.
Para ser um Parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON faça seu cadastro agora, clique aqui.

VANTAGENS DO PROGRAMA DE PARCERIA COMERCIAL PYRAMON AFILIADO

PARCERIAS COMERCIAL PYRAMON ( co_representação )
O QUE VOCÊ GANHA
Se tornando um Parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON você tem inúmeras vantagens.
Além de oferecer aos seus clientes os produtos COMERCIAL PYRAMON já conceituados, sua empresa não se preocupa com nada, pois toda a responsabilidade pelo fornecimento, cobrança,entrega e suporte dos produtos fica por nossa conta.
Veja algumas das vantagens de ser um parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON:
Fornecimento dos Produtos Comercial Pyramon e Parceiros por meio de nossa loja virtual.
Fornecimento de produtos já conceituados, Pacotes Promocionais, no site e exclusivos nos e-mail cadastrados.
Comissões de 3%sobre as vendas efetuadas.
A responsabilidade pelo fornecimento , cobrança entrega e suporte éda COMERCIAL PYRAMON.
Suas comissões podem ser administradas 24h por dia por meio do Sistema de Administração de Parcerias.
Prazos de entrega garantidos.

Você ganha em imagem
Como Parceiro Afiliado Comercial Pyramon, você conta com a credibilidade de um fornecedor ético e reconhecido pela qualidade de seus produtos e a fidelidade de seus clientes.

Você ganha suporte em Marketing de vendas
A COMERCIAL PYRAMON oferece os últimos lançamentos e os produtos adequados ao seu público e você participa de todas as nossas ações promocionais.
Você ganha com variedade
Na COMERCIAL PYRAMON você muitas oportunidades de ganhar. Com a nossa enorme variedade de produtos, as chances de lucrar aumentam.

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Com marca consolidada a COMERCIAL PYRAMON pode tornar a sua empresa um ponto de referência no fornecimento de soluções para código de barras, automação comercial, revenda tecnologia entre outros produtos comercializados pela COMERCIAL PYRAMON, aumentando a visibilidade do seu negócio.

Você ganha em praticidade
Como Parceiro Afiliado COMERCIAL PYRAMON você escolhe o que oferecer a seu público> Fornecendo produtos que mais interessam ao seu negócio. Nós oferecemos a tecnologia e flexibilidade para você criar ações totalmente personalizadas. E você ainda pode verificar as suas comissões on-line pelo Sistema de Administração de Parcerias, 24 h por dia.

Você ganha muito mais
Comissões sobre todas as vendas realizadas e ainda você ganha a credibilidade, conveniência, praticidade. Todas essas vantagens e muitas outras contribuem para fazer o seu negócio ficar muito mais sólido, competitivo e rentável.


CADASTRO PARCEIRO AFILIADO PYRAMON

Home – Quem Somos – Parcerias – Como Funciona – O que vc ganha – Cadastro – Contato

Leia com Atenção nosso Termo de Adesão e conheça todas as regras para participar do Programa de Afiliados COMERCIAL PYRAMON


Para realizar seu cadastro preencha a ficha abaixo:
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CONTATO - SAC – COMERCIAL PYRAMON
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Ao solicitar informações sobre o produtos informe o nome do produto ou sua necessidade de utilização
A Comercial Pyramon não opera com consultores externos.
Neste formulário não serão fornecidos orçamentos Corporativos. Não são fornecidos orçamentos Corporativos por telefone.


ATENDIMENTO TELEFÕNICO – BRASIL
Status do serviço

De seg a sexta de 08h às 17:30, horário de Brasília
O Telefone de contato COMERCIAL PYRAMON é postado automaticamente pelo Sistema de Gestão de Atendimento sempre que o canal estiver disponível. Se o telefone não esta postado neste momento os principais motivos são:
O atendimento ocorre de seg. a sexta das 9 as 12h e de 14 as 17:30 h.
Todos os atendentes estão ocupados neste momento.
Não se preocupe utilize um dos canais acima que a COMERCIALPYRAMON entrará em contato com você.
Escolha seu produto Como fazer o pedido Principais perguntas contato

Ofertas Consultoria Aspectos Legais Afiliados



LICENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO ILIMITADA
Se sua empresa deseja adquirir mais licenças de uso, ou deseja distribuir algum componente ou produto da COMERCIAL PYRAMON em conjunto com os seus produtos e softweres, solicite uma proposta de Licenciamento Especial.

Os produtos COMERCIAL PYRAMON são fornecidos por licenciamento, onde a “licença” corresponde ao número de computadores autorizados a utilizar um determinado produto ( Softwere).
16º ATO / e-bit
Conheça o perfil dos consumidores online, seus hábitos e suas necessidades na internet
Os relatórios de Informações de Comércio Eletrônico produzidos pela e-bit permitem que
a sua empresa esteja sempre à frente de novas oportunidades de negócios e tome decisões
rápidas e certas.
A e-bit coloca a sua disposição relatórios sobre:
• Perfil do Consumidor Virtual
• Meios de Pagamento na internet
• Evolução das Categorias mais Vendidas
• Intenção de Compra
• Tíquete Médio das Compras Online
• Panorama do Comércio Eletrônico no Brasil
• Monitores de Preços
Quais as vantagens?
• Identifica novos mercados e oportunidades
• Fornece dados de consumidores efetivos
• Proporciona flexibilidade de cruzamento de informações
• Possui histórico desde 2000 de compras online, garantindo confiabilidade e experiência
acumulada
Como funciona?
As informações coletadas pela e-bit sobre a experiência de consumidores no final da compra
virtual, permitem a sua empresa fazer avaliações precisas sobre os hábitos e o perfil dos
compradores online.
Relatórios de Produção Mensal
Para atender à demanda do mercado por estas informações, a e-bit elabora relatórios
mensais que trazem um panorama do mercado de comércio eletrônico B2C, incluindo dados
demográficos e comportamentos de compra. Além de avaliação comparativa de lojas
virtuais com suas categorias, também abordam o market share dos meios de pagamento
usados na internet e o tíquete médio de compras entre outras informações que podem ser
inter-relacionadas.
Relatórios de Produção sob Demanda
Para atender necessidades específicas, a e-bit também produz relatórios personalizados,
cruzando diversas informações de interesse da sua empresa, para que você possa obter uma
dimensão exata do mercado ou do segmento pesquisado.
Ex.: Produtos mais vendidos
Para conhecer detalhes dos produtos e serviços disponibilizados a sua empresa pela e-bit,
2004 2005 2006
Livros, Jornais e Revistas 21,5% 16,8% 18,4%
CD´s, DVD´s e Vídeos 27,3% 22,2% 15,9%
Eletrônicos 10,1% 12,9% 14,3%
Informática 6,1% 7,1% 8,4%
Saúde e Beleza 6,7% 8,0% 7,9%
Eletrodomésticos 5,8% 7,2% 6,9%

Consulte nossas vantagens
AVALIAÇÃO e-bit – MEDALHA DE OURO
WWW.ebit.com.br
Isto nos interessa vamos saber porquê.

www.comercialpyramon.com.br
Este site desde ____/ _____/ _____ , foi avaliado mais de 1000 vezes por seus consumidores, seja no ato da compra como no pós venda
AVALIAÇÃO FEITA PELOS CLIENTES

¥ Aviso aos usuários – a e-bit não se responsabiliza pela idoneidade das lojas avaliadas pelo cliente no serviço bitConsumidor.Para mais informações, consulte a página aspectos legais.


ouro Facilidade ao comprar

ouro Seleção de produtos
ouro Informações sobre os produtos
ouro Preços

ouro Navegação
ouro Entrega no prazo
ouro Qualidade dos produtos
ouro Qualidade do atendimento a clientes
ouro Política de privacidade
ouro Manuseio e envio dos produtos

SERVIÇOS DA LOJA
CARACTERÍSTICAS
Informações dos clientes nunca são divulgadas a terceiros
Atendimentos a clientes por telefone
Acompanhamento on-line por pedido
Ferramenta de busca
Programa de fidelidade


LOCAIS DE ENTREGA
Rio de Janeiro - SIM
Brasil - BREVEMENTE
Exterior - NÃO



FORMAS DE PAGAMENTO
American Express
Mastercard – UNIBANCO & BRADESCO – CARTÃO FIDELIDADE
Cheque
Diners Club
Visa
Depósito Bancário
Boleto Bancário
Pagamento Fácil Bradesco
Itaú Shopline
Hipercard
Pagamento Banco Real
Cheque Eletrônico.com
Pagamento Digital
Pagamento Banco do Brasil
Dinheiro

FORMAS DE ENTREGA
Imediata ( Dowload)
SEDEX
Transportadora RODOCARGO, RABAIOLLE,
Courier
Correio expresso ( FEDEX)
Logística própria
Variglog
TAM
17º ATO-ASPECTOS LEGAIS
Aviso aos Usuários do Site / nosso Acordo
Ressalva sobre Limites e Restrições dos Serviços Prestados
A COMERCIAL PYRAMON envida seus melhores esforços para verificar que todas as informações coletadas, compiladas e divulgadas em seu site e que versem sobre empresas de comercio eletrônico ( “ e-commerce”) retratem com a maior precisão possível a realidade, assim entendida como sendo as que leia-se em nossa Política de Privacidade. Todavia a COMERCIAL PYRAMON não pode garantir, nem garante a veracidade das informações de seus afiliados, responsabilizando-se apenas pelo processo de coleta e tratamento dos dados e imagens submetidos voluntariamente pelas empresas Afiliadas e não pelos dados em si mesmos. Nossa total responsabilidade pelos produtos comercializados pela COMERCIAL PYRAMON em nosso E-commerce é indiscutível.
Respeitamos a opinião dos consumidores deste e-commerce e alertamos que o uso das informações divulgadas no site da COMERCIAL PYRAMON
Revista inf aqui





Colunistas | É Legal

A importância dos contratos na era digital
Patrícia Peck Pinheiro
Atualizado em 08/04/2009

É possível haver contratação entre duas máquinas, em operações que ocorrem conectando código de barras, RFID, Bluetooth de celulares? Sim, esta modalidade é conhecida por usar “contratos intersistêmicos”, Assim como é válida a assinatura através do “Click-OK” do cliente em interfaces eletrônicas, seja na web ou em equipamentos de ATM.

Em uma sociedade mais acelerada, o acordo de vontades celebrado entre as partes assume um papel de extrema relevância, independente de estar ou não materializado em um suporte. Os contratos fazem lei entre as partes (Código Civil arts. 186, 421, 422, 423, 427, 439 e 927), e a inovação só pode ser suportada pela agilidade desta ferramenta já tão consagrada entre nós, e que tem assumido novos formatos.

Muitos contratos celebrados atualmente são na modalidade eletrônica, interativos, ou seja, envolvem a interação de uma pessoa com um software cujas informações para celebrar as obrigações estão pré-programadas, o mais comum é o software de loja virtual (e-commerce) e de pregão eletrônico (contratação com a Administração Pública).

Há também o uso de máquinas para celebrar outro tipo de contratação eletrônica, que é a interpessoal, onde duas pessoas acordam através do uso de uma ferramenta de comunicação, em geral o e-mail e o comunicador instantâneo. Desse modo, de fato, cada vez mais temos um mundo plano, onde as partes podem estar em qualquer lugar.

Destacamos também o uso do formato “shrink agreement” (contrato encolhido), que é aquele que vem junto de um software ou serviço que se quer usar, no qual se faz download no computador e a primeira ação é dar um “De Acordo” na minuta que aparece na tela, em geral como se fosse um pop-up.

Não apenas o formato dos contratos está sendo alterado e atualizado para atender a esta nova realidade de virtualização das relações, como também a forma de contratar, onde a necessidade de se gerar prova de autoria e se permitir a preservação da relação não presencial, faz com que, cada vez mais, haja previsão em cláusulas para uso de autenticação biométrica ou certificado digital. Esta melhoria reduz burocracia, apóia a implementação de projetos de “Paper Less”, alcança clientes onde a empresa não conseguiria chegar de outro modo, gera mais negócios atendendo interesses de ambas as partes.

É fundamental que não sejamos displicentes na leitura destes novos termos jurídicos que se apresentam de modo simpático em telas, pois são documentos formais, escritos, que estabelecem direitos e responsabilidades. Muitos serviços ofertados gratuitamente, na verdade não o são, pois a moeda de troca da era digital são os dados. Logo, muitos usuários acordam sem ler, ou sem perceber que o pagamento será com suas informações.

Na contratação entre empresas e consumidores, uma série de itens deve ser observada, para atender aos artigos do Código de Defesa do Consumidor, relacionados a contrato de adesão, inversão do ônus da prova e obrigação de guarda pelo fornecedor, direito de desistência, proteção do banco de dados dos clientes, outros.

Na contratação entre empresas, há uma série de cláusulas novas, relacionadas ao nível de serviço (SLA), segurança da informação, confidencialidade, exclusividade, reserva de mercado, confidencialidade, cessão de direitos autorais, proteção do direito de acesso aos códigos fontes (“escrow”). Tem sido comum, contratos de pequeno valor, mas com alto impacto na empresa, visto que permitem manuseio de informações que representam segredos de negócio, exemplo disso foi uma análise que fizemos de uma minuta para serviços de impressão de etiquetas. Não é o valor do contrato que determina sua relevância e necessidade de maior verificação de riscos e proteções legais. Neste caso, o prestador de serviços tinha acesso a informação do preço da mercadoria a ser vendida na loja, meses antes da mesma sair do estoque. Imagine esta informação vazar para a concorrência!

O nosso maior desafio é o de preservar adequadamente as provas, pois os originais são os documentos eletrônicos e os “logs” que determinam a ciência e a concordância entre as partes (prova de autoria), visto que em muitos casos, a versão impressa é mera cópia, para facilitar manuseio e atender, ainda, aos “usos e costumes” de uma geração que cresceu apegada ao papel. Mas assim como aprendemos desde pequenos a “não assinar sem ler”, temos que estar mais atentos, pois a tecnologia facilita a contratação.
Nova definição é justificativa para maior tributação
Maria Eloisa M. Cais Malieri
Atualizado em 08/09/2009




A Receita Federal determinou uma mudança nas regras de importação de eletrônicos no Brasil que, rigorosamente, elevará a carga tributária sobre as placas de vídeo importadas.
Até então eram classificadas pela Receita como um tipo de circuito cuja única incidência era a alíquota de 2% de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) –que através desta alteração passará a ser de 16%, acrescido do novo recolhimento de 15% a titulo de II (Imposto de Importação).

Como estes impostos têm tributação em cascata e incidem também sobre outros encargos cobrados na cadeia comercial, o impacto previsto pela indústria de eletrônicos é de 50% no preço final do produto.

Segundo a Receita Federal, a novidade na classificação das placas de vídeo planeja retificar uma injustiça na baixa carga tributária incidente na entrada deste equipamento no país, se comparada a outros dispositivos. Entretanto, o aumento será específico para as placas de vídeo, não alterando em nada a tributação para processadores, memórias e placas-mãe.

Não obstante, a Receita Federal traduz o novo enquadramento das placas de vídeo na intenção do governo em favorecer a fabricação nacional, beneficiando as empresas que preferirem importar componentes e montar as placas na Zona Franca de Manaus, por exemplo, com vantagens fiscais em relação àquelas que trouxerem as placas prontas do exterior.

Apesar deste “nobre” propósito do governo, a nova tributação, rigorosamente, encarecerá ainda mais as placas de vídeo para o consumidor final, e fatalmente incitará o comércio ilegal, já que, infelizmente, o Brasil não tem estrutura para fabricar os modelos high-end.

Em contrapartida, a alta nos impostos das placas importadas exigirá vigilância redobrada da Receita sobre o contrabando de produtos eletrônicos, já que a forte elevação nos preços destes produtos promoverá a entrada ilegal desta mercadoria no país.

Outro obstáculo adicional à produção nacional de placas de vídeo, além do mercado cinza, é o curto ciclo de venda deste equipamento. Como a sua evolução é muito veloz, a produção num país que não desenvolve a tecnologia tende a ser economicamente desestimulante, já que o processo para importar componentes e organizar uma linha de produção para determinado modelo pode tornar-se obsoleto em prazos tão exíguos quanto seis meses.

Assim, a competição com as placas importadas fabricadas em larga escala pode ser prejudicada. A majoração na alíquota de importação tem validade imediata. O consumidor, no entanto, pode levar alguns meses para perceber o efeito sobre o preço. Isto ocorre porque a maior parte dos distribuidores compra placas em grandes lotes, o que assegura que as placas em estoque foram adquiridas em contratos com imposto baixo.

Portanto, aqui se constata um enorme retrocesso no aumento da tributação que potencialmente resultará no favorecimento e crescimento da indústria da informalidade, uma vez que a demanda por estes componentes (placas de vídeo) dificilmente será plenamente suprida pela indústria nacional, com suas inúmeras limitações produtiva, financeira e de escala.

Corremos o risco de mais uma vez voltarmos à situação de anos atrás, em que imperava a importação irregular. Como observou Richard Cameron, da Nvidia, em entrevista ao Fórum PC: “Em 2004, quando as placas de vídeo tinham uma tributação de 12% de Imposto de Importação e 15% de IPI em outra classificação fiscal, o mercado consumia aproximadamente 140 mil placas de vídeo por mês sendo que 98% desde volume era importado por vias não regulares ou legais”.

ESTAMOS PROGREDINDO !

ACSP dá sua visão sobre o e-commerce!






Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP Conte-nos um pouco sobre a Associação Comercial de São Paulo. Quais são os objetivos?
A Associação Comercial de São Paulo é uma instituição com mais de 110 anos e sempre foi voltada para apoiar o empreendedorismo e a livre iniciativa. Ela esteve presente em diversos momentos importantes da história da cidade e do país, atuando de forma muito intensa. Hoje em dia, tem entre seus principais objetivos a luta pela redução da carga tributária incidente nos negócios, pela implantação do cadastro positivo e pela redução das taxas de juros para fomentar o crédito. Além disso, apóia os micros e pequenos empresários interessados em comercializar seus produtos em outros países e, recentemente, apóia também as iniciativas voltadas ao e-commerce, entre muitas outras ações.
O principal serviço da ACSP é o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), que é um grande cadastro de dados de pessoas e empresas, utilizado na redução de riscos nas operações de crédito.
O que é e como funciona o Fórum Online da ACSP?
Através de uma parceria selada com a Câmara e-net (principal entidade voltada ao comércio eletrônico) em novembro de 2008, a ACSP (principal entidade ligada ao varejo tradicional) iniciou esse projeto de levar maior conhecimento aos associados, micros e pequenos empresários, que tivessem interesse em iniciar ou incrementar seus negócios por meio da web.



O WebFórum de e-commerce foi criado em Abril de 2009, para complementar esse projeto e tem como objetivo permitir que seus integrantes possam interagir e trocar experiências, técnicas, sucessos ou frustrações no decorrer dos seus processos de implantação de e-commerce. Atualmente, conta com diversos parceiros de conteúdo e passará a ter parceiros para cursos, fornecedores de soluções, etc.
Como você tem visto as movimentações do mercado de comércio eletrônico no Brasil e seu conseqüente crescimento?
O comércio eletrônico no Brasil ainda tem muito a crescer, e existem muitas oportunidades de inovação, pois as vendas são extremamente concentradas em poucos players. Aproximadamente 80% do faturamento vêm de apenas 20 empresas. Com isso, há espaço para micros e pequenas empresas lançarem diversos novos projetos. Outro ponto fundamental que impactará e muito esse crescimento é a melhoria nos serviços de banda larga – que todos concordamos que deve melhorar! – bem como o crescimento das classes populares, não só navegando, mas perdendo o receio de fazer transações financeiras na internet.
Você ainda vê muitas empresas que não acreditam na internet como um canal de vendas?
Na verdade, o que tenho visto, são muitas empresas que ainda não estão fazendo negócios na internet, mas muitíssimos preocupadas em procurar saber como fazer para estarem lá.
Que tipo de dificuldade você acredita que os associados de pequeno porte podem encontrar ao investirem no comércio eletrônico?
As dificuldades são, muitas vezes, as mesmas que ocorrem no mundo real: Falta de visão estratégica, de planejamento e de conhecimento do seu consumidor.
A dificuldade adicional, quando se trata de internet, reside no fato de esse ambiente ainda ser algo novo para eles, o que gera certo temor.
Por isso, temos investido muito em desmistificar esse tema, levando soluções mais práticas e facilmente aplicáveis.
A Associação tem feito algum tipo de ação que incentive os seus associados a investir no e-commerce?
Esse projeto é muito recente na ACSP, por isso, nossas principais ações, até o momento, estão relacionadas a levar conhecimento, de diversas formas: Seminários sobre e-commerce, cursos, distribuição de revista do setor (encartada no nosso jornal, o Diário do Comércio) que é parceira do projeto e o WebFórum.
Outras iniciativas estão sendo testadas, nesse momento, no interior de SP, e logo serão divulgadas.
Há também novas ações que estamos estruturando, mas ainda num estágio inicial, por isso não posso citá-las, mas são voltadas à inclusão digital, à criação de negócios online e ao aumento da segurança nas transações, visto que o principal serviço da ACSP é o SCPC.
Ultimamente, percebemos que os pequenos e médios lojistas estão ocupando cada vez mais espaço no e-commerce, tendo ganhado 1,62% de market share em comparação com o ano passado. O que você acha desse movimento de distribuição mais equilibrado de market share entre o long tail?


Essa é, sem dúvida, uma grande tendência, pois como disse, o e-commerce no Brasil ainda é muito concentrado em poucas empresas. O Long Tail é a melhor forma de ampliar essa descentralização, pois através do atendimento às necessidades de diversos nichos de mercado é que o pequeno empresário poderá ver seu projeto de e-business crescer mais rapidamente.


Qual a importância das métricas geradas pela e-bit para o comércio eletrônico
A importância que vejo na e-bit é total, pois fornece informações extremamente confiáveis para que se ampliem as transações online.
e-bit
Comunique-se de forma rápida, eficiente e personalizada, conquistando novos
clientes sem aumentar a sua força de vendas
A lista da e-bit permite que você se comunique com um público consumidor altamente
qualificado e obtenha ótimas taxas de retorno em suas ações de comunicação, como incremento
de base de clientes, promoções, vendas e campanhas específicas.



Quais as vantagens?
• Mailing 100% double opt-in
• Proporciona comunicação rápida e direta
• Trabalha com um painel de clientes altamente qualificado e economicamente ativo
• Possibilita o controle de unicidade e personalização das informações
• Altas taxas de retorno
• Relatórios gerenciais de acompanhamento
• Possibilidade de segmentação por mais de 80 critérios diferentes, incluindo CPF, sexo,
idade, renda, região e áreas de atuação profissional
• Oferece incentivos para aumento do retorno das ações
Como funciona?
A lista da e-bit possibilita a comunicação com milhares de usuários qualificados, que optaram
pelo recebimento de mensagens em áreas de interesses específicas. Isso converte em
índices de retorno de campanhas superiores às médias obtidas pelo mercado. Você fornece
o HTML, escolhe o público alvo e a e-bit faz o resto.
Para conhecer detalhes dos produtos e serviços disponibilizados a sua empresa pela,
@
Fonte: e-bit Informação, 2007
E-consumidores X Faixa Etária E-consumidores X Região Geográfica
41 - 50 anos - 24%
31 - 40 anos
21 - 30 anos - 29%
Mais de 50 –anos - 15%
Até 20 anos - 3%
Até 20 anos - 3%
21 - 30 anos - 29%
31 - 40 anos - 29%
41 - 50 anos - 24% _
mais de 50 anos- 15%
SC - 3%
Outros - 9%
PE – 2%
GO - 2%
BA - 4%
DF - 4%
RS – 6%
PR- 6%
6% MG
MG - 8%
RJ - 14%
SP- 42%

Data de coleta:

04/07/2009
21:12:09
18º ATO- Domínio: comercialpyramon.com.br

Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 01/06/2009 - 30/06/2009

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Sistema de ajuda
Tutorial em vídeo
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19º ATO - Anúncio ID: 136
Planos: Gratuito (Expiração: 09-09-2009 - 62 dias restantes)
Anúncio Título: Atlântida Pyramon MC Ltda. ME
Categorias: - Deposito Material Construção

Breve Descrição: A Comercial Pyramon vem atendendo ao seu público a
Descrição: Desde 2006, a Atlântida-Pyramon (COMERCIAL PYRAMON), vem conquistando seu espaço no mercado, com uma proposta inovadora, consolidada através de Parcerias com grandes fabricantes do segmento de materiais de construção, a exemplo de lojas existentes no mundo e com, o seu conceito inovador de just in time, quase inédito no Brasil. O lema "Construindo Relacionamentos" é o conceito que norteia a nossa empresa, buscando a forma ideal de solucionar os problemas dos clientes.
Endereço Completo: Rua Medina, 150, Sl. 602
Bairro: Méier
País: BRASIL

Rio de Janeiro
Estado:
Cidade: Rio de Janeiro
Cep: 20.735-130
E-mail: comercialpyramon@gmail.com
Site: http://www.comercialpyramon.com.br
Telefone: 21-32741694
Fax: 21-32741995
Contato com: José Carlos
Celular: 7875-2638
Acessos: 1
Site: 0
Mensagens recebidas: 0
Data Enviado: 09-07-2009 De (201.37.198.129)
Atualizado: 09-07-2009 De (201.37.198.129)



Apoio Institucional:








10/07/09
PEGN - ExtremeMakeOver
PEGN - ExtremeMakeOver
________________________________________


20º ATO -Visual que faz diferença
Julho 7th, 2009
Quantas vezes adquirimos produtos por gostar da embalagem?
Muitas vezes chegamos a pensar que o produto é melhor que o outro. Isso ocorre pois processamos essa informação de maneira diferente, um produto com uma comunicação visual rica e atraente chama muito mais atenção frente a um produto com pouco apelo visual.
Isso também ocorre quando visitamos um site na internet. Sites visualmente mais atraentes e completos, com ferramentas de busca e vídeos que enriquecem a experiência do usuário na visitação transformam a percepção de quem acessa.

Dessa mesma forma, o cliente cria uma imagem da empresa pela maneira que ela se comunica com ele: e-mail, site, materiais impressos, cartões de visita, portfólio de produtos, apresentação corporativa.

Como se diferenciar?
• Primeiramente é necessário criar um logotipo para sua empresa: esta será sua marca.
• Após a criação do logotipo, crie sua papelaria personalizada (envelopes, cartão de visita e papel timbrado).
• Crie uma assinatura de e-mail personalizada para sua equipe, deixando em evidencia sua marca, site, nome do funcionário, cargo e dados de contato.
• Crie apresentações profissionais de sua empresa e impressione seus clientes.
• Tenha um site com suas informações de contato e produtos, facilitando o acesso dos clientes à sua empresa.
• O Office 2007 pode te auxiliar nestas tarefas de maneira fácil e rápida.
Pode ter certeza de que, incrementando a sua comunicação visual, as impressões do cliente irão mudar.

Fernando Kimura é Consultor de Pequenas e Médias Empresas da Microsoft
Novo consultor do Extreme
Julho 6th, 2009 by maggikrause
Ele mal colocou o pé dentro da Microsoft, já foi escalado para reuniões do Extreme Makeover. No 31º andar do Centro Empresarial Nações Unidas, representantes de Microsoft, Itaú e Ed. Globo (mais precisamente duas pessoas de cada empresa) discutiram rotas e rumos dessa edição do projeto. No time da Microsoft, uma novidade, a chegada de Fernando Kimura, mais recente contratado como consultor para Pequenas e Médias Empresas. Junto com o Flávio Godinho, ele será responsável pelo Extreme Makeover deste ano.
Formado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Fernando Kimura conta 10 anos de experiência no mercado de distribuição de informática, realizando capacitação de canais de vendas (revendedores e time de vendas distribuidor), com especialidade em venda de software. Trabalhou nos principais distribuidores e revendedores do Brasil e criou várias palestras sobre produtos e soluções de software e hardware.
Na reunião, Kimura percebeu que tudo corre às mil maravilhas, mas sempre com emoção, já que os prazos não permitem, digamos, nenhum descuido. Nessa fase a Microsoft levantou com cada parceiro (FJH, Skylan e CompuBusiness) quais seriam os equipamentos necessários para alavancar cada empresa participante do Extreme. Depois, orçou tudo e providenciou a compra de hardware (juntamente com o banco Itaú) para então começar a próxima fase, de configuração e instalação dos equipamentos.
Entusiasmado pelo projeto (aliás, como todos nós), Fernando Kimura agarra o novo desafio com vontade e diz que não medirá esforços para que tudo caminhe da forma mais ágil possível.

Rogério Gurgel e Ivan Bruno, do Itaú + Flávio Godinho e o recém-chegado Fernando Kimura.
Que seja bem vindo à Microsoft e ao time de especialistas do Extreme!
Maggi Krause é jornalista e editora de conteúdo do Extreme Makeover 4
A análise financeira abrange diversos outros aspectos e áreas de uma empresa, inclusive o controle do patrimônio e administração de RH.
Julho 3rd, 2009 by pegn
Dando continuidade aos trabalhos de pré-diagnóstico geral das três empresas selecionadas para o projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4, na semana anterior, os empresários também receberam a vista dos especialistas em seguros e previdência do Itaú. A idéia era identificar como estas empresas estavam preparadas para enfrentar situações inesperadas e riscos com sinistros e também entender quais os benefícios poderiam ser oferecidos aos seus funcionários por intermédio de planos de complementação de renda, gerando assim, valor na relação empresa-empregado. Veja as considerações de Márcio Pereira Silva, Gerente de Produtos de Seguros e Previdência para clientes Pessoa Jurídica:
“Nosso time de consultores fez entrevistas para entender quais as oportunidades de ampliar a segurança e de gerar novas percepções de benefícios para os funcionários de cada empresa do Extreme 4. Nas visitas, procuramos reforçar a necessidade da existência de uma boa política de benefícios dentro da empresa. Lembramos que isso não significa agregar custos ao orçamento, ao contrário, é uma oportunidade de diminuí-los, sejam eles diretos, indiretos, futuros ou atuais.
Ter uma boa política é estar alinhado com as atuais práticas de mercado, e isso pode ser um diferencial para a própria empresa. Diminuir o índice de rotatividade dos funcionários oferecendo a eles segurança para seus familiares (Seguros e Previdência para os funcionários com coberturas extensivas à cônjuges e filhos) é um fator relevante para evitar eventuais problemas trabalhistas. Reter os melhores profissionais oferecendo benefícios com grande valor agregado é outro ponto importante.
Segurança para o patrimônio contra imprevistos que possam prejudicar a continuidade do negócio, mantendo assim as condições necessárias para se honrar compromissos futuros, são apenas alguns dos benefícios de se possuir um bom seguro com uma empresa reconhecida no mercado.
Após estas entrevistas, partiremos para outra fase de igual importância, que será apresentar soluções personalizadas para que cada uma das empresas possa ter uma política de benefício adequada a suas necessidades e melhor controle sobre eventuais imprevistos.”
Além dos colegas de Seguros e Previdência, também vou convidar colegas de outras áreas para avaliar outras necessidades específicas não percebidas na fase inicial de diagnóstico geral destas empresas. Vou contar as impressões de cada um deles, pois afinal estas necessidades podem ser iguais às das empresas de leitores que acompanham o projeto.
Até a próxima!
Rogério Gurgel é Gerente Senior de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú-Unibanco.
Revista PEGN: Abrindo portas, janelas e muito mais
Julho 1st, 2009 by pegn

Até o presente momento, nós, da Saluton Idiomas, compramos quarenta e cinco revistas PEGN e presenteamos nossos amigos, parentes e parceiros, além daqueles com quem tentávamos, há um bom tempo, uma parceria.
Resultado? Inacreditável! Pessoas que há muito não víamos nos ligaram, amigos dos amigos nos cumprimentavam pelo Projeto, instituições que tínhamos tentado contato nos chamaram para reuniões… Firmamos já parceria com o CIESP Santos e com a Clínica de Estética e Fitness Life. Agora divulgamos a Saluton dentro da Clínica e nos seus eventos, voltados a um público diferenciado.
Entreguei a revista, pessoalmente, em audiência pública, nas mãos do Prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa, que amou a idéia da Imersão com City Tour Histórico Cultural e ofereceu todo o apoio da Prefeitura e da Secretaria de Turismo de Santos, através da secretária Wania Seixas.
Isso tudo é resultado de uma revista bem feita, respeitada e com foco, da inovação deste Projeto que agora nos avaliza como empresa inovadora. Percebo a força do programa televisivo da PEGN: sinto o respeito das pessoas pelo programa, até daquelas que não têm empresas e acham o programa informativo e interessante.
Este Projeto Extreme Makeover foi plantado em solo fértil: o solo do conhecimento e da informação, que são as maiores armas do Pequeno e Médio Empresário Brasileiro. Um solo em que “plantando tudo dá” e gera frutos. Quais? O do sucesso, pois aliado a tudo isto, do outro lado está a Saluton, com ânsia de crescer e se fazer conhecida por competência no serviço que presta.
Amigo pequeno e médio empresário, ache um tempo no seu dia para ler, aliás, estou lendo um livro que foi indicado na PEGN deste mês “A estratégia do oceano azul”: sensacional! A Revista já é leitura obrigatória no mês.
Também aconselho a delegar cada assunto a quem sabe. Por exemplo: se você possui uma papelaria, contrate empresas que entendem para lhe assessorar na compra e na instalação de computadores e programas. Lembre-se, você entende de papelaria, não de computadores e softwares. Encare isto como investimento e não como gasto. O retorno será mais do que garantido. Eu posso garantir!
Maria Claudia Abranches Salaro é empresária da Saluton Consultoria e Treinamento em Idiomas, em Santos, participante do Extreme Makeover 4.

21º ATO -Treinamento não é gasto
Junho 29th, 2009 by maggikrause
Sou apenas uma observadora e, nesta minha primeira viagem acompanhando o Extreme Makeover, impressiona o número de consultores e especialistas envolvidos no projeto. Só na planilha do Rogério Gurgel, do Itaú, já constam mais de 50 nomes.
Um consultor de TI, Helio Costa, da empresa FJH, que é parceira da Microsoft no case da Abreu Transportes, elaborou um extenso relatório de diagnóstico. Você poderá ler suas principais considerações na matéria que está saindo do forno, na edição de julho da PEGN, mas nem tudo estará lá. Por isso recupero aqui um ponto bem interessante e que vale para tudo, não apenas para tecnologia.
Helio Costa destrinchou toda uma argumentação que dizia mais ou menos assim:
Quando a tecnologia à disposição não está sob domínio dos usuários, os recursos acabam subutilizados.
Quem considera treinamento um “gasto” desnecessário, não leva em conta o fato de que uma pessoa treinada faz a mesma operação com maior rapidez, qualidade e segurança, o que indiretamente contribui em produtividade e melhor atendimento dos clientes.
Existe um equaçãozinha simples que surge em decorrência de bom treinamento:
Menos tempo para resolver as tarefas + Mais qualidade + Mais segurança - Menos retrabalho = Maior lucro
Uma verdade associada a esta equação é menor número de pessoas trabalhando ou de horas extras na empresa. Considerando que horas extras geram maior consumo de energia, maior consumo do recurso e, por consequência, sua menor vida útil, dá para imaginar que treinamento se reverte em economia de recursos (tanto tecnológicos, quanto humanos).
Por isso, treinamento não é “gasto”: é investimento, oportunidade, mola para produtividade e caminho para o lucro. E não é preciso ser uma grande empresa para entender direito essa equação e começar a separar a verba para o treinamento, não acha?
Maggi Krause é jornalista e editora de conteúdo do Extreme Makeover 4.


O que é preciso fazer para ser a pequena empresa do futuro?
Junho 26th, 2009 by fgodinho
Aqui vão algumas dicas:
Maior mobilidade da força de trabalho e menores barreiras de mercados: Com os avanços na tecnologia, as pequenas empresas não estão limitadas por fornecedores, força de trabalho, clientes ou condições econômicas locais.
Reduzir custos sendo mais ecológico: o IDC* menciona a tecnologia ecológica como a tecnologia de ponta para as pequenas empresas. As pequenas empresas estão muito interessadas em se tornarem ecológicas, principalmente para reduzir os custos de energia, mas também para desenvolver uma imagem de marca que seja atrativa para os clientes.

foto: Larrie Knights
Melhorar a experiência do cliente: É sempre o que diferencia as pequenas empresas; e proporcionar uma excelente experiência ao cliente se torna ainda mais essencial em tempos econômicos difíceis.
Adaptar-se às mudanças dos padrões do consumidor: A retração econômica mudou os hábitos de consumo dos clientes e as pequenas empresas deverão ser criativas e inovadoras para ter sucesso neste clima de incertezas econômicas.
*IDC, Regional SMB Update: Is Concern About the Economy Blunting the Appeal of New Technology?, Doc # 214169, setembro de 2008
Flávio Godinho é Gerente de Marketing para o mercado de Pequenas Empresas na Microsoft.

22º ATO -A importância de uma constante revisão de processos
Junho 24th, 2009 by pegn
A cada visita realizada, não só nas empresas beneficiadas pelo Projeto Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 4, mas em todas as empresas que já tive contato ao longo de minha carreira também como vendedor especialista de serviços bancários (Cash Management), fica nítido o entendimento de que empresas são organismos vivos e em constante mutação. E estas mudanças ocorrem naturalmente em função de alterações num determinado mercado, ou por força de ordem conjuntural regional ou global, ou ainda por uma necessidade pontual e, às vezes, imprevista. Por este motivo os processos administrativos e financeiros também precisam de revisões constantes, uma vez que sempre haverá uma oportunidade para um ajuste com impacto direto na eficiência dos resultados do empreendimento. Quando se usa alguém com uma visão externa, os resultados deste trabalho podem ser positivamente surpreendentes, por isso o Itaú-Unibanco disponibiliza no mercado financeiro seu time de especialistas, que agem como consultores de negócios em apoio à área comercial representada por nossas agências e plataformas.
No Extreme Makeover 4, para implantar as soluções de Cash Management na Saluton Idiomas, conto com o trabalho do especialista Daniel Baldin, na Abreu Logística e Transportes, com o Marcello Silva, e na Soliton Eletrônica, com a Andréa Mello. Estes meus colegas estarão comigo nas três empresas ao longo do projeto, implantando todas as novas rotinas, treinando funcionários, enfim, aprimorando os processos com base no diagnóstico que já realizamos. Na área de Produtos Ativos, o projeto está sob coordenação da Fernanda Bustamante, que conta com o especialista Cesar Bianchini que também já visitou os vencedores do Extreme e elaborou uma análise e um o plano para implementação de melhorias. Isso constará também na reportagem da próxima edição da PEGN, não percam!
Mas vale lembrar, se o empresário não pode contar com a ajuda de uma consultoria especializada, ele mesmo precisará em algum momento realizar o auto-diagnóstico. Dessa forma, poderá melhorar os processos para sua empresa, afinal, como disse, a empresa não é um ser estático parado no tempo e no espaço e precisa deste tipo de dedicação para que o empreendimento siga na rota do sucesso.
Com base neste pensamento, para ajudar a todos os empreendedores interessados em obter um diagnóstico para suas empresas, toda a equipe de parceiros ligada ao projeto está elaborando com muita dedicação o serviço de consultoria virtual. A partir de julho ele será disponibilizado para acesso pela internet, inicialmente para atender a todos aqueles que se inscreveram para participar desta 4ª edição do Extreme Makeover! Aguardem mais novidades sobre este assunto em breve!
Rogério Gurgel é Gerente Senior de Produtos Pessoa Jurídica do Banco Itaú-Unibanco.

Tecnologia e pessoas
Junho 23rd, 2009 by fgodinho
A tecnologia pode ajudar muito as empresas. Mas às vezes, se mal utilizada, a tecnologia pode também atrapalhar. E presencio exemplos disso diariamente. Outro dia mesmo estava em casa e precisei ligar para minha operadora de Internet, pois a conexão estava muito mais lenta do que de costume (aliás, convido a todos que façam o download do Internet Explorer 8 – ficou muito bom!).
Aí começou o suplício. Primeiro, tive que ouvir um atendimento eletrônico que me dava 9 opções… como nenhuma delas se encaixava perfeitamente com o problema que eu tinha, tive que ouvir todas e no final das contas me perdi. Quando me encontrei, fui requisitado, também por um atendente eletrônico, que usasse o teclado do telefone para digitar o meu CPF, por onde encontrariam o meu perfil. Logo após isso, depois de quase 5 minutos de atendimento totalmente eletrônico e frio, uma pessoa de verdade me atendeu e perguntou, utilizando o famoso gerundismo difundido pela classe dos telemarketeiros: “O Sr. poderia estar me informando o seu CPF?”. Aí me pergunto: por que cargas d’água me pediram pra digitar o CPF, se iriam pedir de novo???
Casos de mal uso de tecnologia como esse não são raros. Se vocês estão acompanhando o projeto e ligados para fazer um Extreme nas suas empresas, não se esqueçam que a tecnologia sozinha, sem pessoas capacitadas para manuseá-la, não criará relacionamentos com seus clientes. Os relacionamentos acontecem entre pessoas, tanto faz se estamos usando o Messenger, o email, uma carta ou um telefonema. Por isso, como gestores de seus negócios, a dica que dou é: capacitem seus funcionários. Assim, além de ganhar produtividade, sua empresa vai conseguir tirar todo o proveito que a tecnologia pode propiciar.
Flávio Godinho é Gerente de Marketing para o mercado de Pequenas Empresas na Microsoft

Fibra e determinação
Junho 22nd, 2009
“Equipamentos eu compro, em tecnologia eu invisto, o que eu não consigo comprar é o conhecimento”, com esta frase o empresário Eduardo de Abreu terminou de convencer a turma do Extreme Makeover 4 que deveria entrar na seleção final das empresas.
Acredite, ele já precisou contar e recontar a história de sua carreira várias vezes nessa primeira etapa do Extreme. Mas parece que, a cada vez que ele a repete (leia a matéria da edição de junho), está escrito na sua testa: SUPERAÇÃO e GARRA. Depois de abrir a primeira empresa durante um período de férias, junto com um sócio, só para atender à gigante da construção C&C, ele ficou alguns anos transportando para empresa quando recebeu duplo pontapé – a C&C encerrou o contrato e o sócio desistiu do ramo. Eduardo de Abreu resolveu recomeçar do zero e abriu outra empresa, a Abreu Transportes e Logística, agora participante do Extreme.

foto: Leonardo Rodrigues
Mas o que mais chama atenção na sua veia de empresário, além de não se deixar abater por reveses, é claro, são este 5 pontos:
1 – Ele tem VISÃO DO NEGÓCIO. Sabe o que falta e quais as dificuldades que precisa superar para crescer.
2 – Ele tem PLANOS de curto, médio e longo prazo. E, como já estava comprando um servidor e contratando um sistema de gerenciamento no começo do Extreme, não espera acontecer: corre atrás de suas metas!
3 – Ele quer treinar, desenvolver e MOTIVAR AS PESSOAS que trabalham em sua equipe, pois vê o trabalho como uma possibilidade de aprimoramento pessoal de cada um.
4 – Ele sabe que PROCEDIMENTOS e REGRAS podem ser chatas de implantar, mas são facilitadores das operações que ocorrem na empresa.
5 – Ele pensa SOLUÇÕES INOVADORAS para o mercado, como trabalhar com caminhões personalizados para cada cliente.
Esses ingredientes fazem acreditar que a Abreu Transportes e Logística tem pela frente uma história de sucesso. E dar ferramentas adequadas para que ela se concretize de forma organizada e planejada é o objetivo do Extreme. ‘A transformação é para agora!’, como diria o Eduardo.
Maggi Krause é jornalista e editora de conteúdo do Extreme Makeover 4.
Cuide do seu negócio, deixe a tecnologia para quem entende do assunto
Junho 18th, 2009
A maioria das pequenas empresas que visitamos no processo de seleção para esta edição do Extreme tinha alguma dificuldade para lidar com tecnologia. Nessas empresas, o custo para se ter uma pessoa que cuide somente da TI é proibitivo e esta função acaba ficando delegada a um amigo, primo, sobrinho que “manje” mais do assunto.
Mas é aí que mora o perigo. A falta de profissionais especialistas deixa brechas de segurança, exige investimentos em computadores e softwares que nem sempre são os mais adequados e o barato acaba saindo caro. Dizemos por aqui que um investimento bem feito, é um investimento feito apenas uma vez. Um investimento mal feito, é um investimento refeito.
Escolher os parceiros de negócio certos é um passo fundamental para o sucesso de todo empreendimento. A pequena empresa hoje conta com parceiros de tecnologia que podem ser a área de TI dela, de uma maneira terceirizada a um custo acessível. Um contrato de suporte com um parceiro desses, evita dores de cabeça com perda de arquivos, queda de sistemas importantes como email e internet e guia o pequeno empresário no investimento a ser realizado, seja na compra de um simples PC ou na instalação de um servidor.
A dica na escolha do seu parceiro de TI é a seguinte: busque referências. Pergunte ao parceiro seus casos de sucesso com clientes da mesma vertical sua (ou do mesmo tamanho), ligue para estes clientes e converse com eles, procure as especializações e certificações (geralmente dadas pelos grandes fabricantes de hardware e software) que esse parceiro possui.

Emerson, da Skylan, conversa com Norma, da Soliton, para entender o seu processo de trabalho.
No caso da Microsoft, ela possui uma comunidade de parceiros chamada de Parceiros Especialistas em Pequenas e Médias Empresas. São parceiros com uma especialização dada pela Microsoft, que garante que estes parceiros passaram por um treinamento das principais dores e necessidades de Tecnologia dessas pequenas empresas. No Extreme desse ano, cada uma das empresas selecionadas será atendida por um parceiro com esta especialização – A Soliton terá a Skylan, a Abreu Transportes terá a FJH, e a Saluton terá a Compubusiness.
Fiquem ligados no projeto e acompanhem as transformações!
Flávio Godinho é Gerente de Marketing para o mercado de Pequenas Empresas na Microsoft

23º -ATO -Como escolher um software de gestão

Quando o ERP não dá conta do recado, a solução é um sistema sob medida para as necessidades da empresa

Por Wilson Gotardello Filho
Ilustração: Marcello Berriel

Muitos empreendedores gastam uma fortuna em sofisticados sistemas de gestão que prometem integrar a administração e a produção da empresa por completo, mas, na hora do vamos ver, percebem que o software não funciona como o esperado. O chamado ERP (Enterprise Resources Planning) não é mesmo a solução milagrosa para todos os negócios. Às vezes, são necessários programas específicos, que dão conta das peculiaridades de uma área da companhia ou do setor de atuação. O consultor Roldo Goi, sócio diretor da Consultoria Brief, faz as seguintes observações:
>>> Os produtos disponíveis no mercado têm pouca flexibilidade
>>> Uma combinação de softwares é uma alternativa para conseguir a integração plena dos processos
>>> Dependendo do caso, é mais útil um sistema focado no setor do que um ERP tradicional
>>> Para setores que não contam com softwares especializados, a saída é utilizar um ERP tradicional e desenvolver em paralelo aplicativos para o próprio negócio - ou customizar o software de ERP para integrar as atividades financeira e de produção
>>> Ter uma infra estrutura adequada é fundamental para que o desempenho dos softwares alcance as expectativas. Muitas vezes, os empresários investem uma quantia razoável em aplicativos, mas fazem questão de economizar nos servidores. Não dá certo
MAIS PRODUTIVAS
Leia a seguir como três empresas melhoraram seu sistema de gestão investindo em sistemas especializados
GRÁFICA
O empreendedor Reinaldo Espinosa, proprietário da RWA Artes Gráficas, utilizou durante dois anos um tradicional software de ERP (Enterprise Resources Planning), sistema integrado de gestão de produção. As lembranças do período não são nada agradáveis. "Quebramos a cara. Era muito sofisticado", diz. A empresa enfrentou dificuldades principalmente para controlar a produção e elaborar o plano de orçamento, pois o sistema não se adaptava às peculiaridades do setor. Espinosa optou então por trocar o ERP por um software de gestão específico para gráficas. E não se arrepende. "Os processos ficaram mais ágeis e a produtividade cresceu", afirma. A velocidade de impressão, por exemplo, aumentou em 50%. Se antes a RWA fazia 8 mil impressões por hora, hoje, em algumas máquinas, chega a 12 mil.

CONTABILIDADE
Todo final de ano, o volume de trabalho nos escritórios de contabilidade aumenta consideravelmente. A relação anual de informações sociais (RAIS), a guia de informação para apuração de ICMS (GIA), entre outros tributos sazonais, transformam a rotina dos contabilistas. A atualização dos sistemas que calculam essas taxas tirava o sono do empresário Antônio Carlos Santiago, do S&C Serviços Contábeis. "Muitas vezes pode ocorrer uma mudança de última hora na legislação e não conseguimos atualizar o sistema", diz. Para evitar esse tipo de problema, Santiago utiliza um software de gestão específico para a área contábil que integra a folha de pagamento e o controle de contas e de tributos. Mas softwares contábeis não devem ser substitutos dos sistemas de gestão. "Eles controlam apenas a parte financeira. Não são ideais para quem precisa de controle de produção", diz o consultor Roldo Goi.
RECURSOS HUMANOS
No início do ano passado, a Lock Engenharia desistiu de manter o departamento de Recursos Humanos (RH) terceirizado. Até então, toda a área de RH da empresa era administrada por uma prestadora de serviço. Diana Nunes, gerente administrativa da construtora, estava insatisfeita com a verba despendida para a impressão de holerites e com a impossibilidade de gerar folhas de pagamento por centro de custo. Hoje, os 150 funcionários não recebem mais seus comprovantes em papel. Em julho de 2008, foi implantado um sistema para gerenciar a área de RH. Quase um ano após a iniciativa, Diana afirma que o investimento de R$ 45 mil já foi recuperado só com o cancelamento do contrato de terceirização e com as economias relativas a desperdício de papel. O consultor Roldo Goi diz que os sistemas de ERP são limitados nas aplicações para a área de RH e que, normalmente, é preciso utilizar um software específico, como fez a Lock Engenharia.



Inovar para se adaptar à dinâmica do mercado

Da Agência Sebrae de Notícias

A CPF Comercial de Parafusos passou de distribuidora para fabricante de parafusos há cinco anos, em Aracaju (SE). A evolução veio porque a empresa queria sobreviver no mercado. “Trabalhávamos com grandes empresas, como a Petrobras e a Vale, que passaram a usar o comércio eletrônico para comprar. Então, começamos a competir com nossos próprios fornecedores e vimos que nosso preço não era competitivo”, lembra Marcelo Marinho, dono da CPF.
A solução para o empresário foi uma inovação radical: transformar seu comércio também em indústria. A segunda coisa a ser feita foi oferecer um produto diferenciado. “Tivemos consultorias de engenheiros químicos e mecânicos, que fizeram também a parte de programa de alavancagem tecnológica pelo Sebrae. Hoje, nosso material tem o certificado ISO 9001 e mostra que o material da gente é muito bom.”
Com essas mudanças, as vendas da indústria e comércio de parafusos cresceram 70%. A conquista do ISO 9001 contribuiu para a CPF consolidar sua clientela. “A Petrobras exigue comprovação de qualificação técnica para a compra deste tipo de produto. Então, é preciso ter certificação. Além disso, ela faz auditoria nas empresas de quem compra e checa se o sistema de qualidade é o suficiente. Fora de São Paulo, o nosso negócio é um dos poucos que tem essa autorização de fornecimento.”
A certificação também se mostrou importante na hora de enfrentar os concorrentes. Os chineses invadiram o mercado de parafusos mas o seu produto não tem nenhum certificado de qualidade. “Com esse diferencial (ISO 9001), os clientes têm correspondido e nossas vendas aumentaram.”



Um mercado em expansão

Por Wilson Gotardello Filho
Ilustração: Marcello Berriel

Produtos específicos e intuitivos vêm conquistando espaço


O mercado de ERP é dominado por gigantes como SAP, Oracle e Totvs. Mas existem brechas para empresas de pequeno e médio portes. Com flexibilidade e criatividade, companhias como Apdata, Contmatic, Operacional Têxtil e Metrics têm se destacado em softwares de gestão. O forte delas é desenvolver sistemas específicos ou customizados. "Nesse mercado, existem poucas opções. Ou você cria um ERP genérico ou é uma empresa especializada", diz Osmar Barbosa, diretor geral e fundador da Metrics, desenvolvedora de software de gestão para gráficas. No ano passado, a Metrics cresceu 25% e faturou R$ 15 milhões. Para 2009, a previsão é aumentar as vendas em 10%.
Manoel Rocha, sócio e fundador da Apdata, diz que a rigidez dos softwares tradicionais abriu oportunidades. "Toda empresa que tem só o ERP é deficiente na área de RH", afirma. Hoje, o principal produto da Apdata é o Global Antares, software específico para gestão de RH. Em 2008, a empresa registrou faturamento de R$ 16 milhões, ante R$ 12 milhões do ano anterior. Neste ano, a meta é alcançar R$ 20 milhões. Mas, para conquistar espaço, é preciso criar um sistema simples e intuitivo. "O software não pode dar problema e precisa ser autoexplicativo", diz Sérgio Contente, da Contmatic, que faz sistemas para escritórios de contabilidade e projeta crescimento de 10% neste ano.
Roberto Krieck, sócio da Operacional Têxtil, começou a carreira no setor de tecidos como técnico das fabricantes Teka Tecelagem e Maju Indústria. Depois de nove anos trabalhando nas fábricas, em 1988 Krieck percebeu que as empresas do setor necessitavam de informatização para aumentar a produtividade. Foi então que ele desenvolveu um software para a área de tinturaria que, mais tarde, daria origem ao Sistema de Gestão Têxtil (SGT). Mira certeira. Em 2009, a empresa deve crescer 8%.


Empresas conseguem inovar fazendo parcerias

Da Agência Sebrae de Notícias

No interior de Minas Gerais, a Associação Mineira de Produtores de Bucha Vegetal conseguiu inovar com o apoio da prefeitura de Bonfim, do Senai e do Sebrae. O resultado foi mais tecnologia, máquinas novas e produção em nível industrial.
De acordo com Maurílio de Souza, membro da associação, “a compra da máquina de bater e lavar bucha só foi possível porque o Sebrae e o Senai ajudaram.” Antes, uma pessoa passava o dia inteiro dentro do rio para bater e lavar 20 dúzias de buchas. O equipamento faz o mesmo em 20 minutos.
A partir daí outras inovações foram conquistadas. Os produtores de Bonfim entregam bucha em pedaços ou artesanais para banho, produtos com qualidade e preços competitivos. A produção e a qualidade aumentaram com a orientação da Emater. A prefeitura conseguiu recursos com o Pronaf e investiu em tratores, cedidos para o plantio das buchas vegetais. Além disso, os associados padronizaram e agregaram valor ao produto.
O Sebrae também capacitou os produtores em vendas. “A entidade montou um curso de técnica de vendas. Não gastamos nem três dias para fechar 52 turmas. A partir daí, montamos vários grupos dentro da associação: os núcleos de produção de bucha de banho; de papel artesanal; de artesanato e bucha vegetal; e produtor”, conta a secretária da associação, Denilda Maria de Oliveira, mais conhecida como Branca.
Ouça o programa do dia 8 de julho e saiba como inovar com apoio de parceiros.
Consultoria gratuita ajuda empresa a crescer

Da Agência Sebrae de Notícias

Os agentes locais de inovação são consultores do Sebrae que procuram os empresários para diagnosticar os negócios e torná-los inovadores. A consultoria é gratuita e o trabalho não se limita a uma visita. Os agentes acompanham os empresários em todo processo de inovação.
No Distrito Federal (DF), o Supermecado Kelly, de Eurico Martins Chaves, recebeu a visita do Sebrae, e as coisas mudaram. “Mostrei para eles minha empresa toda. Mudamos tudo, e agora, graças a Deus, está beleza.” O negócio fica na cidade satélite Ceilândia, a 20 minutos de Brasília.
Segundo o coordenador do programa no DF, Ricardo Moreira Gomes, “com a visita, o consultor consegue identificar os pontos fortes e os fracos das empresas e aí é feito um parecer, no qual o empresário tem a clareza de onde ele tem que melhorar, quais são os pontos dentro da sua empresa que merecem cuidados.”
Depois da visita de um agente da inovação, Eurico Martins trocou o piso para cerâmica e granito. Ele também padronizou os caixas e as gôndolas e comprou computadores e monitores LCD. Fez uma bela fachada e investiu em equipamentos novos para o açougue.
A missão dos agentes coordenados por Gomes vai muito além das mudanças físicas. Os consultores podem propor mudanças na identidade visual dessas empresas; no layout para tornar as atividades mais agradáveis ao cliente final; e na gestão para que o negócio tenha condição de investir e, assim, mudar de patamar dentro do seu mercado.
“Os empresários começam a estar mais atentos ao que que é de fato inovação. Além disso, quebramos o paradigma de que inovação é caro, pois às vezes sugerimos coisas fáceis de serem implementadas e que trazem um resultado significativo pro micro e pequeno empresário”, diz Gomes.
O negócio de Martins aumentou as vendas com a inovação e pagou os investimentos que fez. “Vale a pena inovar, mudou demais minha empresa. Eu tinha em torno de 15 funcionários, hoje tenho 36, e talvez contrate mais”, comemora.
Bancos aceleram redução de juros para empresas

Do Valor Econômico

Ao contrário da agressividade mostrada pelos bancos nos últimos meses nas linhas para pessoas físicas, as instituições ainda estão cautelosas na concessão de crédito para empresas. A justificativa é a inadimplência, que não para de subir nas carteiras de pequenas e médias.
Apesar disso, os bancos derrubaram as taxas de juros desde o início do ano, seguindo a redução no custo do dinheiro e também, de acordo com as próprias instituições, já esperando por uma melhora da economia no segundo semestre. Citibank. O Banco do Brasil vem logo em seguida, com 1,62% ao mês, na frente do Safra (1,71%) e do ABC Brasil (1,85%).
A maior redução foi feita pelo Votorantim, que baixou os juros de 4,97% para 1,96% ao mês. O HSBC retirou 1,51 ponto percentual da taxa, que caiu para 2,69% ao mês, de acordo com dados divulgados pelos próprios bancos e apresentados no site do Banco Central.
Na modalidade de desconto de duplicata também houve melhora nas condições oferecidas aos clientes. Em média, a taxa prefixada recuou de 3,2%, para 2,5% ao mês. A maior redução foi do Banco Safra, que saiu de 4,17% para 2,55% ao mês. O Fibra trouxe os juros de 2,71% para 1,50% ao mês. Citibank (1,4%) e ABC Brasil (1,42%) aparecem na frente.
Os empréstimos prefixados são os mais usadas por empresas de pequeno porte, seja para financiar o giro, seja para descontar recebíveis. As menores companhias foram justamente as mais afetadas pela escassez de crédito. Nos nichos de médias e grandes empresas, a situação já está praticamente normalizada. Aos poucos as instituições financeiras começam a sentir a volta da demanda por novos recursos também das pequenas e esperam uma expansão da carteira da ordem de 15% em 2009.
De acordo com José Paiva Ferreira, vice-presidente sênior do Grupo Santander Brasil, o segmento de pequenas empresas foi muito impactado pela crise por conta da redução do consumo e a consequente queda no faturamento das companhias.
"Um ponto importante a destacar é que os bancos de maneira geral continuaram a oferecer crédito. A demanda é que diminui bastante", disse. Ele lembra que os bancos estavam bastante atuantes nesse nicho, já que antes da crise, enquanto o crédito apresentava expansão anual de 20%, a carteira de pequenas e médias tinha uma expansão na casa dos 50% ao ano.
A expectativa é mais positiva para o segundo semestre, mas o ritmo da concessão para empresas ainda é inferior as liberações para o consumo. "Hoje, o crédito para pequenas empresas está no mesmo patamar das outras linhas para empresas e um pouco inferior à pessoa física", completa Ferreira.
Em meio à crise, as modalidades que sofreram maiores cortes foram as chamadas linhas "clean", que não contam com garantia real. À medida que as instituições financeiras retomam a confiança para conceder empréstimos, um das saídas encontradas foi ampliar a oferta de desconto de recebíveis. O HSBC é um dos bancos que esperam ganhar mercado no segmento de pequenas empresas usando essa estratégia. "O foco nos últimos meses tem sido atuar mais fortemente com recebíveis e oferecer essa opção aos clientes", afirma Rodrigo Caramez, diretor do HSBC.
Nesse tipo de operação, as empresas oferecem seus recebimentos futuros e os bancos adiantam recursos para o giro do negócio. Como há uma garantia real, os recebimentos futuros, as taxas cobradas são bastante inferiores ao crédito "clean".
Caramez conta que no desconto de pagamentos com cartão de crédito, a alavancagem antes da crise chegava a até seis vezes o faturamento da companhia. Com os problemas da economia, essa alavancagem recuou para, no máximo, 1,5 vezes. "Nós queremos voltar a atuar com alavancagens de quatro vezes para pequenas empresas e de até seis vezes para médias", disse.


Consumidores pretendem comprar mais pela internet

Do Valor OnLine

Os consumidores pretendem comprar mais pela internet no terceiro trimestre. Segundo a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra na Internet, divulgada hoje divulgada hoje pela Fundação Instituto de Administração (FIA), 86,1% dos entrevistados afirmaram ter a intenção de consumir nas lojas eletrônicas.
No mesmo período do ano passado, este percentual foi de 83,5% e, em 2007, ficou em 85,4%. "A tendência é de crescimento. Cada vez mais produtos são procurados na internet", afirma Cláudio Felisoni, coordenador do Programa de Administração do Varejo da FIA (Provar).
A pesquisa englobou 5.295 internautas com residência na cidade de São Paulo e mostrou que, das dez categorias de produtos de varejo pesquisadas, sete apresentaram crescimento das intenções de compra pela internet.
O destaque, neste sentido, vai para a linha branca. Para o período de julho a setembro, 19,4% dos entrevistados afirmaram ter a pretensão de comprar algum produto desta categoria, sendo que no mesmo período do ano anterior esta parcela era de 13,9%. No segmento de telefonia e celulares, a intenção de compra atingiu 24,1% dos pesquisados, ante 20% em 2008.
Na análise por loja virtual, a preferida de 29,7% dos entrevistados para o setor de viagem e turismo é a CVC, enquanto para livros, revistas, CDs e DVDs, 28,5% preferem Saraiva. Também foram citadas pelos entrevistados Sack's, Submarino, Americanas e Pernambucanas.

Twitter: ferramenta mostra aceitação de marcas

Da redação



Site TweetFeel: Enquanto esta nota foi escrita, a palavra 'chocolate' teve 109 comentários positivos no Twitter, totalizando 85% de aceitação
Nesta segunda-feira (13), foi oficialmente lançado o TweetFeel, uma ferramenta virtual que mede, no Twitter, o sentimento das pessoas sobre diversos assuntos, como marcas, celebridades e termos genéricos.
Desenvolvido pela empresa americana Conversition, especializada em pesquisas de marketing e comunicação na internet, o site funciona com algoritmos que localizam as palavras “odeio”, “amo”, “adoro” e outras similares associadas ao termo de busca, fazendo uma contagem instantânea do que está sendo twittado em tempo real. Sendo assim, ao digitar o nome de uma empresa, o internauta fica sabendo se estão falando bem ou mal de determinada marca.
Apesar da baixa margem de erro do resultado, a empresa criadora alerta que o TweetFeel ainda comete alguns erros de apuração. Por exemplo, o tweet “se odiei Borat, por que haveria de gostar de Bruno?” é considerado positivo para o termo “Bruno”, uma vez que “gostar” está próximo do título do segundo filme. Outro problema é que a medição ainda é restrita às mensagens twittadas em inglês.
Empresas contratam estudantes para “twittar”

Da redação

As empresas já perceberam que estar nas redes sociais pode aumentar as vendas e difundir a marca para um grande público. E para aumentar a presença desses negócios na internet, as empresas estão contratando jovens estudantes que atualizam as páginas das companhias no Twitter – um serviço de microblog que permite escrever frases de até 140 caracteres. A escolha pelos jovens é simples: eles estão super familiarizados com a internet e o Twitter.



A Pizza Hut, por exemplo, contratou estudantes que ficam o dia inteiro escrevendo sobre a empresa no Twitter, falando principalmente das promoções. Os estagiários também respondem a dúvidas dos internautas em tempo real. "Tento publicar 10 notícias por dia", afirma a estudante Alexa Robinson, de 22 anos, estagiária da Pizza Hut no Reino Unido.
Com esse trabalho, em poucas semanas o número de seguidores da Pizza Hut passou de 3 mil para 13 mil no Twitter. “A mídia social é importante por causa da rapidez de comunicação”, disse Chris Fuller, diretor de marketing da Pizza Hut, ao Mail Online. “Rapidamente nós descobrimos o que os clientes gostam e o que eles não gostam.”
As mensagens respondidas pelos estagiários no Twitter não passam por nenhum supervisor, o que pode ser um risco para as empresas já que tais respostas são vistas pelos clientes como sendo oficiais por parte da empresa. Para evitar problemas, é importante deixar bem claro para os estudantes que o Twitter das empresas não deve ser usado como o Twitter pessoal dos estagiários.
Na Pequenas Empresas
A Pequenas Empresas & Grandes Negócios também tem seu Twitter, criado, aliás, por nossa estagiária Juliana Belda. Em poucos meses, passamos dos 1.600 seguidores. Faça parte dessa comunidade!



Saiba como se proteger de golpes no Twitter

Do G1

O aumento da popularidade do Twitter tem atraído cada vez mais usuários para a rede social. Até mesmo apresentadores de TV, atores e outros artistas estão fazendo uso do serviço para divulgar suas atividades, trabalhos e ideias. Como sempre, a popularidade em sites web é acompanhada de problemas – nesse caso, ataques de criminosos virtuais.
Criminosos podem criar usuários fantasmas ou "robôs" (“bots”) no Twitter para enviar mensagens automatizadas. Eles podem, inclusive, "seguir" seu perfil como uma maneira de convidá-lo a seguir o perfil falso, o que fará com que você receba, mais tarde, as mensagens contendo links para páginas maliciosas ou mesmo propagandas.
O uso massivo de robôs e mensagens automáticas também já foi usado para envenenar os assuntos populares, ou "Trending topics".
Dica: Preste atenção no nome dos usuários – os dos robôs são geralmente bem genéricos, contendo algum nome simples e um número. Visite os perfis individuais nos resultados de pesquisas. Perfis maliciosos normalmente têm poucas mensagens e todas estão relacionadas ao golpe. Isso não é regra, mas é uma característica a ser observada que poderá facilmente identificar vários robôs.
Analise o perfil, não a pessoa
Não importa se é uma mensagem simples, direta ou uma "@resposta": qualquer uma delas pode conter um vírus ou link para uma página falsa. Mesmo que ela venha de um conhecido seu, ele ainda pode ter sido infectado, ou mesmo ter caído no mesmo golpe que agora está sendo repassado a você.
Os próprios vírus podem enviar mensagens pelo Twitter em nome dos usuários infectados. É o que já está fazendo algumas variantes da praga conhecida como 'Koobface'.
Na semana passada, um golpe enviava links para o site "twitter.tk", onde uma página clonada do Twitter roubava as credencias de acesso nela digitadas. O perfil roubado era usado para enviar várias mensagens diretas aos seus contatos, disseminando o mesmo link.
Embora nenhum vírus tenha sido propagado até agora, é bem provável que, em um momento oportuno, os criminosos irão usar todos os usuários e senhas roubados para enviar links para pragas digitais.
Dica: as mensagens partem do perfil, e não, necessariamente, da pessoa por ele representado. Por isso, podem ser falsas e até maliciosas, mesmo quando você conhece a pessoa. Não confie em tudo que circula no Twitter.
Brechas em serviços que interagem com o Twitter
Jogos, serviços diversos, links para imagens – há uma infinidade de serviços que interagem com o Twitter, e novos estão sendo criados toda semana. Eles podem criar alguma nova funcionalidade, ou concorrer com uma já existente.
Esses serviços podem conter falhas de segurança diversas. Este mês de julho é o "mês de falhas do Twitter". O especialista em segurança Aviv Raff está divulgando diariamente vulnerabilidades em serviços que trocam informações com o Twitter para alertar os responsáveis por esse tipo de site a respeito dos cuidados de segurança necessários.
Não há muito que se possa fazer a respeito, mas é preciso ter conhecimento que mesmo esses sites podem comprometer sua conta no Twitter e permitir que um criminoso a utilize de forma maliciosa.
Dica: você deve tomar cuidado com seu usuário e senha. Embora o Twitter não armazene nenhuma informação de valor – exceto pelo seu número de celular –, seu perfil ainda pode ser usado para disseminar pragas digitais que roubarão senhas de banco, por exemplo. Um site que interage com o Twitter pode usar seu nome de usuário e senha de uma maneira que você pode não gostar. Fique atento à reputação dos serviços antes de utilizá-los.




Certificação de qualidade valoriza o produto

Da Agência Sebrae de Notícias

A certificação pode ser uma tremenda inovação no marketing de quem vende alimentos. Em Santa Catarina, Leonardo Cabral é pioneiro na comprovação da qualidade de produtos alimentícios. Em 1998, seu restaurante já exibia o atestado do Programa Alimento Seguro, do Sebrae. “A certificação é o caminho para agregar valor e provar para o cliente que o negócio acontece dentro de padrões”, diz o maio produtor de ostras do Brasil.
O empresário é dono da Fazenda Marinha Freguesia. Em 2007, o Sebrae e a Universidade Federal de Santa Catarina convidaram o produtor para certificar a ostra que produzia. Cabral topou e conquistou com isso mais do que esperado. O certificado de qualidade lhe rendeu divulgação. “Somos os primeiros produtores a conseguir o selo de certificação em nível nacional”, comemora.
Certificado de qualidade
A certificação é um atestado de qualidade, e não é fácil conquistá-la. É preciso planejamento, recursos e tempo. Há exigências para obter o selo. No caso das ostras, Leonardo Cabral teve que adequar-se aos padrões do selo. Isso significou mudanças na área de cultivo, na qualidade da água, no destino do lixo e registro dos trabalhadores. As adaptações levaram mais de um ano para serem concluídas.
“Seguimos um caderno de normas com aproximadamente 50 questões. Se não cumpríssemos todas as etapas, não conseguiríamos a certificação. O material já estava com os itens classificados, isso me deu tempo e diluiu meu custo, ou seja, facilitou o processo de certificação”, lembra o empresário.
Com as adequações, a fazenda marinha recebeu o Certificado de Qualidade das Ostras da Grande Florianópolis. O selo se tornou um diferencial nas vendas, ou seja, Leonardo Cabral também inovou no marketing.

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24º ATO- De Comercial Pyramon
paracomercialpyramon@gmail.com
data 15 de julho de 2009 00:42
assuntoDetalhes de Conta para ana maria rosa em 2007-2009© - Comercial Pyramon
enviado porcomercialpyramon.com.br
ocultar detalhes 00:42 (7 horas atrás) Responder
Olá Comercial Pyramon,
Um novo usuário se registrou em 2007-2009© - Comercial Pyramon.
Este e-mail contém seus detalhes:
Nome - ana maria rosa
e-mail - arqanar@globo.com
Nome de usuário - arqanar@globo.com



25º-ATO-CARTA ÀOS CLIENTES
Agradecemos Seu Contato e interesse com a COMERCIAL PYRAMON.
É com muita satisfação que lhe enviamos as Boas Vindas e deixamos à disposição nosso endereço na Internet – www.comercialpyramon.com.br – para consulta de diversas outras informações a respeito dos produtos e serviços, bem como downloads de materiais técnicos , quando for o caso. Reafirmamos o compromisso de garantir que o seu relacionamento com a COMERCIAL PYRAMON exceda suas expectativas e estamos sempre à sua disposição tendo o prazer e o orgulho de lhe atender, seja para prestar algum esclarecimento e orientação ou para apresentar nossos produtos e soluções, com lançamentos que se destacam por sua tecnologia, estética arrojada, segurança,simplicidade e tendências contemporâneas.
Atenciosamente,
Jose Carlos Brasil
Serviço de Atendimento ao Consumidor
Tel + 55-21-3274 1694 / 7875 2638
comercialpyramon@gmail.com




26º- ATO -Microsoft Office Business Scorecard Manager 2005
Otimizando o desempenho e a tomada de decisão estratégica da empresa
Inteligência comercial para a empresa voltada para o desempenho
Para se obter o desempenho ideal, é preciso que as ações de uma empresa estejam alinhadas às suas metas estratégicas. Sem ferramentas que ajudem a articular a estratégia e aplicá-la em cascata a todos os níveis da organização, poderá haver uma desconexão entre a estratégia definida no nível executivo e as atividades diárias executadas pelos funcionários. Para que as metas e os objetivos produzam resultados, as organizações precisam de uma solução que oriente e aprimore a tomada de decisão da direção estratégica do CEO e da gerência executiva até a gerência de nível médio e os funcionários da linha de frente.

As soluções abrangentes de inteligência comercial da Microsoft oferecem uma distribuição ampla da inteligência através do Microsoft Office. Essas soluções flexíveis e de nível empresarial ajudam a alinhar ações à estratégia comercial fornecendo:

Visibilidade em relação às tendências comerciais e às métricas de desempenho.
Melhor capacidade de resposta em relação a problemas ou oportunidades comerciais.
Controle do desempenho em relação aos objetivos.
Relatórios e análises robustos usando dados contextuais estruturados ou não.
Acesso aos dados da empresa a qualquer momento e em qualquer lugar.

O que é o Microsoft Office Business Scorecard Manager?
O Business Scorecard Manager é um aplicativo abrangente de painel e scorecard que oferece aos funcionários uma visão contextual profunda dos motivadores comerciais. As informações são fornecidas em um ambiente de colaboração para obter gerenciamento e ação comercial eficientes na organização com foco no desempenho.

Um produto do Microsoft Office, o Business Scorecard Manager prepara os funcionários para criar, gerenciar e usar seus próprios scorecards, relatórios e recursos visuais usando ferramentas conhecidas. Com essas ferramentas, os funcionários podem analisar as relações entre os KPIs (indicadores-chave de desempenho) e os objetivos comerciais tangíveis.

Figura 1 - Personalize facilmente a exibição por função.




Articular, monitorar, analisar, colaborar e agir
Uma solução baseada na Web, o Business Scorecard Manager oferece às organizações um ambiente econômico no qual podem articular metas, prioridades e estratégias, monitorar a atividade comercial através de métricas de desempenho, identificar e analisar problemas, bem como colaborar e agir com inteligência comercial.

Articular: definir claramente uma estratégia comercial usando scorecards, identificar e mapear KPIs e aproveitar a inteligência comercial existente oculta em outros sistemas.
Monitorar: monitorar facilmente o desempenho comercial e os KPIs com exibições detalhadas de desempenho e responsabilidades, exibições personalizadas de scorecards e notificação personalizada das mudanças de status.
Analisar: obter informações sobre motivadores comerciais e executar análise de grupo usando análise comercial contextual e detalhada proveniente de relatórios, gráficos e planilhas, bem como de dados contextuais não estruturados.
Colaborar e agir: compartilhar estratégias, habilitar a análise de grupo colaborativa, atribuir e monitorar tarefas e colocar as idéias em ação para melhorar o desempenho comercial e realizar os planos estratégicos.




Os benefícios do Business Scorecard Manager
O Business Scorecard Manager fornece as ferramentas e a plataforma para uma estratégia prática, de baixo risco e completa de scorecard de BPM (gerenciamento de desempenho comercial) para obter resultados rápidos e de alto impacto. Para alinhar ações à estratégia comercial, o Business Scorecard Manager ajuda a preparar funcionários, processos e sistemas para compreender os motivadores comerciais, criar soluções e executar planos compartilhados.

Defina e melhore o desempenho comercial: compreenda os motivadores, os desafios e as oportunidades da organização usando scorecards e KPIs
Melhore a tomada de decisão: use um ambiente de colaboração para analisar dados dentro do contexto, formular estratégias e executar os planos estratégicos.
Faça do scorecard uma parte integrante de todas as atividades comerciais: prepare os usuários finais para criar, gerenciar e utilizar scorecards usando aplicativos conhecidos e fáceis de usar, como as tecnologias do Office e do Microsoft SharePoint® .
Economize tempo e dinheiro: aproveite as habilidades, a tecnologia e os investimentos existentes para economizar tempo e dinheiro a um baixo risco.

Fornecendo informações sobre o desempenho comercial às funções críticas da organização
A inteligência comercial tem um profundo impacto no desempenho comercial bem-sucedido, pois fornece à organização as informações estratégicas e operacionais necessárias. O Business Scorecard Manager pode ajudar a fornecer esses benefícios aos grupos críticos para os negócios de sua organização, incluindo:

Financeiro: facilite a conformidade com normas em constante mudança e distribua dados de conformidade dentro e fora de uma organização com rapidez e eficiência.
Recursos humanos: desenvolva uma equipe de trabalho capaz de obter os objetivos corporativos e, ao mesmo tempo, aumentar a satisfação e a retenção de funcionários.
Marketing: cumpra as metas de desempenho com um gerenciamento de campanhas mais eficiente através do controle do impacto de marketing em relação aos objetivos corporativos.
Operações: melhore a monitoração da atividade comercial para otimizar a eficiência operacional.
Pesquisa e desenvolvimento: monitore o status e os riscos do projeto com recursos robustos de gerenciamento de portfólio.
Vendas: melhore os esforços de CRM com informações mais precisas quanto ao canal de vendas, à satisfação e à retenção de clientes, bem como à saúde geral das contas.
Todos os grupos: alinhe ações à estratégia usando informações em tempo real sobre mudanças nos negócios.

Atendendo às necessidades de um número maior de setores
O Business Scorecard Manager tem capacidade e flexibilidade para resolver problemas comerciais críticos em vários setores, incluindo:

Comunicações: melhore o atendimento ao cliente e aumente a retenção de clientes.
Serviços financeiros: reduza os custos das transações e responda de forma mais rápida às novas oportunidades.
Saúde: aumente a segurança do paciente e melhore a eficiência dos serviços de saúde.
Governo: melhore o fluxo de informações entre agências e constituintes.
Manufatura: otimize o alinhamento dos processos de manufatura e dos objetivos estratégicos.

Varejo: controle as mudanças nas tendências do mercado e na preferência do consumidor em tempo real.
Principais recursos
O Business Scorecard Manager oferece um ambiente de desenvolvimento flexível com funcionalidade abrangente e pronta para usar na definição e criação de scorecards. Seus recursos facilitam a visualização de estratégias, o drill down de relatórios para ver níveis inferiores de detalhes do scorecard ou a personalização usando os Serviços da Web.

Visão contextual profunda: combine os recursos avançados de drill down, os scorecards personalizados, os relatórios e as ferramentas de análise do Business Scorecard Manager com dados não estruturados, como documentos, planilhas e sites, para colocar os dados comerciais no contexto dos KPIs.
Análise de grupo colaborativa: use o Business Scorecard Manager com as tecnologias do SharePoint, a plataforma de colaboração da Microsoft (mensagens instantâneas, Live Meeting) e o Microsoft Office, incluindo o Outlook, para colaborar facilmente entre equipes e linhas de negócios.
Capacitação do usuário final: usando ferramentas conhecidas e fáceis de usar, como o Office e as tecnologias do SharePoint, os funcionários podem gerenciar suas próprias métricas de desempenho para obter resultados melhores e um maior comprometimento.
Plataforma escalonável: amplie-a e personalize-a com serviços da Web e tecnologias do SharePoint. Use-a com aplicativos de linha de negócios e fontes de dados usando a inteligência comercial do Microsoft SQL Server™ 2000/2005. Estenda-a aos aplicativos de BPM, como de planejamento e previsão de orçamentos.

Requisitos do sistema

O Business Scorecard Manager é baseado nos seguintes produtos e tecnologias da Microsoft:
Microsoft Windows Server® 2003
SQL Server 2005 ou SQL Server 2000 com o service pack mais recente
SharePoint Portal Server 2003 ou Windows SharePoint Services
Microsoft Office Web Components 2003

Por que a Microsoft?
O Business Scorecard Manager faz parte da oferta abrangente de inteligência comercial da Microsoft com suporte à toda a organização. É uma família de produtos completa que interage perfeitamente com o Microsoft Office e fornece informações fáceis de usar diretamente no local em que as pessoas trabalham, colaboram e tomam decisões. A inteligência comercial da Microsoft atende às necessidades fundamentais da empresa e tem a melhor relação custo-benefício para tornar viável financeiramente a implantação em toda a empresa.

Saiba mais sobre o Business Scorecard Manager em http://www.microsoft.com/office/BSM. Para obter mais informações sobre inteligência comercial da Microsoft, visite http://www.microsoft.com/office/BI.

Eles podem tornar o melhor dos dias em um pesadelo. Eles podem ser antagônicos, enervantes e às vezes simplesmente assustadores. Quem são eles? Eles são o cliente ou consumidor insatisfeito, eles não estão contentes com o seu serviço ou produto.

Com a crescente popularidade das redes sociais, até mesmo um único cliente pode publicar no seu blog ou no “Twitter” algo que pode provocar um profundo impacto nos seus negócios. Então, para poder assegurar e aumentar os seus negócios, você precisa de uma estratégia para lidar com o problema da insatisfação. Aqui está o que você pode fazer para transformar um cliente insatisfeito em um satisfeito.

Compreenda o problema
A comunicação é o segredo aqui. Descubra qual é o problema e o que deu errado. Problemas técnicos podem ser simples e problemas pessoais muito mais complicados. Um cliente aborrecido pode deixar todo mundo na defensiva, por isso, certifique-se de que a solução não seja encontrar culpados, mas compreender o problema. Tenha certeza de que você está ciente sobre contratos e responsabilidades. Quem é responsável pelo quê?

Ouça o cliente, descubra os assuntos pertinentes
Munido deste conhecimento desde o primeiro momento, você poderá agora ouvir o seu cliente e compreender o problema sob o seu ponto de vista. Deixe que eles deem vazão às suas queixas. Ouvir pode ser o fator mais importante durante o processo de pacificação e é fundamental para a resolução do problema. Determine o problema junto ao cliente. Se você estiver indo ao seu encontro, certifique-se de que você está preparado cuidadosamente com todos os detalhes e toda a documentação necessária.

Trabalhe em uma solução
Neste momento, você deve ter uma definição minuciosa sobre o problema. Tente obter uma clareza absoluta sobre o que deu errado na sua parte e, especialmente, sobre como você irá resolver isto. Agora você pode criar uma solução que funcione para você e para o seu cliente. Esboce um contrato, definindo primeiro o problema e, em seguida, o resultado acordado.

Você poderá ter que alterar o seu contrato com o cliente ou formular um novo. Se o problema for sua culpa, o seu cliente terá apenas ajudado você a melhorar o seu negócio. Se, no entanto, você não for o culpado, então você poderá precisar proteger o seu negócio e equipe durante um novo contrato. É essencial em qualquer relação de negócios a definição de papéis claramente definidos.

Implemente a solução
Dependendo da complexidade, você pode ter que seguir adiante e planejar a solução. Acorde um conjunto de indicadores e um prazo para a implementação. Se necessário, esteja preparado para contratar mão-de-obra terceirizada para ajudá-lo a solucionar os problemas. Este também é um sinal de extrema boa-fé para com os seus clientes, mostrando que você valoriza os negócios deles e está preparado a percorrer longas distâncias para poder mantê-los.

Agora é hora de seguir em frente e implementar a solução. Mantenha seu cliente detalhadamente informado durante todo o caminho. Revise os contratos e verifique todas as taxas e novas adições, como cláusulas de suporte revisadas.

Acompanhamento e retorno
O acompanhamento da solução junto ao cliente garante que tudo esteja sendo feito para obter a sua satisfação. Investigue a sua própria equipe, examine e certifique-se de que os problemas ocorridos no seu território estejam solucionados. Isto poderá envolver políticas e procedimentos.

As relações de negócios melhoram quando os indivíduos destas relações param para conhecer melhor uns aos outros. Às vezes em organizações maiores, este contato pessoal nem sempre é possível. Nestes casos, pesquisas regulares de retorno do cliente podem tornar-se uma ferramenta inestimável para você. Elas podem ser realizadas através de e-mail ou websites.

Agora, mais do que nunca, é importante permanecer constantemente pró-ativo em relação à satisfação do cliente. Um cliente insatisfeito, com todos os seus problemas, pode oferecer esclarecimentos incalculáveis; geralmente, problemas que deixaram um cliente insatisfeito irão evoluir para um nível maior ou menor para outros. Estes clientes podem não estar berrando ou gritando … eles podem apenas estar partindo. Por isso, você pode ficar feliz pelo cliente insatisfeito: ele pode estar na verdade ajudando o seu negócio de várias maneiras.



e-bit
Comunique-se de forma rápida, eficiente e personalizada, conquistando novos
clientes sem aumentar a sua força de vendas
A lista da e-bit permite que você se comunique com um público consumidor altamente
qualificado e obtenha ótimas taxas de retorno em suas ações de comunicação, como incremento
de base de clientes, promoções, vendas e campanhas específicas.
Quais as vantagens?
• Mailing 100% double opt-in
• Proporciona comunicação rápida e direta
• Trabalha com um painel de clientes altamente qualificado e economicamente ativo
• Possibilita o controle de unicidade e personalização das informações
• Altas taxas de retorno
• Relatórios gerenciais de acompanhamento
• Possibilidade de segmentação por mais de 80 critérios diferentes, incluindo CPF, sexo,
idade, renda, região e áreas de atuação profissional
• Oferece incentivos para aumento do retorno das ações
Como funciona?
A lista da e-bit possibilita a comunicação com milhares de usuários qualificados, que optaram
pelo recebimento de mensagens em áreas de interesses específicas. Isso converte em
índices de retorno de campanhas superiores às médias obtidas pelo mercado. Você fornece
o HTML, escolhe o público alvo e a e-bit faz o resto.

e-bit
Conheça o perfil dos consumidores online, seus hábitos e suas necessidades na internet
Os relatórios de Informações de Comércio Eletrônico produzidos pela e-bit permitem que
a sua empresa esteja sempre à frente de novas oportunidades de negócios e tome decisões
rápidas e certas.
A e-bit coloca a sua disposição relatórios sobre:
• Perfil do Consumidor Virtual
• Meios de Pagamento na internet
• Evolução das Categorias mais Vendidas
• Intenção de Compra
• Tíquete Médio das Compras Online
• Panorama do Comércio Eletrônico no Brasil
• Monitores de Preços
Quais as vantagens?
• Identifica novos mercados e oportunidades
• Fornece dados de consumidores efetivos
• Proporciona flexibilidade de cruzamento de informações
• Possui histórico desde 2000 de compras online, garantindo confiabilidade e experiência
acumulada
Como funciona?
As informações coletadas pela e-bit sobre a experiência de consumidores no final da compra
virtual, permitem a sua empresa fazer avaliações precisas sobre os hábitos e o perfil dos
compradores online.
Relatórios de Produção Mensal
Para atender à demanda do mercado por estas informações, a e-bit elabora relatórios
mensais que trazem um panorama do mercado de comércio eletrônico B2C, incluindo dados
demográficos e comportamentos de compra. Além de avaliação comparativa de lojas
virtuais com suas categorias, também abordam o market share dos meios de pagamento
usados na internet e o tíquete médio de compras entre outras informações que podem ser
inter-relacionadas.
Relatórios de Produção sob Demanda
Para atender necessidades específicas, a e-bit também produz relatórios personalizados,
cruzando diversas informações de interesse da sua empresa, para que você possa obter uma
dimensão exata do mercado ou do segmento pesquisado.
Ex.: Produtos mais vendidos
Para conhecer detalhes dos produtos e serviços disponibilizados a sua empresa pela e-bit,
. @ br. www.ebitempresa.com.br

2004 2005 2006
Livros, Jornais e Revistas 21,5% 16,8% 18,4%
CD´s, DVD´s e Vídeos 27,3% 22,2% 15,9%
Eletrônicos 10,1% 12,9% 14,3%
Informática 6,1% 7,1% 8,4%
Saúde e Beleza 6,7% 8,0% 7,9%
Eletrodomésticos 5,8% 7,2% 6,9%
Fonte: e-bit Informação – junho/2004, junho/2005 e junho/2006
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Mais energia para suas vendas
A necessidade de preservação dos investimentos em informática e eletroeletrônicos gera oportunidades
PartnerSales
Atualizado em 03/08/2009

O segmento de proteção de energia no Brasil está retomando o ritmo interrompido ao fim do ano passado. Ao longo do ano, o segmento mais favorecido foi o de grandes empresas, cujos investimentos já estavam garantidos antes da crise. “Somente projetos grandes, que já tinham verba aprovada, continuaram”, registra Peter D´Alessandro, gerente geral da Emerson Network Power do Brasil. Mas os fabricantes se esmeraram para aquecer também as vendas dirigidas a empresas de menor porte, bem como aos mercados Sonho e residencial, com novos produtos de características atraentes e estímulos aos canais, essenciais para garantir a capilaridade e a cobertura do território nacional.
Dados da Pierre Audoin Consulting indicam que o segmento de no-breaks pode crescer 5% este ano no Brasil. Em parte, por conta da necessidade de maior eficiência energética e de queda na conta de eletricidade, já que tecnologias como servidores blades, virtualização, consolidação de servidores e outras aplicações de alta densidade aumentam o consumo e exigem das empresas soluções mais eficazes. “Para projetos e grandes sistemas as perspectivas de crescimento chegam a 10% em relação a 2008”, diz Márcia Thieme, gerente de Canais da Eaton. Segundo Carlos Pôrto, diretor presidente da CP Eletrônica, o entendimento da importância de assegurar energia adequada e da aquisição de equipamentos de proteção de energia como investimentos em segurança geram boas chances de negócios. “Há muitas oportunidades nos pequenos e médios data centers que estão sendo construídos, bem como naqueles que estão atualizando sua infraestrutura física”, acrescenta Jesús Carmona, country manager da APC Brasil.

Mesmo nos segmentos de empresas de menor porte e de consumidores domésticos, nos quais é menor a consciência a respeito dos diferentes níveis e formas de proteção, as vendas tendem a acompanhar os negócios com equipamentos de informática, áudio e vídeo. “O mercado de equipamentos de proteção elétrica caminha em paralelo com estes, que estão em recuperação”, compara Milton Zuntini, diretor executivo da BMI. “Os usuários estão mais conscientes da necessidade e da importância dos equipamentos de proteção de energia para proteger seus investimentos. Portanto, há também muitas oportunidades no segmento doméstico, ambientes Soho e nas SMBs”, diz Carmona.

Busca de canais
O crescimento das oportunidades nos segmentos de menor porte provocou movimentos no mercado e levou as empresas a incrementarem suas estratégias de canais. A APC, que adquiriu em junho 100% das ações da fabricante nacional Microsol para ampliar seu portfólio de produtos com foco nos mercados de estabilizadores, no-breaks monofásicos e acessórios de proteção de energia, quer expandir sua presença geográfica no país e ampliar a capacidade de seus canais – são 14 distribuidores autorizados, 12 mil revendas ativas nos últimos 12 meses e 23 parceiros certificados para venda de soluções de energia crítica e refrigeração, responsáveis por 80% do faturamento da empresa no Brasil. Segundo Carmona, a APC está desenvolvendo um novo programa para o canal de revendas, que deve ser implementado no início de 2010.

Outra gigante do setor, a Eaton, cujas linhas NV e Pulsar são orientadas aos canais de distribuição com foco respectivamente nos mercados de varejo e projetos de pequeno e médio porte, nos últimos dois anos adquiriu a MGE UPS (produtos monofásicos) e a asiática Phoenix Tech e iniciou forte movimento de reestruturação de sua estratégia de canais com o lançamento, no Brasil, do PPP (Power Partner Program), estratégia voltada a grandes revendas de tecnologia e marcada pela ausência de distribuidores. “Nosso foco é terminar o ano com 60 Power Partners”, diz Márcia.

“O mercado de TI já é há alguns anos o foco principal da Emerson Network Power”, diz D’Alessandro, da Emerson, lembrando que a alta do dólar prejudica os negócios das empresas de produtos importados e favorece os fabricantes locais com preços mais baratos. A fabricante iniciou suas operações de vendas indiretas há dois anos e trouxe para o Brasil este ano seu programa mundial de canais, cujos pilares são proteção de oportunidades, suporte de pré e pós-vendas, treinamentos e certificações. “Para equipamentos até 80kVA a participação dos canais chega a 90%”, aponta o executivo. “A meta é que esse número seja maior em outras linhas de produtos. Cresceremos em número de canais especializados e no portfólio de produtos oferecido a cada um desses canais.” Já na CP Eletrônica, em que a rede de 60 canais responde por cerca de 60% do faturamento, o foco não é a quantidade de parceiros, mas a qualidade de atendimento e o comprometimento destes canais com o negócio. “Lançamos este ano nossa Política de Canais para dar ainda maior transparência a esta relação”, diz Pôrto. Segundo ele, de acordo com os resultados obtidos no Programa de Avaliação de Performance, anual, o parceiro amplia o acesso a benefícios como ações de marketing cooperado, promoções diferenciadas e prêmio por vendas, entre outros.

Movimentação por novidades
As iniciativas dos fabricantes colaboraram para a manutenção dos negócios. “Temos buscado projetos alternativos para movimentar o mercado”, confirma Hicham Ibraim, diretor presidente da Enermax. “A SMS tem mantido seus investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias. Dessa forma, compensa os resultados, mesmo em um momento de turbulência econômica”, explica Auster Moreira Nascimento, gerente geral da SMS Tecnologia Eletrônica. No ano passado a empresa criou um programa agressivo de incentivo à atuação das revendas, e outro de fidelização para cada um dos canais – corporativo, que representa 25% dos negócios e tem previsão de ampliar os resultados em 35% este ano; Soho, responsável por metade dos negócios e previsão de 25% de crescimento; e magazines e distribuidores, com parcela de 25% da operação e meta de incremento de 15%.

A versatilidade é uma das características exploradas. “As consultas aumentaram significativamente, inclusive em projetos de pequeno e médio porte”, registra Fábio Augusto Moura, engenheiro de Aplicação para Coordenação de Indústrias da Engetron. Em junho, a empresa, cuja rede de canais conta com Officer, Network1 e 1.213 revendas, lançou a linha de dupla conversão Duo, disponível nas potências de 1,6kVA, 2kVA e 3kVA e desenvolvida para permitir o uso tanto na versão rack 19” quanto na versão torre do mesmo gabinete.

A maior autonomia é outro benefício cada vez mais ofertado. A Enermax lançou recentemente a linha Power Guard 2 Extend, no-breaks com baterias seladas internas de maior capacidade que permitem autonomia de até 4 ou 6 horas para uma central telefônica, por exemplo. Em agosto, apresenta a linha Power Max, no-breaks online de até 5kVA que dispensam o uso de transformadores. A SMS, que já está com a solução de novas tomadas pronta para seus produtos, de forma a atender ao novo padrão de plugues e tomadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), lançou recentemente a linha Power Vision II, composta por no-breaks com equipamentos de 2200VA e 3000VA especialmente indicados para aplicações empresariais e comerciais que não podem ser interrompidas. Com 10 tomadas de conexão, autodiagnóstico de bateria e conector de engate rápido para módulo de bateria externa, é possível garantir até 10 horas de autonomia para uma estação de trabalho composta de PC (on board), monitor LCD de 17” e impressora jato de tinta.

“Estamos focando em produtos que atendam as necessidades de mercado com novas soluções e diversos lançamentos no segundo semestre para os canais de venda”, diz Jamil Mouallem, diretor comercial da TS Shara, que conta com canais de distribuição em 15 estados brasileiros e estima crescimento de 11% na sua rede este ano. A linha 2009 da empresa destacou a tecnologia Full Range, que torna os UPS capazes de aceitar automaticamente qualquer tensão entre 84V e 250V, bem como o design, mirando a tendência de produtos compactos e de alta eficiência – um exemplo é o UPS Mini, com 16,5 cm de altura e 12 cm de largura.

A BMI, por sua vez, que atua com as marcas MaxxiPower e PowerLine (no-breaks), MicroLine (estabilizadores), FilterLine (filtros de linha) e ModuLine (módulos de isolação, ideais para locais onde não existe aterramento), optou pela inovação. No ano passado, lançou o módulo de proteção eletrônico Protector, que oferece características como auto-diagnóstico da rede elétrica para interromper a energia na saída em caso de problemas, e detector de cruzamento zero (zero crossing) para impedir o faiscamento quando o equipamento é ligado. “Estamos preparando várias novidades, algumas para o início do segundo semestre. Vamos entrar com no-breaks de grande porte e estabilizadores com potências de até 50kVA e ampliar a penetração no mercado corporativo”, antecipa Milton Zuntini.

As dicas dos especialistas
Veja as sugestões dos fabricantes para a geração de negócios

“As revendas devem ter visão 360º das necessidades dos clientes para identificar oportunidades de vendas de soluções, não somente produtos isolados. Uma revenda que comercializa servidores tem oportunidade de vender no-breaks para protegê-los, aumentando o ticket médio e o attach rate da venda. Em empresas que precisam de infraestrutura física, com alimentação, refrigeração, racks e acessórios, gerenciamento, serviços e monitoramento ambiental, há oportunidades agregadas que nem o cliente sabe e que podem ser aproveitadas por revendas que atuem como consultoras de confiança.”
Jesús Carmona, country manager da APC Brasil

“Uma das questões mais importantes é a barreira cultural de entendimento da diferença entre o estabilizador e o no-break. E entender qual será a aplicação do cliente faz toda a diferença na venda deste tipo de produto.”
Márcia Thieme, gerente de Canais da Eaton

“O diferencial de oferecer soluções de energia e climatização de precisão em um projeto é que esta parte da infraestrutura chega antes no cliente, aumentando o período de relacionamento da revenda com o cliente. A escolha do produto é fundamental: a excelência tecnológica e a confiabilidade darão tranquilidade para o integrador oferecê-lo ao cliente, com suporte do fabricante e satisfação total.”
Peter D´Alessandro, gerente geral da Emerson Network Power do Brasil

“A principal dica é entender as necessidades de cada cliente a as reais deficiências da rede de abastecimento elétrico no Brasil, que geram problemas aos usuários. O conhecimento destes fatores e o domínio das funcionalidades de cada produto permitem ao canal oferecer a solução mais adequada a cada aplicação e alcançar excelentes resultados.”
Auster Moreira Nascimento, gerente geral da SMS Tecnologia Eletrônica

“Atuamos na área de produtos de necessidade, que agregam valor ao investimento em informática. Mas ainda temos até empresas que usam apenas estabilizadores e não no-breaks, por falta de informação sobre a diferença entre os produtos. O usuário vê a necessidade com o tempo, depois de problemas em HDs, placas e componentes. O canal, com a venda mais especializada, aumenta seu valor.”
Hicham Ibraim, diretor presidente da Enermax

“Dê ao mercado informação fundamentada e atendimento às necessidades de cada cliente, isso gera confiança. Para um melhor atendimento é necessário que haja treinamentos e que se siga uma estratégia de vendas, que quando aplicada corretamente, não gera perda de foco e consequentemente bons resultados.”
Jamil Mouallem diretor comercial da TS Shara
“A palavra básica é proteção. O usuário pode não entender o que é, mas sabe que precisa.Vender equipamento de proteção junto ao produto de informática, áudio ou vídeo é igual vender um seguro na venda do carro.”
Milton Zuntini, diretor executivo da BMI

“É importante a construção de uma sólida relação comercial baseada em transparência e confiança.”
Carlos Pôrto, diretor-presidente da CP Eletrônica
27º-ATO



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A expressão "Private Label" significa produtos de marca própria, comercializados sob a marca de grandes redes varejistas.

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40 dias para pagar, sem juros, dependendo da data de compra e de vencimento;
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Saques em dinheiro no Banco 24 Horas, nas Agências 30 Horas, nas filiais Fininvest ou pela Central de Atendimento;
Indicação de até 4 dependentes sem custo adicional;
Central de Atendimento 24 horas;
Serviço eletrônico para consultas de saldo, limite e demonstrativo de despesas

* Sujeita à análise de crédito

CONTRATO COM O ASSOCIADO FININVEST
CARTÃO DE CRÉDITO EMPRESAS
O BANCO ITAUCARD S.A., instituição financeira com sede na Alameda Pedro Calil nº. 43, Vila das Acácias, no Município de Poá SP, inscrito no CNPJ/MF sob o nº. 17.192.451/0001-70, na condição de sucessor do BANCO FININVEST S.A., no desenvolvimento de sua atividade principal de prestação de serviços de gestão de pagamentos realizados por meio de cartão de crédito por ele emitido e administrado, bem como de abertura de
crédito em favor dos titulares de referidos cartões, neste ato, estipula as regras e condições que regerão suas relações jurídicas com as pessoas, que, nos termos aqui previstos e pela adesão a este Contrato, tornarem-se titular de cartão de crédito emitido e administrado pelo estipulante.

I - DAS DEFINIÇÕES:
1.1. Para perfeito entendimento e interpretação deste Contrato, serão adotadas as seguintes definições, quando grafadas em letra maiúscula, no singular ou no plural: ASSOCIADO significa, em conjunto, a EMPRESA e os USUÁRIOS.

CARTÃO DE CRÉDITO significa o conjunto de
serviços, financeiros ou não, oferecidos nos termos deste
Contrato pelo EMISSOR à EMPRESA, e descritos na
cláusula 2, abaixo.

CARTÕES PLÁSTICOS são os cartões de material plástico de propriedade exclusiva do EMISSOR, emitidos e concedidos para uso pessoal e intransferível da EMPRESA para a realização de OPERAÇÕES exclusivamente por intermédio dos USUÁRIOS, e que constituem o principal meio de utilização dos serviços que compõem o CARTÃO DE CRÉDITO. Os CARTÕES PLÁSTICOS conterão nome e assinatura de cada USUÁRIO, nome da EMPRESA, visando a sua identificação junto aos ESTABELECIMENTOS, número, data de validade e o nome do EMISSOR, podendo conter também a marca da BANDEIRA.

COMPRAS entende-se a modalidade de OPERAÇÃO
que consiste na aquisição de bens ou serviços pelo USUÁRIO nos ESTABELECIMENTOS, paga mediante a utilização de CARTÃO PLÁSTICO.
CRÉDITO significa operação de financiamento ou empréstimo pessoal que poderão ser contratados pela EMPRESA junto ao EMISSOR para realização de COMPRAS, conforme previsto neste Contrato.

DEMONSTRATIVO DE DESPESAS são os documentos impressos pelo EMISSOR e enviados à
EMPRESA, a fim de informar-lhe seus débitos e créditos decorrentes da utilização de qualquer dos serviços que compõem o CARTÃO DE CRÉDITO. O
DEMONSTRATIVO DE DESPESAS juntamente com a ficha de compensação bancária, constitui o principal meio de pagamento pela EMPRESA, e serão emitidos em
uma única via e encaminhados apenas para a EMPRESA, a fim de facilitar a visualização pela EMPRESA das obrigações contraídas.

EMISSOR é o BANCO ITAUCARD S.A.
EMPRESA é a pessoa jurídica aceita pelo EMISSOR e cuja qualificação e registro se encontrem no banco de dados deste. A EMPRESA é responsável pelos lançamentos dos débitos e créditos relativos à utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS pelos USUÁRIOS e possui RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA com os DEVEDORES SOLIDÁRIOS e os USUÁRIOS pelo cumprimento de suas obrigações.

ENCARGOS é o somatório de tributos e da taxa de juros
remuneratórios, que incidirão sempre que o ASSOCIADO contratar CRÉDITO junto ao EMISSOR, conforme previsto neste Contrato.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO significam todos os meios disponibilizados pelo EMISSOR para comunicações com o ASSOCIADO com respeito ao CARTÃO DE CRÉDITO, incluindo o SITE, central de atendimento telefônico, mensagens dispostas de forma
destacada nos DEMONSTRATIVOS DE DESPESAS e mensagens eletrônicas enviadas ao ASSOCIADO.

OPERAÇÕES são todas e quaisquer operações realizadas mediante a utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS, especificamente COMPRAS, e outras operações que poderão vir a ser disponibilizadas pelo EMISSOR.

PAGAMENTO MÍNIMO é o valor mínimo de todas as despesas havidas pela EMPRESA por força de utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS, que a EMPRESA deve
pagar em cada mês caso queira optar pela contratação de CRÉDITO para financiamento do saldo devedor remanescente, e que será informado a EMPRESA por meio do DEMONSTRATIVO DE DESPESAS.

REPRESENTANTE AUTORIZADO é a pessoa física autorizada pela EMPRESA e indicada no quadro III do Termo de Adesão ao Contrato com o Associado Fininvest
– Cartão de Crédito Empresas, a tratar assuntos relacionados com o presente Contrato, em especial para solicitar os CARTÕES PLÁSTICOS e providenciar seu cancelamento.

ESTABELECIMENTOS são os fornecedores de bens e serviços situados em território nacional conveniados ao EMISSOR e à processadora de cartões, nos quais o USUÁRIOS estarão habilitados a utilizar o CARTÃO PLÁSTICO para a realização das OPERAÇÕES.

SENHA é o código sigiloso atribuído a cada USUÁRIO, que lhe permite realizar OPERAÇÕES e consultar informações relacionadas ao respectivo CARTÃO PLÁSTICO, e que constituirá, para todos os efeitos, a sua assinatura por meio eletrônico.
SITE é o endereço de acesso disponível na Internet para comunicação entre o ASSOCIADO e o EMISSOR:
www.fininvest.com.br.

USUÁRIO é a pessoa física indicada pelo REPRESENTANTE AUTORIZADO para utilizar o CARTÃO PLÁSTICO na realização das OPERAÇÕES, o qual possui RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA com a EMPRESA pelo cumprimento das obrigações
assumidas por força deste Contrato.

VALOR LIMITE significa o valor máximo atribuído pelo EMISSOR à EMPRESA para a utilização do CARTÃO PLÁSTICO, exclusivamente por intermédio dos USUÁRIOS, que será compartilhado, sem divisão de percentual, entre os CARTÕES PLÁSTICOS.

II - DO OBJETO
2.1. Com a adesão a este Contrato será constituída, entre o EMISSOR e a EMPRESA, relação jurídica de CARTÃO DE CRÉDITO, que tem por conteúdo: (i) a prestação, pelo EMISSOR ao USUÁRIO, de serviços de gestão e administração de pagamentos, nos termos da cláusula
5.1. deste Contrato; e (ii) a abertura de crédito, pelo EMISSOR à EMPRESA, por intermédio das OPERAÇÕES realizadas pelos USUÁRIOS, nos termos e nas hipóteses previstas na cláusula 7.1. deste Contrato.
2.2. A relação jurídica de CARTÃO DE CRÉDITO será regida pelas regras e condições gerais dispostas no corpo deste Contrato, e pelas regras e condições aplicáveis a
cada CARTÃO PLÁSTICO efetivamente desbloqueado pelo ASSOCIADO.

III - DA ADESÃO AO CONTRATO
3.1. A adesão a este Contrato pela EMPRESA está sujeitaà prévia aceitação pelo EMISSOR, e poderá ser feita por qualquer das seguintes formas: (i) Pela EMPRESA, por meio de seus representantes legais: com a assinatura no Termo de Adesão (ii) Pelos USUÁRIOS: (a) com o desbloqueio do CARTÃO PLÁSTICO junto à Central de Atendimento do EMISSOR (“Central de Atendimento”); ou (e) com a utilização do CARTÃO PLÁSTICO, comprovada por meio da assinatura do USUÁRIO no comprovante de OPERAÇÕES ou com a utilização da SENHA.
3.2. Uma cópia deste Contrato será remetida à EMPRESA por intermédio do REPRESENTANTE AUTORIZADO e a cada USUÁRIO, e ainda será mantida no SITE, permitindo a consulta por qualquer pessoa interessada.

IV - DA INDICAÇÃO DOS USUÁRIOS E
RESPONSABILIDADE DA EMPRESA
4.1. Caberá à EMPRESA, por meio de seu REPRESENTANTE AUTORIZADO, indicar os
USUÁRIOS, por intermédio de assinatura de proposta deadesão ou, a qualquer momento, pela Central de Atendimento do EMISSOR (“Central de Atendimento”), a qual deverá fornecer ao EMISSOR os dados cadastrais dos USUÁRIOS e respectivos documentos solicitadospelo EMISSOR.
4.2. A EMPRESA se responsabiliza por toda e qualquer OPERAÇÃO efetuada pelos USUÁRIOS por ela indicados, ainda que tal OPERAÇÃO não tenha sido previamente autorizada pela EMPRESA.
4.3. O REPRESENTANTE AUTORIZADO poderá, a qualquer tempo, sob sua responsabilidade, solicitar ao EMISSOR, o bloqueio ou o cancelamento do CARTÃO
PLÁSTICO de qualquer USUÁRIO, não havendo qualquer responsabilidade do EMISSOR em relação a reclamações por parte dos USUÁRIOS em virtude do cancelamento de seus respectivos CARTÕES PLÁSTICOS nos termos desta cláusula.
4.4. Até o cancelamento previsto na cláusula 4.3, a
EMPRESA se responsabiliza pelo pagamento de todas as OPERAÇÕES realizadas pelo USUÁRIO.

V - DO SERVIÇO DE GESTÃO DE PAGAMENTOS
5.1. O serviço de gestão de pagamentos que compõe a relação jurídica de CARTÃO DE CRÉDITO, referidos no item (i) da cláusula 2.1 deste Contrato, será prestado pelo
EMISSOR à EMPRESA, sempre que os USUÁRIOS utilizarem qualquer CARTÃO PLÁSTICO para efetuar COMPRAS, conforme cláusula 6 deste Contrato.
5.1.1. Para possibilitar a prestação dos serviços de gestão
de pagamentos aqui referido, o EMISSOR: (i) emitirá e enviará CARTÕES PLÁSTICOS à EMPRESA, bem como substituirá e cancelará referidos CARTÕES
PLÁSTICOS, conforme seja necessário; (ii) processará as OPERAÇÕES; e (iii) administrará o pagamento a ser realizado aos ESTABELECIMENTOS.
5.2. O EMISSOR emitirá e enviará os CARTÕES PLÁSTICOS bloqueados que forem solicitados pelo REPRESENTANTE AUTORIZADO no momento de sua adesão a este Contrato e que tenham sido aprovados pelo EMISSOR. O desbloqueio dos CARTÕES
PLÁSTICOS deverá ser solicitado de acordo com o procedimento indicado pelo EMISSOR. No ato do recebimento do CARTÃO PLÁSTICO, o USUÁRIO deverá apor a respectiva assinatura no local indicado, ficando a EMPRESA responsável por quaisquer prejuízos decorrentes da falta de assinatura no CARTÃO PLÁSTICO.
5.3. O EMISSOR, de acordo com sua política de análise e concessão de crédito, bem como de acordo com seus procedimentos internos, poderá oferecer à EMPRESA um ou mais CARTÕES PLÁSTICOS, apropriados para a realização de OPERAÇÕES pelos USUÁRIOS, nos ESTABELECIMENTOS.
5.3.1. O ENVIO DE UM DETERMINADO CARTÃO PLÁSTICO NÃO IMPLICA A OBRIGAÇÃO DO EMISSOR DE OFERECER PARA EMPRESA, OU ACEITAR SUA SOLICITAÇÃO, DE QUALQUER OUTRO CARTÃO PLÁSTICO.
5.3.2. As regras e condições aplicáveis a cada CARTÃO PLÁSTICO serão informadas à EMPRESA por meio do guia de usuário e outros materiais informativos que acompanharão cada CARTÃO PLÁSTICO oferecido.
5.3.3. Ficará a exclusivo critério da EMPRESA a aceitação dos CARTÕES PLÁSTICOS a serem oferecidos pelo EMISSOR, nos termos deste Contrato. Cada CARTÃO PLÁSTICO será considerado aceito uma vez que o USUÁRIO o desbloqueie.
5.4. Para a utilização de qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS, o USUÁRIO deverá apresentá-lo nos ESTABELECIMENTOS, conjuntamente com documento de identidade, de validade nacional. Para efetivar a OPERAÇÃO, o USUÁRIO deverá sempre assinar o comprovante da OPERAÇÃO; O USUÁRIO, antes de efetivar a OPERAÇÃO, deverá verificar se estão corretos os dados a ela referentes lançados no comprovante, exibidos pelo terminal eletrônico ou informados pelo telefone, conforme o caso.
5.4.1. O USUÁRIO deverá sempre exigir do ESTABELECIMENTO documento, escrito ou
eletrônico, de que conste o valor total da OPERAÇÃO, a fim de comprovar seus efetivos termos.
5.4.2. A assinatura do comprovante da OPERAÇÃO ou o uso da SENHA no terminal apropriado, implica manifestação contratual pela EMPRESA, irrevogável e
irretratável, de aceitação irrestrita da OPERAÇÃO, bem como a obrigação de pagar ao EMISSOR, na respectiva data de vencimento, o valor correspondente àquela
OPERAÇÃO.
5.5. O USUÁRIO deverá utilizar os CARTÕES PLÁSTICOS unicamente nos termos previstos neste Contrato, e exclusivamente para realizar as modalidades de OPERAÇÕES disponibilizadas.
5.6. O REPRESENTANTE AUTORIZADO poderá cancelar, a qualquer momento e sem a necessidade de especificar o motivo, qualquer CARTÃO PLÁSTICO concedido a qualquer USUÁRIO, bastando entrar em contato com a Central de Atendimento do EMISSOR. O
cancelamento terá efeitos imediatos, a partir do momento em que o EMISSOR receber, em sua Central de atendimento telefônico, a manifestação do REPRESENTANTE AUTORIZADO solicitando o cancelamento.
5.6.1 O EMISSOR poderá cancelar a qualquer momento, e sem a necessidade de especificar o motivo, qualquer CARTÃO PLÁSTICO de titularidade da EMPRESA,
conforme sua política de análise de crédito.
Nesses casos, a EMPRESA deverá ser avisada, por escrito, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias corridos, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
5.6.2. O cancelamento de um CARTÃO PLÁSTICO, pelo EMISSOR ou pela EMPRESA, não implicará o cancelamento dos demais CARTÕES PLÁSTICOS eventualmente disponibilizados à EMPRESA, tampouco exonerará a EMPRESA da obrigação de pagar as
despesas já havidas com a utilização do CARTÃO PLÁSTICO cancelado, a qualquer título.

VI - DAS COMPRAS
6.1. As COMPRAS poderão ser realizadas pelo ASSOCIADO em qualquer das seguintes modalidades: (i) COMPRAS à vista, nas quais o valor da COMPRA deverá ser pago em uma única parcela na primeira data de vencimento após a respectiva COMPRA, sem a incidência de ENCARGOS; (ii) COMPRAS PARCELADAS, quando assim disponibilizadas nos
estabelecimentos, nas quais o valor da COMPRA deverá ser pago em diversas parcelas, desde que permitido pela legislação em vigor.
6.2. As parcelas em que se dividem o preço da COMPRA deverão ser pagas mensalmente na data de vencimento das obrigações da EMPRESA perante o EMISSOR em
cada mês.
6.3. As COMPRAS PARCELADAS poderão ser realizadas pelo USUÁRIO conforme as seguintes opções: (i) parcelamento concedido mediante autorização prévia do EMISSOR, quando disponibilizado no ESTABELECIMENTO, conforme quantidade de parcelas solicitada pelo USUÁRIO e disponibilizada no ESTABELECIMENTO, sem a incidência de ENCARGOS, desde que não haja inadimplência, tampouco contratação de CRÉDITO por parte da EMPRESA. É facultada a cobrança da tarifa de agendamento de cada parcela, comunicada à EMPRESA por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO; ou (ii)
parcelamento concedido mediante concessão de CRÉDITO pelo EMISSOR à EMPRESA, conforme quantidade de parcelas solicitada pelo USUÁRIO e disponibilizada pelo EMISSOR, com a incidência de ENCARGOS sobre o valor total da COMPRA, desde a
data de sua realização até a data do vencimento, facultada a cobrança de tarifa, comunicada à EMPRESA por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
6.4. Em caso de mora no pagamento das parcelas devidas pela EMPRESA por força das COMPRAS PARCELADAS previstas na Cláusula 6.3 acima, fica o EMISSOR autorizado a estabelecer o vencimento antecipado da dívida conforme previsto na cláusula
13.2.1 do Contrato. Nesta hipótese, o EMISSOR poderá, de acordo com sua política de análise e concessão de crédito, propor à EMPRESA, por qualquer dos MEIOS
DE COMUNICAÇÃO, a renegociação da dívida vencida antecipadamente, mediante concessão de CRÉDITO para novo parcelamento e incidência dos respectivos ENCARGOS. Ficará a exclusivo critério da EMPRESA a aceitação ou recusa da renegociação proposta pelo
EMISSOR.

VII - DOS CRÉDITOS
7.1. Nos termos previstos nesta cláusula e para as finalidades aqui estipuladas, a EMPRESA poderá contratar CRÉDITOS junto ao EMISSOR, conforme o item “ii” da cláusula 2.1 deste Contrato para: (i) financiar à EMPRESA o pagamento dos gastos e despesas havidos com a utilização do CARTÃO PLÁSTICO e descritos
nos DEMONSTRATIVOS DE DESPESAS, na hipótese em que a EMPRESA efetuar o pagamento igual ou superior ao PAGAMENTO MÍNIMO e inferior ao valor total dos débitos previstos no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS; (ii) financiar, no ato da aquisição, o preço da COMPRA efetuado pelo USUÁRIO, de acordo com o previsto na cláusula 6 deste Contrato; ou (iii) realização de qualquer outra operação pelo USUÁRIO, mediante a
concessão de financiamento, já disponibilizada nos termos deste Contrato, ou que venha a ser disponibilizada posteriormente, mediante alteração deste Contrato nos termos da cláusula 14, abaixo.
7.1.1. O financiamento dos gastos e despesas decorrentes da utilização do CARTÃO DE CRÉDITO será contratado por meio da realização de pagamento igual ou superior ao
PAGAMENTO MÍNIMO e inferior ao total devido pela EMPRESA na data do efetivo pagamento. O valor do CRÉDITO corresponderá, então, à diferença existente entre o montante total devido pela EMPRESA indicado no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS e o valor pago.
O EMISSOR poderá, em qualquer mês, não realizar oferta do financiamento referido nesta cláusula, hipótese em que a EMPRESA deverá necessariamente pagar o valor integral de seus débitos indicados no
DEMONSTRATIVO DE DESPESAS.
7.1.2. O financiamento do preço da COMPRA, referido no item (ii) da cláusula 7.1 acima, considerar-se-á contratado pela EMPRESA no momento em que (i) o EMISSOR aceitar a proposta do USUÁRIO, contida na opção, feita por esse junto ao ESTABELECIMENTO, de
realizar a COMPRA em modalidade que implique financiamento pelo EMISSOR; e (ii) o USUÁRIO formalizar sua aceitação da respectiva COMPRA nos termos da cláusula 5.4.2. acima.
7.2. Os CRÉDITOS contratados terão vencimento mensal no dia estipulado no momento da adesão a este Contrato ou desbloqueio dos CARTÕES PLÁSTICOS, indicado no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, data em que a EMPRESA poderá efetuar o pagamento integral dos CRÉDITOS contratados ou refinanciá-los, conforme previsto na cláusula 13.1. deste Contrato.
7.3. Os CRÉDITOS ficarão sujeitos aos ENCARGOS, incidentes desde a data da contratação do CRÉDITO ou do respectivo refinanciamento, que serão informados à EMPRESA pelos MEIOS DE COMUNICAÇÃO, de forma a respeitar as normas expedidas pelo Banco
Central do Brasil.
7.3.1. Os juros remuneratórios devidos por força do CRÉDITO incidirão diariamente sobre o saldo devedor total do CRÉDITO, desde a data da contratação do CRÉDITO até a data de sua efetiva liquidação, com base em um fator diário calculado considerando-se um mês de
4 (quatro) semanas.
7.3.2. A manifestação de contratação de CRÉDITO,
efetuada nos termos das cláusulas 7.1.1 e 7.1.2 acima, implica a aceitação pela EMPRESA dos ENCARGOS incidentes sobre referido CRÉDITO, bem como de sua obrigação de pagar ao EMISSOR, na respectiva data de vencimento, o valor correspondente ao CRÉDITO,
acrescidos dos eventuais ENCARGOS.
7.4. O EMISSOR poderá, a qualquer momento, de acordo com sua política de crédito, negar a concessão de CRÉDITO, à EMPRESA.

VIII - DO VALOR LIMITE
8.1. O VALOR LIMITE concedido pelo EMISSOR à EMPRESA, conforme seus critérios de análise de crédito, poderá ser utilizado por meio de um ou mais CARTÕES PLÁSTICOS oferecidos pelo EMISSOR.
8.2. O EMISSOR oferecerá à EMPRESA sistemática de comprometimento e reconstituição do VALOR LIMITE que será: (A) Comprometido pelo valor total de: (i) todos os gastos
e despesas decorrentes da utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS; (ii) todas e quaisquer tarifas devidas ao EMISSOR, nos termos deste Contrato; (iii) todos os CRÉDITOS contratados; (iv) todos os ENCARGOS devidos por força dos CRÉDITOS; (v) de qualquer outra obrigação pecuniária da EMPRESA perante o EMISSOR relacionada com a relação jurídica de CARTÃO DE CRÉDITO regulamentada por este CONTRATO, ou relacionada com a titularidade ou utilização em qualquer OPERAÇÃO, de qualquer CARTÃO PLÁSTICO; e (B) Recomposto pelo valor total de: (i) todo e qualquer pagamento efetuado pelo ASSOCIADO ao EMISSOR, por força deste Contrato; e (ii) todo e qualquer crédito,
que, a qualquer título, o ASSOCIADO tenha contra o EMISSOR.
8.3. A cada mês, na data acertada com a EMPRESA nos termos da cláusula 13.1, será apurado e informado à EMPRESA por intermédio dos DEMONSTRATIVOS DE DESPESAS emitidos nos termos da cláusula 12 deste Contrato, o saldo das despesas havidas por força da utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS e o VALOR LIMITE disponível.
8.4. O USUÁRIO deverá respeitar o VALOR LIMITE, realizando OPERAÇÕES até o valor máximo concedido pelo EMISSOR. O VALOR LIMITE poderá ser reduzido ou aumentado a livre critério do EMISSOR, mediante prévia comunicação escrita à EMPRESA, com o lançamento de informações ou mensagens no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, de forma destacada. O uso do CARTÃO PLÁSTICO, após a comunicação à EMPRESA, em qualquer de suas formas implicará na expressa concordância da EMPRESA ao
novo VALOR LIMITE.
8.5. O EMISSOR poderá, a seu exclusivo critério, autorizar o USUÁRIO a realizar OPERAÇÕES acima do
VALOR LIMITE total, sujeitando-se a EMPRESA, nesse caso, ao pagamento de uma tarifa comunicada à EMPRESA p o r q u a l q u e r d o s MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
8.6. Se, por superveniência de normas legais ou regulamentares, alterarem-se as atuais condições aplicáveis a ativos, passivos, receitas e resultados das instituições financeiras às quais se submete a operação objeto deste Contrato, especialmente na ocorrência de instituição de tributos, contribuições ou empréstimos compulsórios, o VALOR LIMITE
poderá ser reduzido até o montante do efetivo saldo devedor, mediante prévia comunicação à EMPRESA, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
8.7. Caso opte pela contratação de PAGAMENTO MÍNIMO, a EMPRESA fica ciente de que o VALOR LIMITE respectivo permanecerá comprometido conforme valor do CRÉDITO contratado e somente será total ou parcialmente reconstituído na medida
em que for efetuado o pagamento total do respectivo CRÉDITO.

IX - DAS TARIFAS E COMISSÕES
9.1. Como remuneração pela manutenção da EMPRESA em seus sistemas de gestão de pagamentos, bem como pelo crédito aberto, o EMISSOR poderá cobrar as tarifas
e comissões abaixo discriminadas, cujos valores serão previamente informados à EMPRESA por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO, sem prejuízo de outras previstas neste Contrato: (i) tarifa anual (anuidade) que decorre da disponibilização de todas as funcionalidades do produto CARTÃO, e será cobrada no início de cada período de 12
(doze) meses de permanência da EMPRESA nos sistemas de gestão de pagamentos do EMISSOR, conforme quantidade de CARTÕES PLÁSTICOS utilizados pela
EMPRESA; (ii) tarifa mensal relativa ao controle do VALOR LIMITE utilizado pela EMPRESA, que poderá ser cobrada por cada DEMONSTRATIVO DE DESPESAS;
(iii) comissão de operação ativa, comissão de operação ativa rotativo e comissão de operação ativa por renegociação devidas em decorrência da utilização e manutenção de CRÉDITO aberto à EMPRESA; (iv) tarifa de saque decorrente da disponibilização e contratação de CRÉDITO pela EMPRESA, mediante 17 8 9 10 11 122 3 4 5 6 saque ou telesaque; (v) tarifa de excesso de limite decorrente da utilização do CARTÃO além do VALOR LIMITE disponibilizado pelo EMISSOR à EMPRESA; (vi) tarifa de prestação de serviços relativas ao
PAGAMENTO DE CONTAS;
(vii) tarifa de reemissão de CARTÕES PLÁSTICOS, quando solicitada pela EMPRESA, a qual não será devida se a remissão ocorrer em virtude de qualquer motivo ocasionado pelo EMISSOR ou PROCESSADORA; (viii) tarifa de custo de manutenção de conta devida em
virtude da prestação do serviço de gestão de pagamentos, quando houver qualquer utilização do CARTÃO, ou quando emitido e remetido à EMPRESA o DEMONSTRATIVO DE DESPESAS com valores a pagar, que não será cobrada de forma cumulada com a
tarifa de anuidade; (ix) tarifa de disponibilização de linha de crédito na
modalidade parcelamento do DEMONSTRATIVO DE DESPESAS; e (x) tarifa de cadastro e tarifa de renovação de cadastro devidas em virtude da realização de pesquisas em
serviços de proteção ao crédito, base de dados e manutenção das informações cadastrais.
9.2. O EMISSOR, a seu critério e por mera liberalidade, poderá alterar a periodicidade de cobrança das tarifas previstas acima, bem como poderá efetuar o reajuste do valor de qualquer delas mediante prévia comunicação à EMPRESA p o r q u a l q u e r d o s MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
9.3. Poderá ainda o EMISSOR cobrar outras tarifas a título de remuneração pelos serviços disponibilizados à EMPRESA e relacionados ao CARTÃO DE CRÉDITO, sendo certo que tais tarifas serão divulgadas de forma a respeitar as normas expedidas pelo Banco Central do
Brasil, e de acordo com o previsto na Cláusula 16.1. deste Contrato.

X - DA GUARDA DOS CARTÕES PLÁSTICOS E
DA SENHA PELO ASSOCIADO
10.1. O USUÁRIO e a EMPRESA se responsabilizam pela guarda e custódia de cada CARTÃO PLÁSTICO enviado a ele, bem como pela administração e COMUNICAÇÃO. A EMPRESA exercerá a opção pela contratação do referido CRÉDITO sempre que o
USUÁRIO realizar qualquer OPERAÇÃO após a EMPRESA incorrer em mora.
14.4. O EMISSOR poderá ainda ser ressarcido das despesas incorridas para realização de cobrança amigável.

XV - DA COMUNICAÇÃO DOS ENCARGOS
15.1. Os ENCARGOS incidentes sobre cada CRÉDITO serão informados por meio do DEMONSTRATIVO DE DESPESAS ou por qualquer outro MEIO DE COMUNICAÇÃO no ato de sua contratação ou refinanciamento, uma vez que apenas podem ser
definidos no momento da liberação ou colocação dos recursos à disposição da EMPRESA.
15.1.1. Os ENCARGOS informados não incluem tarifas, comissões e despesas de registro de qualquer natureza, devidas por força da contratação de CRÉDITO, que serão
comunicados por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO.

XVI - ALTERAÇÕES DO CONTRATO
16.1. O EMISSOR poderá alterar as condições deste Contrato, mediante o envio de prévia comunicação à EMPRESA, facultado a esta exercer o direito previsto na cláusula 17.2 abaixo. A comunicação à EMPRESA das alterações deste Contrato ou o envio de qualquer
informação relacionada ao presente Contrato será realizada mediante mensagens lançadas no
DEMONSTRATIVO DE DESPESAS ou ainda mediante qualquer outro MEIO DE COMUNICAÇÃO.
16.2. Caso a EMPRESA não concorde com as modificações deste Contrato, comunicadas na forma da cláusula anterior, deverá, no prazo de 10 (dez) dias corridos, exercer os direitos de rescindi-lo, comunicando sua decisão ao EMISSOR por intermédio de sua Central
de Atendimento telefônico, que providenciará imediatamente o cancelamento dos
CARTÕES PLÁSTICOS. Após a comunicação de rescisão, a EMPRESA obriga-se a solicitar aos seus USUÁRIOS que não utilizam os CARTÕES PLÁSTICOS, devendo manutenção do sigilo das SENHAS, relativas a cada um daqueles CARTÕES PLÁSTICOS.
10.2. A EMPRESA será a única e exclusiva responsável por quaisquer prejuízos decorrentes da perda de qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS ou dos dados a eles relativos, bem como pela revelação ou descoberta da SENHA por qualquer terceiro. O EMISSOR continuará a
debitar contra a EMPRESA quaisquer OPERAÇÕES realizadas com qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS até que este seja efetivamente cancelado, nos termos da cláusula 18, abaixo.
XI - DAS RECLAMAÇÕES
11.1. A EMPRESA poderá questionar, por escrito, quaisquer dos lançamentos mencionados no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, em até 90 (noventa) dias corridos, a contar da data da OPERAÇÃO, podendo o EMISSOR suspender, de imediato, a cobrança dos valores questionados para a devida análise. Uma vez apurado que mencionados valores são realmente de responsabilidade da EMPRESA, estes serão acrescidos dos encargos moratórios previstos na cláusula 14.1. deste Contrato, sendo os valores cobrados no primeiro DEMONSTRATIVO DE DESPESAS vincendo.
11.2. O EMISSOR não se responsabiliza pela eventual restrição do ESTABELECIMENTO ao uso do CARTÃO PLÁSTICO, nem pela qualidade ou quantidade de bens ou serviços adquiridos, ou por qualquer diferença de preço, cabendo unicamente à EMPRESA promover, sob sua conta e risco, qualquer reclamação, contra o ESTABELECIMENTO, que esteja relacionada a qualquer vício dos produtos ou serviços adquiridos, ou por qualquer inexatidão entre o produto e serviço adquirido e o efetivamente prestado ou entregue pelo ESTABELECIMENTO.

XII - DA PRESTAÇÃO DE CONTAS
12.1. O EMISSOR prestará contas de seu serviço de gestão de pagamento, bem como informará os valores devidos por força dos CRÉDITOS contratados, emitindo
e remetendo à EMPRESA, no endereço por esta indicado, o(s) DEMONSTRATIVO(S) DE DESPESAS, acompanhados das fichas de compensação bancária, dos proceder a destruição dos CARTÕES PLÁSTICOS na forma da cláusula 17.4.
16.3. O não exercício do direito de rescindir este Contrato nos termos da cláusula anterior ou a utilização do CARTÃO PLÁSTICO por qualquer USUÁRIO, após decorrido o prazo referido na cláusula 16.2, implica, de pleno direito, a aceitação e adesão irrestrita da
EMPRESA às novas condições do Contrato.

XVII - VIGÊNCIA E RESCISÃO
17.1. A vigência deste Contrato terá início na data da adesão da EMPRESA, por qualquer das formas previstas na cláusula 3 deste Contrato, e vigorará por prazo indeterminado.
17.2. Este Contrato poderá ser denunciado, pela EMPRESA, a qualquer tempo, operando efeitos imediatos, e pelo EMISSOR mediante aviso prévio à EMPRESA, por escrito, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO, com 05 (cinco) dias corridos de
antecedência, sem prejuízo da possibilidade de rescisão prevista no item 17.3 abaixo.
17.3. Fica a critério do EMISSOR, rescindir com efeito imediato este Contrato, com o conseqüente cancelamento dos CARTÕES PLÁSTICOS, a qualquer tempo, comunicando à EMPRESA, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO, em decorrência de uma das seguintes hipóteses: (i) a violação de qualquer das disposições previstas neste Contrato; (ii) o não pagamento dos débitos na respectiva data de vencimento; (iii) a decretação de
falência ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial da EMPRESA; (iv) o encerramento, regular ou irregular, das atividades da EMPRESA; (v) a
realização de OPERAÇÃO pelos USUÁRIOS que ultrapasse o VALOR LIMTE ainda disponível; (vi) a realização de OPERAÇÃO ou a utilização de quaisquer
CARTÕES PLÁSTICOS desrespeitando as leis e regulamentos aplicáveis.
17.4. Em caso de rescisão, a EMPRESA deverá providenciar a destruição de todos os CARTÕES PLÁSTICOS em seu poder ou sob sua responsabilidade, quebrando-os ao meio, ficando sob exclusiva quais constarão: (i) a enumeração de todos os gastos e
despesas relativos à utilização de cada um dos CARTÕES PLÁSTICOS, em qualquer das OPERAÇÕES, assim como o valor correspondente às tarifas e ENCARGOS devidos; (ii) a data em que a EMPRESA deverá efetuar o pagamento de seus débitos frente ao EMISSOR, descritos naquele DEMONSTRATIVO DE DESPESAS; (iv) o valor do PAGAMENTO MÍNIMO; (v) ficha de compensação bancária, da qual constarão as instruções para o pagamento dos referidos débitos; e (vi) outras informações e mensagens de interesse da EMPRESA relacionadas ao CARTÃO DE CRÉDITO e aos CARTÕES PLÁSTICOS.
12.2. O EMISSOR emitirá DEMONSTRATIVO DE DESPESAS endereçado à EMPRESA, consolidando todas as OPERAÇÕES realizadas por cada USUÁRIO e apresentando o valor total a ser pago pela EMPRESA. A EMPRESA poderá identificar no DEMONSTRATIVO
DE DESPESAS quais OPERAÇÕES foram realizadas por cada USUÁRIO em cada CARTÃO PLÁSTICO.
12.3. Para todos os fins previstos na legislação em vigor, o não questionamento pela EMPRESA a respeito de quaisquer lançamentos contidos no respectivo DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, no prazo estabelecido na cláusula 11.1, implicará o reconhecimento e a aceitação pela EMPRESA da prestação de contas expressa naquele documento e
contabilizada nos sistemas do EMISSOR, valendo o DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, como prova de seu débito.

XIII - DO PAGAMENTO DAS DESPESAS
13.1. A EMPRESA deverá, até a data de vencimento, que será o dia de cada mês estipulado no momento ou do desbloqueio de cada CARTÃO PLÁSTICO e informado no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS: (i) efetuar o pagamento do total do saldo correspondente às despesas havidas com a utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS,
indicado no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS; ou
( i i ) efetuar o PAGAMENTO MÍNIMO, e, consequentemente, financiar o saldo devedor restante, nos termos da cláusula 7.1.2.
13.2. A EMPRESA, caso não efetue o PAGAMENTO responsabilidade da EMPRESA a eventual utilização, pelos USUÁRIOS ou por terceiros, de qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS após a rescisão deste Contrato.

XVIII - DO EXTRAVIO, PERDA, FURTO OU
ROUBO DOS CARTÕES PLÁSTICOS
18.1. Caberá ao ASSOCIADO informar imediatamente ao EMISSOR, por qualquer meio por esse disponibilizado, o extravio, perda, furto ou roubo de qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS, ou das informações a ele relativas, inclusive número e data de vencimento. Deverá ainda, no caso de extravio ou perda do CARTÃO PLÁSTICO ratificar mencionada
comunicação por escrito e na hipótese de furto e roubo encaminhar ao EMISSOR a cópia do respectivo Boletim de Ocorrência lavrado pela autoridade policial competente.
18.2. O EMISSOR providenciará o cancelamento do
CARTÃO PLÁSTICO, ficando desde já esclarecido que o ASSOCIADO deverá juntar outros documentos
comprobatórios da ocorrência, se houver, caso solicitado pelo EMISSOR.
18.3. A responsabilidade da EMPRESA, pelo uso do CARTÃO PLÁSTICO pelo USUÁRIO, cessará apenas no momento do recebimento pelo EMISSOR da
comunicação de perda, furto, roubo ou extravio, em relação às operações subseqüentes a tal aviso.
18.4. A utilização do CARTÃO PLÁSTICO nas OPERAÇÕES com o uso de SENHA não está coberta pela comunicação de extravio, perda, furto e roubo do CARTÃO PLÁSTICO, uma vez que a SENHA é de conhecimento e uso exclusivo do ASSOCIADO, que
responderá pela despesa havida até que a suspeita seja comunicada ao EMISSOR.
18.5. Caso sejam detectados pelo EMISSOR indícios ou suspeitas de uso indevido de qualquer dos CARTÕES PLÁSTICOS, o EMISSOR poderá bloqueá-lo, até a conclusão das investigações, sem prejuízo das responsabilidades contraídas pelo próprio ASSOCIADO.
18.5.1. O bloqueio do CARTÃO PLÁSTICO MÍNIMO, será automaticamente considerada em mora com relação a suas obrigações decorrentes da utilização dos CARTÕES PLÁSTICOS demonstradas no DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, que não tenham
sido pagas, ficando sujeito às penalidades previstas na cláusula 14.1 deste Contrato.
13.2.1 Em caso de rescisão deste Contrato, bem como em caso de descumprimento pela EMPRESA de qualquer das obrigações dele decorrentes, inclusive no caso de não
efetuar o PAGAMENTO MÍNIMO, fica o EMISSOR autorizado a estabelecer o vencimento antecipado total ou parcial da dívida contraída pela EMPRESA perante o EMISSOR, sendo que o pagamento pela EMPRESA será efetuado por qualquer dos meios previstos neste
Contrato.
13.3. A EMPRESA poderá pagar as importâncias por ela devidas ao EMISSOR: (i) em qualquer banco múltiplo, liquidando a ficha de compensação bancária anexada ao
DEMONSTRATIVO DE DESPESAS; (ii) em qualquer agência do Unibanco – União dos Bancos Brasileiros S/A; (iii) ou por qualquer meio admitido pelo EMISSOR.
13.4. O não recebimento do DEMONSTRATIVO DE DESPESAS não exime a EMPRESA da responsabilidade de pagamento dos seus débitos na data de vencimento estipulada nos termos da cláusula 13.1. deste Contrato. Na hipótese de não receber o DEMONSTRATIVO DE DESPESAS até 2 (dois) dias úteis antes da data de seu vencimento, a EMPRESA deverá obter o seu saldo devedor junto ao EMISSOR, por qualquer dos MEIOS
DE COMUNICAÇÃO, devendo pagá-lo nas agências do Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A. ou por outro meio que o EMISSOR vier a disponibilizar.
13.5. Caso a EMPRESA não efetue o PAGAMENTO MÍNIMO na sua data de vencimento e seja titular de conta-corrente junto a qualquer instituição financeira pertencente ao conglomerado do Unibanco – União de Banco Brasileiros S.A., o EMISSOR está desde já
autorizado a solicitar à referida instituição financeira que realize o débito naquela conta-corrente, do valor disponível para amortizar a dívida até, no máximo, o valor total do saldo devedor. A autorização prevista nesta mencionado na cláusula anterior será baseado na análise do comportamento habitual do USUÁRIO na sua utilização, podendo ainda o EMISSOR se certificar junto ao USUÁRIO com o intuito de confirmar as
OPERAÇÕES realizadas.

XIX - ADESÕES ANTERIORES
19.1. As EMPRESAS que já possuam qualquer CARTÃO DE CRÉDITO emitido pelo EMISSOR terão suas relações jurídicas relativas à utilização de referido CARTÃO regidas por este Contrato, a partir da data em que o seu teor lhe for comunicado, observando-se o
disposto na cláusula 17.2 deste Contrato.

XX - DISPOSIÇÕES GERAIS
20.1. A EMPRESA declara que todas as informações fornecidas ao EMISSOR no momento de sua adesão a este Contrato, de cunho cadastral ou não, relativas a si mesma e aos USUÁRIOS, são verídicas, obrigando-se a não praticar qualquer ação ou omissão a ele imputáveis visando à contratação irregular de CARTÃO DE CRÉDITO.
20.2. A tolerância ou transigência no cumprimento das obrigações contratuais será considerada ato de mera liberalidade, renunciando as partes invocá-la em seu benefício, não constituindo renúncia ou modificação do pactuado, que permanecerá válido integralmente, para todos os fins de direito.
20.3. Os regulamentos relativos a eventuais campanhas promocionais, programas de incentivo e outros programas que propiciem benefícios adicionais à EMPRESA serão divulgados separadamente, sendo que, por mera liberalidade, alguns serviços poderão ser
oferecidos gratuitamente a título promocional e por prazo determinado.
20.4. Baseada na avaliação periódica cadastral e creditícia da EMPRESA, que levará em conta restrições, tais como protestos e registros nos serviços de proteção ao crédito, alteração nas informações cadastrais e de crédito da EMPRESAS obtidas no momento da concessão do CARTÃO DE CRÉDITO, ou, ainda, contratação de outros produtos financeiros pela cláusula possui prazo indeterminado e poderá ser cancelada a qualquer momento pela EMPRESA
mediante comunicação ao EMISSOR, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO.
13.6. Caso a EMPRESA se enquadre no conceito de microempresas ou empresas de pequeno porte de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, será assegurada à EMPRESA a possibilidade de amortizar ou liquidar antecipadamente suas obrigações
decorrentes deste Contrato decorrentes de CRÉDITOS caracterizados como saques em dinheiro ou decorrentes de COMPRAS pagas de forma parcelada, com desconto proporcional dos juros incidentes, observadas as condições abaixo previstas e aquelas estipuladas pela
regulamentação bancária em vigor no momento da liquidação antecipada.
13.6.1. O EMISSOR calculará o valor das obrigações a serem pagas antecipadamente de acordo com as seguintes disposições:
a) Caso entre a data de liquidação ou amortização
antecipada e a data de vencimento da última prestação em
que se divide a obrigação paga antecipadamente existir
período inferior a 12 (doze) meses, o valor das prestações
a serem liquidadas antecipadamente será calculado por
meio da aplicação, de forma capitalizada, pelo número de
dias entre a data de vencimento original da prestação e a
data de pagamento antecipado, da taxa de juros
estabelecida para o CRÉDITO, informada no momento
da contratação da operação a ser liquidada
antecipadamente; e
b) Caso entre a data de liquidação ou amortização
antecipada e a data de vencimento da última prestação em
que se divide a obrigação paga antecipadamente existir
período igual ou superior a 12 (doze) meses, o valor das
prestações a serem liquidadas antecipadamente será
calculado por meio da aplicação, de forma capitalizada,
pelo número de dias entre a data de vencimento original
da prestação e a data de pagamento antecipado, de taxa
determinada da seguinte forma: a) da taxa de jurosestabelecida para o CRÉDITO será descontada a taxa Selic do dia da contratação da operação de crédito; e
b) ao resultado apurado, será acrescida a taxa Selic do dia da liquidação antecipada. A forma de cálculo da taxa aqui EMPRESA junto ao EMISSOR, o EMISSOR, a qualquer
tempo, mediante prévia comunicação à EMPRESA, poderá negar autorização para que o USUÁRIO realize OPERAÇÕES, bloquear os CARTÕES PLÁSTICOS emitidos pelo EMISSOR em poder do ASSOCIADO, ou ainda não permitir o desbloqueio dos respectivos
CARTÕES PLÁSTICOS, até o momento em que a EMPRESA esteja em conformidade com os critérios de risco de crédito estabelecidos pelo EMISSOR.
20.5. A EMPRESA se obriga a manter o EMISSOR informado sobre alterações de endereço e demais dados cadastrais, sobre si mesma e sobre os USUÁRIOS, sendo de sua exclusiva e integral responsabilidade todas as conseqüências decorrentes do descumprimento dessa
obrigação.
20.5.1 A EMPRESA obriga-se a comunicar imediatamente o EMISSOR qualquer processo de
reorganização societária, alteração de sua atividade principal ou mudança de controle, direto ou indireto.
20.6. O EMISSOR manterá serviço de auto-atendimento na Central de Atendimento ao ASSOCIADO, podendo eventualmente disponibilizar tal serviço no SITE, para consulta de saldos, tarifas, alteração de dados cadastrais, comunicação de extravio, perda, furto, roubo, fraude, falsificação do CARTÃO PLÁSTICO, comunicação de apropriação indevida por terceiros e demais informações necessárias. Os telefones da Central de Atendimento e
outros meios de contato com o EMISSOR serão divulgados por intermédio dos MEIOS DE
COMUNICAÇÃO, como, exemplificativamente, mas sem exclusão de outros, DEMONSTRATIVO DE DESPESAS, correspondência, sistemas computadorizados
e anúncios na mídia. Sempre que solicitado, o EMISSOR fornecerá imediatamente à EMPRESA, pelos meios usuais, o comprovante de recebimento de seu pedido de rescisão do Contrato.
20.7. O EMISSOR poderá comunicar ao Banco Central do Brasil ou ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras, ou outros Órgãos que a legislação dispuser, as OPERAÇÕES que possam estar configuradas na Lei 9.613/98 e demais disposições legais pertinentes à prevista seguirá o disposto na regulamentação bancária vigente no momento da liquidação antecipada.
13.6.2. A realização de qualquer pagamento de maneira antecipada fica condicionada ao integral cumprimento das obrigações deste Contrato até aquele momento, devendo a EMPRESA ter regularmente pago todas as prestações até então vencidas, de principal e juros.

XIV - FALTA OU ATRASO DE PAGAMENTO
14.1. Caso a EMPRESA incorra em mora com relação ao pagamento de qualquer obrigação assumida neste Contrato, sem prejuízo do previsto na cláusula 17.3. deste Contrato, os débitos em atraso ficarão sujeitos a: (i) e n c a r g o s compensatórios i n d i c a d o s n o
DEMONSTRATIVO DE DESPESAS como sendo os encargos máximos aplicáveis para o próximo período; (ii) juros moratórios à taxa de 1% (um por cento) ao mês; e
(iii) multa não indenizatória de 2% (dois por cento) sobre o saldo devedor acrescido dos encargos compensatórios, mas não incidente sobre os juros moratórios, na forma permitida pela legislação.
14.3. A mora em relação ao pagamento de qualquer obrigação assumida neste Contrato poderá, ainda, implicar no bloqueio de todos os CARTÕES PLÁSTICOS dos USUÁRIOS, impedindo a realização de todas as OPERAÇÕES em qualquer dos ESTABELECIMENTOS ou, por mera liberalidade do EMISSOR, apenas do CARTÃO PLÁSTICO cujos débitos não foram pagos. A EMPRESA será sempre informada pelo EMISSOR, por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO, a c e r c a dos CARTÃÕES PLÁSTICOS bloqueados.
14.3.1 O EMISSOR poderá, de acordo com sua política de análise e concessão de crédito, permitir que o USUÁRIO continue utilizando o CARTÃO PLÁSTICO
após a mora, por um período de tempo a ser informado pelo EMISSOR por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO. Todas as OPERAÇÕES realizadas pelos USUÁRIOS após a mora serão realizadas mediante a concessão de CRÉDITO à EMPRESA, havendo
incidência dos respectivos ENCARGOS e/ou de tarifa a ser comunicada por qualquer dos MEIOS DE COMUNICAÇÃO matéria.
20.8. A EMPRESA autoriza o EMISSOR a consultar e a divulgar os seus dados cadastrais e as informações relacionadas a presente operação para constarem de cadastros que consolidam informações relativas às centrais de risco de crédito, inclusive as mantidas pelo
Banco Central do Brasil.
20.8.1. A EMPRESA poderá acessar seus dados informados ao sistema de informações de crédito mantido pelo Banco Central do Brasil, por meio do endereço eletrônico do referido órgão, desde que credenciado no sistema, bem como solicitar nas centrais de atendimento ao público do Banco Central do Brasil relatório impresso com seus dados. O credenciamento da EMPRESA ao sistema deverá ser solicitado diretamente ao Banco Central.
20.8.2. Caso seja constatada qualquer inexatidão de dados a seu respeito no sistema de informações de crédito do Banco Central do Brasil, a EMPRESA deverá comunicar tal fato ao EMISSOR, por meio dos canais de comunicação colocados à sua disposição, para que este
retifique a informação prestada, se necessário.
20.9. Em cumprimento ao disposto na legislação bancária vigente, o EMISSOR informa os seguintes telefones: (i)
Serviço de Atendimento ao Consumidor - 0800 727 1753
(serviço disponível 24 (vinte e quatro) horas por dia nos 7
(sete) dias da semana); e (ii) Ouvidoria: 0800 722 6281
(serviço oferecido aos clientes que já recorreram aos
demais canais de atendimento – funcionamento em dias
úteis, das 9h às 18h, horário de Brasília).
20.10. O presente Contrato obriga as partes, seus
herdeiros e sucessores.
20.11. Fica eleito para dirimir as questões decorrentes deste Contrato, o foro do domicílio da EMPRESA.Este Contrato está registrado no Cartório







Cartão Private Label

É um cartão de crédito pré-aprovado, que leva a marca da sua empresa, para uso exclusivo no seu estabelecimento. Também conhecido como cartão de loja, oferece vantagens especiais para sua empresa e seus clientes, levando a um aumento das vendas e lucros.

A expressão "Private Label" significa produtos de marca própria, comercializados sob a marca de grandes redes varejistas.

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Aumento de vendas;
Redução de custos por transação;
Incentivo à compra por impulso;
Fidelização do cliente;
Atendimento às necessidades dos clientes;
Conhecimento dos seus consumidores;
Antecipação de recebíveis;
Apenas R$ 150,00 de renda comprovada por mês para o cliente poder ter o cartão*.
Além de todas estas vantagens o Cartão Private Label também poderá oferecer muitos benefícios para seus clientes, dentre os quais destacamos:

Crédito pré-aprovado para compras e saques*;
40 dias para pagar, sem juros, dependendo da data de compra e de vencimento;
Pagamento de Contas: O Cliente pode adiar o vencimento das suas contas de consumo (Luz, água, telefone, aluguel, condomínio) em até 40 dias sem juros, pagando com o seu cartão;
Possibilidade de parcelamento em até 12 vezes;
Oferece aos clientes a possibilidade de contratação dos seguintes seguros: Acidentes Pessoais, Casa Protegida, Pagamento Garantido, Perda e Roubo;
Refinanciamento de até 85% do valor da fatura;
Facilidade no pagamento com 12 opções de data de vencimento;
Cadastramento on-line de novos clientes e com possibilidade de 1ª compra sem o cartão;
Isenção de anuidade, sendo cobrado apenas o Custo de Manutenção de Conta, quando houver emissão de fatura;
Saques em dinheiro no Banco 24 Horas, nas Agências 30 Horas, nas filiais Fininvest ou pela Central de Atendimento;
Indicação de até 4 dependentes sem custo adicional;
Central de Atendimento 24 horas;
Serviço eletrônico para consultas de saldo, limite e demonstrativo de despesas

* Sujeita à análise de crédito

Se você se interessou por mais este serviço, clique em Fale Conosco e solicite já a visita de um de nossos representantes.


Cartão Co-branded

É o cartão de crédito que leva a marca da sua empresa, aceito pelas principais bandeiras de cartões nacionais e internacionais. Com ele, seu cliente faz compras à vista ou parceladas, realiza saques nos terminais 24 horas ou nas agências Unibanco e ainda paga as contas.

Confira as vantagens do Cartão Cobranded:

Fidelização à Marca;
Descontos exclusivos que incentivam a recompra;
Eliminação do risco de inadimplência;
Relacionamento com o cliente por meio da comunicação emitida pelo cartão;
Canal de contato mensal com o cliente;

Além disso, veja quantas vantagens o Cartão Cobranded Fininvest poderá trazer para o seu cliente:

Descontos em programas de fidelidade*;
Limite exclusivo para compras no seu estabelecimento;
Facilidade de parcelamento;
Oferece aos clientes a possibilidade de contratação dos seguintes seguros: Acidentes Pessoais, Casa Protegida, Pagamento Garantido, Perda e Roubo.
Pagamento de Contas: O Cliente pode adiar o vencimento das suas contas de consumo (Luz, água, telefone, aluguel, condomínio) em até 40 dias sem juros, pagando com o seu cartão;
Prazo mais longo de financiamento;
Taxa de juros reduzida;
Programa de recompensas que se reverte em descontos na compra de produtos do parceiro comercial do cartão*;
Limite de crédito para utilização em milhares de estabelecimentos no Brasil e Exterior**.

* Disponibilizados somente para alguns cartões cobranded Fininvest.
** Somente cartões na versão Internacional.

Cartão Flex

O Cartão Flex possui a marca da sua loja e é aceito em milhares de estabelecimentos credenciados às principais bandeiras de cartões de crédito. Além disso, parte do limite é exclusivo para compras no seu estabelecimento, o que proporciona maior fidelidade à sua marca e lucro para você.

Cartão Flex = Private Label Sua Marca + Limite Flexível de crédito para seu cliente + Bandeira

Veja algumas vantagens do Cartão Flex para a sua loja:

Fidelização dos seus clientes;
Condições comerciais negociadas diretamente com a Fininvest;
Sua marca associada às principais bandeiras de cartões nacionais e internacionais;
Limite de crédito exclusivo para compras no seu estabelecimento;
Diversas formas de pagamento mais facilitadas;
Relatórios gerenciais sobre o comportamento do seu cartão;
Central de Atendimento exclusiva para parceiros;
Utilização do extrato do cartão de crédito para ofertas exclusivas do seu estabelecimento;
Você poderá escolher o custo da tarifa a ser cobrada do seu cliente: custo de manutenção de conta ou anuidade

Confira também algumas vantagens para o seu cliente:

O único cartão bandeirado que permite compras antes do recebimento do plástico;
Flexibilidade na utilização do limite de crédito (compras à vista, parceladas, bandeiras e saques);
Pagamento do extrato no seu estabelecimento com restabelecimento imediato do limite de crédito;
Ser um cliente especial no seu estabelecimento e ter acesso à promoções exclusivas;
Saques em dinheiro no Brasil e exterior;
Pagamento de contas: O cliente pode adiar o vencimento das suas contas de consumo (Luz, água, telefone, aluguel, condomínio) em até 40 dias sem juros, pagando com o seu cartão;
Oferece aos clientes a possibilidade de contratação dos seguintes seguros: Acidentes Pessoais, Casa Protegida, Pagamento Garantido entre outros.

Se você se interessou por mais este produto, clique em Fale Conosco e solicite já a visita de um de nossos representantes.

Clique aqui para consultar o contrato deste cartão.

Filial Fininvest

RJ/MG/ES (21) 2176-5043

CDC Eletrônico


Cartão CDC Eletrônico: Colocamos o Carnê e o Cheque dentro do Cartão. E ainda com a marca da sua loja!
Com o Cartão CDC Eletrônico, os seus clientes podem parcelar as suas compras com muito mais praticidade e comodidade, com crédito pré-aprovado e pagamento via fatura mensal.
Confira os benefícios que o CDC ELETRÔNICO poderá trazer à sua loja:
Fidelização do Cliente e da sua Marca.
Rapidez e Agilidade no atendimento aos Clientes.
Aumento das vendas e redução das despesas operacionais.
Não há preocupação quanto à cobrança e à concessão de crédito.
Eliminação do risco ou fraude de crédito.
Formas e prazos de pagamentos flexíveis, de acordo com a negociação comercial.
Antecipação do recebimento do valor da venda.
Consulta de valores recebidos e a receber via Internet.
Confira os benefícios que o CDC ELETRÔNICO poderá trazer ao seu cliente:
Primeira Compra sem plástico: seu cliente solicita o cartão e, se aprovado, faz a compra na hora.
O Cliente pode parcelar suas compras em até 12 vezes.
Até 40 dias para pagar a primeira prestação.
Facilidade no pagamento com 12 opções de data de vencimento
O Cliente recebe o extrato mensal na sua residência ou no endereço de sua preferência.
Vasta rede de pagamento: Rede Bancária, Lojas Fininvest e Casas Lotéricas.
Pagamento de Contas: O Cliente pode adiar o vencimento das suas contas de consumo (Luz, água, telefone, aluguel, condomínio) em até 40 dias sem juros, pagando com o seu cartão.
Saques em dinheiro em qualquer lugar do Brasil nos caixas eletrônicos do Unibanco 30 HORAS e nos quiosques do Banco 24 HORAS.
O cliente pode adquirir os seguintes seguros: Acidentes Pessoais, Casa Protegida, Pagamento Garantido, Perda e Roubo.
Se você se interessou por mais este serviço, clique em Fale Conosco e seja nosso parceiro.
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Clique aqui para consultar o contrato deste cartão.




Cheque

O CDC Cheque poderá aumentar o poder de compra dos seus clientes e permite que eles financiem suas compras por meio da compensação de cheques.

Benefícios do CDC Cheque para a sua Loja:

Aumento das vendas;
Antecipação do recebimento do valor da venda;
Eliminação do risco de crédito, ou fraude;
Diversificação das formas de pagamento;
Sistema de análise de crédito via Internet;
Consulta, via Internet, de valores recebidos e a receber;
Redução de despesas financeiras e operacionais.

Vantagens que o CDC Cheque poderá oferecer para seu cliente:

Pagamento em até 24 vezes pelo cheque;
Diversas opções de vencimento.

Se você se interessou por mais este serviço, clique em Fale Conosco e solicite já a visita de um de nossos representantes.





Antecipação de Recebíveis

Transforme seus recebimentos futuros em caixa.
Com Antecipação Fininvest você pode receber antecipadamente todas as vendas realizadas com o cartão Private Label de sua empresa, na sua conta corrente. Os valores serão creditados com desconto da taxa de antecipação e disponibilizados no máximo em dois dias úteis. Assim, você tem a oportunidade de aproveitar as melhores taxas de antecipação do mercado e ainda fazer novos investimentos ou reaplicar na sua empresa os valores antecipados.

Confira as vantagens de Antecipação Fininvest
Aumente suas vendas com cartão Private Label.
Suas vendas transformadas em dinheiro antecipadamente.
Melhor fluxo de caixa para sua empresa.
As melhores condições do mercado.
Não há cobrança de tarifa.
Antecipação Fininvest é um serviço exclusivo dos cartões Private Label e CDC Eletrônico. Esse é mais um bom motivo para você ser nosso parceiro.


28º ATO - Relatório de atividades do dia 06/08/2009.

Limpeza parcial da sala;
Inicio da resolução do problema das referências comerciais:
Paulino - OK
Rhemer - Tel. Fora de uso (não é possível completar a ligação com o numero discado, por favor...)
Natural Papper (Melhoramentos) - Cadastro cancelado
tmkt3@naturalpapper.com.br - Adriana
Webber - 0800-7096979 - ok R$ 5.000,00 (mudar o telefone para 2125-6808 )
Leroy - Não trabalha com crédito e faturamento (Luciene - Contabilidade)
Serraria Jacaré - ok R$ 5.000,00
Antes do término da operação, houve a necessidade de interrompê-la para q fosse respondida a coação do Wanderson, da Fran’s Café, tarefa essa que durou boa parte da tarde, terminando com um e-mail para Wanderson com os valores do material mais o frete por volta das 18h.
Após o envio do e-mail, terminei a instalação do Windows e suas atualizações, processo iniciado pelo João Henrique, terminando por volta das 21h.
LOCWEB
Rodrigo Montilha17:17:48Olá jcbrasil, em que posso ajudar?jcbrasil17:18:30boa tarde rodrigo!jcbrasil17:18:30recentementejcbrasil17:18:44fiz a transferencia da hospedagemjcbrasil17:18:49do meu sitejcbrasil17:19:00tirei de uma revenda locawebjcbrasil17:19:06e passei direto para locawebjcbrasil17:19:30mas hj me ligaramjcbrasil17:19:48os responsaveis pela tal revenda dizendo que o meu site ainda apontava para elesRodrigo Montilha17:19:52Por favor, aguarde um momento enquanto verifico esta informação.jcbrasil17:20:28eu fiz a transferencia dos arquivos e a troca do dns foi feita nesse exato momentoRodrigo Montilha17:22:06poderia informar seu domíniojcbrasil17:22:20comercialpyramon.com.brjcbrasil17:23:49eu queria saber se ha como vc me dizerRodrigo Montilha17:23:57verifiquei seu registro não está com os dns da locaweb
comercialpyramon.com.br
Domínio já registrado.

Domínio: comercialpyramon.com.br
Servidor DNS: ns1.comercialpyramon.com.br
Servidor DNS: ns2.comercialpyramon.com.br
Expiração: 2009-09-06
Status: Publicadojcbrasil17:23:59se caso eu os mande desativar qualquer coisa que os vincule ao meu sitejcbrasil17:24:13se o meu site vai sair do arRodrigo Montilha17:24:29se ele desativa vai sair do arjcbrasil17:24:59soh um minuto por favorjcbrasil17:25:11eu não confirmei a troca la no registrojcbrasil17:25:14:sjcbrasil17:25:52prontoRodrigo Montilha17:25:58o prazo dessa troca é de 24 horas de propagação da internetjcbrasil17:26:04ha como vc verificar para mim novamente?jcbrasil17:26:31mas apenas o endereço DNSjcbrasil17:26:39??Rodrigo Montilha17:27:17Mais um minuto, por gentileza.jcbrasil17:27:25okRodrigo Montilha17:27:31comercialpyramon.com.br
Domínio já registrado.

Domínio: comercialpyramon.com.br
Servidor DNS: ns1.locaweb.com.br
Servidor DNS: ns2.locaweb.com.br
Expiração: 2009-09-06
Status: Aguardando publicaçãojcbrasil17:28:16se caso eu os mande desativar qualquer coisa que os vincule ao meu site o meu site vai sair do arjcbrasil17:28:28??Rodrigo Montilha17:28:51neste prazo de 24 horas sim pode ficar forajcbrasil17:29:09entendojcbrasil17:30:02mas não ha uma forma agilizar esse processo?Rodrigo Montilha17:31:06não temos pois e atualização dos dns, exemplo do uol , igjcbrasil17:33:50okjcbrasil17:34:05mas essa troca garante o funcionamento do meu sitejcbrasil17:34:18mesmo depois desse tempo!?Rodrigo Montilha17:35:24vai funcionar como esta aqui
http://comercialpyramon.tempsite.ws/jcbrasil17:36:51ok okRodrigo Montilha17:37:15Posso ajudar com mais alguma informação?jcbrasil17:39:39soh um minutoRodrigo Montilha17:44:06ok no aguardojcbrasil17:44:25OKjcbrasil17:44:36muito obrigado!!Rodrigo Montilha17:46:13A Locaweb agradece o seu contato e lhe deseja uma boa tarde.


deLocaWeb
responder aLocaWeb

para"comercialpyramon.com.br"

data17 de agosto de 2009 18:17
assuntoRelatório de Tráfego - comercialpyramon.com.br - (16/08/2009 18:08)
enviado porurchin.locaweb.com.br


Data de coleta:

16/08/2009
18:08:15
Domínio: comercialpyramon.com.br
Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 09/08/2009 - 15/08/2009

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Relatório de Tráfego - comercialpyramon.com.br - (05/08/2009 03:08)
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mostrar detalhes 5 ago (13 dias atrás) Responder
Data de coleta:

05/08/2009
03:08:34
Domínio: comercialpyramon.com.br
Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 01/07/2009 - 31/07/2009

TotaisVisitas12
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Duração272s
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Relatório: Gráfico de Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 12/08/2009 - 18/08/2009
Gráfico de Sessões 70
Sessões
Qua 12/08
41
Qui 13/08
42
Sex 14/08
56
Sab 15/08
40
Dom 16/08
36
Seg 17/08
58
Ter 18/08
5

Total: 278





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Gráfico de Sessões
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Metodologia de Cálculo
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JC Brasil
________________________________________
29º - ATO - Carta do Presidente
________________________________________
E-construmarket | AECweb 27 de agosto de 2009 10:15
Responder a: E-construmarket | AECweb
Para: Jose Carlos Brasil comercialpyramon@gmail.com


























27 de Agosto de 2009




Caro Jose Carlos Brasil,

Permita-me tomar alguns minutos do seu tempo para compartilhar uma importante reflexão e lhe fazer um
convite de grande interesse para a Pyramon.

E-construmarket tem tido enorme sucesso no objetivo de reunir cada vez mais negócios, obras e profissionais
no portal. Veja como criamos novas oportunidades para nossos clientes fornecedores:

Guia AECweb
Todo dia mais de 12.000 compradores, engenheiros e arquitetos pesquisam fornecedores e produtos no
Guia AECweb.

Rede de Obras
Pesquisamos obras e projetos em andamento no Brasil e acompanhamos por estágio mais de 6.000
obras residenciais, comerciais e industriais em todo o país.

Especificação Online
Com milhares de consultas e downloads de catálogos este canal é líder de audiência no portal e oferece
acesso fácil a mais de 5.000 produtos e catálogos.

Conquistamos as primeiras posições no Google
Quem procura produtos e fornecedores através do Google sempre encontra o conteúdo do Portal AECweb
nas primeiras posições, clicadas por 80% dos usuários!

Marketplace Brasil
Além do Construcompras, captamos cotações de construtoras de médio e grande porte em todo o país através
da nova plataforma gratuita Marketplace Brasil.

Divulgação direcionada
Através de uma equipe telefônica dedicada a divulgar as ferramentas do portal, contatamos pessoalmente mais
de 2.500 profissionais que tocam obras todo mês.

E para que você tire o melhor proveito destas oportunidades, quero apresentar-lhes uma proposta especial
para contratação da Figuração Máster da Pyramon nos canais do portal - Guia de Fornecedores,
Construcompras, Marketplace e Especificação Online







VEJA ALGUMAS VANTAGENS:



A Pyramon aparece em posição privilegiada em relação aos concorrentes
e reforça o posicionamento da marca em todos os canais do portal


Você vai receber mais consultas, solicitações de visitas, propostas
e catálogos através do Guia AECweb e do Especificação Online

Você vai receber mais cotações das maiores e melhores construtoras
do país através do Construcompras e do Marketplace Brasil

A Pyramon vai melhorar a relevância do seu site nas buscas do Google
e aumentar as visitas qualificadas de profissionais através da Internet





Nossa proposta é trazer cada vez mais oportunidades, obras e profissionais
para seu negócio.

Espero sinceramente ter colaborado para sua melhor decisão!

Saudações,

























30º-ATO
Estou começando um novo processo de pesquisas em TI. O que podemos ler comprar e realizar estará anexado a este arquivo, na Pasta 20.
As Inscrições continuam, provando que com muito trabalho e dedicação poderemos Construir Relacionamentos e desses uma Empresa de Sucesso.
Seremos felizes, não por conseguir o que desejamos, sim por desejarmos o que possuímos.
JC BRASIL

Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida
A revolução digital transformou definitivamente a forma como nos relacionamos, fazemos negócios e adquirimos bens de consumo. Na Europa, mais de 80% da população adulta têm acesso a internet banda larga em casa e um terço já faz compras online regularmente. Para o pequeno empresário, encontrar um nicho de mercado parece ser o caminho mais rápido para o sucesso na web. Pequenos e médios empreendedores europeus e americanos contam como conseguiram inovar e se estabelecer no mundo digital.


Você ainda se lembra do tempo em que organizar as suas férias significava sair de casa e cruzar a cidade para fazer orçamentos em diversas agências de viagem? Não faz tanto tempo assim, mas com o mercado de varejo e viagens online em alta - faturou 116 bilhões de euros na Europa em 2008 segundo pesquisa da Forrester Research - a maioria das pessoas já esqueceu como os negócios funcionavam antes da revolução digital.

Comprar livros, passagens de avião e reservar hotéis na web já são práticas comuns. Porém, os consumidores dos países desenvolvidos estão indo mais longe. Em busca de conforto, tanto europeus quanto americanos estão expandindo cada vez mais a gama de produtos adquiridos online, comprando até mesmo roupas de luxo na internet.

Foi exatamente este nicho de mercado que despertou o interesse de Natalie Massenet, ex-editora das publicações de moda Tatler e Women’s Wear Daily. Em 2000, antes mesmo da bolha tecnológica explodir, Natalie inaugurou seu site de roupas de luxo chamado Net-a-porter, uma brincadeira com a expressão prêt-à-porter. Oferecendo roupas e acessórios de estilistas famosos como Stella McCartney, Jimmy Choo, Calvin Klein, Dolce & Gabbana, Marc Jacobs e DKNY, o Net-a-porter se tornou um dos e-tailers mais acessados do Reino Unido, com uma receita que atingiu 55,2 milhões de libras em 2007. O site tem, atualmente, mais de um milhão de usuários cadastrados. Segundo Natalie, o sucesso do Net-a-porter é uma prova de que se pode ter um negócio lucrativo na internet.

O pioneirismo do e-tailer de Natalie foi exemplo para que outros empreendimentos do setor de vestuários se estabelecessem na web. Segundo dados da Forrester, o comércio de roupas já figura entre os três maiores setores em vendas na internet e faturou cerca de 11 bilhões de euros na Europa no ano de 2008. Na França, as vendas de vestuário online já ultrapassaram até mesmo os setores de viagens e livros.
Infográfico animado: Como entrar no mundo dos negócios 2.0
Em 45 minutos e totalmente de graça a sua empresa pode ganhar visibilidade na internet
Por Elisa Corrêa e Wilson Gotardello Filho

Notícias / tecnologia - 20/08/2009
Uso da internet no Brasil cresce 10% em julho, segundo IBOPE
O tempo médio de uso também aumentou e chegou a 71 horas e 30 minutos de tempo total
Da Redação
Os brasileiros estão usando cada vez mais a internet, segundo pesquisa do IBOPE Nielsen Online. Em julho, 36,4 milhões acessaram a rede no trabalho ou em casa, um aumento de 10% frente aos 33,2 milhões registrados em junho no país.

O tempo médio de acesso também cresceu e ficou em 71 horas e 30 minutos de tempo total, incluindo o uso de aplicativos. A navegação somente em sites foi de 48 horas e 26 minutos.

O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho chegou a 44,5 milhões, mas 64,8 milhões já utilizam a web em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).

Em casa e no trabalho, os conteúdos que tiveram maior crescimento mensal no acesso foram sobre Viagem e Turismo (17,3%), Automotivo (16,8%) e Casa e Moda (15,7%).

A categoria Entretenimento teve o maior aumento no tempo de navegação por pessoa, com 13,3% em relação a junho. Os Buscadores, Portais e Comunidades tiveram alta de 10,8%, seguido de Telecomunicações e Serviços de Internet, com 9,5%.

Segundo José Calazans, analista de Mídia do IBOPE Nielsen Online, as redes sociais, de comunicação e de entretenimento incentivaram o aumento no tempo médio de acesso à rede.

As Mensagens Instantâneas lideram o tempo médio de uso, com 7 horas e 49 minutos por pessoa, um crescimento de 8%, enquanto as Comunidades atingiram 4 horas e 57 minutos por pessoa, 15% a mais do que em junho.

Segundo o IBOPE Nielsen Online, o tempo médio de acesso por usuário no Brasil (48 horas e 26 minutos) é o maior entre os dez países que participaram da pesquisa, seguido por Estados Unidos (42 horas e 19 minutos) e Reino Unido (36 horas e 30 minutos). A Austrália ficou com o menor tempo de navegação, de 23 horas e 45 minutos.


Notícias / internet - 17/08/2009
Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida

Do estabelecimento real à loja digital

A inglesa Sarah Curran decidiu, em 2006, levar sua loja Powder para o mundo digital. “Os negócios da Powder iam bem, mas estávamos localizados no norte de Londres, área de acesso um pouco mais difícil, e eu queria expandir,” lembra Sarah. “Já tinha trabalhado como editora web no jornal The Times em Londres, então resolvi unir meus conhecimentos de internet e minha experiência no varejo para fundar o Mywaredrobe.com,” conta.

Com apoio do marido Andrew, a empresária vendeu sua casa e usou as 750 mil libras arrecadas como investimento inicial do negócio. Um ano mais tarde, conseguiu atrair mais 2,5 milhões de libras de diversos investidores para o seu projeto. “O investimento inicial para montar o Mywaredrobe.com foi alto pois envolveu o desenvolvimento de tecnologia muito avançada. Somos o único e-tailer que possibilita que o cliente compre diretamente de um vídeo. Viu um look que gostou? É só clicar e comprar,” diz Sarah.

Para superar a dificuldade de vender roupas na internet, já que a modelagem e diferentes tamanhos são um grande obstáculo, o Mywardrobe.com investiu pesado em serviço ao consumidor. Além de ter consultoras de estilo de plantão que podem tirar dúvidas por telefone, o cliente que comprar no site tem total liberdade para devolver o produto caso ele não sirva. Mesmo se simplesmente não gostar da peça, pode devolvê-la sem custos adicionais. Em 2008, o Mywaredrobe.com faturou mais de 5 milhões de libras e a previsão para 2009 é de 9 milhões de libras.
Notícias / internet - 17/08/2009
Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida

O cliente tem sempre razão
Serviço ao consumidor é a especialidade do e-business sueco Artificial Solutions. A empresa, criada em 2000, oferece soluções de inteligência artificial para clientes que querem, ao mesmo tempo, reduzir custos e manter a excelência no atendimento ao cliente.

O principal produto do negócio de Estocolmo é o agente de chat virtual, mais precisamente um bonequinho virtual dotado de inteligência artificial capaz de responder perguntas comuns que clientes têm quando querem comprar um determinado produto ou serviço online.

“Programamos o agente de chat virtual de forma que ele possa responder o maior número de dúvidas possíveis. Desse modo, somente as perguntas mais difíceis são encaminhadas ao call center,” diz o CEO da empresa Johan Ahlund.

Segundo Johan, as firmas que adotam a tecnologia da Artificial Solutions conseguem reduzir, em média, de 40% a 50% dos custos com atendimento ao cliente. “A crise econômica atual tem sido boa para nós, já que organizações de todo o mundo estão procurando formas inovadoras de cortar despesas,” conta Johan.

A empresa, que tem apenas 110 funcionários, já conquistou clientes como a gigante de móveis IKEA, o banco escandinavo Skandia e as empresas de telecomunicações Orange e SFR France. Em 2008, a Artificial Solutions teve receita de 8 milhões de euros.

Apesar dos excelentes retornos, Johan alerta que para manter um negócio como este é preciso estar sempre investindo no desenvolvimento e aprimoramento de novas tecnologias.

Notícias / internet - 17/08/2009
Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida

Investimento em tecnologia
Investimento pesado em tecnologia foi o que fez o site britânico de reservas em restaurantes Toptable. Fundado por Karen Hanton em 2000, o desenvolvimento e manutenção do e-business chegou a custar 4 milhões de libras. “O toptable foi criado numa época em que a tecnologia era muito mais cara,” diz o diretor do site Chris Wood. “Tenho certeza que se montássemos um site como esse agora, gastaríamos bem menos,” acrescenta.

Apesar disso, Chris ressalta que o fato do Toptable ter sido um dos pioneiros no ramo de reservas em restaurantes foi fundamental para o sucesso do empreendimento. “Tivemos mais tempo para nos estabelecermos e menos competição para nos preocuparmos,” diz.

O site, que surgiu da dificuldade de Karen em divulgar seu pequeno restaurante em Fullham, sudoeste de Londres, é atualmente um dos mais acessados do ramo na Europa. “Estamos presentes em 14 países e fazemos cerca de três milhões de reservas ao ano nos 30 mil estabelecimentos que temos cadastrados,” diz Chris. Segundo o diretor, o portal deve atingir receita de 8 milhões de libras em 2009. Tudo isso sem cobrar nada do internauta. “Não cobramos nem dos usuários nem dos restaurantes que querem ser listados. Nossa receita vem das reservas que fazemos. Os restaurantes pagam duas libras por cada pessoa que reserva via Toptable,” explica Chris. “Além disso, também lucramos com ofertas especiais que os estabelecimentos listados colocam em nossa página.”
Notícias / internet - 17/08/2009
Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida

Conteúdo free
Conteúdo gratuito também é um dos segredos do web business Canadense Modiface. Usando um dos vários aplicativos desenvolvidos pela empresa, consumidores e, principalmente, consumidoras de todo mundo podem ver como ficariam com uma cor de cabelo diferente, com cinco quilos a menos, ou até mesmo depois de um lifting facial.

Fundado em 2006 pelo pesquisador da Universidade de Toronto Parham Aarabi, o Modiface foi resultado de dez anos de desenvolvimento de tecnologia de ponta. “O que era um projeto de pesquisa interessante acabou atraindo empresas da indústria de cosméticos,” diz Parham. “O primeiro aplicativo que desenvolvi para ser comercializado permitia que clientes vissem anteriormente o resultado do tratamento anti-rugas que estavam prestes a fazer,” lembra.

Desde então, o site canadense criou inúmeros programas para gigantes da indústria de cosméticos e da cirurgia plástica como a empresa que inventou o Botox e a multinacional Procter & Gamble. “Acabamos de lançar uma parceria com a Procter & Gamble em que criamos um aplicativo para que as pessoas possam ver como ficariam com cabelos enrolados,” conta Parham.

A receita do Modiface, que chegou a pouco menos de US$ 1 milhão em 2008 e deve atingir quase US$ 2 milhões em 2009, vem exclusivamente de parcerias business-to-business. Para o internauta comum, o conteúdo é gratuito e pode ser acessado até mesmo através da comunidade virtual Facebook.

“Usamos o Facebook para divulgar nosso aplicativo de hairstyling. No inicio, tínhamos somente umas 100 pessoas na comunidade. Depois que anunciamos no veículo, o número de membros subiu para cinco mil em uma semana,” lembra Parham. “Daí em diante foi como um efeito viral. Um amigo foi passando o link para o outro e hoje temos quase 600 mil usuários.”

Quando questionado sobre planos para cobrar dos internautas o serviço, Parham diz que não acredita que esta seja uma boa forma de adicionar receita. De fato, dados da Forrester revelam que consumidores ainda não estão dispostos a pagar por conteúdo na internet.

Notícias / internet - 17/08/2009
Modelos de negócios na internet pelo mundo
Conheça as empresas estrangeiras que atuam na web e estão estourando de vender
Por Isis Almeida

Galeria virtual
Outro e-business que está tentando promover artistas independentes é o 20x200, uma galeria americana de arte online. Inaugurada em 2007, a e-gallery, de Nova York, tem o objetivo de trazer para o ambiente das artes tanto novos talentos quanto colecionadores amadores.

“Uma grande amiga minha era artista e vi a dificuldade que tinha em ter seu trabalho exposto e reconhecido. Também já tinha colecionado outras coisas mas não arte. Foi por isso que decidi abrir minha própria galeria em Nova York em 2003,” conta Jen Bekman, que só levou o negócio para a internet cinco anos mais tarde.

Segundo a curadora, o 20x200 foi uma extensão natural do trabalho que já fazia na galeria. “Já trabalhava com artistas independentes e tinha bastante experiência no meio digital. Escrevia newsletters e organizava concursos de fotografia na internet” diz Jen, que foi uma das pioneiras na criação de comunidades virtuais no final dos anos 90, tendo trabalhado para empresas como Netscape e Disney. “Assim, a criação do 20x200 foi uma combinação única das minhas experiências.”

Quando questionada sobre o nome da e-gallery, Jen explica que foi resultado do fato das peças mais baratas custarem somente US$ 20 e terem 200 reproduções. “Queria trazer arte para o mundo dos colecionadores amadores. Muita gente não arrisca colecionar arte já que este é um hobbie caro. Por isso o valor de US$ 20,” explica.

O site, que já vendeu mais de 40 mil peças de arte desde 2007, foi desenvolvido com um investimento inicial praticamente nulo, de acordo com Jen. “Eu tinha essa ideia e queria fazer acontecer. Então usei toda a experiência de web que tinha, pedi ajuda a amigos e contatos profissionais e assim surgiu o 20x200,” lembra.

Em 2009, a web galeria deve faturar pouco mais de US$ 1 milhão. Apesar disso, Jen insiste que não está no ramo por dinheiro. “Minha ideia era trazer arte para todos. Acredito profundamente que as pessoas devam viver mais com a arte e que isso não necessariamente significa ter cacife de colecionador profissional.”

Pequenas Empresas Grandes Ideias / Edição 242 - Março/2009 - 07/07/2009
Um projeto iluminado
As lâmpadas fluorescentes sempre foram desprezadas pela indústria da reciclagem. José Lepri descobriu um jeito de reaproveitá-las e ganhar dinheiro com isso
Por Elisa Corrêa

José Lepri, da Lepri Cerâmicas, de São Paulo (SP)
Uma lâmpada apagada também pode ser sinônimo de uma boa ideia. Foi pensando assim que a Lepri, uma pequena empresa de revestimentos cerâmicos, conseguiu chamar a atenção de um gigante: o McDonald's, que acaba de inaugurar o primeiro restaurante ecológico da rede na América Latina, em Bertioga, no litoral paulista. Na construção foram usadas as Ecopastilhas feitas com lâmpadas fluorescentes recicladas, desenvolvidas pela empresa. Como a Lepri chegou lá? Pensando diferente. 'Se a nossa empresa é pequena, por que produzir algo que as grandes já fazem?', questiona o proprietário, José Lepri. 'O pequeno empreendedor tem que fabricar seu produto com uma qualidade melhor que o da grande corporação e ainda oferecer um diferencial.'
A Lepri descobriu um excelente filão num elo desprezado pela indústria de reciclagem. Estima-se que, dos 100 milhões de lâmpadas fluorescentes descartadas por ano no Brasil, apenas 6% sejam reciclados. O índice de reaproveitamento de outros materiais é bem superior: 44% em embalagens de vidro; 73% em alguns tipos de papéis; 87% em embalagens de alumínio. Em 2005, depois de um ano e meio de pesquisa e desenvolvimento, a Lepri lançou uma linha de pisos com vidro de lâmpadas na composição do esmalte. O sucesso da inovação deu ao empresário o estímulo para apostar em novos produtos, como as Ecopastilhas, que levam até 20% de vidro moído na massa. Hoje, a produção de revestimentos ecológicos da empresa é de 5.000 metros quadrados por mês, mas na fábrica, onde trabalham 49 funcionários, já existe capacidade instalada para produzir, mensalmente, até 120.000 metros quadrados de Ecopastilhas em 2009.
Para tocar a produção, todo mês a Lepri compra cinco toneladas de vidro de uma empresa que recicla lâmpadas fluorescentes em Paulínia, interior de São Paulo. Apesar de ser mais barato, esse vidro não é padronizado e exige da Lepri investimentos em testes de laboratório para adequar o material à linha de produção. Mas há compensações: o vidro adicionado à massa diminui a temperatura de queima da cerâmica e permite a redução de até 15% no consumo de gás durante a produção.
As Ecopastilhas chegam às lojas com um preço similar aos produtos convencionais da mesma faixa de mercado (de alto padrão). 'Nosso atrativo está em vender nosso produto a um preço normal, com o diferencial ecológico', diz José Lepri. O empresário não revela o faturamento, mas afirma que, no ano passado, a Lepri cresceu 9% em relação a 2007. A promessa para o futuro continua verde: 'Daqui para a frente, todo novo produto criado pela Lepri será ecológico.' E lucrativo.
DA LÂMPADA À CERÂMICA
1>>> Uma lâmpada fluorescente tem cerca de 40 elementos químicos, com diferentes graus de toxicidade, como mercúrio, chumbo e zinco.
2>>> Quase todas as lâmpadas acabam descartadas nos aterros sanitários e podem contaminar o ambiente.
3>>> Quando reciclados, os componentes da lâmpada são separados e descontaminados. Depois eles podem ser reutilizados como matéria-prima.
4>>> Depois de moído e trabalhado em laboratório, o vidro das lâmpadas é usado na massa e no esmalte dos revestimentos da Lepri.
O Brasil é um celeiro na área de produtos de construção sustentáveis e a maioria deles é criada por micro e pequenas empresas. É o que afirma o consultor em ecoprodutos e sócio-proprietário do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (IDHEA), Márcio Augusto Araújo, que dá algumas dicas para os empresários que querem conquistar o mercado.
- Prepare-se para enfrentar profissionais bem informados, que exigem normas e especificações técnicas do produto.
- Pratique a sustentabilidade para poder entender o universo do seu cliente.
- Invista em tecnologia e melhoramento. Não basta ser ecológico, tem que ter qualidade.



Vendas / música ambiente - 24/07/2009
Escolha a trilha sonora certa para a sua loja
Especialista inglês afirma que a música pode influenciar o cliente a comprar mais
Da Redação
A música que se ouve em lojas ou supermercados pode influenciar o comportamento do consumidor. E pode, sim, estimular as compras. Por isso vale a pena ter cuidados extras para explorar esse potencial sonoro. Veja as dicas de Julian Treasure, um ex-baterista inglês que criou a Sound Agency, uma consultoria de som que tem entre seus clientes empresas como a Honda e a Unilever.

Como o som pode influenciar uma compra?
Ele pode acelerar ou tornar mais lentas nossas funções físicas, modificar nossos sentimentos e, assim, alterar nosso comportamento. O som em uma loja pode nos fazer sair de lá mais rápido ou mais devagar e até mesmo deixar uma impressão positiva ou não, o que será determinante no volume das vendas.

Isso acontece em qualquer setor e tipo de compra?
Sim. Mas se diferencia de acordo com a intenção do comércio. O mercado do luxo, por exemplo, prefere que seus clientes fiquem nas lojas por muito tempo; já o mercado popular quer que, após a compra, o consumidor deixe o local, pois o que importa nesse caso é o giro rápido.

Você afirma que o varejo possui problemas crônicos associados à trilha sonora. Por quê?
A maioria das marcas só se preocupa com o visual. É um erro. Além disso, as pessoas, incluindo quem trabalha nas lojas, estão acostumadas a suprimir o som quando ficam muito expostas a ele. Também é comum a ideia de que música alegre é a melhor trilha sonora para as compras. Mas ela diminui o tempo de permanência do consumidor na loja.

Atualmente, a trilha sonora que acompanha a vida das pessoas se confunde com o uso de aparelhos de MP3. Como explorar isso?
Esses aparelhos bloqueiam o excesso de informação sonora que recebemos e são uma escolha pessoal do cliente. Se o som de uma loja se sobressai a eles, provavelmente as pessoas apresentarão alguma resistência à sua marca. Ele também tem de ser apropriado ao público, o que quer dizer que numa loja de brinquedos músicas infantis não são uma escolha certeira; afinal, podem desagradar aos pais que estão ali.

Como o pequeno empresário pode se beneficiar da trilha sonora?
Ele pode começar com o silêncio. Isso geralmente não é feito, principalmente em grandes cidades. Então, pense em um som que deixará sua loja agradável. Pergunte a você mesmo: se as pessoas fecharem os olhos em sua loja, elas saberão onde estão? A resposta pode ajudar a descobrir se ela tem uma identidade definida. E então trabalhe para que sua marca se fortaleça associando-a a uma trilha sonora.

O que não fazer em uma apresentação
Escrito por Fernanda Carpegiani em 08.26.2009 Categorias: Inovação, Marketing
Causar uma boa impressão pode garantir ótimos negócios. Preparação e prática são fundamentais na hora de apresentar suas ideias para empresários e executivos, e organizá-las num arquivo de PowerPoint é tão comum quanto eficiente se for bem feito.
Em recente coluna no site Business Week, o coach em comunicação para empresas Carmine Gallo deu dicas bem humoradas de como causar uma má impressão fazendo uma péssima apresentação. Se quiser impressionar, não cometa nenhum dos 15 erros que ele descreve.
Como fazer uma péssima apresentação
1. Cometa erros de ortografia: Não checar a escrita das palavras demonstra completa falta de cuidado e atenção. Se você não se importa o suficiente para por à prova a sua apresentação, sua audiência vai ficar menos interessada em você e na sua mensagem. É a forma mais fácil de parecer amador.
2. Crie combinações de cores que causem distração: Azul e verde são as mais difíceis de ler.
3. Use fontes inconsistentes: Designers profissionais de PowerPoint usam duas, no máximo três, estilos de fontes numa apresentação inteira. Mas porque parar por aí? Há centenas de tipografias disponíveis, mas usar várias no mesmo slide pode prejudicar o entendimento da mensagem.
4. Use uma fonte muito pequena: Se você quer deixar as pessoas malucas, diga algo como: “Eu sei que vocês não conseguem ler isso, mas se conseguissem eis o que diria…”
5. Insira fotos distorcidas esticadas para caber no tamanho do slide: Imagens usadas em PowerPoint devem ter pelo menos 900×720 pixels. Designers começam com imagens maiores e diminuem seu tamanho para caber no slide. Se você quer parecer ruim, encontre imagens de tamanho 200×300 pixels e estique-as para caber no slide. Sua qualidade ficará péssima.
6. Pareça completamente e totalmente desinteressado: Carmine Gallo comenta uma conferência da qual participou em que o palestrante não havia sequer preparado uma apresentação e tinha apenas algumas anotações escritas à mão. O maior problema foi que ele se perdia no meio das notas, remexendo nos papéis, e perguntou duas vezes ao mediador: “Quanto tempo ainda me resta?”. As pessoas na plateia acharam tão terrível que começaram a se entreolhar e rir.
7. Pareça desarrumado: Se quiser causar uma péssima impressão, use uma calça jeans desbotada, sapatos gastos e sujos e uma camisa manchada.
8. Leia todas as palavras de cada slide: Melhor ainda, vire as costas pra o público e leia seus slides palavra por palavra. Não tem coisa melhor para entendiar a plateia.
9. Não se importe com um plano B: Se você precisa usar a internet para mostrar um site, não se preocupe em capturar uma imagem da página para caso a conexão não funcione. Assim, você não saberá o que dizer quando a internet falhar. Já imaginou que situação chata?
10. Não pratique: Nem um pouco. Praticar uma apresentação em voz alta dá trabalho e faz com que você pareça polido, mas é garantia de que o assunto vai fluir melhor e no tempo certo.
11. Chame atenção para os seus erros: Se você quer mostrar total falta de preparo, diga algo como: “Ops, não tenho ideia de como este slide veio parar aqui”.
12. Comece com uma piada ofensiva e sem graça: Metade das pessoas vai sair da apresentação imediatamente e você terá conseguido causar uma péssima impressão logo de cara.
13. Use animações doidas: Deixar o texto simplesmente desaparecer gradualmente é muito simplista. Especialmente quando o PowerPoint oferece as funções “saltar”, “bumerangue” e a temida “nêutrons”, que faz as letras circularem descontroladas. Todas farão a plateia ficar com dor de cabeça. A simplicidade, muitas vezes, é a melhor opção.
14. Use desenhos de clip art: Por que gastar dinheiro com fotos de alta-resolução de um serviço de banco de imagens quando há muitos desenhos ordinários e sem custo que farão sua apresentação parecer um projeto de escola? O acabamento - até em uma apresentação - faz toda a diferença.
15. Use softwares de apresentação antigos: PowerPoint 2003 serviu seu propósito (foi usado por anos). Mas não há comparação com o PowerPoint 2007, que é uma ferramenta simplesmente melhor e mais robusta. Darla Wigginton, uma designer expert em PowerPoint e diretora de criação da eVision Design em São Francisco, diz: “Quando o [PowerPoint] 2007 foi lançado, ele assustou o mundo do design, pois o usuário comum poderia criar coisas realmente impressionantes”. Por que assustar os designers profissionais? Fique com as versões mais antigas e perca a atenção da sua plateia.

8 Responses to “ O que não fazer em uma apresentação ”
# 1 Paulo Henrique Says:
agosto 26th, 2009 at 3:55 pm
Concerteza esses 15 itens irão acabar com a apresentação de alguém.
Abraço.
# 2 paulo sergio miranda da silva Says:
agosto 27th, 2009 at 8:41 am
achei o artigo bom
# 3 WALTER Says:
agosto 27th, 2009 at 9:28 am
Ótimo. Acabei de fazer uma reclamação de um fornecedor de porte nacional que já me enviou 4 serviços manchados.
É uma gráfica de grande volume.
Simplesmnte substituir o arquivo para nova impressão não atende.
O que atende é fazer certo sempre.
Parabéns por cada item.
Quem se considerar contrário, se habilita a fechar sua atividade.
# 4 Silvia Says:
agosto 27th, 2009 at 9:53 am
Com certeza nem todos leram o item 1…rs.rs..rs.
# 5 Celso Oliveira Says:
agosto 27th, 2009 at 11:14 am
Sugiro ao amigo Paulo Henrique que leia atentamente o ítem número 1 do texto (por sinal, fantástico!) antes de criar qualquer apresentação. Dentre tantas dicas preciosas, o texto nos alerta que erros ortográficos indicam “completa falta de cuidado e atenção” e se tornam “a forma mais fácil de parecer amador”. Para bom entendedor, com certeza, um risco é Francisco.
Vamos nessa!
# 6 Professor Says:
agosto 28th, 2009 at 2:31 am
Se os conselhos forem seguidos, com certeza, teremos uma boa apresentação.
# 7 Wesley Leite Says:
agosto 28th, 2009 at 9:06 am
De fato, imagens, animações e transições “espetaculares” causam muita dor de cabeça nos espectadores. Além, é claro, de um outro grande problema: falta de dicção!
# 8 Roberio Cavalcante Says:
agosto 28th, 2009 at 3:10 pm
Sou gerente de negócios da INTEQ, prestei tanta atenção a esses pontos que há cerca de 2 anos abandonei o windows e o office passei a utilizar MAC, pois o aplicativo de apresentação da Apple (Keynote) é simplesmente espetacular.

Conecte-se / Edição 247 - Agosto/2009 - 05/08/2009
Os 7 mandamentos para dar vida longa às máquinas
Como evitar o desgaste e a perda de eficiência dos equipamentos da sua empresa
Por Wilson Gotardello Filho
O avanço da tecnologia tem tornado cada vez mais efêmera a vida útil dos aparelhos eletrônicos. Um computador de uso corporativo, por exemplo, dura no máximo três anos. Depois disso, problemas como paradas inesperadas, aumento da infecção por vírus e perda de informações tornam-se tão frequentes que a troca ou aluguel de equipamentos novos será inevitável. Mas existem medidas que minimizam o desgaste. Pequenas Empresas & Grandes Negócios levantou com consultores os sete mandamentos para minimizar perdas, melhorar a eficiência e ampliar a vida útil das suas máquinas.
>>>INVISTA EM MEMÓRIA
Se o computador da sua empresa está lento, uma boa solução pode ser o aumento da memória RAM. Para melhorar o desempenho, o ideal é instalar pelo menos 1 gigabyte. “Dá uma acelerada e aumenta bastante a vida útil, mesmo para quem tem um processador mais lento, como o Celeron”, afirma Ivair Rodrigues, diretor de pesquisa da consultoria especializada em tecnologia ITData.
>>>ATUALIZE OS SOFTWARES
A versão desatualizada de um software pode estar atrapalhando o bom desempenho da sua máquina. Ter programas em dia é fundamental para haver uma boa performance — e também para evitar ser infectado por algum vírus novo na internet, segundo Alexandre Andrade, diretor da consultoria especializada Growth. Outra opção é desinstalar o software e instalá-lo novamente.
>>>TROQUE O HARD DISK
Trocar o Hard Disk é acessível, no caso dos desktops, e pode ajudar a prolongar a vida útil das máquinas. “Muitas empresas ainda trabalham com máquinas que possuem HD de 20 ou 40 gigabytes. Isso é muito pouco”, diz Rodrigues, da consultoria ITData. Segundo ele, o ideal é contar com um HD de pelo menos 80 Gigabytes.
>>>USE UM HD EXTERNO
Arquivos pesados, apesar de fazerem parte do dia a dia das empresas, podem ser fatais para o bom funcionamento do computador. Para evitar os efeitos colaterais, uma boa estratégia é optar por um Hard Disk externo. Disponíveis no mercado a partir de R$ 150, os HD externos podem ser usados para guardar qualquer tipo de arquivo. A estratégia é viável para usuários de desktops e notebooks.
>>>TENHA EM MÃOS UM PEN DRIVE
Mais baratos que os Hard Disk externos, os pen drives também podem ajudar a desafogar o seu computador. Como grandes arquivos podem atrapalhar o bom funcionamento da sua máquina, selecionar aqueles que não são usados com frequência e salvá-los em um pen drive pode ser uma boa solução. Apesar de simples, a estratégia requer cuidados. Fechar todos os arquivos e desabilitar o pen drive antes de retirá-lo do computador é fundamental para manter o conteúdo seguro. Prestar atenção na procedência do pen drive também é importante, já que a popularização dessa plataforma deu origem a um mercado de produtos piratas de baixa qualidade.
>>>FAÇA UM REGULAMENTO
Segundo Rodrigues, da ITData, pelo menos metade do conteúdo arquivado em um computador corporativo é pessoal ou não é do interesse da empresa. Se entre essas informações estiverem arquivos pesados, como fotos ou músicas, por exemplo, o funcionamento das máquinas pode ser comprometido. Além disso, existe o risco de contaminação por vírus ao expor o hardware aos interesses dos funcionários. Para evitar esse tipo de problema, a empresa deve formalizar um regulamento que deixe claro o que é permitido instalar e baixar nos computadores.
>>>COMPRE UM ANTIVÍRUS
Existem muitas armadilhas na internet que podem reduzir a vida útil do seu computador, como clicar em um link contaminado ou fazer o download de um programa ou arquivo suspeito. Para prevenir danos, é fundamental contar com um antivírus atualizado. Apesar de os programas antivírus terem perdido parcialmente a eficácia nos últimos anos em virtude da sofisticação dos hackers, eles ainda representam uma alternativa de proteção. De acordo com Andrade, da consultoria Growth, as empresas devem optar por antivírus com boas referências e que sejam atualizados constantemente.

50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site
Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet
Por Wilson Gotardello Filho

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos
1>>>DELINEIE UMA ESTRATÉGIA
Uma das dicas para ter um bom site está na ponta da língua de todos os especialistas: saiba exatamente o que você espera dele. "Muitas vezes as empresas querem tudo, e isso não é possível", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Se a intenção da empresa for vender pela rede, o site deve ser desenhado de uma maneira; se a ideia for apenas divulgação, de outra. "O empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades", afirma Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7
2>>> ANALISE A CONCORRÊNCIA
Se você está montando o seu primeiro site, é interessante observar quais são as páginas e os recursos utilizados pelos seus concorrentes. "Não deixe de buscar referências no setor", diz Raquel Horta, da Mapa Digital
Leia Mais
Como montar seu site de vendas
Como montar seu site de vendas
Um passo a passo para você criar uma loja virtual
Da Redação
As pequenas empresas devem considerar a internet como uma opção para crescer e ganhar dinheiro. “Se explorado com profissionalismo, o comércio eletrônico pode ser um grande negócio, principalmente em tempos de consumidores cada vez mais ocupados”, diz o professor Alberto Albertin, da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo. A infra-estrutura necessária para o funcionamento de um comércio virtual, porém, não é das mais simples. Veja aqui como construí-la:

Quem procurar
Você pode montar um site por conta própria, algo muito complicado, ou bater na porta de um único fornecedor, o chamado provedor de hospedagem. Empresas desse ramo oferecem pacotes sob medida para quem quer desenvolver um site. Locaweb, 4Web e Dot Store, por exemplo, estão entre os provedores que fazem de tudo: encarregam-se do registro do nome da empresa na internet, da hospedagem, da montagem do site, oferecem sistemas seguros para as transações, organizam diferentes formas de pagamento, dão consultoria em webmarketing e suporte técnico, entre outras coisas.

De olho no vizinho
Antes de mais nada, é importante ver o que seus concorrentes estão fazendo em seus próprios sites, que negócios semelhantes fazem no exterior, quais são as práticas mais interessantes e o que você não quer de jeito nenhum no seu site. Uma pesquisa dessas o habilita a passar, numa reunião com o desenvolvedor do site, o que deseja para a sua loja virtual. Você saberá especificar as características do que quer no seu site e, principalmente, estabelecer metas para os prestadores, como o tempo de desenvolvimento ou a instalação progressiva de serviços ou ferramentas.

24 horas no ar
Quando se trata de hospedagem, segundo Alessandro Santiago, professor de sistemas de inetrnet e desenvolvimento de e-commerce da faculdade IBTA, é fundamental que o provedor garanta que o seu site estará no ar na data combinada e ficará no ar o maior tempo possível. Nesse quesito, você deve solicitar em contrato que o SLA (Service Level Agreement, que significa garantia de serviço disponível, um termo técnico bastante utilizado na área) esteja entre 99,1% e 99,5%. Isso significa que, das 24 horas do dia, sete dias da semana, o site estará acessível acima de 99% do tempo.
Como montar seu site de vendas
Um passo a passo para você criar uma loja virtual
Da Redação
Condomínio técnico
Uma pequena empresa pode dividir um servidor com outra empresa. O uso de um servidor compartilhado, além de custar mais barato e permitir atualização constante dos softwares de segurança, suporta os níveis de acesso sem perda de qualidade. “Cheque apenas se há um servidor reserva com backup para garantir que o site estará sempre disponível e os dados, salvos”, afirma Luis Otávio Lopes, diretor de marketing da eComm Web Services, consultoria especializada em comércio virtual.

Taxa de transferência
Convém levar em conta a comunicação entre o escritório real (ou loja física, quando existe) e a loja virtual, para a baixa de estoque imediata, controle de caixa, etc. O mesmo vale para a atualização de conteúdo do site, como fotos, tabelas de preços, informações sobre produtos. Em geral, os provedores de hospedagem determinam um volume mensal (chamado de taxa de transferência) para o envio de dados em bytes (imagens, textos, códigos). Os consultores aconselham que essa taxa tenha no mínimo cinco gigabytes. Portanto, pergunte ao provedor de hospedagem a quantidade que seu site deverá ter.

Segurança total
Numa transação de comércio eletrônico, é fundamental ter um sistema seguro, integrado a bancos e a operadoras de cartão de crédito. É aqui que a sigla SSL (Socket Security Layer) ganha relevância. Ela indica que o site oferece um recurso de criptografia de dados confidenciais enquanto os clientes trafegam na rede. É um certificado digital que garante o cadeado do lado direito da tela.

Formas de pagamento
Um site de comércio eletrônico deve contar com diferentes formas de pagamento. Os provedores de hospedagem costumam oferecer, como parte do pacote de serviços, a negociação entre sua loja virtual e as administradoras de cartões de crédito e os bancos. Vale a pena. Se você fizer isso por conta própria levará meses na negociação. Os contratos não são diferentes dos tradicionais: taxas de 1,5% a 3% no cartão de débito, de até 4% no de crédito e emissão de boleto bancário por até R$ 2,30 a unidade.

Serviços extras
Os hospedeiros apresentam uma gama de serviços que vão desde a criação de sala de bate-papo (chat) gratuito, ferramenta de busca interna no conteúdo do site para os usuários encontrarem um determinado assunto na página da empresa e até o cálculo automático do frete, que mostra ao cliente o preço, os prazos e as formas de pagamento. Sem esquecer do rastreador de objetos, que permite ao consumidor saber onde se encontra o seu produto. Tudo, é claro, faz com que a mensalidade aumente. Dá vontade de colocar tudo no site, pois são todas ferramentas bacanas. Mas vá com calma. Faça orçamentos e opte pelo que considerar indispensável, de forma a ter uma loja virtual eficiente que não pese no bolso.


Quais são as cinco maiores novidades/tendências em tecnologia para empresas hoje em dia?
Quais são as cinco maiores novidades/tendências em tecnologia para empresas hoje em dia?
Por Carin Hommonay Petti
@import "/sistemas/editoraglobo2/materia/css/materia_editor_16751.css";
Tecnologia
Quais você considera as cinco maiores novidades/tendências em tecnologia para empresas hoje em dia?
(Pergunta de Alexandre Hadade, sócio da Arizona, empresa de gestão de marcas e automatização dos processos de comunicação e marketing)
Web 2.0
A principal característica dos momentos de crise é, sem sombra de dúvida, a incerteza com relação à condição atual e ao futuro dos negócios. No cenário, ganha ainda mais importância a Web 2.0, a internet mais interativa, que integra consumidores e empresas através de wikis, blogs e redes sociais. Afinal, além de garantir a transparência e maior fluxo de informação com clientes, funcionários e parceiros, a nova geração da internet também reduz custos da comunicação.

Mobilidade
A integração de internet banda larga com telefone celular contribui para o aumento da produtividade do negócio. Isso ocorre não apenas pelo uso por parte dos funcionários de uma empresa, mas por possibilitar a oferta de conteúdo a clientes via smartphone, por exemplo.
Tecnologia verde
A substituição de equipamentos antigos por novos, que consomem menos energia, reduz o impacto ambiental e o custo com a manutenção da infra-estrutura geral.
Vídeo-conferência e VoIP
Embora já sejam soluções conhecidas há bastante tempo, ganham novo destaque neste momento em função da rápida e significativa redução de custos de comunicação que proporcionam.
TI como serviço
Consiste na contratação de serviços de TI, como gerenciamento da infra-estrutura (servidore, PC, software, LAN, WAB, segurança, etc) e cloud computing, que é a migração de servidores internos para espaços virtuais. A vantagem está na maior facilidade de implementação e gestão de máquinas virtuais e na alocação dinâmica de recursos, evitando despesas com capacidade ociosa de armazenagem e processamento.
(Resposta de Álvaro Leal, consultor da IT Data)

Use a tecnologia para cortar gastos da sua empresa
Use a tecnologia para cortar gastos da sua empresa
Cinco ferramentas ajudam a diminuir custos
Da Redação
Uma pesquisa feita em dezembro de 2008 pelo instituto americano Gartner Group, especializado em tecnologia, mostrou que o uso de ferramentas corretas pode ter um impacto de redução de custos de até 40% logo depois dos primeiros 30 dias de implantação. Sabendo disso, veja cinco ferramentas que podem fazer toda a diferença para a sua empresa.

Videoconferência
Com a videoconferência, você pode realizar treinamentos técnicos, cursos rápidos e reuniões de equipes localizadas em diferentes regiões do país e do mundo. Com um computador, uma pequena câmara de vídeo ligada à máquina (webcam) e softwares gratuitos como Skype ou Messenger, as pequenas empresas podem aproveitar a ferramenta.

Voz sobre IP
A tecnologia de voz sobre IP ou simplesmente VoIP (sigla de Voice over Internet Protocol ou utilização de voz sobre protocolo de internet, em português) é a mais indicada para quem deseja ligar para qualquer lugar do mundo ao preço de uma chamada local. Para você adotar o sistema em sua empresa, há três opções: por meio do computador, com o uso de softwares apropriados e ajuda de um microfone; com o auxílio de um telefone inteligente ligado a um micro ou por meio de um adaptador acoplado a um aparelho de telefone comum.

Impressão
Especialistas afirmam que se sua empresa tiver mais de dez computadores ou imprimir mais de 3.000 folhas por mês, você deve preferir uma impressora com tecnologia a laser, ligada em rede. Por outro lado, se imprimir menos de 3.000 páginas por mês, vale a pena manter uma impressora de jato de tinta. A digitalização e a distribuição por e-mail de grandes relatórios, com gráficos e ilustrações podem representar uma boa economia. Outras medidas simples também podem ajudar, como tirar cópias em ambos os lados de uma página e utilizar o modo rascunho da impressora para reduzir o uso de tinta.

Colaboração
Os softwares de colaboração, que usam a tecnologia wiki, permitem que os usuários habilitados leiam, escrevam, editem e organizem um mesmo texto, cada um a partir do seu micro, mesmo que em locais diferentes. Você pode registrar andamentos de projetos e trocar ideias sobre novos produtos ou serviços. Essa tecnologia aperfeiçoa o tempo de entrega de relatórios e reduz a troca de e-mails e a impressão de papéis, uma vez que toda a informação sobre aquele determinado assunto está reunida num mesmo local, de forma organizada.

Pequenas empresas devem focar em gestão de pessoas
Segundo Carlos Alberto dos Santos, diretor de administração e finanças do Sebrae Nacional, ingestir nos funcionários leva as empresas ao crescimento
Da Agência Sebrae de Notícias
Gestão de pessoas é fundamental para o crescimento de qualquer empresa grande. Também aquelas com até quatro empregados, que representam 86% das 5,6 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras, precisam ter essa preocupação se quiserem ser competitivas, se apostam na sobrevivência a longo prazo.

Segundo o diretor de administração e finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, é preciso desmistificar a chamada gestão por competências, que foca o aprendizado constante dos empregados de acordo com a missão e os objetivos estratégicos das empresas. “Ela não deve ser preocupação apenas de uma Petrobras, de uma Vale do Rio Doce ou de instituições como o Sebrae”.

O problema, segundo ele, não é simples porque passa pela questão custo que, por sua vez, remete às normas, à regulação da atividade econômica. A Lei Geral já permitiu grandes avanços como a criação de regras tributárias específicas, diferenciadas (Simples Nacional) para micro e pequenas empresas. Mas é preciso avançar mais.

A simplificação precisa, agora, atingir outras áreas como as das relações trabalhistas. Não se trata de reduzir direitos em vigor, explicou o diretor, mas definir um mínimo de proteção para os que vivem à margem dos direitos trabalhistas. Micro e pequenas não podem arcar com custos trabalhistas como as grandes. E a solução dada pelo mercado é a pior possível: a informalidade.

Menos custos e burocracia são fundamentais para o fortalecimento e modernização de um segmento que é o grande agente de capacitação do mercado de trabalho nacional. É quase sempre em uma pequena empresa o primeiro emprego de jovens entre 18 e 24 anos.

Santos coordenou, nesta quinta-feira (12), o Painel Sebrae, dentro da programação da Oficina 'Gestión por competencias y organizaciones sostenibles', da Organização Internacional do Trabalho (OIT) , que acontece desde a segunda-feira (9), no Rio de Janeiro, e se encerra nesta sexta-feira (13). A oficina conta com 70 participantes de 12 países da América Latina, incluindo o Brasil.


Como entrevistar o prestador de serviço em tecnologia mesmo sem dominar o assunto
Como entrevistar o prestador de serviço em tecnologia mesmo sem dominar o assunto
As perguntas que devem ser feitas para acertar na contratação
Da Redação
Sua empresa começa a crescer e você se dá conta de que está mais do que na hora de investir em tecnologia. No caso das pequenas empresas, porém, é melhor contratar um prestador de serviços da área de tecnologia para cada projeto do que ter sempre um profissional dedicado a isso. Veja como entrevistá-lo para acertar na contratação.

Você já trabalhou com empresas do mesmo ramo ou do porte desta?
Prestadores de serviços de tecnologia adoram desenvolver projetos para grandes empresas, mas o que interessa a você é que eles compreendam as necessidades técnicas do seu negócio e, principalmente, respeitem seu orçamento.

Você é parceiro de empresas de software e de equipamentos?
A ideia é saber se ele apresentará uma gama de produtos de diferentes fabricantes e explicará os prós e os contras de cada um sem estar comprometido com ninguém porque tem algum contrato de exclusividade.

Como é o processo de trabalho?
A resposta lhe dará ideia de quantos consultores trabalharão no projeto e quais são as suas qualificações. Não se esqueça de perguntar também se será necessário ter sempre alguém na empresa enquanto eles estiverem trabalhando. Caso o consultor principal precise sair no meio do projeto, inesperadamente, pergunte quem assumirá o seu lugar e se tudo deverá recomeçar do zero.

Quem fica encarregado do projeto?
É fundamental que haja alguém com essa responsabilidade. É com essa pessoa que você poderá falar de maneira usual, sem jargões indecifráveis, sobre suas necessidades e se tem gostado ou não da condução do trabalho.

Quanto custa?
Insista em saber um valor fixo para o projeto e defina um calendário de pagamentos que esteja atrelado ao cumprimento de metas.

E se ao fim do projeto eu não estiver satisfeito?
Nesse caso, um consultor medíocre de tecnologia irá começar a falar sobre as garantias e a devolução do dinheiro. Um consultor inteligente afirmará que isso não deve acontecer, já que você receberá relatórios regularmente durante todo o projeto e terá a possibilidade de fazer adaptações sempre que julgar necessário.
Terei direito a suporte após a conclusão do projeto?
Quando terminam o projeto, alguns consultores se tornam inacessíveis. Você liga e eles não atendem, não retornam ou simplesmente desaparecem. Então, antes de fechar o contrato, inclua uma cláusula que estabeleça a manutenção do sistema pós-projeto.



3>>>ESTUDE O PÚBLICO
Invista em pesquisas para saber o que o seu público quer ver em um site. Caso a empresa não possua recursos para contratar uma agência de pesquisa, a ferramenta Google Analytics é uma boa alternativa para identificar o perfil dos seus consumidores. "É importante saber quem acessa o seu site", explica Raquel Horta. A fabricante de preservativos Blowtex, por exemplo, identificou um desejo entre os internautas de ter mais do que informações sobre os seus produtos e resolveu criar uma área com dicas de baladas e shows. Hoje, essa é uma das seções do site com mais acessos, segundo Marco Martinez, diretor da empresa
4>>>DEFINA QUEM VAI DESENVOLVER O SITE
Com o avanço da tecnologia, ferramentas de criação de sites estão à disposição dos usuários nos grandes portais por preços a partir de R$ 15 por mês. Os recursos são mais limitados do que quando se recorre a uma agência. Neste caso, gasta-se no mínimo R$ 4 mil - dependendo do projeto, o custo pode chegar a R$ 50 mil, segundo Darcy Barbará Filho, da WT11
5>>>INVESTIGUE AS AGÊNCIAS
Existem diversas formas de desenvolver um site, mas, se optar por uma agência, o ideal é averiguar sua infraestrutura e recursos. "Precisamos de uma empresa que ofereça forte suporte e equipe para atender à nossa demanda de atualização", diz Thiago Chan, analista de marketing da fabricante de automóveis Troller. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que é fundamental avaliar os trabalhos anteriores da agência, além de checar com clientes como ela funciona
6>>> NÃO ABANDONE O SITE
Se você não pode contar com uma agência para abastecer o seu site, vá com calma na hora de colocar recursos que exijam atualização. "O tamanho do seu site tem que ser proporcional ao seu tempo para gerenciá-lo", alerta Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. Um site com diversas áreas e conteúdo desatualizado afasta os usuários e acaba com a credibilidade da empresa
7>>> NÃO SAIA DA ESTRUTURA PADRÃO
Apesar de relativamente jovem, a internet já criou padrões universais. Uma barra de canais e áreas do site na vertical à esquerda ou na parte superior horizontal da tela são comuns no Brasil. Inventar estruturas muito sofisticadas e inovadoras pode ser pouco funcional. "Se revolucionar, muita gente não vai saber mexer", diz Darcy Barbará, da WT11.
8>>> TORNE A NAVEGAÇÃO ROTATIVA
Ao acessar a página da fabricante de doces La Passione, os clientes encontram, além das opções de produtos, um link para agendar uma degustação ou entrar em contato com os proprietários. Esses links não ficam restritos à página inicial. De qualquer ponto do site os consumidores podem mandar mensagens à equipe da La Passione. "O ideal é que o site não tenha fim. Que cada seção tenha um link para a próxima e para fazer contato com a empresa", explica Soncini, da agência WX7. Segundo o empresário, isso também faz com que o tempo de retenção dos usuários no site aumente consideravelmente
9>>> DIFERENCIE-SE NO CONTEÚDO
Inovação é fundamental para se destacar entre milhões de páginas que surgem todos os dias. "Todo mundo está na web. É preciso fazer com que o público-alvo se identifique com o seu site", diz Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. No caso da fabricante de preservativos Blowtex, além dos produtos e dos dados institucionais, a empresa disponibiliza uma série de informações relacionadas a temas de interesse do seu público, como dicas de sedução e de motéis
10>>> SAIBA USAR INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS
Se o intuito é vender pela rede, a parte institucional do site deve ser enxuta. "Mas se o objetivo for apenas apresentar o negócio, essa seção pode ser recheada de informações. Principalmente se a empresa prestar serviços e os clientes tiverem a necessidade de entrar em contato com os seus profissionais", diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Segundo Juliana Constantino, diretora da agência Click, um erro corriqueiro é tentar reproduzir a estrutura hierárquica da companhia na internet. "O consumidor não precisa saber informações sobre o departamento jurídico ou de contabilidade", exemplifica.

11>>> TOME CUIDADO COM AS CORES
O visual do site pode ser decisivo para o sucesso na rede. "Cores muito fortes irritam as pessoas e cores pastel acabam relaxando demais o usuário. O ideal é ter um meio termo", diz Soncini, da agência especializada WX7. Segundo ele, a mescla de tons é importante para não mexer no emocional dos consumidores. "Cores muito escuras, por exemplo, deixam os usuários nervosos e fazem com que eles queiram sair rápido do site", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11. Nos textos, é importante ter contraste. "Nada de site vermelho com letras cor-de-rosa", recomenda Barbará. Uma boa saída é combinar cinza, branco e azul, ou então usar tom sobre tom. "Um laranja mais escuro com um laranja mais claro funciona bem", diz
12>>> NÃO UTILIZE JARGÕES
Esqueça siglas e termos específicos da área de atuação da sua empresa. Os consumidores não estão acostumados com a terminologia peculiar a um setor. "Isso dificulta a compreensão e acaba restringindo o público", diz Juliana Constantino, da agência Click. O ideal é explicar os conceitos e os serviços do site em linguagem simples, acessível a leigos e especialistas
13>>>ESCREVA CORRETAMENTE
Nada de "assúcar", "caza" ou "os produto são". Erros gramaticais são capazes de limar a credibilidade de um site. Se o objetivo da página for vender algum produto ou serviço, as chances de concluir o negócio diminuem consideravelmente quando há erros ortográficos, segundo Alexandre Nucci Soncini, diretor da WX7. "Não precisa e nem deve ser um português erudito, mas não pode haver erros. As pessoas ficam receosas em comprar", afirma
14>>> EVITE MENSAGENS DE FÉ
"Louvado seja Deus", "Jesus Cristo é o senhor", "Deus é amor." Tudo isso pode ser muito importante para você, mas não para os seus clientes. Manifestações de fé costumam restringir o público do site. "Esse é um erro muito comum. Os empresários precisam ter em mente que o site é para os clientes, não para a empresa", afirma Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11
15>>>BOLE TEXTOS CURTOS
Não deixe aflorar o José Saramago que existe dentro de você. Parágrafos curtos e diretos são ideais para a internet. "O texto deve ter, no máximo, 30 linhas", diz Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7. Além disso, o interesse dos consumidores precisa sempre ser contemplado

Gosto musical varia de pessoa para pessoa. Portanto, em vez de arriscar, é melhor deixar de fora aquela música tão importante para você. Ninguém gosta de abrir um site e ser obrigado a ouvir uma música pré-escolhida. "Isso pode repelir os usuários", afirma Darcy Barbará Filho, sócio da WT11. Exceções são válidas para empresas que trabalham com música e instrumentos
16>>>FUJA DAS MÚSICAS DE FUNDO
17>>> DOSE AS ANIMAÇÕES E O FLASH
Você viu o site daquela multinacional cheio de recursos de animação e quer fazer igual? Cuidado, pode ser perigoso. Esse expediente é indicado para sites totalmente institucionais (e, mesmo assim, com cautela). "É preciso ter uma dosagem para não ridicularizar e infantilizar a imagem da empresa", diz Darcy Barbará Filho, da WT11. Sites desenvolvidos em flash podem ser uma ótima alternativa para quem trabalha com produtos de apelo visual, segundo Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus. No entanto, se a sua ideia é ter um site para vendas ou com poucos recursos, o flash deve ser evitado. "Pode ficar pesado em alguns computadores", alerta.
18>>>COLOQUE FOTOS DE PESSOAS
"Ao longo do tempo, percebi que a foto de uma pessoa ajuda a ampliar o número de acessos de um site", conta Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, que trabalha com sites desde 1999. "Quando passamos a utilizar fotos de pessoas no nosso layout, o número de e-mails de interessados subiu muito. Acho que é porque a página fica menos fria", diz
19>>>INVISTA NA QUALIDADE
Qualquer traço de amadorismo pode comprometer a imagem da sua empresa. Se você vai expor produtos na rede, é fundamental ter fotos feitas por profissionais. Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, pagou entre R$ 200 e R$ 300 por foto exibida em seu site. "Por estarmos no ramo de alimentação, não poderia ser de outra forma. Precisamos despertar o desejo nos consumidores", diz Karam
20>>>MOSTRE-SE COM CAUTELA
Transparência é uma característica muito valorizada pelos consumidores. Mas cuidado para não dar um tiro no próprio pé. Barbará Filho, da WT11, conta que, certa vez, um cliente orgulhoso de seu processo de produção postou no site fotos dos funcionários nas linhas de montagem. No entanto, eles estavam sem equipamentos de proteção, o que rendeu uma multa ao empresário
21>>>DISPONIBILIZE UM JOGO NO SITE
Um jogo no site pode ser um extra interessante para atingir seu público-alvo. A fabricante de preservativos Blowtex disponibiliza quatro jogos no seu site. "Essa ferramenta traz muitos acessos ao site, mas precisa ser renovada com frequência", diz Marco Martinez, diretor de marketing da empresa. Segundo Juliana Constantino, diretora da Agência Click, jogos online são fáceis de desenvolver e atraem os internautas
22>>>INSIRA "DÚVIDAS FREQUENTES"
Existem muitas etapas no processo de venda dos seus serviços ou produtos? Crie uma seção de "dúvidas frequentes" para o seu site. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que essa é uma parte muito acessada do seu site. "Os usuários normalmente não gostam de ler grandes textos. Essa seção facilita o acesso a informações de maneira rápida", diz. Segundo Regina, o recurso facilita o contato futuro, já que o usuário se certifica de que a empresa oferece exatamente o que ele procura
23>>> NÃO USE CONTADOR
Ninguém precisa saber que mil, duas mil, três mil ou milhões de pessoas acessaram o seu site. "Se o endereço não for muito procurado, a divulgação pode ser muito ruim para a imagem da empresa", diz Barbará Filho, da WT11. Segundo ele, com ferramentas como o Google Analytics, hoje é possível analisar com mais afinco o perfil dos consumidores - uma informação, aliás, que só interessa às empresas
24>>>OFEREÇA VERSÕES EM OUTROS IDIOMAS
Se a sua empresa busca clientes ou fornecedores estrangeiros, é fundamental ter um site com uma ou mais opções de idiomas. Marco Martinez, da Blowtex, diz que a empresa tem um site em inglês voltado aos clientes externos. Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa de legalização de estrangeiros no país, conta que, apesar de normalmente tratar com o RH das empresas, a versão extra do site ajuda a esclarecer os processos para os executivos de outros países, o que dá mais transparência e credibilidade

25>>>RESPONDA SEMPRE
Pode ser e-mail, carta, telefone, blog, perfil em comunidade social. O importante mesmo é ter um canal aberto de comunicação com os clientes. Um e-mail com dúvidas ou sugestões deve ser prontamente respondido. Caso contrário, corre-se o risco de perder um futuro negócio. "Todo feedback é muito bem-vindo e visto com bons olhos pelos consumidores", diz Pablo Caldas, da agência Full Haus

Se você optou por uma área para comentários no site da sua empresa, saiba que opiniões de todos os tipos podem aparecer. É importante deixar um canal aberto com os consumidores, mas toda atenção é necessária com o conteúdo das mensagens. "Vale a pena barrar comentários com palavras de baixo calão, palavrões e conteúdo duvidoso", diz Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7. Mas não se deve censurar mensagens críticas. "Nenhuma empresa agrada a 100% das pessoas. Se houver somente mensagens positivas, o site perde a credibilidade", afirma
30.
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26>>>MODERE OS COMENTÁRIOS
27>>>FOQUE NOS CLIENTES
O escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp tem clientes espalhados por diversas cidades do Brasil. Por isso, a empresa desenvolveu uma área específica para que eles possam acompanhar, diariamente, o andamento das obras. Além disso, um e-mail é enviado ao cliente avisando que há novas informações no site da empresa. "Antes, eu precisava ligar para avisar que havia enviado um e-mail, mas as fotos eram pesadas e várias informações ficavam de fora", diz Rogério Moraes, sócio do escritório
28>>>RESERVE UMA ÁREA PARA FUNCIONÁRIOS
Para controlar os funcionários espalhados pelo Brasil, o escritório de arquitetura e gerenciamento de obras Kemp optou por criar uma espécie de ponto eletrônico. Em uma área do site destinada aos funcionários, Rogério Moraes, sócio do Kemp, controla a entrada e saída de cada um, assim como as atividades executadas durante o dia. "Consigo identificar o IP da máquina em que ele bateu o ponto. Não tem como fazer isso de casa", diz Moraes. O executivo ainda recebe um relatório especificando onde cada funcionário trabalhou durante o mês. "Acompanho quanto cada funcionário trabalhou por obra", afirma
29>>>ESTREITE O RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES
Se a sua empresa trabalha com fornecedores de vários estados do Brasil, uma área para relacionamento com eles pode ser uma boa alternativa. Se a empresa não tiver como manter um contato físico com os fornecedores, é necessário organizar, pelo site, compras e pedidos, afirma Darcy Barbará, da WT11
30>>>FIRME PARCERIAS
A Livraria Phylos tem fechado parcerias com empresas para ampliar o mix de produtos do site e capitalizar com anúncios. A primeira foi com a Naturalli Dacor, de artigos de decoração, mas Mauro Pereira da Silva, proprietário do site, afirma que está em negociação com outras sete empresas. "Cobramos 5% de comissão pelos produtos vendidos no nosso site", explica. Além de parcerias de vendas, o executivo também firmou um acordo com a WT11, agência desenvolvedora de sites, para disponibilizar um banner na Phylos. O site da livraria atua como revendedor da agência, ficando com 20% dos R$ 6 mil cobrados por uma loja eletrônica a cada cliente que descobre a WT11 pelo site

31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES
São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital
32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK
Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. "O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram", diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. "O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno", explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site
33>>>CRIE UM BLOG
Quanto mais transparente for a sua empresa, melhor. Um blog corporativo é uma ótima ferramenta, mas, se não houver transparência, perde a credibilidade. Além disso, é importante saber o que os usuários querem ver no blog. Por meio dos e-mails que chegavam à empresa, Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, por exemplo, percebeu que existia uma demanda por um diário virtual. A empresa vai disponibilizar a partir deste mês um blog em que os usuários poderão enviar perguntas e dúvidas a serem respondidas pelos advogados da Visto Brasil
34>>>DISPONIBILIZE RSS FEEDS
Hoje em dia, na internet, toda empresa deve tentar ao máximo divulgar o conteúdo do seu site. Uma forma eficiente de fazer isso é utilizar o RSS feeds - listas de renovação de conteúdo de um determinado site em que os usuários incluem o link dos arquivos em seu programa agregador e recebem as atualizações sem precisar visitar o site. O recurso fideliza o público e ainda atrai consumidores interessados, diz Pedro Caldas, da Full Haus

Vídeos de empresas no YouTube, quando caem no gosto do público, são acessados por milhões de pessoas ao redor do mundo e funcionam como uma barata e eficiente maneira de divulgação e atração de público para o site. "Não é necessária uma superprodução. Tem que ser algo curioso, relevante, que tenha a ver com o que o seu público quer", diz Pedro Caldas, da Full Haus. Para conseguir levar as pessoas do YouTube para o seu site, é importante colocar o endereço tanto no vídeo quanto no perfil da página da empresa
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35>>>ABUSE DO YOUTUBE
36>>>PENSE NO FLICKR
No final do ano passado, a fabricante de automóveis Troller, da Ford, optou por uma nova estratégia de atração de internautas para sua página na internet: a utilização do Flickr, site de compartilhamento de fotos, para divulgar imagens de ralis e de carros. Um mês depois, o número de visitantes novos havia aumentado 15% e o número de page views crescera 80%. "Pensamos na ferramenta para trazer as pessoas do Flickr para o nosso site", diz Thiago Chan, analista de marketing da empresa
37>>>DESENVOLVA UM SITE PARA CELULAR
O Brasil fechou o mês de abril com 154,6 milhões de celulares e uma densidade de 80,98 aparelhos por grupo de 100 habitantes. Desse total, existem 4,95 milhões de celulares 3G, de acordo com dados de abril da consultoria Teleco. Diante desses números, os grandes portais já desenvolveram sites específicos para serem acessados do celular, mas, com a base de smart phones que o Brasil tem, torna-se viável para pequenas e médias empresas. Segundo Juliana Constantino, da agência Click , os custos de produção são menores para desenvolver um site para celular
38>>>MANDE NEWSLETTERS E E-MAILMARKETING
Na hora de efetuar uma compra na loja virtual Calumax, o consumidor escolhe se gostaria de receber ou não uma newsletter com ofertas. Hoje, cerca de 30 mil pessoas recebem o boletim cada vez que a empresa decide fazer promoções. "Desse total, 25% interagem com o nosso site", explica Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax. Segundo Raquel Horta, da Mapa Digital, usar newsletter ou e-mailmarketing para atrair usuários exige cuidados. É preciso que seja de fato uma informação relevante. "Não se pode ficar lotando a caixa de e-mails das pessoas com qualquer coisa", alerta
39>>>EXPLORE A PÁGINA DE CADASTRO
Se a intenção é vender pela rede, uma ficha de cadastro é necessária. Mas registrar dados de visitantes pode também ser uma ferramenta interessante para fazer um banco de dados e, posteriormente, utilizá-lo em estratégias de divulgação. De acordo com Pedro Caldas, sócio-diretor da Full Haus, o usuário do site precisa ter a possibilidade de se cadastrar sem precisar comprar, mas nunca se deve exigir informações para ter acesso ao conteúdo. "Isso espanta as pessoas", diz Caldas.
40>>>DIVULGUE CLIENTES SATISFEITOS
Não são poucas as vezes que Leandro Pereira da Silva, diretor da Visto Brasil, empresa especializada na regularização de estrangeiros no Brasil, ouviu de um cliente que a decisão em optar pelos serviços da empresa foi baseada nas referências disponibilizadas no site. "É sempre saudável apresentar casos de sucesso. Colocamos no nosso site depoimentos de antigos clientes. Isso sempre serve de indicação para os futuros interessados", explica Silva, que afirma já ter conseguido fechar negócios por conta desse tipo de divulgação
41>>>BRINQUE COM VÁRIOS DOMÍNIOS
Uma boa alternativa para impulsionar os acessos do seu site é a criação de páginas com funções específicas. Além do site institucional, a empresa pode brincar com páginas promocionais, com novos domínios. "Trata-se de uma ferramenta de marketing muito empregada pelas grandes empresas, mas que pode ser usada também pelas pequenas e médias", conta Erica Saito, gerente regional de estratégia de negócios da VeriSign no Brasil, operadora dos registros para domínios .com e .net mundialmente. Hoje, o preço do registro de um domínio varia de R$ 5 a R$ 20
42>>>DÊ UMA TWITTADA
No início de junho, a construtora e incorporadora Tecnisa vendeu um apartamento na zona oeste de São Paulo por R$ 500 mil. O que era para ser apenas mais um negócio fechado virou notícia no Brasil inteiro: é que a Tecnisa fez a transação pelo Twitter, rede social para microblogging. O comprador, um gerente de tecnologia de uma empresa não identificada, seguia a empresa pelo site desde janeiro e aproveitou uma promoção que também oferecia R$ 2 mil em vale-compras, além de armários planejados para os quartos e a cozinha. "É importante linkar as pessoas seguidoras no Twitter para o blog ou site da empresa", afirma Pablo Caldas, da Full Haus
43>>>COMPRE LINKS PATROCINADOS
A Rezende Souza, empresa de gerenciamento de consórcios fundada em 1999, utilizou até 2005 duas formas para divulgar e vender cotas de consórcio: por meio do site e pelas concessionárias. A partir de então, toda a divulgação passou a ser feita na internet, com os links patrocinados do Google. Segundo Regina Rezende, sócia da empresa, enquanto nas concessionárias a venda média ficava em 30 cotas por mês, hoje, com a ajuda do Google, a média é de 250 cotas mensais. Os custos variam e dificilmente ultrapassam R$ 10 por clique
44>>>REPITA AS PALAVRAS QUE INTERESSAM
Para aparecer entre os primeiros resultados da busca orgânica do Google, a escolha das palavras dos textos é fundamental. No caso de Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, repetir as palavras "doce" e "casamento" foi fundamental para figurar bem no site de busca. Apesar de ser tentadora a oportunidade de aparecer entre os primeiros, a qualidade do texto não deve ser deixada em segundo plano. "É preciso buscar uma forma de repetir as palavras sem afetar a qualidade do texto", alerta Alexandre Nucci Soncini, da agência WX7

Regina e Rubens Rezende são sócios da Rezende Santos, empresa de representação de consórcios. Cada uma das fabricantes de automóveis que eles representam exige um site específico para a marca. Além disso, a empresa também tem sites para vender linhas de bancos e casas. No total, a dupla gerencia seis sites. Os dois com maior demanda ficam com Rubens e os outros quatro com Regina. Prestes a fechar contrato com mais uma indústria automotiva, o casal se prepara para contratar uma pessoa que deverá administrar o sétimo site, já que não será possível acumular mais uma função. "Os sites precisam ser profissionais. Qualquer traço de amadorismo afasta os consumidores", alerta Regina
45>>>TENHA ESTRUTURA
46>>>ESTABELEÇA UMA PLATAFORMA DE VENDA
Para ter um bom site de vendas, a empresa pode optar por criar ou alugar uma plataforma. O site da loja virtual Calumax, por exemplo, optou inicialmente pelo aluguel. Como o preço varia de acordo com o número de ofertas na loja e page views, a empresa - que atualmente possui 300 opções de produtos e paga cerca de R$ 1 mil por mês - decidiu desenvolver sua própria plataforma este ano. "Vai ser um investimento a longo prazo", diz Lucas Dorador, gerente comercial da Calumax, que vai gastar cerca de R$ 10 mil no projeto. No entanto, dependendo do tamanho e dos recursos utilizados, a plataforma pode sair por até R$ 70 mil
47>>>DIVIDA O SITE EM TRÊS MÁQUINAS
Se o seu objetivo é ter um site de vendas, o indicado é ter três máquinas para hospedar a sua página, segundo Adriano Filadoro, consultor de tecnologia de informação especializado em segurança e diretor da Online Brasil. Uma delas será utilizada como banco de dados, para gravar as informações; a segunda será utilizada para rodar o programa de e-commerce; e a terceira ficará com o servidor das páginas. "Dividir a aplicação em camadas é a melhor forma de ampliar a segurança do seu site", diz Filadoro
48>>>ADOTE O PADRÃO W3C
Na hora de escolher uma agência para desenvolver seu site, certifique-se de que a empresa trabalha com código validado pelo órgão internacional W3C, que regulamenta e padroniza os códigos. Assim, seu site funcionará em todos os navegadores disponíveis. Caso a empresa desenvolva o site com códigos "sujos", a navegabilidade pode ser comprometida em determinados browsers
49>>>ATUALIZE O SISTEMA
De acordo com o consultor Adriano Filadoro, é muito importante trabalhar sempre com as últimas versões dos sistemas operacionais e dos aplicativos. Uma hora fora do ar pode representar diversos clientes a menos. "Hoje em dia, todo mundo procura as empresas pelo Google. Se o consumidor tentar acessar um link e estiver fora do ar, automaticamente ele clica no de baixo e nunca mais volta", alerta Filadoro
50>>>CONTRATE UM BOM FIREWALL
Para melhorar a segurança do seu site, é indispensável ter um bom sistema de firewall, segundo o consultor Adriano Filadoro. Bons sistemas custam de R$ 1 mil a R$ 100 mil anualmente e necessitam de atualizações diárias. "Ter um bom firewall é como ter um guarda na porta do site", compara Filadoro


ENTENDA O CÓDIGO DE E-MAIL MARKETING EM 10 ITENS
Publicado por A2C em 28 agosto 2009 às 9:30
Enviar mensagem Adicionar como Amigo Exibir blog de A2C
A A2C recomenda a leitura na íntegra do Código de Autorregulamentação para a Prática de E-mail Marketing. Mas, para facilitar o entendimento ajudar a adequação das empresas às normas previstas no Código, segue abaixo uma lista dos principais itens comentados pela Dinamize - www.dinamize.com.br.

1 – Para quem posso enviar e-mail marketing?
O Código estabelece que as bases devem ser opt-in ou soft opt-in. Ou seja, os destinatários devem ter solicitado o recebimento das mensagens enviadas (opt in). Ou, o remetente deve ter uma relação comercial ou social prévia e comprovável com o destinatário (soft opt-in)

Se a sua empresa vem realizando ações de e-mail marketing para uma base de destinatários que não se enquadra nas situações acima é preciso adequar-se. Uma sugestão é realizar uma campanha para que seus destinatários confirmem a intenção de continuar recebendo seus e-mails. Ou seja, transformá-los em opt in. E isso deve ser feito o quanto antes, pois o código entrará em vigor em poucos dias.

2 – Posso realizar um primeiro envio para obter a permissão do destinatário para envios posteriores?
Não. Uma vez que o código esteja oficialmente publicado, não serão permitidas ações para bases que não sejam opt-in ou soft opt-in.

3 – Política de opt-out e prazo para descadastro
Opt-out é o mesmo que descadastro. E o Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada.

4 – Como é feito o opt-out/descadastro?
Uma das grandes inovações do código é estabelecer que as mensagens de e-mail marketing tragam, obrigatoriamente, um link para opt-out automático e uma segunda alternativa que não seja um link clicável. Muitas pessoas têm receio de clicar em links de e-mail, por questões de segurança. Logo, a alternativa não clicável pode ser um telefone, fax, endereço informado de e-mail ou site (sem link clicável, apenas o texto informativo), sms, carta ou qualquer outro meio amplamente disseminado.

5 – E-mails de cobrança, suporte e afins não precisam conter recurso de opt-out na mensagem.
Quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, as mensagens enviadas exclusivamente com finalidade de assegurar a execução contratual e pós-contratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos) estão dispensadas de conter o recurso de opt-out.

6 – O endereço de e-mail do meu remetente é do meu provedor.
O Código é claro: “o Remetente somente poderá enviar mensagens de E-mail Marketing por endereço eletrônico vinculado ao seu Nome de Domínio Próprio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. É vedada a utilização de Domínio de terceiro não pertencente ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros.”
Ou seja, se você ainda não possui um domínio próprio, seja de pessoa física (ex. domínio.nom.br) ou jurídica, é preciso providenciar. É importante destacar que você pode ter um domínio e utilizá-lo no e-mail de remetente sem, obrigatoriamente, possuir um site.

7 – Envio de anexos
O envio de anexos, muitas vezes utilizado por instituições financeiras, pode ser realizado desde que exista uma autorização prévia e comprovável do destinatário. Certificação e assinatura digitais são permitidas e não ficam sujeitas a regra dos anexos.

8 – Política de privacidade e de uso de dados
É imprescindível divulgar no site da sua empresa a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários. Isso é importante para que os destinatários da mensagem saibam como e em que situações a empresa utilizará suas informações pessoais ou corporativas.


9 – Posso comprar base de e-mails?
Não. O envio só pode ser feito para bases opt-in ou soft opt-in. Porém, é permitido que uma empresa realize uma ação para algum parceiro comercial enviando e-mail para sua própria base de destinatário, desde que observadas as seguintes condições:
1. A base deve ter opt-in expresso e comprovável que autorize o envio de e-mails de conteúdo de terceiros;
2. O e-mail de remetente deverá ser aquele por meio do qual a pessoa física ou jurídica que detêm o relacionamento com a Base de Destinatários pode ser contatada pelo Destinatário;
3. Além dos recursos de opt-out padrão, a mensagem deverá conter mais duas opções de descadastro: uma para descadastro de mensagens daquele parceiro comercial do remetente. E outra para mensagens de todo e qualquer parceiro comercial do remetente;
4. O endereço de remetente deve ser válido e utilizar nome de domínio próprio do responsável pela base de destinatários.

10 – Configurações técnicas previstas no código
Entre as várias disposições técnicas previstas no código, destacamos a configuração de SPF (Sender Policy Framework). Em resumo, trata-se de uma configuração no servidor de domínio que informa quais IPs estão aptos a enviar e-mail em nome desse domínio.

Esta situação ocorre diariamente quando um cliente Dinamize envia sua campanha de e-mail marketing pelo Easy Mailing, pois utiliza um remetente com seu domínio próprio (por exemplo, newsletter@empresa.com.br) em uma estrutura de terceiros. Será necessário configurar o SPF do domínio, informando os IPs dos servidores utilizados pela Dinamize. Entre em contato com seu gerente de contas ou com o suporte técnico para obter essas informações.



Data de coleta:
30/08/2009
18:12:34
Domínio: comercialpyramon.com.br
Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 23/08/2009 - 29/08/2009
Totais Visitas 237
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Médias por DiaVisitas33,86
Impressões de Página175,86
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Bytes Transferidos16,75MB
Médias por VisitaImpressões de Páginas5,19
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Bytes506,56KB
Duração1309s
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Link de acesso ao relatório
Para sua segurança, o acesso ao relatório através do link acima somente é válido até que você receba um novo e-mail com o relatório atualizado.

Configurações deste e-mail de relatório
É possível alterar algumas opções (destinatário e peridiocidade) bem como desativar/reativar este resumo. Para isto, acesse seu painel de controle em http://painel.locaweb.com.br/ com seu usuário e senha. Clique no domínio comercialpyramon.com.br e, em seguida, clique em "Relatórios" no menu a esquerda.




Prezado Cliente / Fornecedor


De acordo com o Protocolo ICMS 87/08 de 26/09/2008, que alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07, a partir de 01 de Setembro de 2009, a Eletromar Ltda, passará a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e.

A NF-e é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do documento eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador.

A circulação da mercadoria será realizada com o DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, que é a representação em papel da NOTA FISCAL ELETRÔNICA – NF-e , sem validade jurídica .

A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e deverá ser validada e autorizada pela Secretaria de Fazenda do Estado do estabelecimento emitente.

É obrigação do destinatário, verificar se a NF-e consta no ambiente nacional ou na SEFAZ de origem. A consulta poderá ser realizada, via internet, a partir do DANFE utilizando-se a chave de acesso.

Para as empresas obrigadas a NF-e, torna-se obrigatório o envio e recebimento do arquivo XML, e os mesmos devem ser armazenados pelo prazo legal determinado na legislação.

O que muda para o cliente da Eletromar Ltda a partir do momento em que começarmos a utilizar NF-e em nossas operações?
(Informações obtidas no endereço http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/assuntoagrupado1.aspx#sc017)

A principal mudança para os destinatários da NF-e, seja ele emissor ou não deste documento, é a obrigação de verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital, bem como a concessão da Autorização de Uso da NF-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br). Importante observar que o emitente da NF-e é obrigado a encaminhar ou disponibilizar download do arquivo XML da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização para o destinatário, conforme definido no Ajuste SINIEF 11/08, cláusula segunda, Inciso I;

Para verificar a validade da assinatura e autenticidade do arquivo digital o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”, desenvolvido pela Receita Federal do Brasil - disponível na opção “download” do Portal Nacional da NF-e (www.nfe.fazenda.gov.br).

O emitente e o destinatário da NF-e deverão conservar a NF-e em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação, para apresentação ao fisco quando solicitado, e utilizar o código “55” na escrituração da NF-e para identificar o modelo.

Caso o cliente não seja credenciado a emitir NF-e, alternativamente à conservação do arquivo digital já mencionada, ele poderá conservar o DANFE relativo à NF-e e efetuar a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE, desde que feitas as verificações citadas acima.

Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e, o destinatário deverá exigir a sua emissão, sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal, ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e.







A Eletromar Ltda disponibilizará o arquivo da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, através do e-mail informado previamente pelo cliente. Favor encaminhar o endereço de e-mail para nfe@eletromar.com.br.

Informe-se sobre as mudanças que estão chegando acessando os seguintes sites:

http://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFEindex.aspx
http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/


Para que você conheça com mais detalhes o documento fiscal eletrônico que acompanhará a entrega de seu pedido, disponibilizamos abaixo, uma cópia orientativa do arquivo eletrônico denominado DANFe (Documento Auxliar da Nota Fiscal Eletrônica).














Relatório: Gráfico de Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 25/08/2009 - 31/08/2009
Gráfico de Sessões 50
Sessões
Ter 25/08
44
Qua 26/08
40
Qui 27/08
42
Sex 28/08
30
Sab 29/08
25
Dom 30/08
40
Seg 31/08
6

Total: 227





Relatório: Gráfico de Hits - comercialpyramon
Intervalo: 25/08/2009 - 31/08/2009
Gráfico de Hits 2.000
Hits
Ter 25/08
1.112
Qua 26/08
1.284
Qui 27/08
846
Sex 28/08
1.483
Sab 29/08
1.343
Dom 30/08
1.558
Seg 31/08
7

Total: 7.633







Relatório: Gráfico de Bytes - comercialpyramon
Intervalo: 25/08/2009 - 31/08/2009
Gráfico de Bytes 28,61 MB
Bytes
Ter 25/08
20,76 MB
Qua 26/08
20,25 MB
Qui 27/08
10,52 MB
Sex 28/08
20,54 MB
Sab 29/08
9,68 MB
Dom 30/08
15,98 MB
Seg 31/08
124,16 KB

Total: 97,85 MB



ARTIGOS TI
Fonte: KMA
Depois da crise, uma dobradinha na vitória.
Ezequiel Ribeiro

Para quem acompanha o mundial de Fórmula 1, 2009 foi o início de muitas mudanças e surpresas, principalmente pela estreante, que nascida da crise, conseguiu fazer dobradinhas, vitórias e mais vitórias!

A escuderia BrawnGP sob direção de Ross Brawn, surgiu da crise e do fechamento da equipe Honda, hoje é a sensação da temporada! Essa é mais uma história de profissionais que possuem uma visão de crescimento e de vitória, onde alguns enxergam dificuldades, eles vêem oportunidades, onde empresas “quebram”, eles juntam os cacos e, de um grande fracasso (Honda), chegam às pistas com estréia e com vitórias. Essa é a BrawnGP que já entrou para a história, e Ross Brawn seu líder!

Nesses últimos meses estamos acompanhando diversos artigos sobre a crise e como ela tem afetado as empresas no mundo todo. O que nos fez pensar e apresentar um artigo com um viés diferente, mais positivo e com um olhar diferente da situação, pois, nem todos fazem da crise um mar de lamentações... Que tal uma postura profissional mais “Ross Brawn”?

Raimundo Batista, líder da Delloitte disse: “Se existe um problema é porque existe uma solução. Então, vamos encontrá-la e executar o melhor para sua solução rápida, menos traumática, que não alimente mais ainda a crise e reduza esse período de transição”

Concordamos com Batista, não que os líderes, diretores e CEO´s, fecharão os olhos para a economia e para os fatores econômicos. Porém, esse momento é para oportunidades e na recessão, o verdadeiro líder deve respirar fundo, vencer o medo e ser ousado.

Sua meta? A Pole Position!

Seu objetivo? A Vitória!

Sua rotina deve ser a observação da concorrência e o seu passo sempre um a frente dos demais.

Sugestão 1: Promova mudanças nos Incentivos, desafie os colaboradores da equipe a assumirem mais responsabilidades sobre os próprios ganhos e se importarem menos com cargos.

Sugestão 2: Detecte mercados emergentes, pois sua empresa não pode ficar parada nesses períodos, a economia poderá retomar e você ficar de para trás.

Sugestão 3: Apostar na Comunicação e Marketing, principalmente nas estratégias de propaganda gratuita, mídias espontâneas e relações públicas.

Quanto ao item 3, marketing e comunicação, o líder não deve acreditar somente na criatividade, mas, conhecer as fórmulas de sucesso que já foram experimentadas e implantadas pela agência ou pelo consultor que atua na sua corporação.

Entrevistado por um jornalista sobre sua seqüência de vitórias consecutivas, e o que ele achava daquele final de semana de corrida, Ayrton Senna disse: “ não espero vencer para sempre, mas, sempre desejo que a derrota venha no próximo final de semana!”

Numa leitura da Gestão de Qualidade, temos um artigo de Rogério Campos Meira,que nos dá algumas dicas para pequenos e medios negócios: Segue uma síntese para facilitar nossa futura “BrawnGP” dos negócios.

7 DICAS PARA AUXILIAR SUA EQUIPE NA CONQUISTA DAS VITÓRIAS:

1- Planejamento: este é o primeiro passo a ser seguido.

2- Capacitação: treinar a equipe é uma questão extremamente importante para o bom andamento do planejamento.

3- Disciplina: é fundamental que todos os seus colaboradores estejam envolvidos e motivados.

4- Investimento: em recursos materiais, tecnológicos e pessoais, pois somente assim sua equipe terá meios adequados para executar com excelência suas funções.

5- Produtividade: medidas simples como procedimentos de trabalho e implantação de um software de gerenciamento poderão ser o suficiente.

6- Comprometimento: para que uma equipe esteja mais motivada e comprometida com o trabalho os gerentes precisam ser referência. O exemplo vem de cima.

7- Análise e Melhoria para os Processos: só focar no resultado final não é suficiente, precisa criar processos para verificar a sua eficácia. Um GIRO PDCA pode ajudar nesse caso.

Que tal aplicar essas práticas no seu negócio? Fazer dos desafios um “CASE” de sucesso e desejar que sua marca/produto seja sempre o Top Of Mind ou que tenha sempre o maior Share Of Market no mercado em que atua.

Porém, devemos saber que isso não será fácil, então, trabalhe com um objetivo final, mas, sem esquecer-se do cumprimento de suas tarefas da semana.

Como no exemplo de Senna, trabalhar para que a marca fique pelo menos mais um final de semana como “TOP” na mente do consumidor. E na semana seguinte...

Trabalhar com essa meta novamente!
Data de Publicação: 13/5/2009

Ezequiel Ribeiro ( ezequiel.ribeiro@kmaintegrada.com ) Além de Professor Universitário em Marketing e Comunicação, é Sócio-Diretor da KMA Marketing Integrado e atua nas áreas de Direção de Criação e Planejamento Estratégico. Publicitário formado pela UNIMEP, PÓS-GRADUADO em Comunicação Social pela UMESP, MBA em MARKETING pela UNIMEP, MBA em GESTÃO DE PESSOAS na Anhanguera, onde faz parte do programa e também possui CURSO DE EDUCAÇÃO PARA ENSINO SUPERIOR.







Afinal, o que é marketing de Luxo?
Tatiane Dellapiazza

Muito se discute de mercado de luxo, sua expansão e desenvolvimento, mas o que é o marketing de luxo?

O que engloba esse setor?

Quem são os consumidores?

Comecemos entendendo, ao pé da letra, o que significa Marketing e luxo.

Marketing, assim como muitas outras palavrinhas é utilizada pelos brasileiros com o objetivo de traduzir a relação de troca no mercado. Veja a definição em nosso glossário KMA.

Luxo, segundo definição do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é maneira de viver caracterizada pela ostentação, por despesas excessivas, pela procura de comodidades caras e supérfluas, pelo gosto do fausto e desejo de ostentação.

Portanto, Marketing de luxo é a relação de troca entre grandes grifes e seus consumidores, produtos caríssimos que proporcionam além de status social, outros prazeres na área emocional de seu consumidor, como a valorização pessoal, sensação de recompensa, como sou visto, poder, entre outros.

É um erro pensar que o marketing de luxo é só moda, apesar da comum relação entre grifes de moda e luxo existem outros setores que se enquadram nessa categoria, tais como: Cosméticos/perfumes; Moda/Acessórios; Vinhos/Bebidas; Transporte Luxo; Turismo/Lazer; Couro/Bagagem; Relógios/Jóias; Arte; Gastronomia; Hi-Fi; Artigos de Decoração; Esportes. (Castarède , 2006).




E quem são os consumidores desse mercado?

Segundo Bain&Company, nos próximos cinco anos o mercado de luxo no Brasil tende a crescer 35%, aproximadamente US$ 1,6 bilhões e os responsáveis por esse crescimento, baseado na recente pesquisa de mercado de luxo realizado por MCF Consultoria e Conhecimento em parceria com GfK Brasil, são em sua maioria, 63%, mulheres entre 26 e 35 anos, com nível escolar entre universitárias e pós-graduadas.

A fatia de 51% do mercado de luxo se localiza na cidade de São Paulo, na qual aproximadamente 75% dos artigos de luxo do Brasil são vendidos.

Mais de 70% do mercado brasileiro de luxo está concentrado em apenas quatro pontos da cidade de São Paulo: 1º Oscar Freire e Arredores – 4.200 reais por m2; 2º Villa Daslu – 3.350 reais por m²; 3º Shopping Cidade Jardim – 3.300 reais por m² e 4º Shopping Iguatemi – 2.200 reais por m².

Todos nós sabemos que esse não é um mercado para todos, pois analisando a faixa salarial desses consumidores nota-se que 43% têm renda mensal superior a R$ 10 mil e 54% investem mais de R$ 100 mil em aplicações pessoais.

Isso é apenas uma “pincelada” sobre marketing de luxo, existe muita a ser explorado, mas acredito que já conseguimos nos situar um pouco mais.
Data de Publicação: 5/5/2009

A crise dita novos rumos para mercado de luxo
Tatiane Dellapiazza

Até mesmo o segmento que parecia ser inabalável com suas mais requintadas e luxuosas marcas não resistiu a essa infindável crise.

O luxo descobre o Brasil, essa foi a chamada da edição dupla especial de dezembro 2008 da revista Exame. A matéria comenta sobre algumas estratégias das grandes marcas de luxo perante a recessão nos países desenvolvidos.

Dentre as grifes citada a famosa Louis Vuitton, aquela dos desenhinhos nas bolsas, destaca-se, sendo hoje, a mais valiosa entre as marcas de luxo segundo ranking da consultoria Interbrand, estando a frente de marcas de outros segmentos como Samsung e LG. - “Diante de uma nova tempestade, a Louis Vuitton precisa agora encontrar um equilíbrio delicado para continuar a crescer. Por um lado, será preciso ampliar o mercado na classe média emergente, fonte do aumento de receita e dos lucros da empresa nos últimos anos. Por outro, a grife não pode perder a aura de vender produtos exclusivos, de difícil acesso, que tenham o poder de atrair os clientes super-ricos. Yves Carcelle a Exame”.Trecho extraído da Revista Exame, Ed. 933 ano42 nº24 – 17/12/2008

Essa estratégia não é exclusiva da grife Vuitton, muitos gigantes estão de olho em países emergente como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China apontados como futuro líderes do crescimento do mercado de luxo nos próximos cinco anos, porém no momento a maioria está em stand-by, pois todos os próximos passos devem ser meticulosamente calculados (literalmente).

A quase cinco meses após publicação na revista exame aqui no Brasil, há rumores na Europa de que a poderosa Louis Vuitton reduziu 1,5 milhões de Euro e outras marcas tem produzido coleções menores, reduzindo investimento em publicidade e relações públicas.

Visualizando a crise pelo lado positivo, a crise tem descoberto talentos e fortalecendo raízes, fazendo profissionais de várias áreas e segmentos se “mexerem” mais, produzirem resultados mais eficientes, pontuais e com orçamentos reduzidos.

Idéias criativas aliadas a conhecimento de mercado (Know-How) estão valendo muito, planos, planejamentos e orientações também, tudo deve ser escolhido e decidido com muita cautela e atenção, nessas horas o que vale é a experiência e muito estudo de mercado, conhecer muito seu cliente/marca é indispensável.

Sofrendo com a crise ou não, uma marca de 150 anos, tem se apresentado como uma marca de estratégia, que resiste a tantos altos e baixos no mercado, hoje a marca Louis Vuitton é considerada uma potência mundial, a qual confirma que com o tempo se adquire experiência, mas para isso é necessário estar aberto e preparado para mudanças. Pois só assim, consegue-se manter no topo do mercado, não somente como “status”, mas como de liderança.

As mídias estão por todos os lados, mas, e os consumidores?
Rafaela Mendes

Em pouco tempo, muita coisa muda. Nós, como pessoas, somos uma grande prova disso. Mudamos algumas opiniões, passamos a desejar coisas que antes não dávamos muito valor.

Aquele consumidor que acordava cedo e lia todo o jornal antes de ir trabalhar, que chegava em casa e sentava com a família em frente a TV, já não existe mais.

Em pouco tempo, muita coisa muda. Nós, como pessoas, somos uma grande prova disso. Mudamos algumas opiniões, passamos a desejar coisas que antes não dávamos muito valor.

Aquele consumidor que acordava cedo e lia todo o jornal antes de ir trabalhar, que chegava em casa e sentava com a família em frente a TV, já não existe mais.

Hoje, ganha quem conseguir fazer mais coisas ao mesmo tempo. “Dar uma olhada” no jornal, ao mesmo tempo em que engole um café da manhã e diz tchau à esposa, tornou-se rotina.

Da mesma forma, adquirir o máximo de informação é outra característica desse que podemos chamar de consumidor moderno. Ou você nunca se pegou em frente à tv, navegando na internet e folheando uma revista? Se não, deve conhecer alguém.

Esse é o consumidor moderno. Aquele que quanto mais coisas faz ao mesmo tempo, menos atenção presta em cada uma delas.

E aí? Para onde as empresas de comunicação devem mirar?

Mídias existem aos montes. Impressas com jornais e revistas, rádio com jingles e spots, exterior com outdoors, empenas, fronts e backs, e tantas outras que renderiam todo um texto. E cada vez surgem novos meios de atingir esse consumidor que não pára. Mas será que conseguimos?


Pense quantas revistas você já viu e quantos anúncios realmente te marcaram. Quantos comerciais de tv te fizeram comprar o que foi anunciado. Ou, ainda, quantas promoções você soube depois que chegaram ao fim, porque passou rápido demais por aquele outdoor ou sequer ligou o rádio após o almoço.

A vida tornou-se corrida. Com isso, as agências e os anunciantes precisam correr para atingir o consumidor no momento certo.

Já não basta uma boa campanha. Entender o consumidor deve ser o primeiro passo. Mas entender, no sentido mais literal da palavra. Saber sua rotina, seus hábitos, suas necessidades e desejos. Saber onde ele está, para onde vai olhar.

Estratégia. Uma campanha linda enche os olhos, mas não funciona se não falar a mesma língua do consumidor.
Data de Publicação: 27/4/2009


Empresas emergentes são enxutas e possuem força na Gestão do Conhecimento
Ezequiel Ribeiro

Num mercado de economia global, a preferência por organizações/empresas enxutas vem se apresentando como grande diferencial competitivo, o valor de execução e o time to marketing (tempo de resposta) às solicitações, fazem destas empresas a “bola” da vez nos mercados emergentes.

Num mercado de economia global, a preferência por organizações/empresas enxutas vem se apresentando como grande diferencial competitivo, o valor de execução e o time to marketing (tempo de resposta) às solicitações, fazem destas empresas a “bola” da vez nos mercados emergentes.

Apoiadas pelo grande avanço das tecnologias, nos campos da informação e da comunicação, essas empresas vêem fazendo da gestão do Capital Humano (intelectual) o seu principal ativo, e nesse contexto, podemos dizer que elas migraram perfeitamente do velho modelo para um modelo dinâmico (que sai do executar e entra no compreender o processo e suas variáveis).

A diferenciação passa a vir do conhecimento, os produtos e serviços transformam-se em agregados de idéias, e o valor dos ativos intangíveis, supera em muito os valores dos ativos físicos, tecnológicos e financeiros. Seus dirigentes reconhecem que o sucesso está na força do capital intelectual, dos relacionamentos e dos processos bem elaborados no dia-a-dia.


Nessas empresas, a gestão do conhecimento (KM, do inglês Knowledge Management) é um valioso recurso estratégico para a vida das pessoas e por conseqüência delas próprias.

Porém, espere! Não “saia correndo” e já querendo implantar o “KM” em sua organização ou micro empresa.

Primeiro: micro empresa não quer dizer empresa enxuta!

Segundo: você precisa entender e responder 3 questões básicas antes de iniciar as atividades regidas pelo modelo de gestão do conhecimento

1 – Como transferir o conhecimento do Individuo para a organização?
2 – Como desenvolver um gerenciamento integrado das informações?
3 – Como interpretar bem as informações para gerar o conhecimento necessário?

A maneira sugerida para realizar a transferência do conhecimento é através da Memória Organizacional. Essa Memória Organizacional é processo de armazenar todo conhecimento que é produzido pelo profissional (indivíduo) dentro de sua atividade diária e gerenciá-los, para que, no momento adequado possa dar a toda organização posse do mesmo.

Devido a alta tecnologia e a globalização da comunicação, o simples gerenciamento da informação não é mais suficiente, agora é necessário fazer uso da informação de forma integrada. Exemplo: Fazer a informação permear entre os mais diversos departamentos, desde produção aos níveis de direção. Assim, quando se fizer necessário, poderá beneficiar as atividades organizacionais, institucionais e as mercadológicas.

Para gerar conhecimento através das informações dentro da organização é necessário partir do pressuposto que para o conhecimento existir a informação já foi interpretada. Sendo assim, evitar ao máximo o crescimento da comunicação informal, que geralmente são interpretações tendenciosas e inverídicas de um fato ocorrido ou dado que ainda será apresentado. Sabendo como o meio reage ás informações será possível prevenir e criar facilitadores/canais para auxiliar na interpretação da mesma.

As empresas enxutas necessitam de cada vez mais rapidez no desenvolvimento de suas atividades e de flexibilidade para adaptação às possíveis mudanças exigidas pelos clientes. Como citado no inicio do texto, entendemos que a tecnologia que essas empresas detém, é um diferencial competitivo e um fator estratégico para conquista de mercado, porém, estamos de acordo com Davenport, onde apresenta que algumas organizações (principalmente as enxutas) se perderam equivocadamente e hoje, ainda presumem que sua tecnologia, seus altos investimentos nessa área e seu departamento de TI são sua força motriz. Mas, na verdade não são! Fazendo uma rápida reflexão dessa da realidade, podemos afirmar que a parte de Tecnologia(Hard) podem ser controladas e adequadas com maior facilidade, já os relacionamento e atividades do Humano(Soft) são mais difíceis de controle.
Fazer do capital humano a excelência para a competitividade tem se mostrado fator de vitória.
Data de Publicação: 23/4/2009

Marketing de Relacionamento nas IES
Ezequiel Ribeiro

A revista @prender é uma das principais publicações voltada para gestores de IES (instituto de ensino superior). Na edição de Julho/Agosto 2006, ela abordou como matéria de capa o tema: o perfil do aluno - novos conceitos de marketing de relacionamento ajudam IES a criar melhores serviços e divulgá-los com eficácia.

Ezequiel Ribeiro, diretor de planejamento e criação da KMA Marketing Integrado, participou da matéria cedendo uma entrevista e opinando sobre “marketing de relacionamento aplicado à gestão do relacionamento entre IES e seus alunos” .

Leia abaixo uma síntese da matéria publicada na revista @prender.

Conhecendo o aluno

Antes de realizar grandes investimentos em marketing de vestibular, IES devem concentrar esforços em conhecer seu público-alvo
Nos primeiros meses de todo segundo semestre, um novo ciclo inicia-se para instituições de ensino: o enfoque maior do marketing nas campanhas para vestibulares de verão. O fenômeno, que movimenta grandes quantias no mercado publicitário, é marcado por um intenso trabalho de propaganda em detrimento da estrutura geral de marketing das escolas. “Os recursos financeiros, muitas vezes limitados, são desperdiçados em campanhas de matrículas e em captação para vestibular sem que ao menos se entenda o mercado e o alunado potencial da instituição. Para captar novos alunos, é necessário saber profundamente os perfis de alunos que se pode atingir, baseado no foco institucional”, revela o professor Carlos Monteiro, diretor-presidente da CM Consultoria. Recursos financeiros, muitas vezes limitados, são desperdiçados em campanhas de matrículas e em captação para vestibular sem que ao menos se entenda o mercado e o alunado potencial da instituição (...).

Atingindo a demanda

Novos conceitos de marketing mudam paradigma da emissão de mensagens ao cliente

Nos tempos em que o setor do ensino superior apresentava pouca competitividade, não havia muita preocupação por parte das instituições para definir o perfil de seu aluno. Campanhas de marketing tradicionais ainda surtiam algum efeito, pois os egressos do ensino médio ainda não estavam abarrotados de mensagens parecidas. A captação, de uma forma geral, era bem mais fácil e não havia tanta necessidade por fidelização, uma vez que não existiam muitas opções para os alunos para que eles trocassem de instituição. Nesse contexto, bastava trabalhar os quatro “Ps” do Marketing (produto, praça, preço e promoção) e aguardar as matrículas.

Hoje, a realidade alterou-se radicalmente. Para uma comunicação adequada, é necessário conhecer profundamente o perfil do cliente, o que implica realizar pesquisas de marketing adequadas e utilizar os dados que já estão dentro da própria organização. A IES tem como saber, por exemplo, quem completa seus cursos sem inadimplência, quem retorna para uma pós-graduação e que caminho os alunos fizeram para atingir a última etapa até matricular-se no curso.

Para o guru internacional Don Schultz, especialista em comunicação integrada de marketing, esse conhecimento de diferentes perfis dentro do mesmo público-alvo é essencial para que a entrega de mensagens seja realizada no momento em que as pessoas estão mais dispostas a recebê-las e processá-las. “É como deixar o cliente escolher o que ele deseja saber e receber. Para isso, precisamos detectar o que eles realmente acham relevante e procuram sobre serviços. Depois, colocar essa informação nos caminhos que os prospectos traçam para realizar sua escolha. Esse conceito já é muito utilizado por diversas empresas do mercado corporativo, principalmente no relacionamento eletrônico”, diz Ezequiel Ribeiro, sócio-diretor da KMA Marketing Integrado. Quase todos os vestibulandos e alunos das instituições de ensino superior trocam e-mails entre si e com professores, utilizam mensagens instantâneas e já recebem até conteúdo de aulas. No entanto, as instituições não utilizam adequadamente o meio eletrônico para relacionamento(...).

O desafio da fidelização

Primeiro passo para fidelizar alunos é garantir que todos os colaboradores trabalhem com um mesmo foco e estejam integrados pela gestão de marketing

O melhor cenário para uma instituição de ensino frente a seu cliente é fidelizá-lo. Um aluno com essa característica retornará para atualizações profissionais, não abandonará o curso para engrossar os números da evasão e fará propaganda gratuita de sua instituição, elemento de extrema importância em um mercado no qual cerca de 75% dos alunos chegam à instituição por meio de indicação.

O melhor cenário para uma instituição de ensino frente a seu cliente é fidelizá-lo. Um aluno com essa característica retornará para atualizações profissionais, não abandonará o curso para engrossar os números da evasão e fará propaganda gratuita de sua instituição

Muitos gestores acreditam que atingir tal fidelização é uma loteria, por não se poder prever o comportamento das pessoas. No entanto a maioria dos especialistas em marketing desmistifica essa idéia, ao anunciar que grande parte do trabalho de marketing integrado ocorre na base da ‘transpiração’. “Por isso as pesquisas de mercado devem ser encaradas como o início de tudo. Em um mercado onde precisamos vender soluções e novas emoções, devemos saber exatamente o que oferecer, por que, como e para quem. Sem isso, não se atingirá o alvo”, afirma Ezequiel Ribeiro, sócio-diretor da KMA Marketing Integrado.

“No caso de campanhas em mídia de massa, o ideal é realizar ações que criem reconhecimento da instituição e que divulguem somente o que a escola tem condições de entregar para o cliente. Uma vez prometido, tem de cumprir”, Marcelo Miyashita, professor da Faculdade Trevisan e da Cásper Líbero.

Nesse ambiente, é necessário integrar o marketing externo e interno para que ambos tenham um único foco e possam fidelizar o cliente com serviços que correspondam à publicidade. No mundo corporativo, as empresas oferecem mais autonomia para seus clientes internos (funcionários) e buscam, por meio da comunicação interna, propiciar um ambiente com mais qualidade, respeito e motivação entre essas pessoas, agora, denominados colaboradores. “Campanhas externas bem sucedidas não funcionam mais sem um trabalho de endomarketing, numa relação em que tanto cliente interno quanto alunos se sentem predispostos a adotar e vender a marca e a imagem da instituição”, diz Ezequiel. (...)





Sucesso em eventos corporativos
Marcos Trevisan

Os eventos corporativos estão em alta e com isso as oportunidades se expandem, as empresas que não souberem aproveitar esse momento serão obrigadas a gastar muito mais tempo e dinheiro para obterem resultados semelhantes.

O mercado de eventos como feiras, congressos e convensões é promissor e cheio de oportunidades, segundo pesquisa realizada pela FBC&VB – Federação Brasileira e Convention & Visitors Bureaux, são realizados mais de 300 mil eventos de todos os portes por ano envolvendo 79,8 milhões de participantes. Segundo a UBRAFE – União Brasileira de Promotores de Feiras atualmente as feiras reúnem cerca de 32 mil expositores nacionais e 6 mil expositores estrangeiros, são mais de 100 mil marcas e mais de 7,5 milhões de visitantes.

Nos últimos anos as feiras comerciais no Brasil evoluíram e se especializaram, áreas como estratégia de comunicação, proposta de evento e perfil dos expositores atraem um público cada vez mais qualificado que busca novos fornecedores, novidades, relacionamento e parcerias, transformando assim as feiras em um ótimo ambiente para novos negócios.

No processo atual de revolução da comunicação corporativa, muitas feiras de negócios e eventos corporativos deixaram de ser uma opção na comunicação e passaram a ser o ponto chave de lançamento de novos produtos, de relacionamento e de oportunidades em novos mercados.

Uma pesquisa realizada pela MPI Foundation entre maio e junho de 2006, entrevistando profissionais de marketing que atuam em diversas áreas da indústria apontou as ações que ofereceram o maior retorno sobre o investimento. Três ações foram responsáveis por 56% da melhor taxa de retorno sobre investimento, sendo: 23% marketing em eventos, 18% marketing na internet e 15% promoção de vendas.

Os eventos apresentam diversas oportunidades para lançar, exibir e vender produtos e idéias; consolidar relacionamento com clientes; anunciar novidades e novas conquistas ao mercado; firmar compromissos como visão, missão e princípios; integrar áreas e equipes estratégicas (diretores, gerentes, vendedores, coordenadores, analistas, técnicos, profissionais da área de atendimento) transformando um evento isolado em uma oportunidade estratégica; também é possível realizar palestras e treinamentos sobre novos conceitos, tecnologias e produtos.

Outros tipos de eventos transformaram-se em uma forte ferramenta de trabalho, conheça alguns tipos de eventos que apresentam ótimos índices de resultado:
- reuniões de vendas dentro e fora das feiras;
- eventos corporativos (road shows, eventos de uma única empresa, internos, outros realizados sob encomenda);
- eventos sem estandes (conferências, congressos, palestras, cursos);
- centro de capacitação móvel / itinerante para realização de treinamentos específicos.
Data de Publicação: 1/6/2007

Falta de preparo é um grande obstáculo em eventos corporativos
Marcos Trevisan

“Em alguns casos 80% dos expositores participam do evento sem saber ao certo o porquê”

A falta de preparo faz com que os bons resultados obtidos em feiras e eventos comerciais não sejam percebidos por expositores despreparados.

Durante a exposição em feiras algumas características como ser talentoso, criativo e original já não são suficientes para quem pretende aumentar suas vendas. A empresa precisa mostrar que possui produtos e serviços de qualidade, que é profissional e que sabe fazer negócios. Para isso é preciso que o profissional que atua na feira tenha foco nos objetivos da empresa.

A inexistência de planejamento e de objetivos claros, os erros de comunicação e de utilização de recursos financeiros fazem muitas empresas competentes obterem fraco desempenho na participação de feiras e eventos comerciais.

É importante obter retorno sobre cada real investido e para isso é fundamental medir o retorno sobre o investimento através de resultados como: número de visitantes atendidos, contatos e orçamentos realizados nas semanas seguintes ao evento, fazer comparações como custo por cliente potencial, analisar se o evento abriu portas, valorizou a marca, fixou a imagem e consolidou relacionamento com clientes.


Fim da linha para amadorismo:

1. Mais eventos a cada ano: O mercado de feiras e eventos no Brasil hoje é grande e segmentado, ano após ano surgem novos eventos especializados em todas as regiões do país. Está cada vez mais complexo decidir quais eventos a empresa deve participar.

2. Concorrência local e global: Novos desafios, novos concorrentes locais e internacionais. Um bom exemplo da presença internacional em território local são as diversas empresas chinesas que tem marcado presença nas principais feiras de diversos setores no Brasil.

3. Retorno sobre o Investimento: Um erro básico para que não seja possível calcular o resultado sobre o investimento é a falta de objetivos. “Em alguns casos 80% dos expositores participam do evento sem saber ao certo o porquê.” Muitas vezes a empresa participa do evento simplesmente porque o concorrente participa. Nesses casos, a presença no pavilhão acaba se revertendo em participações sem compromissos com resultados.
Data de Publicação: 1/6/2007

Marcos Trevisan ( marcos.trevisan@kmaintegrada.com ) Graduado em Adminstração de Empresas pelo UNISAL, é Sócio-Diretor da KMA Marketing Integrado e atua nas áreas de planejamento e produção.




Erros comuns em Feiras Comerciais
Marcos Trevisan

A inexistência de planejamento, de objetivos claros, erros de comunicação e a má utilização de recursos financeiros fazem muitas empresas competentes obterem fraco desempenho na participação de feiras e eventos comerciais.

Algumas ações que até ontem davam resultado já não garantem sucesso nos dias de hoje.

No mundo corporativo isso significa dinheiro jogado fora.




Abaixo são apresetados os erros comuns para cada área destacada:

Planejamento de marketing
• Não ter um planejamento;
• Realizado por gente não capacitada;
• Decidir questões estratégicas em cima da hora;

Planejamento financeiro
• Má distribuição de recursos;
• Gastos extras / não previstos;

Profissionais da empresa no stand
• Sem objetivos claros, informação e treinamento;
• Vê a feira como oportunidade de passear;

Marca no stand
• A marca da empresa passa despercebida pelo visitante;
• Não possui identidade corporativa
(não fica com a cara da empresa);

Produtos e Serviços
• Não há valorização, destaque para o produto;
• Dificuldade em apresentar produtos intangíveis;

Stand
• Investimento superestimado ou subestimado;
• Não foi dimensionado um espaço planejado para cada produto;
• Os ambientes não proporcionam um atendimento adequado e diferenciado;

Comunicação Visual
• Não são exploradas oportunidades de divulgação e de construção da marca;
• A falta de comunicação junto a produtos inovadores e diferenciados toma tempo valioso da equipe com explicações repetitivas e desnecessárias;

Material de Apoio
• Irrelevante, desatualizado, superficial;
• Não transmite a idéia apresentada no evento;

E-mail marketing
• Convites Malfeitos, mensagens confusas;
• Entregues em cima da hora;

Pós Feira
• Não existe;
• Não dar feedback sobre contatos realizados;
• Não há continuidade com os contatos realizados na feira
(visitas, prospecções, orçamentos);
• Não há indicadores de resultado, os resultados não são medidos;
Data de Publicação: 1/6/2007

Marcos Trevisan ( marcos.trevisan@kmaintegrada.com ) Graduado em Adminstração de Empresas pelo UNISAL, é Sócio-Diretor da KMA Marketing Integrado e atua nas áreas de planejamento e produção.





5 etapas para obter resultados em feiras e eventos
Marcos Trevisan

Etapas como planejamento, preparativos pré-evento, oportunidades e atitudes durante o evento, ações pós-evento e utilização de indicadores de sucesso para avaliação dos resultados são passos básicos para obter resultados em feiras e eventos.

Abaixo apresentamos algumas dicas para serem utilizadas na organização e realização de feiras e eventos:

1. Planejamento
- planejamento do calendário de feiras;
- definição de qual(is) evento(s) participar;
- detalhamento do briefing para cada evento;
- identificar oportunidades (internas / externas);
- objetivos durante o evento / no pavilhão;
- orçamento detalhado / plano de investimento;
- definir produtos, ambientes e design do projeto do stand;
- divulgação interna / externa;
- definição do indicador de sucesso;


2. Pré-Evento
- utilizar os serviços de assessoria de imprensa oferecidos pela organizadora;
- analisar e definir o projeto do stand / identidade da marca;
- comunicação visual (show room, lançamentos, produtos, serviços, painéis, marcas);
- disponibilizar informações dos eventos no website;
- reunir e preparar equipe base do evento (diretores, gerentes, vendedores, técnicos);
- apresentar objetivos para representantes, staffs, terceirizados;
- enviar release para mídia;
- organizar base de dados / enviar convites / e-mail marketing;
- anunciar em revistas segmentadas;
- desenvolvimento de material de apoio (banner, catálogo impresso, catálogo eletrônico, folder institucional, cartões de visitas, website, amostras, sacolas, brindes, kit palestra);


3. Durante o evento
- realizar jantar ou miniconveção em um hotel para apresentar as novidades da feira a empresa;
- acompanhar a montagem, transporte e posicionamento dos produtos que serão expostos;
- ampliar participação através de patrocínio de materiais de apoio;
- possuir equipe técnica, comercial e de atendimento preparadas;
- garantir a presença de diretores no stand;
- realizar pesquisa com clientes;
- enviar o kit mídia para jornalistas, fotógrafos e assessores de imprensa;
- realizar palestra / treinamento da empresa no evento;
- cadastrar visitantes (coletor eletrônico / cartões de visita / ficha cadastral);
- registrar contatos e solicitações realizadas para atendimento posterior;
- assessoria de imprensa;


4. Pós-Evento
- encerramento: retirada do material de divulgação, exposição, devolução dos equipamentos locados, desmontagem do stand ( atenção aos materiais serão reutilizados );
- carta de agradecimento aos visitantes cadastrados;
- enviar materiais solicitados a clientes;
- enviar notícias pós-evento;
- envio de banco de dados para a gerencia comercial, para que os contatos sejam acionados;
- relatórios gerenciais elaborados pelos vendedores com as informações sobre as visitas;
- apresentação dos resultados da pesquisa;
- envio de release para mídia segmentada sobre a participação no evento;
- apresentação e relatório final ;


5. Indicador de Sucesso
- acompanhamento dos resultados ;
- comparar com períodos anteriores;
- utilizar índice para definir novas participações.






31º- ATO -RIO-BRASIL 09/09/09
REVISÃO TOTAL DA PLANILHA “X “
RELATÓRIOS
MUDANÇAS

PROJETOS
PESQUISAS
PROCESSOS
AVALIAÇÕES
BANCO DE DADOS - PARCEIROS
FORNECEDORES 1ª DIVISÃO
FORNECEDORES 2ª DIVISÃO
CLIENTES POR SETORIZAÇÃO
CRIAÇÃO DO SERVIDOR
CRIAÇÃO DA PYRAMON EXCLUSIVE
SINCRONIZAÇÃO COM GROOVE
APOSTANDO NA PROLIM – HIGIENE E LIMPEZA

CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO:
META / “ TOP OF MIND”
11 PASSOS- DESCRITOS ABAIXO SERÃO DE RESPONSABILIDADE DO ESTAGIÁRIO
1º PASSO:
FAÇA UM BLOG
ACESSE UM DOS SITES DE BLOG GRATUITOS COMO www.bloger.com OU www.wordpress.com , CADASTRE-SEE SIGA AS INSTRUÇÕES. VOCÊ PODE USAR O NOME DE SUA EMPRESA, ( É JUSTAMENTE O QUE FAREMOS )MAS QUANTO MENOS GENÉRICO ELE FOR MAS FACILMENTESERÁ ENCONTRADO. PRONTO É SÓ COMEÇAR A ESCREVER.
2º PASSO:
CRIE UMA PÁGINA NO YOU TUBE ( A COMERCIAL PYRAMON JÁ POSSUI ESTA PÁG, BASTA MELHORAR O ACESSO). ENTRE NO SITE YOU TUBE, CADÁSTRE-SE, SIGA AS INSTRUÇÕES, COSTOMIZE A NOSSA PÁGINA E COMECE A PUBLICAR NOSSOS VIDEOS. NÃO É PRECISO CONTRATAR UMA PRODUTORA, ELES SERÃO OFERECIDOS PELA COMERCIAL PYRAMON, QUEM ENTRA NO YOU TUBE ESTÁ ATRÁS DE CONTEÚDO E NÃO DE ALTA QUALIDADE. ESCOLHA AS PALAVRAS-CHAVES MAIS PRÓXIMAS DO NOSSO NEGÓCIO PARA DESCREVER O CONTEÚDO DOS VIDEOS. ISSO AUMENTA AS NOSSAS CHANCES DE SERMOS ENCONTRADOS NA INTERNET.
3º PASSO:
ABRA UMA CONTA NO FLICKER
NA PÁGINA www.flicker.com, VOCÊ VAI PRECISAR DO E-MAIL DO YAHOO PARA SE CADÁSTRAR ( TB JÁ TEMOS ESSE E-MAIL , BASTA REFAZER A SENHA DE ACESSO) . DEPOIS ERSONALIZE O PERFIL DA COMERCIAL PYRAMON, PREENCHENDO OS ITENS QUE FALTAM NA EDIÇÃO DO PERFIL, PBLIQUE AS PRIMEIRAS FOTOS (PASTA Nº 13 )ENDEREÇO: PYRAMON EXCLUSIVE\13ADM PYRAMON \ADM PYRAMON IMAGENS\13.14 AMBIENTES.E CRIE UMA REDE DE AMIGOS.
4º PASSO:
ENTRE NO TWITTER
ABRA UMA CONTA NO SITE: HTTP://twitter.com e COMECE A ESCREVER MENSAGENS DE ATÉ 140 CARACTERES. O TWITTER SERVE PARA DIVULGARTODAS AS SUAS AÇÕES NA INTERNET. PELO SEARCHE DO TWITTER www.seacher.twitter.com VOCÊ ENCONTRA TUDO QUE FOI FALADO SOBRE SUA EMPRESA.MAIORES DICAS NA BIBLIOTECA DA COMERCIAL PYRAMONONDE SE PODE LER A EDIÇÃO 67 DICASINFO EXAME.
5º PASSO:
CRIAR O NOSSO CANAL PODCAST
VOCÊ PODE SE CADÁSTRAR EM SITES COMO www.podcastl.com.br . COM UM GRAVADOR DIGITAL FAÇA OS PODCATS E INSÍRA-OS NO SITE. (ESTA PRTE DA INSEÇÃO PODE DEIXAR COM O PAULO ROBERTO.

6º PASSO:
FAÇA PARTE DO ORKUT, AQUI TB ESTAMOS ADIANTADOS A COMERCIAL PYRAMON JÁ FAZ PARTE DO ORKUT, NOSSA CONTA JÁ ESTÁ ABERTA. É COMUM ENCONTRAR COMUNIDADES DE EMPRESAS MAS O MELHOR É DESENVOLVER E EDITAR O NOSSO PÓPRIO PERFIL PARA QUE AS ATUALIZAÇÕES SEJAM VISÍVEIS A TODOS OS NOSSOS AMIGOS.
7º PASSO:
INCREVA-SE ( COMERCIAL PYRAMON NO FACEBOOK )
LOGO NA PÁGINA INICIAL www.facebook.com VC TERÁ A OPÇÃODE FAZER UM PERFIL CORPORATIVO ( COMERCIAL PYRAMON). PRESTE ATENÇÃO NO LINK ABAIXO DO BOTÃO CADÁSTRE-SE. PERSONALIZE COM AS INFORMAÇÕES DA COMERCIAL PYRAMON.
8º PASSO:
PRODUZA CONTEÚDO – VC NÃO PRECISA ATUALIZAR DIÁRIAMENTE TODAS AS NOSSAS PÁGINAS MAS, TEM QUE ESTAR SEMPRE POSTANDO NOVIDADES . LEMBRE-SE QUE NAS REDES SOCIAIS, DEVE-SE CRIAR CONTEÚDO E NÃO FICAR MARTELANDO PROPAGANDA O TEMPO TODO.
9º PASSO
INTERLIQUE TODAS AS REDES SOCIAIS
A MAIORIA DAS REDES POSSUI FORMAS DE INTERLIGAR O CONTEÚDO. USE O TWITTER PARA AVISAR SEUS SEGUIDORES, SEMPRE QUE TIVER NOVIDADES, COMO POST NO BLOG, VIDEO NO YOU TUBE, OU FOTO NO FLICKER OU ORKUT.
10º PASSO
INTERAJACOM AS PESSOAS/ TENHA ISSO COMO REGRA, DÊ UM RETORNO SEMPRE! EM CINCO MINUTOS VC RESPONDE UM COMENTÁRIO DEIXADO EM NOSSO BLOG, NA PÁGINA DE RECADOS DO ORKUT OU DO FACEBOOK.
11º PASSO:
MEÇA, MONITORE E MANTENHA.
EXISTEM FERRAMENTAS GRATUITAS PARA MENSURAR A NOSSA REPUTAÇÃO NAS MÍDIAS SOCIAIS. NO www.socialmente.com , BASTA DIGITAR O NOME DE SUA EMPRESA PARA MONITORAR O QUE ANDAM FALANDO SOBRE NÓS.
NOSSO SLONGAN NO SITE: “ CONSTRINDO RELACIONAMENTOS”
NA REDE SOCIAL : ‘construimos relacionamentos e com nossos amigos estamos criando a realidade”!
32º ATO
Notícias / Faça Diferente - 21/09/2009
Como obter recursos para ampliar os negócios
Para acessar a linha de crédito mais adequada, é importante pesquisar o máximo de instituições financeiras que trabalham como repassadores de recursos do BNDES
Da Agência Sebrae de Notícias

O Eurico Martins é dono do Supermercado Kelly, na Ceilândia, cidade satélite do Distrito Federal. Perguntou ao Sebrae como faz para expandir o negócio. “Como consigo recurso para abrir outra loja?”

Perguntas sobre recursos para investimento e capital de giro são as campeãs nesta série de rádio! O André Dantas, da área de acesso a serviços financeiros do Sebrae Nacional, falará sobre algumas opções. “A gente costuma fazer uma brincadeira dizendo que o pequeno empresário parece ter um chip no pescoço, e quando ele passa na porta do banco a porta trava, e não consegue entrar. Mas isso já é coisa do passado! As agências bancárias se modernizaram e o pequeno empreendedor tem muito mais acesso.”

Análise
Antes de tomar qualquer empréstimo, é importante estudar o assunto e avaliar todas as opções de financiamento. O Eurico participou do programa Agentes Locais de Inovação, do Sebrae, e recebeu ajuda para fazer esta análise. Chegou à conclusão de que realmente precisa de financiamento para investir em outra loja.

“Para acessar a linha de crédito mais adequada, é importante pesquisar o máximo de instituições financeiras que atuem na sua região e que trabalham como repassadores de recursos do BNDES, pois essas linhas possuem condições especiais para o segmento de micro e pequenas empresas, com encargos financeiros, prazos e limites que são compatíveis com as diversas atividades produtivas.”, destaca André Dantas.

Hoje, os grandes agentes das linhas do BNDES são Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e bancos regionais. Essa rede de crédito para a pequena empresa não pára de crescer. De acordo com o especialista, o empreendedor pode pesquisar sobre crédito na internet. “Você pode acessar os sites dessas instituições. Além disso, o Banco Central disponibiliza informações sobre as principais taxas de juros praticadas pelos bancos, inclusive oferecendo um ranking das instituições que praticam a menor taxa de juros para capital de giro e capital de investimento.”

Plano de negócios
Algumas informações devem estar na ponta da língua e no papel para que a conversa com o gerente seja produtiva. Antes de procurar financiamento, converse com o Sebrae. “A quantidade de informações que ele puder disponibilizar ao agente financeiro serão fundamentais para ele conseguir o empréstimo. É fundamental que você tenha realmente um plano de negócios, onde indique como funcionam os fluxos de pagamentos e de recebimentos. O Sebrae pode e lhe auxiliará nisso!”


Como inovar na gestão de capital de giro
Estudar o ciclo econômico da empresa e controlar a inadimplência são algumas das ações que facilitam nessa empreitada
Da Agência Sebrae de Notícias

O capital de giro é um dos fatores de desequilíbrio nos pequenos negócios, principalmente no início. O empreendedor esquece que precisa de dinheiro para operacionalizar a empresa. O capital de giro é um dos fatores de desequilíbrio nos pequenos negócios, principalmente no início. O empreendedor esquece que precisa de dinheiro para operacionalizar a empresa. No programa desta sexta-feira (18), o Fábio Seixas, dono do site Camiseteria.com, perguntou aos consultores do Sebrae “quais são as soluções criativas e diferenciadas para gestão de capital de giro”.

O Edson Pereira, da área de inovação e tecnologia do Sebrae, dá dicas para a gestão do capital de giro. “Não existe mágica! Na verdade, embora o capital de giro represente em média 30% a 40% do total dos ativos das empresas, ele é muito difícil de ser gerido porque está sujeito às mudanças da empresa e mercadológicas. Portanto, fazer a sua gestão exige ações estratégicas e ações preventivas.”

Prevenção

Para prevenir, o Edson Pereira ensina que é preciso “formar de um fundo de reserva, que vai garantir o giro da sua empresa numa queda de mercado.” Para formar este fundo, “estude o ciclo econômico da sua empresa, veja quanto demora o precesso de produção desde o momento que se inicia até o seu produto chegar á prateleira. Períodos muito longos demandam custos, além de demorar muito mais para receber. O encurtamento desse ciclo é considerado inovação!”, destaca. Inovar no processo produtivo representa redução de custos e mais dinheiro em caixa.

Fazer o controle da inadimplência também é importante. “Muitas vezes eu estou vendendo a prazo num tempo maior do que o vencimento das minhas dívidas. Portanto, eu fiquei sem fluxo de caixa.”, alerta Pereira. Neste caso, o mais comum é correr pra pegar um empréstimo. “É alongar o perfil do endividamento, verificar o que que eu tenho de dívidas, o que posso renegociar e jogar pra longo prazo. Se conseguir isso, libera o capital para trazer para o giro.”

Quando uma empresa grande quer aumentar o capital vende ações. Existe alternativa para a pequena empresa aumentar o capital de giro sem recorrer aos financiamentos? “Buscar um sócio! Muitas vezes um investidor ou um sócio capitalista, alguém que ponha dinheiro.”, ensina o consultor.

Empreendedor faz sucesso vestindo a camisa de outras empresas na internet
O americano Jason Sadler divulga suas próprias fotos e vídeos na internet com roupas que estampam as logomarcas dos clientes
Da Redação


Jason em diferentes dias divulgando alguns de seus clientes
O americano Jason Sadler resolveu criar uma companhia que veste a camisa de outras empresas para ganhar dinheiro. Literalmente. O site do empreendedor, o IWearYourShirt.com, publica fotos e vídeos de Sadler com camisetas que estampam as marcas das empresas que o contratam, servindo como publicidade para esses negócios.

A ideia, muito simples e que soa como um possível fracasso, está rendendo bons lucros. Cada empresa paga diariamente para que Sadler use a camiseta. E cada dia tem um valor correspondente: primeiro de janeiro custa US$ 1, o segundo dia do ano, US$ 2, o terceiro US$ 3, e nessa sucessão até 31 de dezembro, que sai por US$ 365.

O ano de 2009 já está completamente vendido e 2010 já tem 192 agendamentos (até a publicação dessa nota). Nesse ano, a empresa de um homem só já faturou US$ 70 mil.

Sadler publica suas fotos e vídeos em várias redes sociais, como Flickr, Twitter — seu perfil já tem mais de 17 mil seguidores — e YouTube.

Segundo o site Entrepreneur, o negócio de Sadler faz sucesso porque pequenas empresas se arriscam em táticas de divulgação com um custo-benefício maior e com chances de darem certo, enquanto grandes empresas se preocupam em experimentar novas plataformas.

A voz dos miniblogs
Por Fernanda Tambelini
@import "/sistemas/editoraglobo2/materia/css/materia_editor_16751.css";

Carlos José Pecini
GENGIBRE
São Paulo, SP
Depois de experimentar a vida de empreendedor como camelô em Hong Kong e dono de barraquinha de crepes em São Paulo, o apresentador de TV Carlos José Pecini, o Cazé, tomou gosto pelo mundo dos negócios. Aos 41 anos, ele criou uma versão de voz para o Twitter - serviço de miniblogs que virou febre na web.
'Tive essa ideia enquanto estava dedilhando no teclado do computador. Pensei: e se as pessoas pudessem fazer posts com a própria voz? Naquele momento, estava criado o Gengibre. A minha nova empresa já tem patrocínio da operadora de telefonia Claro e não vai demorar muito para desembarcarmos nos Estados Unidos. Sempre gostei muito de internet e, agora, deixarei de ser apenas um mero espectador. Eu e meu sócio, Rodolfo Sikora, 29 anos, fizemos questão de que o funcionamento do serviço fosse bem simples: o usuário se cadastra na página do Gengibre e pode gravar os seus posts com um microfone acoplado ao computador ou de qualquer telefone.'Mesmo sem nenhuma divulgação, terminamos o primeiro trimestre deste ano com 15 mil usuários e 200 mil visitantes únicos por mês. Além do patrocínio, recebemos parte da receita das ligações telefônicas. Por enquanto, não posso dar muitos detalhes, mas um fundo de investimento americano também se interessou pelo Gengibre e, nos próximos meses, lançaremos novas versões em inglês e também em espanhol. Com algumas novidades, como um aplicativo para o Orkut e outro para o iPhone, devemos crescer pelo menos 300% em 2009. Queremos conquistar o mundo!'


Como fazer uma campanha promocional sem parecer desesperado?
Saiba quais são os riscos de realizar uma promoção e as melhores opções para impulsionar as vendas
Por Marcelo Cherto*

Como fazer uma campanha promocional sem parecer que está "louco" pra vender mais ou sem parecer desesperado para vender? Nunca sei se estou acertando nas minhas promoções. Faço algumas e não gostaria que as pessoas pensassem que estou queimando estoque para fazer dinheiro. Tenho uma loja virtual e faço minha divulgação nas redes sociais, Twitter, Facebook, Ning, Orkut e Blogs (além do Google).
Danny Barros
Troquei uma idéia com meu sócio Denis Santini, que toca o dia a dia de nossa agência, a MD Comunicação. Ambos entendemos que esse medo é frequente, tanto da parte das empresas varejistas, como de suas agências. Tanto que o mais comum é se manterem nas respectivas “zonas de conforto”, limitando-se às ações promocionais que são óbvias. Ou seja: aquelas que o próprio cliente já espera e que “todo mundo” faz: em época de troca de coleção, em datas festivas, etc. E sempre com muito cuidado na forma e no jeito, para evitar que o consumidor fique com a percepção de que a empresa está “mal das pernas”. Afinal, em Marketing, a realidade é irrelevante: percepção é tudo.

O problema é que fazer o que “todo mundo” faz tende a gerar resultados cada vez menores. Os especialistas estimam que alguém que viva numa grande cidade recebe, diariamente, cerca de 3.000 “apelos ao consumo” (na forma de um anúncio, um outdoor, um folheto, um rótulo, um cartaz, uma promoção, etc.). O grande problema é que o cérebro humano tem a capacidade de processar apenas uns 200 ou 300 desses apelos. Portanto, quem não for “notável”, não será notado. E não dá para ser notável fazendo apenas o que “todo mundo faz”.

Por outro lado, como “todo mundo”, acredito que o risco de uma promoção provocar o efeito negativo que a leitora teme seja relativamente baixo. Desde que as promoções não sejam uma seguida à outra (para não dar a impressão de “liquidação permanente”, nem viciar o cliente) e sejam feitas com um mínimo de inteligência.

Uma forma inteligente, na minha opinião e na do Denis, é exigir algo em troca do desconto. Ou seja: levar o consumidor a fazer algo para ter direito ao preço especial. Como, por exemplo, os descontos progressivos oferecidos uma vez por ano pela Track & Field, numa promoção super esperada por quem pratica esportes: quem leva uma peça tem 10% de desconto, quem leva duas tem 20% e assim por diante, até o limite de 50% ou 60%, se não me engano. Ou a campanha compre duas peças e leve três da Richards. Outro caminho é fazer uma promoção de apenas alguns dos itens expostos na loja, como a campanha “Ponto Vermelho” da Tok Stok (só os itens assinalados com um ponto vermelho estão em promoção).

Outra possibilidade é manter o preço original e, em lugar de um desconto, oferecer ao cliente algum benefício adicional: um curso, um acessório ou algo assim.

Fundamental é que você conheça e entenda seus clientes, para saber o que eles valorizam. Afinal, você pode definir o preço de um produto ou serviço, mas só o cliente pode definir seu valor. E lembre-se de que o cliente sempre compra pelas razões dele, nunca pelas suas.


* Marcelo Cherto é CEO da GrowBiz – grow your business, sócio da Franchise Store e da MD Comunicação e membro da Academia Brasileira de Marketing e do Conselho Consultivo da Endeavor Global (N.York)



Baseada na gestão estratégica.

Por sua vez, o fantasma da inadimplência exige medidas de atenção. No Brasil, 56% dessas empresas aceitam cheque pré-datado e 20% trabalham com pagamento via cartão de crédito. É sabido que o crédito é um grande impulsionador da economia; entretanto, faça dele um parceiro seguro de trabalho: verifique sempre a documentação do emissor, realize consultas e tenha cautela com prazos e número de parcelas. Entre outras medidas, esses cuidados também diminuem sensivelmente as chances de golpes e fraudes. Como o ponteiro do relógio e os dias do calendário não param, os pequenos e médios empresários devem olhar fixamente para o fim do ano. Planeje hoje o que fará amanhã, sem deixar de lado seus objetivos e metas.

* Superintendente de Produtos e Serviços da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

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Um dos meios de atingir objetivos concretos é estabelecer metas anuais, mensais e até semanais visando maximizar as vendas e minimizar estoques
Por Roseli Garcia*
Um dos grandes dilemas da pequena e média empresa, durante todo esse período de 2009, foi manter o equilíbrio financeiro sem sofrer grandes abalos estruturais. O cliente, diante da crise econômica, procura comprar mais barato e gastar aquilo que caiba no seu orçamento.

Como a instabilidade e as incertezas são poderosos freios do consumo, qual é o passo certeiro para continuar em frente? Diante desse cenário de escassez no crédito, possível inadimplência e dinheiro restrito, é fundamental que o pequeno e médio empresário saiba elaborar um bom planejamento.

Participei recentemente do Congresso C4, evento voltado à discussão da utilização e obtenção de crédito, onde coordenei um painel especial sobre as PMEs. Nele, foi revelada a importância dessas empresas na economia nacional, que se torna incontestável por meio dos números: elas representam 98% do cenário nacional, empregando 67% da população economicamente ativa e colaborando com 20% do Produto Interno Bruto (PIB).

Entretanto, para se ter vantagem competitiva, é preciso conhecer o comportamento de sua área de atuação e, principalmente, estabelecer relacionamentos coesos e contínuos com seu público. Afinal, isso fornece subsídios para conhecer suas reais necessidades e, consequentemente, o desenvolvimento de soluções customizadas. Dentro desse quesito, a realidade das PMEs demonstra dados dignos de atenção redobrada: 46% delas não contam com cadastro de clientes e apenas 37% mantêm-no atualizado.

É importante atentar-se para as consequências do planejamento inconsistente, muitas vezes resultante da comunicação falha com seu público: ele é o terceiro principal motivo para o encerramento das atividades de uma PME, o que também acaba refletindo nos dois principais: falta de clientes e inadimplência.

Dentro desse cenário, vale ressaltar que planejar com consciência também é sinônimo de vender com qualidade. Um dos meios de atingir objetivos concretos é estabelecer metas anuais, mensais e até semanais visando maximizar as vendas e minimizar os estoques. Outro aspecto que, em hipótese alguma deve ser ignorado, é o envolvimento motivacional da equipe. Time unido, comprovadamente, vende mais e estimula uma relação de confiança recíproca baseada na gestão estratégica.

Por sua vez, o fantasma da inadimplência exige medidas de atenção. No Brasil, 56% dessas empresas aceitam cheque pré-datado e 20% trabalham com pagamento via cartão de crédito. É sabido que o crédito é um grande impulsionador da economia; entretanto, faça dele um parceiro seguro de trabalho: verifique sempre a documentação do emissor, realize consultas e tenha cautela com prazos e número de parcelas. Entre outras medidas, esses cuidados também diminuem sensivelmente as chances de golpes e fraudes. Como o ponteiro do relógio e os dias do calendário não param, os pequenos e médios empresários devem olhar fixamente para o fim do ano. Planeje hoje o que fará amanhã, sem deixar de lado seus objetivos e metas.

* Superintendente de Produtos e Serviços da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

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O problema da sazonalidade tem solução
É possível vender mais ao longo de todo o ano


Vários negócios são regidos pela sazonalidade: vão bem no verão ou nas festas natalinas ou na temporada de férias. Qual é a mágica para ter vendas ao longo de todo o ano?

Bem, não há mágica, infelizmente. A solução passa pelos mantras do momento: inovação e trabalho persistente. Foi essa a receita usada pelo empreendedor Márcio Chagas Ladeira, dono da Davanas Brindes e Presentes Corporativos, de Belo Horizonte. Há 17 anos no mercado, Ladeira buscou inovar permanentemente para não deixar seu negócio restrito às vendas de fim de ano.

Primeiro, deixou de ter como brindes apenas os produtos convencionais (bonés, canetas e porta-cartões, por exemplo) para oferecer às empresas um catálogo com centenas de produtos, que vão de mouse sem fio e fones de ouvido a garrafas térmicas de metal para a prática de esportes. Segundo, apostou em novas oportunidades de venda junto à área de recursos humanos das empresas. Ele explora campanhas de incentivos a funcionários e programas de treinamento, nos quais são oferecidos brindes. Por fim, procurou participar das promoções que grandes redes de varejo fazem de seus estoques: quando elas anunciam, por exemplo, "compre um jogo de cama e armário e leve um relógio de mesa", foi Ladeira quem forneceu o relógio ou um rádio à prova de água.

O consultor Luiz Fernando Garcia, da Render Capacitação, de Florianópolis, diz que a solução adotada por Ladeira aplica-se a outros ramos sazonais, seja uma sorveteria ou uma pousada. "É preciso buscar novos mercados e inovar, mas deve-se lembrar que ter uma boa idéia é apenas o começo do trabalho", diz. "Geralmente, é necessário mudar as ações na área comercial da empresa e não aguardar o cliente bater na porta." Numa sorveteria pode-se, por exemplo, criar um cardápio de inverno, com tortas, doces e bebidas quentes diferenciadas. E lembrar-se de divulgar as mudanças. Na área de brindes, por que não aproveitar grandes eventos como a Copa do Mundo para produzir chaveiros ou bonés? "Não é difícil fazer de um brinde um produto a ser oferecido no mercado", diz Garcia. Planejando dá.





Fuja da guerra de preços
Em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios, especialista alemão fala que baixar os preços nem sempre é a solução para vender mais
Por Carin Homonnay Petti

Quer aumentar as vendas? Antes de responder que sim, cuidado: você pode conseguir o que deseja. Na busca de maior participação de mercado, é tentador jogar o preço na lona. E aí é para a lona que também costumam ir os lucros. A afirmação é do consultor alemão Hermann Simon, fundador da Simon, Kucher & Partners, uma das maiores consultorias do mundo na área de precificação e estratégia. Ele conversou por telefone, de seu escritório em Bonn, na Alemanha, com Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Veja a entrevista.

O senhor critica a busca desenfreada pela maior participação no mercado. Por quê?
Muitas empresas se orientam pela participação de mercado apurada com base no faturamento ou na quantidade de unidades vendidas. Diante disso, aplaudem qualquer crescimento das vendas. Mas como conseguem vender mais? Cortando preços. Esquecem-se de que a manobra costuma arruinar a margem de lucro e pôr em risco o futuro do negócio. Não que eu seja contra a busca de maior fatia de mercado, mas desde que seja resultado de inovação e um bom desempenho, não redução dos lucros.

Como as guerras de preços costumam começar?
Geralmente uma empresa começa a cortar preços para se desfazer de um grande estoque ou ganhar mercado para aproveitar mais sua capacidade de produção e distribuição. Como a concorrência responde? Com outro corte de preços. Depois que o processo começa, é muito difícil conseguir voltar a praticar os preços anteriores.

Quer dizer que as guerras de preços nunca valem a pena?
Nem sempre. No entanto, para vender por menos, é preciso que toda produção, administração, distribuição e cadeia de fornecedores estejam orientadas para o baixo custo. Esse arranjo é praticamente impossível nas empresas que não foram estruturadas, já na sua origem, para operar com custos tão reduzidos.

Quais as empresas menos sujeitas às guerras de preços?
Empresas inovadoras ou com diferenciais de mercado são as menos vulneráveis.

Como pequenas empresas podem evitar as guerras de preços?
A guerra de preços é especialmente danosa para as empresas menores, que têm menos força para competir com as grandes. Mas os pequenos podem tirar vantagem do fato de ter uma relação mais pessoal com os clientes para melhorar os produtos ou serviços. Com isso, ganham condições de cobrar mais.
Como aumentar as vendas sendo que tenho preços maiores que a concorrência?
Por Marcelo Cherto*

"Temos uma loja de informática em Cascavel, no Paraná, mas a concorrência com lojas do Paraguay é muito desleal. Alguma sugestão para aumentar minhas vendas mesmo tendo preços superiores aos das lojas próximas?"
Volmei Anderson
Cascavel, PR
Tem cliente que compra só preço. Principalmente em mercados em que ninguém oferece nada diferente. Mas sempre há quem esteja à procura de valor. Valor nada mais é do que o benefício (ou conjunto de benefícios) que o cliente percebe dividido pelo custo (preço + aborrecimento + inconveniência + qualquer coisa que o cliente tenha que enfrentar para ter acesso ao produto ou serviço).

Para aumentar o valor, muitas empresas optam por reduzir o Custo (principalmente baixando o preço). Mas também é viável elevar o valor aumentando os benefícios percebidos pelo cliente. Falo por experiência própria. A organização de consultoria da qual sou sócio optou por entregar benefícios a mais, e os clientes acabam considerando nosso trabalho mais barato que o dos concorrentes... embora a gente cobre mais dinheiro do que a maioria deles.

É claro que há empresas que não nos contratam, pois estão atrás apenas de preço. É da vida. Quando se opta por esse caminho, é preciso abrir mão dos clientes que buscam sempre o preço mais baixo, mesmo que isso implique em menos qualidade. Não dá para ser tudo para todo mundo. Para mim, a parte mais difícil para se criar um negócio de sucesso não é definir o que você VAI fazer, mas sim o que você NÃO VAI fazer.

Você tem que se focar naquele grupo de consumidores que quer algo mais. E que está disposto a pagar mais para ter esse algo mais. O importante é entender bem o que esse grupo valoriza. E oferecer exatamente isso. Pode ser design, atendimento, credibilidade, ambiente, uma linha de produtos exclusivos, sei lá. O cliente é o único que pode definir o que é valor aos olhos dele. Só é benefício aquilo que é percebido como tal pelo cliente. O cliente sempre compra pelas razões dele, não pelas de quem vende.

Quem adota a estratégia de oferecer o preço mais baixo, tem uma boa chance de quebrar a cara. Afinal, não há nada no mundo que não possa ser feito um pouco pior para ser vendido por um pouco menos de grana.
* Marcelo Cherto é CEO da GrowBiz – grow your business, sócio da Franchise Store e da MD Comunicação e membro da Academia Brasileira de Marketing e do Conselho Consultivo da Endeavor Global (N.York)

O que fazer quando há aumento de preços de produtos?
O empresário Leonardo Nicodemos, de Brejo Santo, CE, enviou uma dúvida que foi respondida pelo nosso analista e pelos leitores
Eduardo Bom Angelo*
Eu e meu pai somos sócios numa loja de materiais de construção no interior do Ceará. A dúvida é com relação ao procedimento que devemos adotar quando há aumento de preços de produtos. Fico dividido entre três alternativas: repassar o aumento aos consumidores imediatamente, mesmo que ainda tenhamos estoque antigo; só atualizar os preços quando fizermos uma nova compra com valor atualizado (como fazem os concorrentes); ou adotar o meio-termo entre as duas opções. Se for a terceira opção, como eu devo proceder?


* EDUARDO BOM ANGELO*, 52 anos, é titular da cadeira de empreendedorismo do Ibmec de São Paulo e autor do livro Empreendedor Corporativo
ESPECIALISTA
Leonardo, ao que me parece, seu questionamento se refere muito mais a um posicionamento de mercado do que ao processo de precificação em si. Como você disse, atualmente já existe uma prática dos concorrentes em relação a esse assunto e entendo que sua dúvida é se você deve ou não se diferenciar dos demais para ganhar espaço, correto? Responder a essa pergunta não é difícil, mas precisamos avaliar sua estratégia de negócio para então entender como deve proceder.
Toda estratégia de negócio parte de um objetivo bem definido. Onde minha empresa vai chegar daqui a um, cinco ou dez anos? Todo gestor precisa dessa visão para direcionar suas estratégias de curto, médio e longo prazos. No seu caso, ao desenhar essas estratégias, um ponto muito importante deve ser observado: qual a sua posição em relação ao seu consumidor e aos seus concorrentes? Responda à seguinte pergunta: O que minha loja/empresa representa para meus clientes? Se a resposta for a opção pela prática de preços baixos, você terá seu direcionamento. Caso a resposta seja a opção de apresentar maior qualidade em produtos e serviços, melhores condições de pagamento ou qualquer outro item que não o preço, você deve fazer uma avaliação diferenciada. O importante é entender qual o seu fator-chave de destaque no mercado. O que faz você ser diferente dos demais?

Como aumentar a clientela?
Como aumentar a clientela?
A empresária Paloma Joyce Alves, de Janaúba, MG, enviou uma dúvida que foi respondida pelo nosso especialista e pelos leitores
Por Eduardo Bom Angelo
Há 12 anos eu herdei a sociedade de uma empresa prestadora de serviços de contabilidade que tem credibilidade na cidade. Mas há um bom tempo não consigo novos clientes e tampouco ampliar o faturamento. O que devo fazer para aumentar a clientela e obter uma receita maior?



* EDUARDO BOM ANGELO*, 52 anos, é titular da cadeira de empreendedorismo do Ibmec de São Paulo e autor do livro Empreendedor Corporativo
ESPECIALISTA
Olá, Paloma. Você tem nas mãos um negócio de longa vida. Afinal, são 12 anos com você e, antes, com outros donos. O seu ramo de atuação envolve serviços que as pequenas e médias empresas necessitam e valorizam. As informações contábeis e financeiras são essenciais para gerar métricas que facilitem a gestão dos negócios. O contador acaba se tornando um conselheiro do empresário em diversos assuntos. Por isso, credibilidade neste ramo é um ativo muito importante. Não somente para manutenção da atual carteira de clientes, como também para a captação de outros, que podem ser indicados ou referenciados pelos já existentes. Portanto, você conta com uma boa plataforma para crescer. E deve aproveitá-la bem. Provavelmente, o problema está no fato de você se concentrar em atender os clientes que já tem e não reservar tempo para apresentar seus serviços a possíveis novos interessados.
Uma ação imediata seria solicitar aos clientes que indiquem empresas que você possa visitar, oferecendo descontos a quem sugerir nomes que realmente gerem negócio para a sua empresa. Da mesma forma, você poderia estimular seus funcionários a conseguir novos clientes e premiá-los por isso. Para as visitas, no entanto, é preciso que você esteja bem preparada. É recomendável produzir um bom material de apresentação que descreva seus serviços e os diferenciais oferecidos. Leve também uma relação dos seus clientes, mostrando há quanto tempo sua empresa atende cada um. Uma segunda ação pode ser o investimento de uma pequena quantia em publicidade em rádios e jornais da região. Ou ainda patrocinar alguma atividade que ajude a ampliar a visibilidade do escritório.
Há mais uma alternativa: pensar em expandir o negócio por meio da fusão com outro escritório. Com isso, vocês ganhariam escala sem aumentar os custos. Neste caso, selecionar bem o futuro sócio é fundamental. Sua questão requer mobilização pessoal, já que você está na condição de dona, técnica qualificada e vendedora dos seus serviços ao mesmo tempo. Mãos à obra!
Leitores
Atualmente, os empresários solicitam que os contadores os ajudem a avaliar o desempenho de suas empresas. Querem obter uma visão completa do negócio para melhorar a tomada de decisões. Os escritórios que insistirem nos serviços padronizados, como elaboração de guias e relatórios fiscais, perderão espaço. Porém, os que se adequarem a essa tendência encontrarão cada vez mais oportunidades. Aproveite a sua credibilidade na cidade para estruturar e divulgar esses e outros serviços diferenciados. Mas procure sempre sustentar os procedimentos com números que revelem ao cliente o impacto de cada mudança. Sem dados precisos não se pode falar em estratégias para fazer uma empresa crescer.
Mario Leme, Indaiatuba, SP
Creio que você deve enxugar o seu quadro de funcionários. Essa economia pode ser canalizada para estratégias de marketing de baixo custo. Uma alternativa é o busdoor, aquele adesivo gigante afixado nos ônibus. Você pode recorrer também a backlights em aeroportos, rádios e internet. Mas não precisa fazer tudo de uma vez. E não se esqueça da sua rede de contatos. A melhor propaganda ainda é o boca-a-boca.
Alberto Silva, Salvador, BA
Se a empresa fosse minha, eu reduziria os custos ao máximo, por meio de um controle rígido das despesas. Para economizar em serviços de comunicação, usaria recursos da internet, como o MSN, o Skype, e o e-mail, além de criar um site, hospedado gratuitamente em algum provedor. Também usaria ferramentas como Word, Excel e Power Point ou similares disponíveis gratuitamente na internet. Faria também uma promoção que daria abatimento de 20% nos preços dos serviços prestados a clientes antigos que indicarem novos.
Dilson Marques, Guarujá, SP
Uma solução para melhorar seu negócio é oferecer serviços práticos aos clientes, aplicando conhecimento inovador de contabilidade. Não é preciso extinguir os serviços-padrão, mas apresentá-los de uma forma mais atraente. Além disso, você poderia focar em clientes de médio porte, oferecendo preços competitivos. Desta forma, desmistificaria a ideia de que serviços bons sempre custam caro.
Sergio Henrique de Araújo, Rio de Janeiro, RJ
Há muita oferta de serviços no ramo. Por isso é necessário oferecer mais do que o simples 'feijão-com-arroz'. É preciso construir parcerias com serviços adequados às necessidades de cada cliente e não em pacotes fechados. Diversificação é o segredo para se manter no mercado.
Emerson Antunes de Oliveira, Florianópolis, SC


O que fazer para crescer?
O que fazer para crescer?
O empresário Ricardo Di Nisio, de São Paulo, enviou uma dúvida que foi respondida pelo nosso especialista
Eduardo Bom Angelo*
Em 2001 abri uma confecção infantil que, apesar do pouco tempo de atividade, cresceu, tem duas fábricas e faz parte do projeto 'Os quatro cantos da moda', do Sebrae-SP. Vivemos um momento de questionamento: o que fazer para crescer? Abrir uma loja ou franquear a marca, que já é bem conhecida? No caso de abrir uma loja, o que vale mais a pena, atacado ou varejo? Qual das opções oferece menor risco?


ESPECIALISTA
Ricardo, parabéns pelo sucesso das suas fábricas. Afinal, sete anos de operações indicam que vocês têm feito uma lição de casa de boa qualidade e obtido bons resultados. Atacado e varejo, como você bem sabe, são mundos bastante distintos. Começando pelo risco, parece-me que a alternativa menos perigosa é ampliar o atacado, pois você já domina a sua dinâmica e a cadeia de valor. Abrir uma loja para servir seus atuais e potenciais distribuidores poderia reduzir seu custo de vendas e apresentar sua marca para novos consumidores. Para tanto recomendo colocar no papel um plano de negócios específico, que evidencie as vantagens mercadológicas e financeiras da nova proposta, e também indique seus possíveis riscos. Como você é orientado pelo Sebrae, certamente encontrará informações para montá-lo.
Eu não descartaria o varejo, próprio ou via franquias, porém seria muito mais rigoroso na avaliação, dado que você não indica ter experiência passada na atividade. Uma questão relevante a ser considerada é o possível conflito de interesses que você poderia gerar com seus atuais clientes, pois também se tornaria um concorrente. A não ser que decidisse estabelecer-se em regiões ou cidades ainda não alcançadas pelos seus produtos. Abrir franquias é uma atividade interessante, potencialmente lucrativa, que requer conhecimento, padronização e muito controle. Para melhor avaliar a proposta, eu sugiro iniciar o processo pesquisando se existem franquias semelhantes à que você imagina criar. E também estudar como funcionam, se dão resultados positivos, onde podem ser melhoradas. Se permanecer o interesse é bom contratar um consultor com experiência em montagem e implantação de franquias para ajudá-lo. Perceba que é muito difícil apontar um caminho sem antes estudar detalhadamente como funciona e que consequências essa escolha traria para a sua atual estrutura de negócios. Em resumo, minha recomendação é avaliar as três alternativas e optar pela que adicionar maior valor e tiver mais sinergia com suas fábricas. Boa sorte!
* EDUARDO BOM ANGELO*, 52 anos, é titular da cadeira de empreendedorismo do Ibmec de São Paulo e autor do livro Empreendedor Corporativo

Leitores
Acredito que a melhor opção para garantir o crescimento seja franquear a marca, pois as franquias ganham cada vez mais espaço no mercado e mostram que são resistentes às crises. Além disso, funcionam como uma boa ferramenta para fidelizar os clientes à sua marca e aumentar a competitividade de sua empresa. Mas, caso decida abrir uma loja, o atacado é a melhor opção, pois as vendas serão realizadas em volume maior, com menor risco, pois geralmente as empresas são menos inadimplentes que as pessoas físicas.
Danielle Vanessa de Sousa,
Resende Costa, MG
Tudo dependerá do nível de competência do empreendedor. Sendo alto, ele deve franquear o negócio e vender no atacado para as franquias. Fácil não é, mas vale tentar. Para ampliar as competências da empresa, o ideal é contratar uma consultoria especializada na formatação da franquia e contar com uma boa reserva financeira para investir no novo negócio.
Ebson Köpke
Juiz de Fora, MG




Quando se tem uma estratégia de preço baixo, deve-se sempre evitar repassar aumentos de preços diretamente ao consumidor. É imprescindível manter a coerência entre sua estratégia e suas ações no mercado. Se esse for o caso de sua empresa, minha sugestão é que você aproveite seu material em estoque para aumentar o preço aos poucos e fazer promoções sazonais para atrair clientes. Você pode melhorar as condições de pagamento para que o cliente não sinta tanto o aumento dos preços.
Se a sua estratégia prima pela qualidade e por serviços que o diferenciam da concorrência, o aumento de custo pode ser repassado, aos poucos ou de uma só vez. Porém, você deve fazer um apelo comercial diferenciado, lembrando seu cliente dos motivos pelos quais ele escolhe a sua loja para comprar os produtos. Mesmo nesse cenário, promoções sazonais são bem-vindas e podem representar um aumento de vendas em escala.
Faça uma análise de seu negócio, trace sua estratégia e mantenha a agilidade para melhorar os resultados. Existem muitos livros e cursos sobre precificação e ganho com serviços. Escolha um para enriquecer sua estratégia e mãos à obra.
Leitores
Passo por situação parecida. Pela lógica, o certo seria repassar o aumento. Só que essa tática às vezes é perigosa porque faz com que os clientes corram para o concorrente. Sugiro, então, o mesmo procedimento que adotei no meu negócio: se tiver condições, antes de aumentar o preço compre um pouco mais do produto. Assim, você poderia segurar por alguns dias o preço antigo e, gradativamente, repassar o aumento aos clientes. Essa seria uma forma de diminuir suas perdas e evitar a fuga de clientes.
Hallyson Ferreira Lins, Palmares-PE
Acredito que enquanto houver estoques você poderá manter o preço antigo. Com isso, conquistará novos clientes e manterá os antigos. Após o fim dos estoques, poderá fazer um pequeno repasse, mas inferior ao dos concorrentes.
Philippe Régis Costa, Rio de Janeiro, RJ

Quanto cobrar pelos produtos?
Aprenda a definir o valor certo de cada item
Fernanda Tambelini
Para definir o valor adequado de venda de seus produtos, não basta somar custos, calcular médias e aplicar percentuais. Como o mercado é dinâmico e envolve, entre outros fatores, concorrentes, percepções de marcas, poder aquisitivo da clientela e sazonalidade, é necessário estabelecer estratégias de precificação que levem tudo isso em conta. “As fórmulas para chegar ao preço de venda são muito úteis para o empreendedor ter um ponto de partida e enxergar qual o valor mínimo que ele pode praticar sem ter prejuízo”, afirma Frederico Zornig, sócio da consultoria especializada em precificação Quantiz. “A partir daí, ele pode adotar táticas mais agressivas, de acordo com o seu público-alvo e os diferenciais de seus produtos.”

A estratégia de aplicar margens diferentes para cada tipo de produto é sugerida por Reinaldo Monteiro, professor de formação de preços da Faculdade IBTA, de São Paulo. Segundo ele, os itens de venda constante e de maior volume, como por exemplo o pão e o leite nas padarias, devem ter margens menores. Já os itens mais elaborados e sofisticados, como os frios e pães recheados das panificadoras, permitem aplicar taxas mais altas e garantir mais lucratividade. “Uma das táticas usadas pelas grandes empresas é conhecida como 20/80. Nela, 20% dos produtos devem bancar os custos fixos da operação. São justamente os carros-chefes, que têm margens menores. Com os outros 80% é possível criar estratégias para ganhar mais lucratividade”, diz Monteiro.

Ter muita cautela para fazer descontos e promoções ou para remarcar preços para baixo é o conselho de Zornig. Segundo ele, as promoções são valiosas nos casos de produtos perecíveis, como alimentos, coleções de roupas, carros prestes a sair de linha e passagens aéreas. Leandro Krug Batista, consultor do Sebrae Paraná, concorda e ainda lembra que 10% de diminuição do preço pode abaixar até 30% da margem de contribuição do produto. Neste caso, seria necessário vender 30% a mais para não amargar um resultado negativo.

Quanto cobrar pelos produtos?
Aprenda a definir o valor certo de cada item
Fernanda Tambelini

A fórmula para calcular o preço de seus produtos
Apesar de não existir um método único para se chegar ao preço de venda de determinado item, os especialistas são unânimes quando afirmam que o valor definido deve cobrir todas as despesas fixas e variáveis do empreendimento, além, claro, do lucro desejado pelo empresário. Veja como fazer essa conta:

Teoria Exemplo
1º - Compute o custo unitário de compra da mercadoria. Aqui, deve-se considerar o valor total do gasto, incluindo despesas com IPI e ICMS Vamos supor que o custo unitário seja R$ 72
2º - Liste os gastos variáveis: valores gastos pela empresa somente quando se realizam as vendas, como impostos sobre transações, comissões de funcionários, fretes e taxas de administração de cartões, tíquetes e financeiras. Como os valores podem mudar a cada mês, some os gastos totais do ano e divida por 12 para encontrar a média mensal. Então, veja qual percentual este resultado representa em relação ao seu faturamento médio mensal Vamos supor que as despesas variáveis representem os seguintes percentuais de seu faturamento: Simples Federal: 4,58%; Simples Estadual: 0,46%; Comissão: 3%; Taxa de cartões de crédito: 2,5%; Juros de vendas a prazo: 3,5%; Frete: 3,38%; Total: 17,42%
3º - Liste também as despesas fixas. São aquelas que você paga todos os meses, independentemente de haver ou não vendas, como aluguel, energia, telefone, água, contador, folha de pagamento, pró-labore e encargos sociais e sindicais. Veja qual percentual o valor médio gasto por mês com despesas fixas representa no seu faturamento médio mensal Vamos supor que suas despesas fixas representem 15% do seu faturamento
4 º - Finalmente, compute o lucro líquido desejado, em percentual Lucro desejado: 10%
5 º - Some as três informações que estão em percentual: despesas variáveis, despesas fixas e lucro líquido 17,42% + 15% + 10% = 42,42%
6º - Subtraia de 100% o valor encontrado, para encontrar o valor de formatação do preço de venda, ou “mark-up” 100% - 42,42% = 57,58%

7º - Divida o custo de compra da mercadoria pelo mark-up para encontrar o preço de venda 72 : 57,58% = 72: 57,58 : 100 = 72: 0,5758 = 125,04









30 dicas para atrair o consumidor em tempos de crise
Os clientes mudaram. Hoje, resistem em abrir a carteira e descartam o que consideram supérfluo. Mexa-se (ou corra o risco de perdê-los)!
Por Katia Simões

Data de coleta:

25/10/2009
18:13:22

Domínio: comercialpyramon.com.br

Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 18/10/2009 - 24/10/2009

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Domínio: comercialpyramon.com.br

Relatório: Resumo - comercialpyramon
Intervalo: 25/10/2009 - 31/10/2009
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Fernando Abdalla, da loja de utilidades domésticas Doural: criação do Espaço do Chef ampliou as vendas em 25%
Não dá para ignorar: os consumidores não são mais os mesmos. Perderam aquela ânsia de comprar dos tempos de bonança. E, quando entram em uma loja, abrem a carteira com parcimônia. De acordo com a pesquisa 'A crise no mundo', realizada pelo Ibope em parceria com a rede World Wide Independent Network of Market Research, 52% da população de 25 países estudados, entre eles o Brasil, já diminuíram suas despesas com vestuário, calçados e acessórios, 48% deixaram de comprar móveis e eletrodomésticos e o mesmo percentual tem ido menos ao cinema, shows e restaurantes. 'Há no ar uma desafeição pelo consumo', diz Dario Caldas, diretor do Instituto Observatório de Sinais, especializado em tendências de consumo e comportamento. 'As pessoas passaram a repensar o estilo de vida consumista como um todo e a adotar novos limites para definir o que é essencial e o que é supérfluo.'

O que as pessoas mais compram em tempos de crise
O que as pessoas mais compram em tempos de crise
Por Lilian Sobral
@import "/sistemas/editoraglobo2/materia/css/materia_editor_16751.css"; “Você não é páreo para mim”, disse um setor para a recessão. É que durante uma crise, alguns produtos tendem a aumentar as vendas.
O blog Cheapskate decidiu listar alguns destes campeões de venda.
Conheça alguns deles:
1 – Sementes
Segundo o blog, a jardinagem é uma boa maneira de aliviar o stress e, se você plantar vegetais, ainda é uma maneira de economizar dinheiro com as compras. As vendas de sementes cresceram 75% em algumas lojas durante a recessão, diz o blog.
2 - Livros de ficção
Segundo o blog, os leitores estão se afundando em histórias que, geralmente, têm um final feliz. Um levantamento da Times mostrou que, enquanto a venda geral de livros caiu, as de literatura deste tipo cresceram 13,5% no primeiro semestre do ano.
3 - Bilhetes de loteria ou jogos de sorte dos mais baratinhos também estão sendo mais vendidos desde o final de 2008. Parece que as pessoas acreditam que a recessão é uma boa hora para tentar a sorte.
4 - Ingressos de cinema
Diversão barata por pelo menos duas horas. Os filmes têm alcançado recorde de vendas.
5 - Aulas de yoga
Segundo o blog, promoções para a prática do exercício são cada vez mais aproveitadas. É uma maneira mais barata de relaxar e aliviar o stress.
6 - Smartphones
As vendas de computadores e itens grandes de tecnologia caem, mas a de aparelhos como iPhone, Blackberry e netbooks, que são menores e mais baratos que os PCs, continuam fortes.
7- Rosquinhas
O alimento é bem popular entre os americanos e esta e outras guloseimas tem vendido mais, já que são uma alternativa de alimentação mais barata. Por causa do sucesso de vendas, uma das empresas que trabalha no setor, a Krispy Kreme, viu o preço de suas ações crescerem 56% em um único mês durante este ano.
8- Animais
Não há economia quando o assunto são os animaizinhos. Segundo o blog, a expectativa é que está industria fature US$ 51,6 bilhões este ano, aumento de 1,3% ante 2008. A foto ao lado é de um porquinho-da-índia de pelo longo, uma alternativa mais barata aos cães de raça. No Brasil, por exemplo, enquanto um Yorkshire pode custar até R$ 2 mil, o pequeno roedor custa em torno de R$ 70.
9 – Lanches no McDonald’s
A lógica é a mesma das rosquinhas: comida mais barata na hora do almoço.
10 - Camisinhas
Parece que ficar em casa para economizar virou uma tendência. Segundo o blog, prova disto é o aumento na venda de preservativos.
E você? Começou a comprar alguma coisa desde a recessão? E sua empresa? Aumentou a venda de algum produto nestes tempos mais difíceis? Quer comentar?CLIQUE AQUI.

Crise não é com eles
Crise não é com eles
Da Redação
Em tempo de recessão e de incertezas no mercado econômico, alguns empresários paralisam, outros aceleram. Conheça em nosso site mais duas histórias de empreendedores que conseguem driblar esses percalços do mundo corporativo e crescem no período em que muitos cortam custos, demitem e mal conseguem sobreviver.






Renata Saboya, da Mil Frutas Edson Alves, da Star Center Flávio Louro, da Luxtravel Olavo Maciel Neto, da Ville Du Vin Sérgio Rezende, da Comando S Áudio
Palavra de empresário

Ano novo, vida nova. Já pensou qual negócio você deseja montar neste ano? Qual seria e por quê?
Esse foi o tema do fórum do site da revista no mês de janeiro. Confira algumas opiniões.
'Sim. Gostaria de concretizar um sonho que é montar uma pequena produção em meus sítios. Pretendo registrar minha própria marca e aproveitar a variedade de frutas para criar um negócio voltado para a produção de mel, doces, cachaças e frutas in-natura.'
Fernando Fernandes - RJ
'Apostaria em uma floricultura. Um mercado que cresce 20% ao ano, tem ótima margem de lucratividade e tíquete médio de R$ 50 por pessoa. O valor de investimento na montagem é baixo, não necessita contratar muitos funcionários e o imóvel para locação pode ser pequeno, mas deve ser bem localizado.'
Ebson Kopke - MG
'Pretendo iniciar contatos para abrir uma franquia de brindes de neoprene. Somos fabricantes do material e encontramos grande potencial de vendas no mercado brasileiro, que ainda é pouco explorado.'
Marco Aurélio Giaconi - SP
Fórum de fevereiro
Para você, quais características de uma escola de samba têm a ver com a administração de sua empresa?

Resultado da enquete

ADMINISTRAÇÃO
A sua empresa usa internet banking? (em %)*
49,2% Sim, fazemos todas as transações online
22,2% Não, tenho medo de fraudes
15% Não, prefiro o contato pessoal na agência
13,6% Sim, mas apenas para consultas
Resultado parcial até 21 de janeiro - Total: 500 votos
Pequenas empresas no celular
Qer receber notícias quentes sobre economia para pequenos negócios? Mande um torpedo para 88435 com os dizeres ASS PEGN e ASS DICA para ler 101 dicas de motivação e levantar o seu astral. O custo é de R$ 0,10 por notícia ou dica recebida. Mais informações no site http://editoraglobo.globo.com/celular.


Para se adaptar ao novo comportamento do consumidor, não basta seguir a tradicional cartilha do varejo. É preciso fazer mais e melhor. Transformar a venda em uma experiência de compra. Comunicar-se de forma objetiva e personalizada com o público-alvo. Lançar mão da tecnologia. Sem, é claro, descuidar do atendimento primoroso. Veja a seguir 30 dicas para esquentar o varejo, elaboradas com a ajuda de consultores especializados e empresas que vêm adotando estratégias bem-sucedidas para fisgar os clientes.


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Os clientes mudaram. Hoje, resistem em abrir a carteira e descartam o que consideram supérfluo. Mexa-se (ou corra o risco de perdê-los)!
Por Katia Simões

Alaine Barbosa, da loja de calçados infantis Oza Boza: modelos diferentes em promoção a cada semana na ponta de estoque
1>>>CHAMARIZ
'Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja', recomenda Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação, agência de comunicação de marca. Foi com a implantação do Espaço do Chef, uma área voltada aos chefs de cozinha e futuros profissionais, que a Doural, loja de utilidades domésticas, de São Paulo, virou referência entre os apreciadores da gastronomia. 'O espaço, inaugurado em dezembro, ampliou nossas vendas em 25%', afirma o sócio Fernando Abdalla.

2>>>ABAIXO A OSTENTAÇÃO
O uso de materiais sustentáveis e de custo relativamente baixo é muito bem-vindo neste momento. Para Chan Wook Min, presidente do instituto de pesquisas Popai Brasil, é essencial deixar de lado o supérfluo e, principalmente, o excesso de luxo. 'Saem de cena o exagero de iluminação, metais e acrílico dos displays, e entram materiais recicláveis e menos exuberantes', afirma. O ideal é que a mudança de conceito seja pensada para fortalecer o posicionamento da marca - e que venha com toques de inovação e tecnologia.
3>>>O HUMOR SEMPRE VENCE
Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. 'Nada mais atual do que levantar o astral do consumidor', diz Brian Dyches, diretor internacional do Retail Design Institute, com sede nos Estados Unidos. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja. 'Além de refrescar o espaço, a estratégia custa um décimo do preço de uma reforma completa e pode ser realizada em pouco tempo', afirma Dyches. Ele observa que os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade.
4>>>PODE PEGAR
Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga 'não' aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada. 'Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda', afirma Eugênio Foganholo, da Mixxer, consultoria de varejo e bens de consumo. Um exemplo clássico, e inspirador nos dias de hoje, é a mesa de experimentação instalada nas lojas da rede O Boticário, que permite ao cliente usar qualquer produto sem ser incomodado. 'Mais do que nunca, é hora de colocarmos o aviso: pode pegar, no lugar do tradicional não toque', aconselha Foganholo.
5>>>MANEQUINS DINÂMICOS
Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. 'Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim. Este precisa transmitir um estilo', afirma Manuel Alves Lima, sócio da Falzoni & Alves Lima. Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. 'Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor', avalia Lima.
6>>>COMUNICAÇÃO DIRETA
A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende. 'É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente', diz Beth Furtado, sócia da Alia Consultoria de Marketing. 'Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores.'
7>>>LUGAR INCOMUM
Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana. Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores. Reposicionar as araras e até mesmo os manequins, caso eles marquem presença além da vitrine, também é uma conduta interessante, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima.
8>>>VISUAL LIMPO
'Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais', afirma Katia Bello, da consultoria Opus Design. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor. 'Vale a pena comunicar tudo o que servir para incentivar o aumento do tíquete médio e não apenas o preço', diz Katia. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como 'leve três e pague dois') e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade.
9>>>EXPOSIÇÃO EFICAZ
'As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual', afirma Marcelo Heidrich Neto, da agência Ponto de Criação. A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo.
10>>> PROMOÇÃO INTELIGENTE
Na ponta de estoque da grife de calçados infantis Oza Boza, as ofertas mudam de perfil a cada semana. 'Praticamos preço único, ora para uma linha de modelos, ora para uma determinada cor, ou ainda damos descontos para calçados fora da estação', diz Alaine Barbosa, sócia da empresa. 'Se o cliente frequentar a loja semanalmente, encontrará uma oferta diferente em cada visita.' Movimentar a ponta de estoque foi uma das formas que Alaine encontrou para atrair o consumidor em tempos bicudos. 'Para garantir o resultado esperado, a promoção deve ter hora para começar e acabar', recomenda Eugênio Foganholo, da Mixxer Consultoria. 'Caso contrário, compromete a rentabilidade e não causa impacto.'
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11>>>ÁREAS QUENTES
O metro quadrado da loja tem que render muito, diz Katia Bello, da Opus Design. Para usar o fluxo de pessoas a seu favor, você precisa, primordialmente, gerenciar os pontos mais quentes da loja. São essas áreas que receberão os produtos mais rentáveis e os kits promocionais ou itens de descontos mais agressivos.
12>>>MAIS POR MENOS
Entregue ao consumidor mais pelo mesmo preço que ele costumava pagar e crie opções mais econômicas. Disposta a manter o movimento de seus restaurantes e atrair o público feminino, a rede Parmê somou ao seu bufê de massas e ao rodízio de pizza uma farta mesa de saladas, sem alterar o preço. 'Enquanto o setor sentiu uma queda no movimento de 10%, nós conseguimos manter o número de clientes', conta Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. A rede instituiu, ainda, um menu megaeconômico, com quatro pratos a R$ 6,90. 'A aceitação superou as expectativas. Das 4 mil refeições servidas em uma das lojas, 700 são do novo cardápio.'
13>>>EMBALAGENS NA MEDIDA
A ordem, para se adaptar ao momento, é evitar excesso de caixas e cartuchos e apostar em embalagens menores. 'Quanto menos desperdício, melhor', diz Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Foi o que fez Cristiana Beltrão, dos restaurantes Bazzar, do Rio de Janeiro, que reduziu a quantidade dos molhos e coberturas da marca, de 450g para 270g. 'Estudamos o tempo de uso de cada produto e sua validade e, depois de muita pesquisa, constatamos que o giro seria maior e o desperdício menor', afirma Cristiana. Em tempo: os produtos passaram a custar 26% menos.
14>>>PLANO B
Crie uma nova linha de produtos mais em conta para atender o seu próprio consumidor, disposto a gastar menos, e para conquistar outras fatias de mercado. No final de 2008, a Mahogany Cosméticos colocou nas prateleiras quatro fragrâncias de sabonete líquido em embalagens de um litro, a R$ 25. A versão tradicional, de R$ 420 ml, custa R$ 17. O sabonete tamanho família já responde por 10% das vendas.
15>>>NOVOS CANAIS
Firmar parcerias com outros varejistas pode ser um canal para multiplicar os pontos-de-venda sem nenhum investimento adicional, de acordo com o consultor Brian Dyches. Os vales-presentes, por exemplo, podem ser comercializados fora da loja de origem e ganhar espaço na gôndola próxima ao caixa do supermercado, na floricultura, na livraria ou em qualquer outro ponto de circulação de seu público-alvo. 'A prática foi adotada no varejo americano e resultou em um aumento considerável das vendas', diz Dyches.
16>>>SOLUÇÃO COMPLETA
Hoje o cliente não busca um produto, ele espera resolver um problema, seja o jantar do fim de semana ou o traje completo da próxima balada. Os varejistas podem aproveitar o conceito para fazer a chamada venda cruzada: no mesmo lugar em que está o macarrão também podem ser oferecidos o molho de tomate e o queijo ralado. 'A receita vale para todas as categorias, mas principalmente para moda, beleza e decoração', afirma Katia Bello, da Opus Design.
17>>>AÇÃO SOCIAL
'A prática do varejo consciente é cada vez mais valorizada', diz Fernando Lucena, presidente do Grupo Friedman, consultoria especializada em varejo. Cristiana Beltrão, sócia dos restaurantes Bazzar, criou há três meses o Prato Solidário, uma receita que indica a procedência das matérias-primas e divulga uma obra social à qual a receita está associada. 'Metade do lucro líquido do prato é revertido à comunidade, o que tem levado boa parte dos clientes a migrarem para o menu social', afirma Cristiana.
18>>>ATENDIMENTO FLEXÍVEL
Demonstre o quanto você está disposto a servir ao cliente e a atender às suas expectativas e necessidades. 'Levar o produto à casa do consumidor e trabalhar fora do horário comercial são ações que costumam aumentar significativamente as vendas', afirma a consultora Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Rogéria Aguiar, dona do De Ro Cabeleireiro, de São Paulo, calcula que 30% dos 700 clientes atendidos por mês frequentam o salão fora do horário comercial, principalmente aos domingos.
19>>>NO MESMO BARCO
Faça parcerias com seus fornecedores. A iniciativa permitirá oferecer ao consumidor produtos e serviços mais em conta. Para driblar a baixa das vendas na área de turismo, a operadora de viagens Lux Travell, de São Paulo, intensificou suas parcerias com companhias aéreas e hotéis. 'De janeiro para cá, oferecemos pacotes com o segundo passageiro grátis, cortesia da passagem de volta e custo zero para as crianças', conta o sócio Cláudio Jardim. O resultado foi um aumento nas vendas de 33% em relação ao mesmo período de 2008.
20>>>SENSO DE URGÊNCIA
O consumidor precisa ter a certeza de que o momento de compra é aquele e que, se deixar para amanhã, perderá uma boa oportunidade. 'Na dúvida, a pessoa fica paralisada e não compra. Por isso, há necessidade de se criar uma ação atraente aos olhos do público', diz Dyches, do Retail Design Institute. Para gerar fluxo pontual de clientes, a rede de farmácias Pague Menos lançou o Caminhão de Ofertas, uma carreta abarrotada de produtos, instalada uma vez por mês em frente a uma unidade da rede. 'Vendemos em um fim de semana 30 mil pacotes de fraldas, o equivalente a um mês de movimento de uma loja', conta Patriciana Rodrigues, diretora comercial da Pague Menos. Mas, para dar resultado, os preços devem ser agressivos.
21>>>GANHA-GANHA
Disposta a manter o movimento de seus restaurantes, a rede Parmê, do Rio de Janeiro, lançou em março o seu Cartão Fidelidade. 'A cada nove pratos consumidos, o cliente ganha uma pizza tamanho família ou um prato a escolher', diz Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. 'Dos 280 mil cartões distribuídos nas 14 unidades, 15% já se transformaram em benefício'. Iniciativas que oferecem ganho real ao consumidor têm grande aceitação neste momento. 'As pessoas passaram a valorizar o prazer de fazer um bom negócio, porque economizar faz bem para a saúde', diz Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Grupo Center Norte.
22>>> EFEITO SURPRESA
Ofereça mais do que o cliente espera. 'É preciso ser criativo e surpreender o consumidor', diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima. Para isso, não é preciso investir muito. Alguns pet shops de São Paulo estão aproveitando a onda da novela Caminho das Índias para produzir as cadelas com acessórios indianos, como o terceiro olho de pedra. Os donos ficam encantados e não lhes custa um centavo a mais no bolso. 'As pessoas querem ser mimadas', afirma o consultor.
23>>> CONVITE ESPECIAL
O cliente só gasta seu dinheiro por impulso se ele for pego pela emoção. Assim, a ordem é fazer um convite de compra e não um anúncio de venda, garante Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação. A tarefa implica em criar uma atmosfera de loja que envolva os sentidos, com o uso de aromas e músicas personalizados; que aposte em conceitos valorizados no momento, como sustentabilidade, qualidade de vida e respeito ao planeta; e que invista em um atendimento que demonstre mais a vontade de servir ao cliente, em vez de entregar-lhe um produto de forma automática.

24>>>PÓS-VENDA
'Mais do que em qualquer outro momento, hoje um pós-venda feito com eficiência e inteligência ajuda a fidelizar o cliente e a construir o seu histórico de consumo', afirma a consultora Ana Vecchi, da Consultoria Vecchi & Ancona. 'Mas é preciso ter cuidado para não invadir a privacidade das pessoas e nem importuná-las com um tratamento mais íntimo. Quanto mais profissional, melhor.'
25>>>E-MAIL MARKETING
Uma ferramenta barata e eficiente. É assim que o consultor Marcelo Cossalter, da RCS Brasil, define o e-mail marketing. 'Serve não só para informar o cliente sobre promoções e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os hábitos e as preferências do público-alvo, algo essencial nos dias de hoje', observa. É preciso tomar cuidado para que as ações não sejam evasivas ou, pior, afugentem a clientela. Antes de compor a sua lista de e-mail marketing, pergunte aos clientes se eles gostariam de fazer parte dela.
26>>>E-COMMERCE EFICIENTE
Crie sites menos complexos e fáceis de navegar. O consumidor costuma desistir da compra online quando tem que preencher várias fichas cadastrais, responder a uma infinidade de questões e passar por várias telas até concluir a operação. É necessário diminuir o número de etapas a serem percorridas entre a escolha do produto e a finalização da compra, além de solicitar apenas as informações cadastrais realmente necessárias.
27>>>REDES SOCIAIS
Use as redes sociais a seu favor, recomenda o consultor Brian Dyches, do Retail Design Institute. Além de multiplicar o poder de reconhecimento da sua marca, blogs, YouTube e Orkut, entre outros, ajudam a saber o que o cliente pensa sobre seus produtos e serviços. A loja de utilidades domésticas Doural, de São Paulo, criou um blog há seis meses voltado à troca de informações sobre gastronomia, receitas e produtos. 'Não é um espaço de venda, mas remete à loja virtual se o cliente desejar', diz o sócio Fernando Abdalla. 'Dos 5 mil acessos recebidos por mês, 20% convertem-se em negócio.'
28>>> INTERATIVIDADE
Quanto mais o cliente puder interagir com a marca, melhor. Na Chilli Beans, por exemplo, as pessoas tiram fotos com os óculos escolhidos na própria loja e encaminham por e-mail ou pelo Orkut para um amigo. Aguardam a resposta e concluem a compra. 'O Espelho Digital, como batizamos a ferramenta, nos permite não só ampliar o e-mail marketing como conhecer melhor nosso público praticamente sem nenhum custo', diz Gabriela Neves, gerente de marketing. A rede já tem cerca de 500 mil fotos cadastradas.
29>>>TORPEDOS EM ALTA
Desde que o consumidor autorize o envio de informações via SMS, a ferramenta pode se tornar um excelente canal de comunicação e de coleta de informações para um banco de dados eficiente, afirmam os consultores. Mande mensagens inteligentes, curtas e diretas. A rede de lojas de moda Handbook tem mais de 50 mil clientes cadastrados e, de acordo com Ari Piestun, diretor de marketing, envia torpedos alinhados com o perfil de consumo de cada grupo. 'Quanto mais personalizado for o conteúdo, maiores serão as chances de retorno', afirma.
30>>>NA PONTA DO LÁPIS
'A hora é para ter na prateleira produtos de bom giro, controlar o estoque, trabalhar a logística e trazer os custos na ponta do lápis', afirma a consultora Cláudia Bittencourt, da Bittencourt Consultoria. 'É importante concluir boas negociações com os fornecedores e fazer compras programadas alinhadas com o monitoramento do estoque.'

Nossa percepção não nos dá, necessariamente, o conhecimento. No entanto, realidade pode ser aproximada à percepção! Percebemos, mas podemos não conhecer. Por isso, precisamos de uma segunda etapa, reflexiva, para nos situarmos em nossa ação no mundo: os sentidos são facilmente enganáveis e, com eles, nossa razão. Isto ocorre, porque a inteligência é um instrumento, um seletor de opções. O que esteja fora de nosso alcance utilitário não será objeto de nossa atenção, deixando, portanto, automaticamente de existir. Resumo: O que é real é aquilo com que nos relacionamos.

Não sentimos que a Terra gira sob nossos pés. Além da gravidade e da imensa massa, o movimento de rotação demora 24 horas para se completar. Portanto ignoramos este fenômeno em nossa vida diária. Outras situações também podem enganar nossa percepção, como dirigirmos um confortável automóvel com tração automática. Quase não sentimos a aceleração ou a troca das marchas e mesmo a nossa visão, tão sensível, está concentrada no panorama à frente. Portanto, pouco se percebe da grande distorção lateral das imagens causada pelo deslocamento do veículo.

Em outras palavras: o que nos é claro e distinto está apenas no foco de nossa atenção, o entorno se perde, subsumido pelas prioridades. Pela lentidão dos grandes processos, quase imperceptíveis, ou pela urgência com que ocorrem situações pontuais, deixamos de perceber os detalhes. E eles fazem toda a diferença quando se trata de tomar decisões.

Levando estas constatações para a atividade profissional, identificamos que nas chamadas relações com a realidade “de mercado”, nossos instrumentos e decisões podem ser também influenciados pelas mesmas situações. Deixar-se amortecer pela rotina e seus processos ou sentir-se desnorteado pela velocidade das mudanças em volta é mais comum que se pensa! As transformações atingem todos os setores, principalmente o varejo. É preciso treinar para agir rápido e decidir melhor!

Com produtos oferecidos ao mercado cada vez mais parecidos, discursos semelhantes, estratégias aproximadas e grande concorrência, a competência para criar diferenciais competitivos - a partir de ações de venda consultiva -, passa a ser um imperativo. Ter uma área comercial capaz de interpretar e traduzir corretamente as demandas do mercado é hoje uma condição fundamental para aumentar o índice de aproveitamento de oportunidades.

A venda - neste panorama entendida em uma visão sistêmica - deve permitir aos profissionais que a operam se voltarem a construir estratégias em seu relacionamento com os clientes. O ato de vender não deve ser mais considerado sinônimo de convencer a comprar: É preciso que todos os membros da equipe se posicionem junto aos clientes como solucionadores. Também não se trata do velho e batido discurso do encantamento, mas sim, de uma postura de Gestão Comercial. Como? Exatamente: Toda a equipe deve gerir as vendas e não somente o cara da sala envidraçada.

O vendedor-solucionador é aquele que se convenceu que está um passo adiante de todos os demais. Sabe o que faz, porque faz e quais as vantagens que terá ao agir assim. Seu sucesso não depende apenas de seus esforços e seu conhecimento, mas de sua integração à missão da empresa, por isso é capaz de superar obstáculos e bater metas: ele gerencia sua atividade com o suporte oferecido.

Mas, para isso é preciso exercer uma liderança participativa e contar, às vezes com uma assessoria. Baseado em nossa experiência, relacionamos algumas das providências básicas a ser tomadas pelo gestor das equipes de vendas, para preparar a formação de equipes com este tipo de diferencial:

1 – Mapear o Conhecimento do Mercado e seu Entorno:
Conhecer as necessidades dos Clientes, suas atividades e problemas. Conhecer os fatores que influenciam nas vendas, as formas de atuação, como ele chega até você, quais as políticas de vendas da concorrência.. Conhecer também a linguagem apropriada para o corpo-a-corpo e persuasão.

2 – Desenvolver o Conhecimento Total sobre o Produto:
Conhecer profundamente sua linha de produtos/serviços e as da concorrência: os benefícios que oferecem para a solução dos problemas dos Clientes, as vantagens e características técnicas de cada produto/serviço. Conhecer as aplicações, limitações técnicas e funcionais de seus produtos. Equipes devem ser testadas nestes quesitos de forma agradável e que favoreça o crescimento.

3 – Planejar a Rotina de Trabalho:
Organizar o trabalho distribuindo o tempo e preparando uma agenda e cronogramas. Planejar as rotinas, abordagens, apresentações, promoções. Estabelecer objetivos de longo prazo e cumpri-los. Faça reuniões rápidas de manhã. Estabeleça metas inteligentes e mantenha a motivação em alta: Se o Líder não conseguir comunicar o que quer dizer Vencer, nada irá dar certo com a equipe.

4 – Enfrentar Desafios:
Identificar as atividades dos Clientes. Orientar os Clientes quanto ao produto/serviço necessário. Desenvolver uma visão racional do processo. Conhecer o perfil do público que vai à sua loja ou empresa. Observar e interagir positivamente: Preço, Funcionalidade ou Design? Isto significa também, enfrentar as fraquezas da corporação.

5 – Assessorar Clientes:
Satisfazer os desejos de seus clientes oferecendo o que é adequado à sua necessidade. Ensine a equipe a observar as normas e políticas de vendas da empresa ao finalizar a operação. Desenvolva uma relação sólida e duradoura entre a empresa e o Cliente. Nada adianta vender se ele é maltratado quando reclama garantia ou quando vem apenas perguntar o preço. Encantar não é peça de romance – como pregam muitos gurus de auto-ajuda corporativa – mas sim realidade objetiva.

6 – Gostar de Gente:
Atender sua clientela pressupõe gostar de pessoas, interessar-se pelo lado humano. Isto envolve psicologia, estratégia e sensibilidade também. Uma loja vazia ou com rodinhas de vendedores e prateleiras desarrumadas afugentam os Clientes. Excesso de cortesia também afasta. Saiba manter uma distância confortável e esteja pronto a ajudar ao menor sinal dado pelo cliente. Insista nisto!

7 – Evitar Frases Feitas e Táticas Desgastadas
Além de saber detalhes sobre móveis e noções de decoração, deve ser estratégico e sempre estar reciclando suas posições e discursos. Nada pior para as vendas que frases batidas e velhas táticas:

Vai por Mim! Pedir por confiança cria resistência psicológica para se fechar a venda. Você iria?

Ninguém Vende mais Barato do que Nós. Ninguém? No seu planeta não tem Internet?

Está na Promoção: Venda sempre Benefícios e não Preço. O Cliente sabe o que é caro para ele.

Não há Nada Melhor! Esta frase aciona o desconfiômetro do cliente, fazendo-o desistir da compra.

Nunca e Sempre: Soam como exagero, como ações de esticar, esconder ou encolher a verdade.

8 – Preparar-se para o Futuro:
Não haverá futuro longe da educação continuada e melhor qualificação. Imagine o quanto é horrível ser atendido ou liderado por alguém que não fala corretamente o português, erra especificações ou confunde conceitos básicos sobre o segmento onde atua. Crie um perfil de competências correto na hora de contratar sua equipe e exija o cumprimento com base em um diálogo e não em ameaças.

9 – O Cliente nem Sempre têm Razão:
É preciso desfazer este mito: O Cliente nem sempre sabe o que quer ou tem 100% razão em seu relacionamento conosco. Nosso trabalho é justamente orienta-lo para a melhor compra e dar o direcionamento correto. Atender dentro de um alto padrão de qualidade, compromisso e respeito.

10 – Venda sem Esforço: Venda Inteligentemente.
Há muitos detalhes que fazem diferença para suas operações. Você os conhece? Sua experiência de vida está sendo utilizada? E a sua intuição? Esteja atento para seus fluxos e índices. Criatividade é fundamental para o sucesso. Não abra trincheiras, construa pontes. Reflita, Previna e Solucione!


Extraído de: O DNA do Vendedor Campeão de Luís Sérgio Lico

Visite o site: www.consultivelabs.com.br




Luís Sérgio Lico
Filósofo e Consultor. Especialista em Arquiteturas da Excelência Profissional. Autor dos livros: O Profissional Invisível: Um Manual Prático para (Des) Empregados e O Fator Humano.


Nova definição é justificativa para maior tributação
Maria Eloisa M. Cais Malieri
Atualizado em 08/09/2009




A Receita Federal determinou uma mudança nas regras de importação de eletrônicos no Brasil que, rigorosamente, elevará a carga tributária sobre as placas de vídeo importadas.
Até então eram classificadas pela Receita como um tipo de circuito cuja única incidência era a alíquota de 2% de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) –que através desta alteração passará a ser de 16%, acrescido do novo recolhimento de 15% a titulo de II (Imposto de Importação).

Como estes impostos têm tributação em cascata e incidem também sobre outros encargos cobrados na cadeia comercial, o impacto previsto pela indústria de eletrônicos é de 50% no preço final do produto.

Segundo a Receita Federal, a novidade na classificação das placas de vídeo planeja retificar uma injustiça na baixa carga tributária incidente na entrada deste equipamento no país, se comparada a outros dispositivos. Entretanto, o aumento será específico para as placas de vídeo, não alterando em nada a tributação para processadores, memórias e placas-mãe.

Não obstante, a Receita Federal traduz o novo enquadramento das placas de vídeo na intenção do governo em favorecer a fabricação nacional, beneficiando as empresas que preferirem importar componentes e montar as placas na Zona Franca de Manaus, por exemplo, com vantagens fiscais em relação àquelas que trouxerem as placas prontas do exterior.

Apesar deste “nobre” propósito do governo, a nova tributação, rigorosamente, encarecerá ainda mais as placas de vídeo para o consumidor final, e fatalmente incitará o comércio ilegal, já que, infelizmente, o Brasil não tem estrutura para fabricar os modelos high-end.

Em contrapartida, a alta nos impostos das placas importadas exigirá vigilância redobrada da Receita sobre o contrabando de produtos eletrônicos, já que a forte elevação nos preços destes produtos promoverá a entrada ilegal desta mercadoria no país.

Outro obstáculo adicional à produção nacional de placas de vídeo, além do mercado cinza, é o curto ciclo de venda deste equipamento. Como a sua evolução é muito veloz, a produção num país que não desenvolve a tecnologia tende a ser economicamente desestimulante, já que o processo para importar componentes e organizar uma linha de produção para determinado modelo pode tornar-se obsoleto em prazos tão exíguos quanto seis meses.

Assim, a competição com as placas importadas fabricadas em larga escala pode ser prejudicada. A majoração na alíquota de importação tem validade imediata. O consumidor, no entanto, pode levar alguns meses para perceber o efeito sobre o preço. Isto ocorre porque a maior parte dos distribuidores compra placas em grandes lotes, o que assegura que as placas em estoque foram adquiridas em contratos com imposto baixo.

Portanto, aqui se constata um enorme retrocesso no aumento da tributação que potencialmente resultará no favorecimento e crescimento da indústria da informalidade, uma vez que a demanda por estes componentes (placas de vídeo) dificilmente será plenamente suprida pela indústria nacional, com suas inúmeras limitações produtiva, financeira e de escala.

Corremos o risco de mais uma vez voltarmos à situação de anos atrás, em que imperava a importação irregular. Como observou Richard Cameron, da Nvidia, em entrevista ao Fórum PC: “Em 2004, quando as placas de vídeo tinham uma tributação de 12% de Imposto de Importação e 15% de IPI em outra classificação fiscal, o mercado consumia aproximadamente 140 mil placas de vídeo por mês sendo que 98% desde volume era importado por vias não regulares ou legais”.





Relatório: Gráfico de Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Gráfico de Sessões 30
Sessões
Qua 28/10
27
Qui 29/10
24
Sex 30/10
25
Sab 31/10
19
Dom 01/11
20
Seg 02/11
19
Ter 03/11
4

Total: 138





Gráfico de Sessões
Este relatório mostra a atividade de sessões de visitantes em seu website. O intervalo padrão é de uma semana, mas pode ser modificado na área de controle de intervalos de datas.
Metodologia de Cálculo
Uma 'sessão' é definida como uma série de cliques em seu website por um visitante distinto durante um determinado intervalo de tempo. Uma sessão é iniciada quando o visitante chega a seu website e finaliza quando fechar o navegador ou permanece inativo acima do tempo limite.




Relatório: Gráfico de Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Gráfico de Sessões 30
Sessões
Qua 28/10
27
Qui 29/10
24
Sex 30/10
25
Sab 31/10
19
Dom 01/11
20
Seg 02/11
19
Ter 03/11
4

Total: 138





Informações de Ajuda

Gráfico de Sessões
Este relatório mostra a atividade de sessões de visitantes em seu website. O intervalo padrão é de uma semana, mas pode ser modificado na área de controle de intervalos de datas.
Metodologia de Cálculo
Uma 'sessão' é definida como uma série de cliques em seu website por um visitante distinto durante um determinado intervalo de tempo. Uma sessão é iniciada quando o visitante chega a seu website e finaliza quando fechar o navegador ou permanece inativo acima do tempo limite.





Relatório: Gráfico de Impressões - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Gráfico de Impressões 800
Impressões de Página
Qua 28/10
146
Qui 29/10
91
Sex 30/10
427
Sab 31/10
665
Dom 01/11
55
Seg 02/11
65
Ter 03/11
29

Total: 1.478





Relatório: Mecanismos de Busca - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Mecanismos de Busca (1-1) / 1 Sessões Porcento


google.com.br 13 100,00%

Ver Total: 13 100,00%
Total: 13 100,00%





Informações de Ajuda

Mecanismos de Busca
Este relatório mostra cada mecanismo de busca que gerou tráfego para seu website usando uma busca de palavra-chave. Ao clicar na seta próxima a cada entrada, é possível ver os termos de busca utilizados. Os resultados são ordenados pelo número de Sessões associados a cada mecanismo de busca.
Metodologia de Cálculo
Cada Sessão é verificada para identificar websites de referência externo. Se um website referente externo for encontrado, então são procuradas variáveis de busca na consulta utilizada pelo website referente. Se for encontrada uma variável de busca e termo, então o domínio e termo são introduzidos e o contador é atualizado. A lista de variáveis de busca pode ser controlada na configuração do Urchin.

Maiores informações na pasta PYRAMON EXCLUSIVE nave mãe/meus documentos/serve PYRAMON


459


Relatório: Domínios - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Domínios (11-18) / 18 Sessões Porcento

11. adelphia.net 2 1,45%

12. brasiltelecom.net.br 1 0,72%

13. gvt.net.br 1 0,72%

14. locaweb.com.br 1 0,72%

15. mundivox.com 1 0,72%

16. propagation.net 1 0,72%

17. telesp.net.br 1 0,72%

18. ft.net.br 1 0,72%

Ver Total: 9 6,52%
Total: 138 100,00%




Informações de Ajuda

Domínios
Este relatório mostra as redes as quais pertencem os visitantes de seu website, ordenadas por Sessões. Urchin pode identificar a maioria das redes, mas algumas podem não ser identificadas. É comum obter uma identificação dentre 50-80%. Domínios com códigos de país são mostrados com 3 níveis; outros domínios, como '.com', serão mostrados com 2 níveis. A entrada (no entry) é uma categoria geral para todas as sessões em que o Domínio não foi identificado.



Relatório: Usuários por Bytes - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
Usuários (1-1) / 1 Bytes Porcento

1. (no entry) 51,56 MB 100,00%

Ver Total: 51,56 MB 100,00%
Total: 51,56 MB 100,00%





Informações de Ajuda

Usuários por Bytes
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Relatório: Usuários por Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
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Usuários por Sessões
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Relatório: Usuários por Sessões - comercialpyramon
Intervalo: 28/10/2009 - 03/11/2009
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Os caminhos para fornecer ao governo
Os sites que mostram o que os órgãos públicos querem comprar das pequenas empresas
Por Wagner Roque
Veja os principais sites que oferecem informações sobre produtos e serviços que os órgãos públicos querem comprar das pequenas empresas, quando acontecem as licitações e quais as exigências para participar dessas disputas
Portais Nacionais
Governo Federal: www.comprasnet.gov.br
Banco do Brasil: www.licitacoes-e.com.br
Portal de Compras Eletrônicas da CEF: www.caixa.gov.br
Portais Estaduais
Governo do Amazonas: www.e-compras.am.gov.br
Governo da Bahia: www.comprasnet.ba.gov.br
Governo de Goiás: www.comprasnet.go.gov.br
Governo de Minas Gerais: www.compras.mg.gov.br
Governo de Pernambuco: www.redecompras.pe.gov.br
Governo do Rio Grande do Sul: www.compras.rs.gov.br
Governo de São Paulo: http://www.pregao.sp.gov.br
Governo de Sergipe: www.comprasnet.se.gov.br
Governo do Tocantins: www.pregao.to.gov.br
Portais Municipais
Confederação Nacional de Municípios: www.cidadecompras.com.br
Prefeitura de Santo André (SP): http://e-compras.santoandre.sp.gov.br
Outros Portais
Bolsa Eletrônica de Compras (SP): www.bec.sp.gov.br
Câmara Federal: www.camara.gov.br/licitacoes

• Além dos portais citados acima, temos também: www.pregao.net O Pregão.Net atende a diversas prefeituras e também ONGs que recebem recursos do Governo Federal e que, por lei, são obrigadas a realizar pregões eletrônicos para fazer uso desses recursos.

Ganhe eficiência na venda porta-a-porta
Siga os passos de quem se deu bem ao incentivar – e aumentar – o time de revendedores
Por Carin Hommonay Petti
Para turbinar o desempenho de sua equipe de vendas diretas, confira abaixo as dicas dos consultores. E como também sempre se aprende com os grandes, selecionamos alguns ensinamentos da Avon, a maior empresa de vendas diretas do país, com 1,2 milhão de revendedoras.

Recrutamento
A rotatividade de revendedores é grande no mercado porta-a-porta. Chega a 100% ao ano, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Diante da estatística, qualquer um que queira se dar bem no ramo precisa de um programa eficiente para recrutar e substituir os revendedores que desistem pelo caminho. Nele, você pode combinar diferentes estratégias. A mais comum delas é incentivar a própria força de vendas a trazer novos reforços para o time. A Avon, por exemplo, distribui brindes como liquidificadores, batedeiras ou kits de cosméticos para quem indicar novas profissionais.

Treinamento
"Não é preciso ter experiência para trabalhar com vendas diretas", diz Rodolfo Guttilla, presidente da ABEVD. Por conta disso, a atividade atrai muita gente sem conhecimento de vendas. Em tal situação, dificilmente você pode se dar bem sem um programa de treinamento para seu time de vendas. Algumas recomendações simples à equipe já ajudam bastante, como o uso de uma agenda para organizar os contatos e anotar os itens comprados pelas clientes para facilitar novas vendas.

Incentivo à fidelidade
De nada adianta recrutar e treinar revendedores se sua empresa não encontrar formas de mantê-los. Afinal, como profissionais autônomos, não devem fidelidade ou exclusividade a ninguém. "Quem não tiver um trabalho de fidelização está fora do jogo", diz o especialista Romeo Busarello, professor de marketing estratégico da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Por isso, é comum a entrega de prêmios para incentivar as vendas – prática adotada pela Avon e pela Natura entre muitas outras. Quanto maior o valor dos pedidos, maior a premiação.

Novidades
Importante também é possibilitar que os vendedores tenham sempre novidades para oferecer à clientela. Para isso, oriente as revendedoras a levar a maior variedade possível de itens, com quantidades reduzidas de cada um. Caso algum produto encalhe, é possível trocá-lo por outro de maior saída.


Como desenvolver a visão global do negócio para conquistar mercados
Segundo Wang Ching, gerente da Unidaded e Acesso ao Mercado do Sebrae Nacional, para ter um empreendimento de sucesso, é necessário equilibrar força e disposição para o trabalho com investimento em capacitação
Da Agência Sebrae de
“Me chamo Fabrício Campos e sou diretor da EQS Tecnologia, em Salvador (BA). Minha pergunta para o Sebrae é o seguinte: “qual é o projeto ou quais são as ações que o SEBRAE desenvolve para reduzir a visão míope dos microempresários da Bahia? Somos grandes operários e trabalhadores, mas não temos visão nenhuma de negócio.”

Apesar de generalizar, a pergunta lembra que, para ter um empreendimento de sucesso, é necessário equilibrar força e disposição para o trabalho com uma visão ampla de negócio.

Quem responder é a Wang Ching, gerente da Unidaded e Acesso ao Mercado do Sebrae Nacional. “Uma pergunta muito inteligente! De fato, a gente observa que muitos empresários colocam em primeiro plano ‘o como é que ele produz’ e só depois começa a buscar o mercado. Pensa que, se ele tiver bom produto e se prestando bons serviços, terá mercado naturalmente. Isso nem sempre acontece dessa forma!”

Capacitação
E como o Sebrae orienta o empresário para desenvolver essa visão global do negócio? “O Sebrae capacita as pequenas empresas a fim de torná-las mais competitiva no mercado. Oferece consultorias especializadas e apóia a participação de pequenas empresas em feiras e eventos de mercados.”, destaca Wang Ching.

O Sebrae facilita o acesso do empresário a vários tipos de conhecimentos. Dessa convergência nasce a inteligência do negócio, que combina capacidade para trabalhar mais planejamento e conhecimento de mercado. “Você (empresário) acaba concorrendo, principalmente, pelo preço. Isso limita, muitas vezes, a margem de lucro. Então, é muito importante a pequena empresa ter eficiência na produção e estar sempre atenta a isso, pois tem outros diferenciais a ser explorados.”, avalia a gerente de Acesso a Mercados.

Os pequenos negócios podem explorar esta agilidade de adaptação para conquistar mercados. Segundo a especialista, “a pequena empresa tem uma velocidade maior, por exemplo, em adequar seu sistema produtivo para buscar um nicho específico de mercado e poder atender uma necessidade que o mercado não tenha atendido ainda.”



Veja qual o melhor canal de comunicação com o cliente
Estratégias para chamar atenção da clientela vão além do marketing. Especialistas do Sebrae dão dicas para divulgar a empresa
Da Agência Sebrae de Notícias

Comunicação com o cliente vai além do marketing. O Célio Spíndula, proprietário da Eurodiesel e Bosch Diesel Center, em Goiânia (GO), precisa de orientação sobre marketing. “Como abordar o meu cliente diretamente? Uso mala-direta ou email? Qual é o melhor jeito para fazer essa abordagem para o meu cliente?”

Essa pergunta abre um leque de assuntos sobre a relação empresa cliente. Para começar, a Simone Cornelsen, consultora do Sebrae, responde especificamente sobre mala direta e email. “Você extrapola as fronteiras da sua empresa através do uso de uma mala direta ou de um folder, que pode ser veiculado pelo correio e web. Hoje em dia, o acesso à internet rompeu as barreiras da empresa. Então, para aquele empresário que quer massificar, divulgar a sua empresa, eles são excelentes veículos sem dúvida nenhuma, e todo mundo deve fazer uso deles.”

Conteúdo para conquistar o cliente
Como deve ser o discurso, a elaboração da mensagem? De acordo com a consultora, “o segredo é mostrar que conhece o seu cliente. O empreendedor deve fazer o cliente se sentir parte daquele negócio.”

Para conquistar os clientes, o material deve conter informações sobre o serviço oferecido e também como o negócio tem atendido às demandas da clientela. “É muito importante levar ao conhecimento do público todas as soluções que já foram idealizadas a partir de demandas de clientes anteriores, porque são uma base de dados de informação muito rica que vão ajudar a captar, a motivar outras pessoas a quererem utilizar os serviços do negócio.”, diz Simone.

Uma vantagem natural da pequena empresa é ter uma relação mais direta com o cliente. Então, é inovador fazer da comunicação uma via de duas mãos, ou seja, estabelecer um diálogo. A empresa inovadora hoje é aquela que transforma o cliente num colaborador, fonte valiosa de informações.

“Então a dica é: telefone! Visite seus clientes, pelo menos os principais, sonde a satisfação com os seus serviços e tente captar sugestões de melhoria que possam vir a ser mencionadas por eles, criando novas oportunidades de inovação a partir das sugestões que eles te oferecerem.”, ensina a especialista.

Os empreendedores precisam organizar essas informações, pois são conhecimento que pode direcionar várias ações da empresa. “Crie um banco de dados analisando o perfil dos atendimentos feitos. Assim, poderá apontar quais serviços customizados o seu cliente poderá ter. Esta é uma base de dados tão rica e útil para lhe dar novas idéias.”, destaca Simone Cornelsen.
Associação lança guia de apoio à inovação
Gratuito, o manual está disponível na internet e ajuda a encontrar programas de incentivo por estado
Da Redação
A Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) elaborou um guia prático de apoio à inovação. Com 102 páginas, o manual – gratuito – traz informações sobre os instrumentos de apoio à inovação oferecidos tanto pelas agências que atuam em nível nacional como as de âmbito estadual. Os instrumentos são divididos em dois grupos: os de apoio tecnológico financeiro (financiamento, subvenção econômica, incentivos fiscais, capital de risco e bolsas) e os de apoio tecnológico e gerencial (programas que visam auxiliar os empresários nas atividades de gestão da inovação).

Na versão eletrônica há também um simulador de incentivos fiscais e uma ferramenta que permite encontrar programas de incentivo por estado.

O guia pode ser adquirido pelo telefone (11) 3842-3533 e está disponível para download no site www.anpei.org.br.
Presidente da CNI sugere às empresas se associarem à Anpei
Guia reúne instrumentos de apoio à inovação em todo País
Consultores do Faça Diferente participam de chats
Micro e pequenas empresas investem pouco para inovar, aponta Sebrae
Coleta de dados da nova edição da Pintec termina em dezembro, diz IBGE
Seminário avalia sistemas nacionais de inovação em cinco países
Fiep realiza Feira e Congresso de Tecnologia e Inovação em Curitiba
Santa Catarina sedia workshop franco-brasileiro de microeletrônica
Fundação Dom Cabral realiza evento sobre gestão de projetos em inovação
Abertas inscrições para programa de inovação entre Brasil e França
Inovação deve ser colocada em pauta no País, defende Folha de S. Paulo
Internacionalização é foco de empresas inovadoras brasileiras
Falta de inovação ameaça frear a China
Novo programa do INPI monitorará desenvolvimento tecnológico mundial
Nova metodologia revoluciona soluções em produtos, processos e serviços
Conferência em Santa Catarina busca efetividade da política de CT&I
Estudo revela que a maioria das empresas desconhece a existência de instrumentos de apoio à inovação
Fórum da Inovação França-Brasil
Top Innovation – Feira e Congresso de Tecnologia e Inovação
Governo se compromete a criar grupo de trabalho pela inovação
Brasil deve duplicar número de empresas inovadoras em quatro anos
Lula diz que população e empresários devem acreditar em inovação
Anpei mostrou inovação sustentável na Inovatec
Setec e CNPq realizam seminário de acompanhamento do programa RHAE
PUC/RS organiza seminário sobre a hélice tríplice na América Latina
Aporte em inovação cresce e agrega valor às exportações das firmas do País
Canadá financiará projetos de inovação com empresas e ICTs no Brasil
Empresários apresentam suas expectativas para a quarta edição da CNCTI
FIEP monta centro inédito para apoiar empresa que já inova ou quer inovar
Cronograma de entrega do Prêmio Finep de Inovação sofre alterações
Vale quer montar instituto tecnológico no Brasil inspirado no MIT dos EUA
Internacionalização se reflete em avanço tecnológico, dizem pesquisadores

Workshop-Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação?

O workshop “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação?”, mais um produto da parceria ANPEI-SEBRAE, mostra que com práticas simples de inovação a pequena empresa pode se destacar e tornar-se competitiva no mercado.
Por meio de uma linguagem direta e objetiva, são apresentados vários exemplos práticos e conceitos sobre inovação em produtos, serviços, processos, marketing e na gestão organizacional, para a pequena empresa possa identificar oportunidades de como inovar, se diferenciar e se manter no mercado.
O workshop compõe-se de palestra interativa, apresentação de casos de sucesso e debates, que procuram responder às principais questões das micro e pequenas empresas sobre inovação, como:
O que é inovação?
Quais são os tipos de inovação?
Que atitude o empresário deve ter frente à inovação?
Custa caro? Tem risco? É para a pequena empresa?
Se não inovar, o que pode acontecer?
Quais os ganhos com a inovação?
Acesse o link abaixo para conhecer os locais e datas da implantação em todo o território nacional dos workshops “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação?”.
Link: Calendario_Workshop.pdf
17/11/09
Link: Endereço/Contato dos Sebraes.pdf

www.comercialpyramon.com.br
Mudanças no Site
PARCEIROS
Como parte de sua política de qualidade a COMERCIAL PYRAMON estabeleceu com seus fornecedores um Sistema de Parceria com Fornecedores (SPF) que demonstra o quanto é real para nós Construir Relacionamentos de longo prazo e gerar benefícios mútuos.
Neste Sistema a parceria começa pelo compartilhamento de valores comuns e mantenedores da satisfação de nossos clientes, de tal forma que o consumidor ao se deparar com a nossa marca tenha a certeza que grandes empresas estão unidas para a sua total satisfação.
Desejamos que o sentimento de segurança de nosso consumidor, em razão de nossa parceria vá muito além da necessidade de comprar, possibilitando um relacionamento com qualidade, tecnologia e realização.
ALAMBRE – ALUMBRA – PIAL LEGRAND – UNIFIX – TWB – ELETROMAR – DUTOPLAST – PRYSMIAN – WEA – SIKA – MELCOR – DÂNICA – ETERNIT – SIEMENS – CGF – SCHINYDER PRIME – EUCATEX – BOSCH – MAKITA – HILTI – 3M – PROLIM – EAC SUPPLY – STARRET – STAMACO – FÓRMICA – DURATEX – AMÉRICAN GENERAL – PLAT.K – TECNOPERFIL – ATCO – WEBER – CORAL – AMANCO – MELHORAMENTOS - SANTHER -

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Comunicação e marketing B2B - Últimas Notícias
1 mensagem
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BlogPress!bymail 5 de novembro de 2009 12:34
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Novas formas de utilização de blogs começam a se tornar populares. No setor industrial, gestores, clientes e funcionários possuem agora um canal mais direto e interativo para se comunicar. Edson Fregni, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), explica as possíveis formas de utilização de blogs corporativos e quais as vantagens de investir nesta nova plataforma.
BlogPress: Permitir o acesso aos blogs corporativos somente por meio
da intranet é o método correto de estabelecer este tipo de comunicação?

Edson Fregni: Muitos dos blogs corporativos estão disponíveis apenas na intranet, não permitindo acesso ao conteúdo de fora da empresa.
Essa é uma importante fronteira a ser cruzada, pois os vínculos entre os funcionários e a corporação não devem ser estabelecidos apenas no ambiente de trabalho. Discutir ideias e trocar opiniões fora do ambiente de trabalho também é uma atividade saudável para o desenvolvimento dos profissionais na empresa.

BP: É possível, em alguns casos, que os blogs corporativos permitam a participação do público externo?

EF: Podemos considerar esse tipo de blog como integrante de uma tendência mais arrojada e cuja finalidade é buscar a inteligência de parceiros. Abrir o blog corporativo para a participação externa se inicia com a decisão de identificar ou não os convidados. Vale lembrar que, ao mesmo tempo em que a participação pode agregar valor positivo à discussão proposta pelo blog, os comentários indesejados são inevitáveis. Por isso, a moderação dos comentários é sempre uma saída a se pensar.

BP: De que forma um blog corporativo pode colaborar com a relação empresa–cliente?

EF: Ouvir os clientes durante a concepção de produtos sempre foi uma prática adotada por empresas bem-sucedidas. Uma possibilidade mais direta e econômica do cliente colaborar é criar um fórum interligado ao blog corporativo da empresa, pois nesse fórum os temas discutidos poderão ser sugeridos por todos os usuários. Os clientes poderão expor seus ideais, vontades e necessidades por meio desta plataforma e debater ideias com os outros clientes da companhia.

BP: E no caso do blog do presidente, quais informações devem ser tratadas? Sobre quais assuntos o presidente deve ou não se pronunciar por meio de um blog?

EF: O blog do presidente é o caso mais comum da utilização desta plataforma para melhorar a comunicação dentro de uma empresa. O principal executivo da empresa utiliza o mecanismo de blogs para compartilhar com os seus funcionários suas ideias e sua visão de assuntos relevantes no cenário em que a empresa atua. Neste caso, há diferentes formas de utilização; conheço blogs de presidentes que permitem qualquer tipo de comentário, e outros em que há rigorosa moderação sobre o que os funcionários comentam.

Edson Fregni
Possui graduação, mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (USP).
É professor da Escola Politécnica da USP e sócio fundador da Sciere Consultores Associados.
Marcador(es): Entrevista




Outras notícias:
Indústria retoma projetos de expansão
Financiamento para compra de máquinas cresce 40% em outubro
Indústria retoma projetos de expansão

Financiamento para compra de máquinas cresce 40% em outubro
A indústria começa a retomar projetos de investimento suspensos durante a crise. O mês de outubro deve registrar liberações entre entre R$ 2,5 bilhões e R$2,6 bilhões na linha específica para aquisição de máquinas e equipamentos (Finame) disponível pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). É quase 40% mais que o emprestado em setembro (R$ 1,85 bilhão) e o dobro dos financiamentos de julho (R$ 1,28 bilhão) consolidando a tendência de retomada de investimentos na indústria.

_Fonte: O Estado de S. Paulo - 27/10/2009

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Webmarketing
Conheça as possibilidades de se comunicar por meio da Internet

_30/10/2009 10:20:03
Webmarketing

Conheça as possibilidades de se comunicar por meio da Internet
Tecnologia da Internet voltada para os negócios, o e-business melhora a produtividade e aumenta a eficiência da empresa. O ambiente digital facilita a comunicação entre as empresas, fornecedores e clientes, pois conecta sistemas de informação e realiza comércio de maneira rápida.

Antonio Carlos Barroso de Siqueira, autor do livro “Marketing Empresarial, Industrial e de Serviços”, aponta quatro prismas diferentes do comércio eletrônico B2B:

1. Processo de negócios: aplicação da tecnologia voltada para a automação das transações de negócios e fluxo de trabalho

2. Comunicação: entrega de informações, produtos, serviços ou pagamentos, por meio do computador

3. Serviços: Internet reduz custos dos serviços, melhora a qualidade dos produtos e acelera a velocidade do serviço de entrega

4. Online: comprar e vender produtos e informações por meio da Internet

Anelise Rublescki, autora do artigo “Webmarketing e cibercliente: o Marketing em tempos”, alerta que muitas vezes as empresas ficam decepcionadas com o e-business. Isto ocorre porque criar web sites sem tomar realmente consciência do fato de que a Internet muda as regras do jogo do mercado para todos não trará os resultados esperados.
_Fonte: SIQUEIRA, Antonio Carlos Barroso de. Marketing Empresarial, Industrial e de Serviços. São Paulo: Saraiva, 2005.

RUBLESCKI, Anelise. Webmarketing e cibercliente: o Marketing em tempos.
Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/rublescki-anelise-webmarketing-cibercliente.pdf Acesso em: 25/08/2009


Ligação entre empresa e cliente
Eficiência e atenção devem estar em quaisquer organizações


_29/10/2009 10:28:00
Ligação entre empresa e cliente

Eficiência e atenção devem estar em quaisquer organizações
Se existe necessidade, e há demanda, basta haver comunicação entre os dois. Esse papel cabe ao Marketing, que relaciona e mostra a um possível cliente como sanar aquilo que ele precisa.

Além da comunicação, o atendimento faz parte do marketing? Sim. Um produto, mesmo que tenha similares no mercado, torna-se único a partir do momento em que é consumido por alguém, também único. Assim, um bom relacionamento entre empresa e cliente não é somente recomendável, mas necessário.

Eficiência, palavra mágica quando se fala em serviços, deve ser considerada em todas as estruturas corporativas. Mas sua aliada – a atenção – também deve estar presente. E isso não cabe somente a empresas provedoras de serviços. Qualquer organização que queira atender as necessidades de seus fundadores, sócios e clientes deve ter ambas as palavras penduradas em seu quadro de valores e sendo utilizadas no dia a dia.

_Fonte: Programa Opinião Nacional – TV Cultura


Vídeos representam boa opção de ferramenta online
Como conhecer a audiência na Internet

_28/10/2009 09:19:38
Vídeos representam boa opção de ferramenta online

Como conhecer a audiência na Internet
Antes de criar conteúdo para a Internet, o ideal é estudar como fazer com que pessoas consumam esse conteúdo e como reagirão diante dele. Quando o assunto é vídeo, talvez isso fique mais fácil.

Estudo da Revista Forbes americana em conjunto com o Google mostra que cada vez mais executivos chefes preferem assistir a vídeos online sobre informações financeiras a ler. Dependendo do termo, sites de busca indicam em sua primeira página vídeos relacionados com os assuntos pesquisados.

E também já existem ferramentas para que os autores dos vídeos saibam como suas obras foram vistas: quais partes foram avançadas ou rebobinadas, se o filme foi visto até o final e quais os termos relacionados à mensagem gravada. Assim fica mais fácil conhecer seu público-alvo.

_Fonte: B2B Marketing Online

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Relatório de Tráfego - comercialpyramon.com.br - (15/11/2009 18:11)
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LocaWeb 16 de novembro de 2009 18:22
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RUA MEDINA,150/602 - MEIER
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RIO DE JANEIRO - RJ
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Relatório de Tráfego - comercialpyramon.com.br - (22/11/2009 18:13)
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LocaWeb 23 de novembro de 2009 18:18
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Relatório de Tráfego - comercialpyramon.com.br - (08/11/2009 19:55)
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COMERCIAL PYRAMON
CODIFICAÇÃO
Codificação de Produtos
Em todos estes anos em que estamos trabalhando já vimos todo tipo de codificação de produtos.
Alguns métodos cumprem fielmente a sua função: Identificar o produto. Outros falham principalmente pelo fato de além de identificá-lo, tentarem classificar o produto.
Falham principalmente porque o mix de produtos de qualquer empresa está sujeito a mundanças. Mais do que nunca, o que se vê hoje é uma avalanche de novos produtos, lançados principalmente por causa de inovações tecnológicas, moda ou atender àqueles consumidores ávidos por novidades.
Vamos mostrar alguns casos que falharam ao tentar classificar o produto através da codificação:
Codificação Ineficaz
Caso 1 - Loja de calçados
Durante a implantação do sistema foi decidido que a codificação seguiria o padrão L-99 onde:
Segmento Descrição
L Com valores entre A e Z, identificaria o fabricante do produto
99 Com valores entre 01 e 99 definiria um produto do fabricante L.
A vantagem do sistema seria a facilidade de memorizar o código de um determinado produto já que a letra referenciava o fabricante do mesmo.
Mas sem saber, eles limitaram o número de fabricantes a 26 e o número de produtos de cada fabricante a 99.
Como qualquer indústria da moda, a cada estação são lançados novos modelos e rapidamente o número de produtos por fabricante ultrapassou 99.
Contornaram a situação aplicando o padrão L-999 para os novos produtos.
Algum tempo depois ampliaram o mix de produtos com novos fabricantes. E desta vez o padrão de codificação foi alterado para LL-999.




Caso 2 - Loja de móveis
Semelhante ao caso anterior, esta empresa também incorreu no erro de classificar os produtos através do código. Usaram o padrão 1122333 onde:
Segmento Descrição
11 Grupo
22 Fabricante
333 Ítem
Caso 3 - Laticínio
O sistema que o laticínio adotou inicialmente parecia interessante: 1.2.3 onde:
Segmento Descrição
1 Grupo: Leite, iorgute, queijo
2 Sabor (para iorgute)
3 Conteudo, peso, volume.
Por este sistema produtos que tivessem o mesmo número no segmento 2 teriam o mesmo sabor; os que tivessem o mesmo número no segmento 3 teriam o mesmo conteúdo.
Mais tarde decidiram abandonar o controle de iorgute separado por sabor, aboliram o segmento 2 e refizeram toda a codificação.
O pior é que poderiam ter adotado o sistema EAN-13 ja que a empresa é filiada à EAN Brasil e tem todos os seus produtos codificados por barras no sistema EAN-13.
Codificação Eficaz
Lembre-se o objetivo da codificação é unica e exclusivamente identificar o produto, assim, restam dois métodos que são:
• Numeração sequencial
• Sistema de Codificação EAN/UCC







Numeração Sequencial
É perfeito para empresas que querem manter um código enxuto não pretendem utilizar as vantagens do sistema EAN.
Você contabiliza o número de ítens com que trabalha, inclui uma margem de segurança para a introdução de novos produtos e pronto!
Usando inicialmente os casos das empresas citadas acima recomendaríamos:
Ramo de Atividade Características Dígitos Limites
Calçados Como qualquer comércio que é influenciado pela moda, o modelos (produtos) mudam a cada estação. É imporante incluir uma boa margem de segurança para evitar mudanças no número de dígitos utilizados na codificação. 4 ou mais 0001 a 9999
Roupa
Móveis Como no caso anterior o setor de móveis e eletro domésticos é infuenciado por constantes lançamentos. 4 ou 5 0001 a 9999 ou 00001 a 99999
Distribuição de Bebidas Normalmente há poucas alterações no mix produtos. 2 01 a 99
Laticínios
Material de construção, elétrico e hidráulico Normalmente estas empresas trabalham com um mix diversificado.chegando a trabalhar com 3.000 a 10.000 ítens. 4 ou 5 0001 a 9999 ou 00001 a 99999
Autopeças
Farmácias
Supermercados
Clique aqui para obter informações sobre o padrão de codificação EAN/UCC







Sistema de Codificação EAN/UCC
Introdução
Boa parte do material que segue foi extraído e adaptado a partir do material fornecido pela EAN Brasil.
Para a codificação de bens de consumo, desde a década de 70, existem dois padrões reconhecidos oficialmente: o sistema UPC (Universal Product Code), adotado somente nos E.U.A. e Canadá e administrado pelo UCC (Uniform Code Council) e o Sistema EAN adotado no resto do mundo.
No final de 1995, criou-se a base para a união do dois sistemas, iniciando o Sistema de Codificação EAN/UCC.
O uso do código EAN proporciona uma linguagem comum entre parceiros comerciais. Cada produto tem um único código de identificação e pode ser utilizado por todos o estabelecimentos comerciais e dentro da própria indústria, contribuindo para a eficácia no processo de comercialização de produtos.
O código EAN facilita a identificação de mercadorias, padroniza exportações e o EDI (Intercâmbio Eletrônico de Dados), ou seja, a comunicação entre parceiros comerciais através de computadores.
Sistemas de Codificação
Nome Dígitos Aplicação Região
UPC 12 Embalagens destinadas ao consumidor final. E.U.A e Canadá
EAN-8 8 Utilizada somente para embalagens que não têm espaço útil suficiente para aplicação do código EAN-13. Resto do mundo
EAN-13 13 Utilizados em unidades de consumo (UC), ou seja em embalagens destinadas ao consumidor final.
DUN-14 14 Utilizado em unidades de despacho (UD), ou seja, embalagens destinadas a revenderores, atacadistas, supermercados, etc...





Estrutura de Codificação
EAN-8
Dígitos Função Responsabilidade
3 País EAN
4 Produto EAN
1 Dígito de Controle Obtido através de cálculo algoritmo
EAN-13
Dígitos Função Responsabilidade
3 País EAN
5 ou 4 Empresa EAN
4 ou 5 Produto Empresa
1 Dígito de Controle Obtido através de cálculo algoritmo
DUN-14
Dígitos Função Responsabilidade
1 Variante Logística Empresa
12 Código EAN-8 ou EAN-13 da unidade de consumo, excluindo o dígito de controle. EAN/Empresa
1 Dígito de Controle Obtido através de cálculo algoritmo
Leitura Recomendada

"O Decreto nº 90.595 de 29/11/84 da Presidência da República instituiu no Brasil o Sistema Nacional de Codificação de Produtos, também conhecido como Código de Barras EAN. A partir desse momento, todos os bens de consumo fabricados no país podem ter seu respectivo Código Nacional de Produto, indispensável no processo de padronização e informatização de estabelecimentos comerciais, e também nas transações entre a indústria e o comércio. O Código Nacional de Produtos segue o padrão EAN (International Article Numbering Association), entidade de âmbito internacional, com sede em Bruxelas, na Bélgica, à qual o Brasil está associado."
Guia de Referência I
Codificação em Unidade de Consumo
EAN Brasil




"A EAN International desenvolveu um sistema de números que garante a identificação exclusiva e sem ambigüidade. Esses números proporcionam um idioma comum pelo qual os fabricantes, exportadores, importadores, atacadistas e varejistas podem comunicar informações relativas aos produtos ou serviços que negociam.
Os números de produtos são representados por códigos de barras que podem ser lidos por scanners ao longo de toda a cadeia de suprimentos, e fornecem informações precisas para a melhoria da gestão empresarial.
Marcado na embalagem, esse padrão de codificação compõe-se de uma numeração humano-legível e de sua simbolização em barras, decodificável por leitores ópticos, proporcionando uma captura de dados mais rápida para o sistema logístico e distributivo.
Os itens escaneados no ponto de venda de varejo são chamados unidades de consumo, ao passo que os itens negociados entre as empresas são chamados unidades de despacho."
Extraído e adaptado a partir de
http://www.eanbrasil.org.br/d02_tecn/barcode_pg1.html
Você pode obter mais informações a respeito deste e outros assuntos relacionados, no índice de informações técnicas da EAN.

Código de Barras - Conceitos Básicos e Utilização no VB
________________________________________
Vou deixar bem claro uma coisa antes de iniciar o artigo: devido a complexidade e extensão do assunto nosso objetivo principal será abordar os conceitos básicos e dar um orientação básica para que cada um , na medida de sua necessidade saiba onde procurar as informações. Para aplicações comerciais existem muitas soluções ,e , cada caso é um caso particular.
Para imprimir códigos de barras no Visual Basic e no Crystal Reports usaremos fontes específicas para este propósito , talvez essa não seja a solução para o seu problema , mas que fique bem claro que para uso comercial um componente de terceiros quase sempre é a melhor opção.
Por questão de espaço estarei disponibilizando somente parte das fontes usadas. Todas as fontes e manuais de referência para código de babarras estão presente no Super CD VB - 2001.






0Conceitos Básicos
Para compreender como as informações são codificadas em código de barra é fundamental que se tenha os seguintes conceitos. Vejamos os principais:
Barra - Consiste na parte escura do código(normalmente preta), ela absorve a luz e codifica um em cada modulo de barra .
Espaço - Consiste na parte clara do código (geralmente o fundo que o código é impresso) , ele reflete a luz e cada modulo é codificado como zero.
Caractere - Cada numero ou letra codificado com barra e espaço. Cada caractere pode ser modificado por tantos “1” ou “0” quantos forem os módulos contidos na sua codificação.
Caractere inicial final - Indicam ao leitor de código o respectivamente o inicio e o fim do código estes caractere pode ser representado por uma letra ,um numero ou um outro símbolo dependendo do padrão do código em questão.
Separadores - Os separadores serve para indicar as extremidade do código e indicar ao leitor o sentido que o código esta sendo lido. Este separadores serve também para permitir que o código seja lido nos dois sentidos.

Zonas mudas - Também conhecida como Quites Zones, são nada mais que margens antes do caractere inicial e depois do caractere final formadas por espaços. Elas são extremamente importantes para o reconhecimento do código pôr parte do leitor, e se forem excluídas poderão impossibilitar a interpretação do código de barra, gerando assim, uma leitura nula.

Sinais de enquadramento - Delimitam uma área retangular da qual deve estar contidos todos os elementos de código e somente ele.

Densidade do código de barra - É caracterizada pela relação entre a quantidade de módulos ou caracteres e o espaço ocupado pelos mesmo uma vez impressos.
Modulo - O modulo consiste no elemento mais estreito do código, seja ele uma barra ou espaço. Os separadores, as zonas mudas, os caracteres especiais, ou seja, todos os elementos que compõem o código de barra são múltiplos do modulo quanto a largura. Isto posto, podemos dizer que o modulo é a unidade mínima e básica componente do código de barra cujo tamanho e definido diretamente pela densidade do código.
Flag - Ele é empregado no sistema EAN no inicio do código para indica o país de origem do produto. Já no UPC ele também situa no inicio do código mas ele indica o tipo de produto.
Dígito verificador - utilizado para detectar erros durante a varredura, evitando assim a leitura errônea, e também adulterações, ele é constituído pôr um elemento incluído no código que é calculado a parir de um algoritmo que emprega os demais números do código.

Como os dados são codificados em barras
Pôr uma mera convenção, identificaremos o digito zero como uma seqüência de cinco barras :barra estreita, barra estreita, barra larga, barra larga e barra estreita, espaçadas por espaços em branco. Assim, o digito 0 codificado ficaria dessa maneira:


Os digito de 0 - 9 ficaria :


O número 1998 ficaria :








COMO OS CÓDIGOS DE BARRAS SÃO LIDOS
Para compreender como os códigos de barra são lidos deve-se primeiro entender dois conceitos : leitura e codificação.
Leitura
Um dispositivo de leitura de código de barra ele transforma os dados codificado em barras em sinais elétricos de duração proporcionais as barras. Vejamos melhor isto observando o funcionamento de uma caneta ótica.
A caneta ótica e um dispositivo leitor de código de barra que tem em sua ponta um emissor de luz normalmente vermelha e um sensor para receber a reflexão dessa luz (ou não).Assim se a caneta ótica for colocada em uma superfície branca , a luz emitida vai refletir na superfície e o sensor vai captar essa reflexão e gerara um sinal elétrico que corresponde a superfície branca. De maneira oposta , se a caneta for posicionada em cima da superfície escura, normalmente preta, a luz emitida da caneta será absorvida
e o sensor não recebera nenhum reflexo, e o sensor ira gerar um sinal elétrico correspondente a cor preta. Se a caneta for passada sobre uma etiqueta de código de barra com velocidade constante , a caneta irá gerar uma seqüência de sinais elétricos conforme a mesma vai passando pelas barras (largas e finas) pretas e espaços em branco.
Através da luz refletida pelos módulos que compõem os espaço, ou pela sua ausência na barras, o leitor interpreta o código. A interpretação acontece através do uso de um conversor analógico/ digital que transforma os sinais elétricos analógico produzido pela luz recebida pôr meio de um sensor fotoelétrico, em um sinal digital (sucessão de 0 e 1 em forma de pulso) e que na ausência da luz refletida gera um outro sinal digital que caracteriza a barra, assim, cada caractere do código é interpretado como um numero binário, onde cada modulo reproduz um digito 0 ( reflexão da luz pelo código, ou seja , espaço no código ), ou um digito 1 (absorção da luz pelo código, ou seja, barra no código). Observe a figura abaixo:
Decodificação
Decodificar um código de barra é transformar os sinais elétricos de um dispositivo leitor de código de barra em um caractere correspondente de acordo com o padrão do código utilizado. Assim, no exemplo anterior , a decodificação do código lido se daria da seguinte maneira: o decodificador obtém as informações : barra estreita, barra estreita, barra larga, barra larga e barra estreita, e utilizando-se a tabela de codificação do código 25, pôr exemplo, obtém como caractere lido o digito 0 .



Após uma etiqueta ser lida e de codificada, o resultado pode ser transferido para o equipamento de (PDV, microcomputador, etc.) de diversas maneiras tais como : via teclado, via interface RS-232C (serial) ou outra interface especifica tais como placas particulares ou interface joystick, por exemplo.
Códigos de barras mais utilizados no Brasil
A seguir os principais códigos de barras usados no país :
25 Intercalado - Utilizado quando se desejam imprimir apenas dígitos numéricos, é muito utilizado em aplicações comerciais.
39 - Utilizado quando se desejam imprimir caracteres alfa-numéricos; muito utilizado em aplicações industriais.
39 com dígito de verificação - Utilizado quando se deseja obter mais segurança na leitura dos códigos, pois possui dígito de controle.
EAN-13 - Padrão adotado pela ABAC (EAN Brasil) para codificação de produtos em supermercados, permite a codificação de até 13 dígitos numéricos.
EAN-8 - Versão simplificada do padrão EAN-13, para aplicação em produtos onde a etiqueta no padrão EAN-13 fique muito grande. Este padrão permite a codificação de até 8 dígitos numéricos.
O código de barras usado pelo setor financeiro
Orientação - Ceneaban - Centro Nacional de Estudos da Arrecadação Bancária
O Código de Barras que usado no setor financeiro (Bancos) é do tipo “2 de 5 intercalado”.
“2 de 5” - significa que 5 barras definem 1 caracter, sendo que duas delas são barras largas;
“Intercalado” - significa que os espaços entre as barras também tem significado, de maneira análoga as barras;
Este tipo de código de barras trabalha somente com caracteres numéricos.
a) O tamanho do campo do Código de Barras é de 46 posições, sendo 44 para conteúdo dos dados mais 2 Bit’s, 1 de Start e outro de Stop. (Favor verificar documentação mais recente)



b) O Código de Barras deve estar no verso e preferencialmente também no anverso do documento, sendo que no verso deverá estar na parte inferior (centro) e no anverso na parte superior direita, sendo com 12 mm do centro do Código de Barras, até a borda do papel, e com 5 mm, no início antes do start e 5 mm no mínimo, após o stop de espaço em branco.
c) Para garantir a integridade de leitura do Código de Barras, deverá ser impresso nas partes, superior e inferior do código, um traço horizontal imediatamente após o campo, com a representação numérica, dentro de boxes, abaixo do código, se impresso na parte superior do documento e com a representação numérica, dentro de boxes, sobre o código, se impresso na parte inferior do documento. Sugerimos inclusão de mensagem nos documentos de arrecadação para que os clientes evitem amassar, dobrar ou perfurar as contas, para não danificar o código de barras.
d) Deverá haver uma representação numérica do conteúdo, logo acima do Código de Barras, ela deverá estar distribuída em campos de 11 posições dentro de boxes, acrescido de 1 dígito verificador, módulo-10, a cada grupo (vide página 10), isto permitirá a digitação dos campos, no caso de rejeição pela leitura de Código de Barras.
Os dígitos verificadores não estarão representados no Código de Barras.
e) Identificação da Empresa/Órgão
As posições 16 à 19 do Código de Barras, são destinadas a identificação da Empresa/Órgão, sendo que, através desta informação, o banco identificará a quem repassar as informações e o crédito.
O órgão responsável pela distribuição e controle desta numeração, será a Febraban (relação de Empresas/Órgãos já cadastradas).
f) Data de Vencimento
No caso de ser utilizada a data de vencimento (AAAAMMDD), incluir nas 8 primeiras posições do campo livre.




Gerando código de barras no VB
Finalmente chegamos a parte mais interessante , a parte prática. Vamos gerar no Visual Basic códigos de barras. Como exemplo iremos gerar o código de barras 39 ( 3 por 9) . Neste tipo de código de barras podemos codificar caracteres alfanuméricos. Ele suporta codificar 26 letras maiúsculas , 10 dígitos e 7 caracteres especiais.
Cada caráter é comporto por 5 barras e 4 espaços sendo que cada barra ou espaço pode ser largo ou estreito e 3 dos nove elementos são sempre largos.
Para gerar o código vamos usar fontes True Type , você deve baixar as fontes no fim deste artigo e descompactá-la no diretório \windows\fonts . Feito isto a coisa é muito fácil de fazer. Basta usa a fonte C39HrP36DlTt com o objeto Printer. No nosso exemplo vamos permitir somente a visualização para mostrar o código gerado. Vamos ao projeto:
• Inicie um novo projeto no VB e no formulário padrão insira os seguintes controles: duas caixas texto e duas etiquetas (labels) , um botão de comando e um controle Picturebox. Disponha os controles conforme o layout a seguir:

• Agora insira o seguinte código ao formulário:
Private Sub Command1_Click() ' codigo do evento click do botão de comando

PrintRoutine pic_codbar

End Sub

Private Sub PrintRoutine(objPrint As Object) ' rotina que gera e visualiza o codigo de barras

objPrint.Cls
objPrint.FontName = Text1.Text ' nome da fonte usada
objPrint.FontSize = 36 ' tamanho da fonte usada
objPrint.CurrentX = 1.3 ' posiciona
objPrint.CurrentY = 0.3
objPrint.Print Text2.Text ' imprime no picturebox codigo gerado
Command1.Enabled = False

End Sub
Private Sub Text2_Change() ' habilita o botão de comando
Command1.Enabled = True
End Sub
• O resultado após a execução do projeto é:

Gostou ??? Calma tem mais...
Veremos outro projeto interessante onde o código é gerado via código. Vamos lá:
• Inicie um novo projeto no VB e no formulário padrão insira os seguintes controles: um textbox , um picturebox , três botões de opção , e dois botões de comando. Desenhe os controles no formulário como na figura abaixo:

• Agora insira o seguinte código no formulário
Private Sub cmdExit_Click() ' codigo do botão Sair
End
End Sub

Private Sub cmdPrint_Click() 'codigo do botão imprimir

Printer.PaintPicture Picture1, 5000, 5000
Printer.EndDoc

End Sub
Private Sub Form_Activate() ' código do evento activate do formulário
optSize(1) = 1
End Sub

Private Sub optSize_Click(Index As Integer) ' codigo dos botões de opções
Picture1.ScaleMode = 3

Select Case Index
Case 0
Picture1.Height = Picture1.Height * (1.4 * 40 / Picture1.ScaleHeight)
Picture1.FontSize = 8
Case 1
Picture1.Height = Picture1.Height * (2.4 * 40 / Picture1.ScaleHeight)
Picture1.FontSize = 10
Case 2
Picture1.Height = Picture1.Height * (3 * 40 / Picture1.ScaleHeight)
Picture1.FontSize = 14
End Select


Call Text1_Change

End Sub
Private Sub Text1_Change() 'codigo do evento change da caixa de texto

Call DrawBarcode(Text1, Picture1)

MinWidth = 2 * Text1.Left + Text1.Width
pw = 2 * Picture1.Left + Picture1.Width
fw = MinWidth
If pw > fw Then fw = pw
Form1.Width = fw

End Sub
• A função que gera o código de barras deve ser inserida em um módulo e é dada a seguir:
Sub DrawBarcode(ByVal bc_string As String, obj As Control)

Dim xpos!, y1!, y2!, dw%, th!, tw, new_string$

'define os padroes do codigo
Dim bc(90) As String
bc(1) = "1 1221"
bc(2) = "1 1221"
bc(48) = "11 221" 'digitos
bc(49) = "21 112"
bc(50) = "12 112"
bc(51) = "22 111"
bc(52) = "11 212"
bc(53) = "21 211"
bc(54) = "12 211"
bc(55) = "11 122"
bc(56) = "21 121"
bc(57) = "12 121"
'letras maiusculas
bc(65) = "211 12" 'A
bc(66) = "121 12" 'B
bc(67) = "221 11" 'C
bc(68) = "112 12" 'D
bc(69) = "212 11" 'E
bc(70) = "122 11" 'F
bc(71) = "111 22" 'G
bc(72) = "211 21" 'H
bc(73) = "121 21" 'I
bc(74) = "112 21" 'J
bc(75) = "2111 2" 'K
bc(76) = "1211 2" 'L
bc(77) = "2211 1" 'M
bc(78) = "1121 2" 'N
bc(79) = "2121 1" 'O
bc(80) = "1221 1" 'P
bc(81) = "1112 2" 'Q
bc(82) = "2112 1" 'R
bc(83) = "1212 1" 'S
bc(84) = "1122 1" 'T
bc(85) = "2 1112" 'U
bc(86) = "1 2112" 'V
bc(87) = "2 2111" 'W
bc(88) = "1 1212" 'X
bc(89) = "2 1211" 'Y
bc(90) = "1 2211" 'Z
'Misc
bc(32) = "1 2121" 'espaco
bc(35) = "" '#
bc(36) = "1 1 1 11" '$
bc(37) = "11 1 1 1" '%
bc(43) = "1 11 1 1" '+
bc(45) = "1 1122" '-
bc(47) = "1 1 11 1" '/
bc(46) = "2 1121" '.
bc(64) = "" '@
bc(65) = "1 1221" '*



bc_string = UCase(bc_string)


'dimensoes
obj.ScaleMode = 3 'pixels
obj.Cls
obj.Picture = Nothing
dw = CInt(obj.ScaleHeight / 40) 'espaco entre as barras
If dw < 1 Then dw = 1 'Debug.Print dw th = obj.TextHeight(bc_string) 'altura do texto tw = obj.TextWidth(bc_string) ' largura do texto new_string = Chr$(1) & bc_string & Chr$(2) y1 = obj.ScaleTop y2 = obj.ScaleTop + obj.ScaleHeight - 1.5 * th obj.Width = 1.1 * Len(new_string) * (15 * dw) * obj.Width / obj.ScaleWidth 'desenha cada caractere na string do codigo de barras xpos = obj.ScaleLeft For n = 1 To Len(new_string) c = Asc(Mid$(new_string, n, 1)) If c > 90 Then c = 0
bc_pattern$ = bc(c)

'desenha cada barra
For i = 1 To Len(bc_pattern$)
Select Case Mid$(bc_pattern$, i, 1)
Case " "
'espaco
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 1 * dw, y2), &HFFFFFF, BF
xpos = xpos + dw

Case "1"
'espaco
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 1 * dw, y2), &HFFFFFF, BF
xpos = xpos + dw
' linha
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 1 * dw, y2), &H0&, BF
xpos = xpos + dw

Case "2"
'espaco
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 1 * dw, y2), &HFFFFFF, BF
xpos = xpos + dw
'linha larga
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 2 * dw, y2), &H0&, BF
xpos = xpos + 2 * dw
End Select
Next
Next

'1 mais espaco
obj.Line (xpos, y1)-(xpos + 1 * dw, y2), &HFFFFFF, BF
xpos = xpos + dw

'tamanho final e texto
obj.Width = (xpos + dw) * obj.Width / obj.ScaleWidth
obj.CurrentX = (obj.ScaleWidth - tw) / 2
obj.CurrentY = y2 + 0.25 * th
obj.Print bc_string

'copia para o clipboard
obj.Picture = obj.Image
Clipboard.Clear
Clipboard.SetData obj.Image, 2

End Sub
• Ao digitar o número para gerar o código de barras temos:

Curiosidades :
Se tiver tempo e paciência dê uma espiada nos links abaixo :
http://www.milk.com/barcode/ - calcula o digito de controle de código de barras
http://www.marcadabesta.hpg.com.br/codigo_de_barra.htm - a marca da besta - 666 e o código de barras.
http://www.eanbrasil.org.br/d02_tecn/barcode_pg2.html - padrão EAN - 13
Gostou ???? tem mais... Aguarde... (Os códigos completos estão no Super CD VB - 2001)



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21 de fevereiro de 2008 - 07h05

Alguns dos maiores nomes da alta tecnologia, entre eles Microsoft, HP e Intel, estão começando a abraçar a codificação de rede para aumentar a taxa de transferência de dados, a escalabilidade e a eficiência, desde a distribuição de conteúdo às redes wireless.

Oculta nos laboratórios das universidades e dos fabricantes desde que foi proposta há sete anos por um pequeno número de pesquisadores, a codificação de rede é, essencialmente, um algoritmo com potencial de mais do que dobrar a quantia de transferência de dados da rede, ao mesmo tempo aprimorando a confiabilidade e a resistência a ataques.

Para os defensores mais ardorosos do sistema, a tecnologia poderá estimular a próxima revolução de conectividade em rede, enquanto que para outros ela provavelmente se infiltrará sem fazer alarde nas arquiteturas de rede baseadas em esquemas de roteamento existentes.

Por esse modelo, as mensagens são separadas em porções menores de bits de “evidência”, que pode ser “deduzida” pelo nó de destino sem transmissão, retransmissão ou replicação da mensagem inteira. Esta evidência percorre múltiplos caminhos para (e a partir de) nós intermediários que a enviam à estação final. Não há necessidade de capacidade ou rotas adicionais – a evidência de mensagens é mesclada em bitstreams já suportados por uma infra-estrutura de rede existente.

“É como escutar atrás da porta: você ouve o que está acontecendo à sua volta, forma uma opinião e, em seguida, melhora a taxa de transferência de dados e a capacidade, lembrando-se da informação que possui e utilizando-a”, explica Sumeet Sandhu, pesquisadora-chefe de comunicação sem fio cooperativa da Intel Research.

A codificação de rede pode ser inserida em qualquer número de produtos, de roteadores a sistemas wireless, ou assumir a forma de dispositivos totalmente novos, conhecidos como “codificadores de rede”. A Intel vislumbra que a tecnologia tem o potencial de ampliar o alcance das estações-base sem fio.

A Microsoft já está testando a prática para tornar seu sistema de distribuição de conteúdo mais eficiente. Outras grandes empresas na arena de rede, como a Cisco, estão mantendo seus planos em segredo por enquanto e limitaram-se a informar, em comunicado: “Estamos examinando a codificação de rede, já que, teoricamente, ela ajuda a distinguir uma variedade de tipos de tráfego e depois os prioriza para aumentar a capacidade da rede. No momento, não oferecemos nenhum produto específico com a tecnologia”.

Decodificar a codificação

Uma explicação técnica poderá permitir um entendimento melhor do que é a novidade. O modelo manipula os dados dentro do próprio pacote por meio da chamada operação “bitwise exclusive or” (em que o operador manipula bits ou grupos de bits, conhecido por xor) para combinar a informação com a de outro pacote. Um bitwise xor pega dois padrões de bit e executa a operação lógica em cada par de bits correspondentes, atribuindo um número “1”, se os dois bits forem diferentes, e “0” se forem iguais.

Estes “zeros” e “uns” são os códigos, ou a evidência, que permitem a uma estação final ou nó com a inteligência necessária deduzir a mensagem recebida do remetente. Assim, a codificação de rede possibilita efetivamente que os nós de destino recebam múltiplas mensagens sem aumento do número de pacotes recebidos ou da capacidade geral da rede.

“Você usa a natureza algébrica dos dados para ter mais liberdade em relação ao que pode fazer com os pacotes”, diz Muriel Medard, professora adjunta do departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do MIT e pesquisadora líder no campo da codificação de rede. “Você pode fazer várias coisas dentro da rede que lhe permitem utilizá-la com mais eficiência ou de maneiras diferentes.”

Adeptos como Medard consideram a codificação de rede particularmente benéfica em infra-estruturas de roteador compartilhadas como a internet, distribuição de conteúdo ponto-a-ponto e redes mesh sem fio. Em um artigo que explicita o conceito, Medard e outros pesquisadores apontam que a tecnologia acelera drasticamente a velocidade, aumenta a confiabilidade de todos os tipos de sistemas de comunicação e pode estimular a próxima revolução nesta área.

O modo como um operador de rede implementa a codificação de rede depende do que ele pretende realizar, segundo Medard. Difere da engenharia de tráfego MPLS (outro método bastante utilizado para aumentar a capacidade e a eficiência da rede), que não muda os dados dentro de um pacote. O MPLS acrescenta um anexo, ou rótulo, ao pacote.

“Você não está só trabalhando nos campos de um pacote que selecionou para trabalhar, está considerando a possibilidade de trabalhar e operar nos próprios dados dentro do pacote”, diz Medard. “Mas, no fim das contas, você recupera a informação que queria originalmente.” Os atuais sistemas de roteador e switching não fazem isso.

Eles lêem os campos de origem e destino dos pacotes e direcionam o tráfego mapeando entrada/saídas no mesmo nó – não combinam o conteúdo de dois pacotes diferentes, nem mapeiam entradas em um nó para saídas em outro.

Mas a capacidade de fazer algo como xor pode ser muito benéfica para você na operação da rede, diz Medard. “Ao conceder a si mesmo a liberdade de fazer isso, você está mudando radicalmente o cenário do que é capaz de fazer.”

Os codificadores de rede talvez não substituam os roteadores propriamente ditos, funcionando como uma camada para o roteamento. Ao longo do tempo, à medida que seus benefícios se tornarem evidentes, a tecnologia poderá ser parte integrante da operação de roteamento, mudando essencialmente a tecnologia como nós a conhecemos hoje. O executivo apresentou sua pesquisa técnica a engenheiros da Cisco há dois ou três anos. Ele disse que conversa foi “boa”, mas com enfoque técnico, sem abordar implicações comerciais.

Participação da HP

A HP, como a Microsoft, vê grande promessa na codificação de rede para distribuição de conteúdo peer-to-peer. A empresa também está oferecendo colaboração e apoio financeiro ao trabalho do MIT neste campo. “É uma nova técnica empolgante”, afirma Mitchell Trott, pesquisador do HP Labs. “Tem muito potencial, mas ainda não está claro quais sistemas irão se beneficiar”, complementa Trott.

Uma aplicação da codificação de rede na infra-estrutura de rede é uma questão mais complexa do que seu possível auxílio à distribuição de conteúdo, diz Trott. Antes que os fornecedores de infra-estrutura a adotem, é necessário provar que ela proporciona grandes ganhos de desempenho. “Você precisa ter um problema específico para resolver”, avalia.

O multicast [transmissão de uma mensagem a um grupo de uma só vez] é um candidato. Ele pode ficar ainda mais eficiente com a codificação de rede, assim como o roteamento tradicional. O sistema cria cópias de mensagens inteiras quando os links para os destinos se dividem, mas a codificação de rede pode aliviar esta carga por meio da técnica de evidência xor, de acordo com os pesquisadores.

Outro fator que torna a codificação de rede questionável para a infra-estrutura de rede é que os switches e os roteadores tendem a permanecer em racks de equipamento durante uma década, diz Trott. “Levaria um bom tempo implementar o equipamento para dar suporte a estas novas técnicas, mas não é difícil fazer isso gradualmente, apesar de que a ativação deve ser feita de uma vez só”, ressalta.

Até agora, a HP não descobriu um uso para a codificação de rede em produtos comerciais, porém acredita que este cenário poderá mudar ao longo do tempo. E redes sem fio mesh poderiam usufruir da técnica, principalmente as redes de sensores militares em modo ad hoc.

O MIT conduziu uma pesquisa que mostra que a codificação proporciona um grande aumento da taxa de transferência de dados de redes wireless. Os pesquisadores viram esse aumento da taxa dobrar em uma configuração muito pequena e quadruplicar em um experimento com tráfego UDP (User Datagram Protocol) envolvendo 34 nós em três andares de um prédio do MIT.

Intel na codificação de rede

A Intel começou a pesquisar a tecnologia em 2006 e também espera que a codificação de rede seja vantajosa para suas iniciativas sem fio, em especial o WiMax. O multihop relay – em que estações base WiMax e estações relay são controladas pela infra-estrutura – pode se beneficiar da codificação de rede ao estender o alcance de uma estação base, revela Sandhu, da Intel Research.

Estas estações executam wireless backhaul para a estação base, e a codificação de rede pode tornar mais eficiente o relay bidirecional no meio de uma interação estação base-cliente de ponta a ponta ao reduzir o roteamento de pacote redundante. Nesta aplicação, a codificação de rede oferece ganhos de taxa de transferência de dados de 25% a 50% em roteamento bidirecional simples. “Você economiza tempo fazendo este xor no meio”, explica Sandhu. “Ao invés de quatro definições de tempo para fazer a comunicação bidirecional end-to-end, você só precisa de três posições no sistema, porque em uma você combina os dois pacotes e os envia”, explica Sandhu.

Mas WiMax não é uma rede ad hoc como uma rede de sensores militar – ela é centralizada. Uma estação base servindo uma célula com alguns relays inseridos para extensão do alcance costuma ser a norma em uma rede WiMax. “Não é uma infra-estrutura muito rica, seu escopo é limitado para truques novos como a codificação de rede”, diz Sandhu. “Por isso até agora só estamos examinando esta rede bidirecional muito simples.”

A Intel está avaliando a aplicabilidade da codificação de rede na camada física do modelo de referência OSI e o modo como ela interage com antenas em um ambiente multiple-input multiple-output (MIMO). A informação na camada física pode ser perdida à medida que os bits avançam para a camada MAC. A Intel está observando meios de capturar a informação do canal na camada física para aumentar a codificação de rede ótima. Sandhu não disse se a Intel tem algum desenvolvimento de produto de codificação de rede planejado ou a caminho. Mas não vê aplicabilidade à comunicação de dados além de wireless e WiMax.

E quanto à segurança?

Este conceito de escuta atrás da porta e xor bitstream se misturando gera preocupações com a segurança, admitem os pesquisadores. Mas segundo Medard, do MIT, a codificação de rede – com sua capacidade de disfarçar dados de mensagens e carga útil – pode realmente aprimorar a segurança da informação para além da criptografia ao transformar o tráfego que corre nas redes em um fluxo de dados algébrico indecifrável.

“Esta combinação tem a característica de ocultar dados”, diz Medard. “Quando você tem dois bits, A e B, e faz um xor nos dois, ao vê-lo não é possível saber o que cada bit era. Talvez você saiba alguma coisa sobre o par de bits, mas não pode descobrir o bit A, ao menos que conheça o bit B perfeitamente.”

As técnicas de codificação de rede também permitem detectar ataques “pollution” maliciosos em interações peer-to-peer e corrigi-los. Ainda assim, muita pesquisa tem que ser feita para determinar o impacto da codificação de rede sobre a segurança e outros problemas que não se restringem a se codificadores de rede vão suplantar roteadores em grandes infra-estruturas compartilhadas como a internet.

Os usuários precisam saber como e quando implementar a codificação de rede nos casos em que a informação não pode ser mesclada em uma rede compartilhada. Eles também têm que levar em conta as nuances entre a codificação de rede em infra-estruturas cabeadas e sem fio. E a indústria precisa determinar como os clientes serão cobrados por serviços de telecomunicações quando as operadoras mesclarem o tráfego do cliente. Medard e outros estão considerando estas questões enquanto continuam a explorar métodos para aprimorar as redes, que estão cada vez mais essenciais para a sociedade.


EDITAL DE ENCERRAMENTO DO ANO DE 20098
GESTOR : JOSE CARLOS BRASIL
O CAMINHO PERCORRIDO PELA COMERCIAL PYRAMON ATINGIU UMA NOVA REALIDADE NAS INTERAÇÕES SOCIAIS
CONTINUAMOS BUSCANDO A EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO AOS NOSSOS CLIENTES E APESAR DE NOS MANTERMOS DIVERSIFICADOS, FOMOS CAUTELOSOS COM A CRISE , QUE SE ABATEU SOBRE O MUNDO DOS NEGÓCIOS,RESISTIMOS E MUITOS ESTUDOS;ALÉM, DE AÇÕES FORAM ENCREMENTADAS PARA QUE A COMERCIAL PYRAMON FOSSE MUITO MAIS QUE UMA SOBREVIVENTE. LUTAMOS MUITAS BATALHAS E REALISAMOS CONQUISTAS SONHADAS E OUTAS NECESSÁRIAS À CAMINHADA. SOMOS VENCEDORES.
EMPREENDER É PRECISO.
CAMINHAMOS A PASSOS LARGOS NO DESENVOLVIMENTO DE UMA EMPRESA SEGURA DE SUA QUALIDADE E CONSCIENTE DE NOSSO TAMANHO, DIANTE DE UM MERCADO IMPLACÁVEL COM OS PEQUENOS. NOSSOS PRINCÍPIOS FORAM TESTADOS, DESRESPEITADOS, DUVIDARAM DE NOSSA CAPACIDADE E DE NOSSA INTELECTUALIDADE E, AINDA ASSIM,TENTARAM ESMAGAR CO OS NOSSOS PRINCÍPIOS E VALORES
NOSSO SITE www.comercialpyramon.com.br foi direcionado em toda a sua estrutura física para atender as necessidades de nossos clientes e facilitar ao máximo o atendimento e, todos nós trabalhadores e Amantes da Comercial Pyramon. Há bastante tempo, percebemos a necessidade de adaptação e nos tornamos empreendedores sociais e com isso fomos multiplicando a máquina administrativa em direção ao progresso em TI que nos possibilite e nos torne franqueável.
Mas o ponto Alto desta discussão está centrada na concentração de Capital. È possível que ao lutarmos pelo desenvolvimento Tecnologico e sua Distribuição como produto genuíno da Comercial Pyramon, tenhamos cometidos alguns excessos administrativos.Mas, estamos falando de uma margem de lucro que para ser alcansada necessário se esteja qualificado Tecnológica e Financeiramente.
Contamos sim, com Parceiros as centenas, com produtos aos milhares, mas em nenhum momento se abandonou –se a Criteriosa e justificada certeza de que a qualidade de nossas ações deveriam sempre manter a Construção de Relacionamentos com nossos Clientes e Parceiros de tal forma que o just-in-time prevaleceu por longos quatro anosde vida da COMERCIAL PYRAMON.Projetos;Associações;Construções; oferta; Marketing;Telemarketing, venda direta, mala direta e-mails e Rede Social. Não ficamos de fora em nada que movimentou as grandes Empresas do Mercado Mundial.
Agregamos valor à imagem da Empresa. Já não somos uma empresa desconhecida, durante o ano mesmo com poucas visitas conseguimos manter a Comercial Pyramon na “cabeça” das pesquisas de busca, principalmente no Google.
Para que este relatório possa ser entendido passo- a- passo, farei um rápido retorno às nossas principais propostas e procurarei desenvolver sucintamente os passos dados na Construção da COMERCIAL PYRAMON:
Relatório de status de JC BRASIL
Relatório de Status do Gestor JC BRASIl
Projeto 1
 Primeira tarefa Idealização e Prática da Empresa Comercial Pyramon – Pelo que foi demonstrado acima e por todo trabalho realizado até aqui, considero este trabalho realizado dentro dos princípios administrativos e tecnológicos a Comercial Pyramon é uma realidade.

 Segunda tarefa ou realização Avaliação e Desenvolvimento do Sistema- O sistema, que se entenda pelo conjunto de normas Administrativas com amplo apoio da TI ( Tecnologia da Informação) e seus correspondentes periféricos está em pleno Desenvolvimentoe uma vez implantado, não há como retroceder, caminhamos como já foi dito a passos largos e deixar de funcionar com a Plan “X” por exemplo seria como parar um trem bala como o da capa de nossa ATA. Podemos ocultar grupos e sub-grupos e até deixar de trabalhar com eles por tempo indeterminado só não podemos excluir nenhum item pois que todos foram criados para alimentar o site e a implantação do Código de barras, além de permitir que todo o processo de compra e venda, pesquisas e relatórios sejam realizados total ou parcialmente, conforme a o produto, a indústria, o parceiro, o departamento, a origem, o pedido e a venda, inclusive quem vendeu....

 Terceira tarefa Contratação e Avaliação dos Funcionários- As contratações foram realizadas sempre levando em consideração a versatilidade dos funcionários e o curriculum apresentado, foram realizados vários tipos de treinamento e os mesmos são avaliados o tempo todo, sendo que oficialmente estas avaliações ocorrem em um período de 06 meses, com Cópias para o RH, diretores, e funcionários.

 Quarta tarefa : Estudo,Avaliação e desenvolvimento do Site – Este é um trabalho muito extenso e realizações a curto prazo. A grande maioria está descrito nas paginas acima, inclusive com relatórios resumidos da Locaweb e na pasta 20 de nosso sistema de documentos compoartilhados.

 Quinta tarefa : captação de Fornecedores parceiros / Avaliação- Este item também se encontra em desenvolvimento e já foi descrito acima como Avaliação de produtos, é contínuo e trata-se de outro ponto fundamental que não permite parada,ou excusão...

 Sexta tarefa :Prospecção e Marketing Direcionado – Nossa prospecção continua lenta, uma vez que a criação dos prospectos foi rejeitada devido a prioridades financeiras, entretanto,o Marketing Direcionado está em fase de ajuste mas já atende boa parte de nossos associados na web e mais diretamente a nossa rede social. Seja pela Web ou físicamente falando a gama de todos os nossos Contatos recebem prospectos eletrônicos e newsletters (para os que possuem cadastro em nosso Site )em conformidade com o Marketing das grandes Empresas, tudo isso com a nossa criação.
 Realização da Planilha “X “- A plan “x” foi desenvolvida para o controle total de todos os produtos comercializados pela COMERCIAL PYRAMON. Surgida da necessidade de alimentar as publicações em nosso Site a Planilha “X” foi agregando informações em todos os níveis do processo, de tal sorte que pela Plan “X” podemos visualizar e interagir na web com todos os produtos, indústrias e parceiros. Ainda temos acesso a descrição curta e longa do produto, seu código de origem; o código da COMERCIAL PYRAMON; a ficha Técnica do produto e se necessário o contato completo de quem nos atende na hora de negociar e comprar.Ainda, na mesma Panilha podemos visualizar imagens do produto, está linkado ao nosso Banco de Dados ou ao nosso Banco de Imagens, tabela diferenciada de pagamentos e Estoque.

 Tabela Vendedora- Esta tabela é filha da Planilha “X”, de acordo com o status do usuário, ela possui em sua origem, praticamente tudo que poderíamos encontrar na Plan de origem. Criada para atender aos vendedores externos e agilizar as vendas a Planilha Vendedora traz imagem,descrição e preço.Atualmente esta passando por reformas para atender a nossa demanda.

 Tarefas Administrativas, Financeiras e de Controle – Como Gestor, além de participar ativamentede todos os processos que envolvem a Administração, ao Financeiro e ao Controle Geral da Empresa, ainda exerço a Contabilidade parcial das Contas diárias , à pagar e à receber, nenhum aplicativo ou criação, cotação ou venda deixa de passar pelo aval do Gestor.

 Entrevistas com fornecedores – Ainda como atribuição do Gestor , todas as entrevistas com fornecedorese possíveis parceiros são realizadas na minha Gestão e realizo pesquisas de tornar legal as resoluções tomadas e assumidas nessas entrevistas, buscando assim, parcerias firmadas em acordos registrados e de interesse comum entre as partes ‘ valendo muito mais o que está escrito”, do que o que foi dito, entretanto, esse é um terreno em que devemos caminhar com cuidado.

 TI – Tecnologia da Informação – Tweetter, Blogger,hi5, Facybook,Myspacy,Orkut,Flickr,OLX,Gera Negócios, Google,Pini, Construcompras,Liquida Net,Micropress,Info canal,ANPEI, Gigão,Google AdWords,Google adSense, MaringáNet,Portal da Transparência entre outrosformalizam a nossa rede social e juntamente com B2B são campos abertos para Marketing, Promoções, Lojas Virtuais, Publicações, Anúncios, Bate –Papo,tudo para divulgar a Comercial Pyramon e seus produtos, com Imagens e informações de qualidade e interesse de internautas do Brasil.

Diversos
 Controle de Amostras – em plena atividade, envolvendo todos os funcionários.

 Cadastros de Feiras e sites parceiros- Por enquanto,apesar de recebermos convites de todos os nossos parceiros só comparecemos no evento de 2007. Os sites Parceiros são uma novidade que só iremos desenvolver para o ano de 2010.

 Entrada e saída de produtos – Por tudo o que já foi apresentado até agora já é possível perceber que estamos com déficit de funcionários, esta é outra tarefa da qual não se pode abrir mão sem que se pague mais tarde um ônus bem elevado, sendo assim, assumi mas este trabalho desenvolvendo as Planilhas de Estoque e venho normatizando e linkando com a Planilha “X” ae entradas e baixas no estoque, que apesar de não permanecerem na sede por muito tempo, legalmente entrou, tem que sair, ainda que com poucas exceções, o Estoque seja virtual.

 Desenvolvimento de Logística – Em paginas anteriores todo o processo Logístico que é um de nossos pontos mais fracos, esta descrito e transparente, para uma futura abordagem conforme o crescimento da COMERCIAL PYRAMON. Por enquanto, temos utilizado o Sistema de Parceria e amizade para a entrga dos produtos, com muito esforço e trabalho conseguimos até mesmo realizar a troca das Notas Fiscais em pontos e horários combinados. Quando não é possível pagamos o frete e em boa parte das vendas negociamos o produto e o frete com o cliente.

 Negociação – Saber Negociar é manter´se atento as oportunidades e necessidades dos clientes sem que para isso a Empresa venha onerarár-se no processo.





 Compras – O critério para a realização de qualquer compra continua o mesmo, ou seja, compramos depois do ok do cliente, mediante o aceite do orçamento, realizamos a compra. Para cada caso um tipo diferenciado de negociação,de condições de entrga e faturamento, como apesar de todos os esforços para nos habilitar-mos com pagamentos com várias bandeiras diferentes, e a infrutífera tentativa de limpar e regularizar a homologação do Bradesco e-businnes PJ, ainda não foi possível desbloquear o pagamento on-line. A tentativa de abrir uma conta com o Unibanso para utilizar-mos a bandeira do VISA ,após a leitura do Contrato, resolvi não assinar.

 Vendas – Desde a Crise Mundial, aqui batizada de ‘Marolinha” entramos em uma gangorra com relação as nossas vendas e literalmente estamos a seis meses numa luta desigual para manter Ativa a COMERCIAL PYRAMON. A Drª Cibele Isaias crocamo e a Drª Susanne crocano v.da Costa e o Gestor Jose Carlos Muniz Brasil mantêm a Empresa com aportes financeiros que descapitlizam os sócios e o Gestor.

 Orçamentos – Nossas respostas estão dentro do prazo e quantativamente com equivalência igual a de uma micro-empresa com Balanço Lucrativo, diferentemente ao comportamento do Balanço Anual da COMERCIAL PRAMON.

 Contratos – Os Contratos da Comercial Pyramon estão em Ordem, legalmente falando e para este ano todosjá foram encerrados.

 Associações – As associações são uma novidade par a Empresa e ocorrem de duas maneiras diferentes: - 1)- Nos associamos a outros Sites e a Empresas de interesse comum de negócios
 2)- Empresas e trabalhadores autônomos com interesses comuns de negócio ou simplesmente paradivulgar suas empresas e negócios associam-se a COMERCIAL PYRAMON.

 RH – Esta etapa da Organização é realizada pela a Empresa de contabilidade INTECONF, ao Arquivos encontram-se na PYRAMON e os Livros na Contabilidade asseleções são realizadas pelo Gestor, bem como treinamentos, Avaliações , contatções ou demissões.

 Contabilidade- Inteconf – Contador Willian Hautman – CRC/RJ -092032/08 – CPF 025737657-76


Próximo Projeto
Projeto 2
 Habilitação- 2 func habilitados

 Compra de Veículo – Lista de prioridades

 Visitas externas – Gestor – Paulo Roberto – Carlos Jose

Estudos de Preços / Precificação - Diretrizes Para a Prospecção: Há três critérios para o desenvolvimento dos melhores métodos de prospecção.
- personalizar um método de prospecção que se ajuste às necessidades de sua empresa;
- concentrar-se primeiro nos clientes de grande potencial;
- sempre visitar novamente os potenciais clientes que não compraram.
O Ciclo de Indicações:Este tópico apresenta as maneiras pelas quais o empresário obtém indicações de potenciais clientes.
- venda paralela de indicações;
- vende o produto e pede ao cliente que forneça indicações;
- o segredo é pedir corretamente;
- entrega de produto: identifique o exato momento em que o produto tem importância para o cliente.


 Primeiras tarefas Funcionais – Auxiliar de Escritório + Assistente Administrativo.A partir de agora denominadas de Função 1 e 2, onde 1 encontra-seresponsável pela confecção da Planilha “X” e o 2 respnsavel pela Manutenção do Site.

 Organização de métodos –


 Terceirização de transporte – Rodo Cargo entre outras Transportadoras Incritas em nosso banco de Dados.

 Banco de dados- O BD PYRAMON se encontra armazenado em 2 servidores especiais, que na rede estão definidos em pyramon – servi e servi – pyramon. O primeiro dedicado aos funcionários e o segundo dedicado ao Gestor.

 Contrato Social /Alteração – Em 2010 o Contrato Social deverá sofrer algumas alterações importantes tais como : Novo endereço da sede própria- Rua Manoela Barbosa, 28 /203 –Meier –Rio de Janeiro – RJ – Cep: 20 735 – 110 / criação da loja virtual 2 PYRAMON STUDIO LIGHT/Modificação na Razão Social.


 Procurações – Todas a favor do Gestor



Diversos
 Certidões: 1 Ofício, 2 Oficio, 3 Oficio e 4 Ofício - ok
 Certidão Negativa de Débito - ok
 Talões de Notas Fiscais - ok
 Caixinha - ok
 Passagens de Funcionário - ok
 Alimentação - ok
 Escritório - ok
 Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral - ok
 Alvará - ok
 Manual do Colaborador – nos capítulos finais
 Manual do Construtor – em formatação
 Marcas e Patentes – defesa concluída - ok
 LOGMARCA - ok
 INPI - ok
 Administração Eletrônica - Avançando
 Avaliação de Pessoas - gestor
 Organização de Empresas - Gestor
 Cinco Segredos -
 COMERCIAL PYRAMON TB – confecção interrompida temporariamente
 Competências e Resultados -
 Gráfica - Impression
 Anuncios – Todas as redes sociais, CREA/IBGE
 Modelos -
 SEBRAE
 Planejamento Estratégico -
 Bancos: ITAÚ , Bradesco ,Unibanco e Citi
 Manutenção- Constante
 Backup -
 Capital Humano -






Próximo Projeto
Projeto 3

 Administração de Compras-
 Coleta
 Simulador de Cálculo de preços
 Solicitação de Orçamento
 Propostas de venda
 Consultoria
 Digitalizações
 Banco de Imagens
 Administração Excel
 Administração de Fornecedores
 Administração de Imagens
 Empenhos e Pregões
 Administração de projetos
 Administração de relacionamentos
 Administração do Site
 Administração de Vendas
 Administração de Clientes
 Administração Word
 Administração de Favoritos
 Administração Publich
 Administração de Banner’s
 Administração Infomet
 Administração ATON
 Administração de Sites Sociais
 Administração de Arquivos
 Administração E-book
 Administração de Marketing
 Filtro de Imagens

Diversos
 PLANILHA “X”
 Administração de redes
 Google Chrome
 Cópias de Cheque
 Cobrança
 Contas à pagar
 BD Pyramon
 ATON
 COMERCIAL PYRAMON
 Compras Fechadas
 Vendas Fechadas
 Documentos Pyramon
 INSS
 FGTS
 Simples Nacional
 Inteconf
 Custos fixos
 Manutenção
 Marketing
 Site
 Prospecção
 CD-ROMS
 Tratamento de Imagens
 Vendedores
 Compradores
 Arquitetos
 Engenheiros
 Parceiros
 Teste Geral de Produtos
 Estudos de Produtos A,B,C
 Administração de pessoal
 Gestão de Logística

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Construção de Edificações Multiandares em Aço O desenvolvimento do projeto de edificações multiandares é uma tarefa complexa e a obtenção de um projeto eficiente e bem sucedido é fundamental o trabalho de equipe, caracterizado por um perfeito entrosamento entre cliente, arquiteto, engenheiro estrutural e construtor. Essas construções são consideradas de baixa e média altura quando o número de andares vai até 30. O principal fator estrutural que interfere no seu planejamento é a definição de um sistema eficiente de vigas e colunas que suportem os carregamentos gravitacionais aplicados nos pisos. A necessidade de uma adequada resistência e rigidez lateral para resistir às cargas de vento é outro fator que se deve levar em consideração na determinação do sistema estrutural desses edifícios, em particular nas estruturas dos edifícios altos. Lajes e Vigamentos A estrutura dos pisos, composta da laje e do vigamento, deve transmitir as ações gravitacionais até as colunas, e, eventualmente, até aos contraventamentos verticais. De maneira genérica, pode-se dizer que dentro da compatibilidade com os vãos econômicos das lajes, o vigamento do piso é tanto mais econômico quanto menor for o percurso da carga até a coluna. A figura abaixo mostra que o vigamento principal pode ser em uma direção ou em duas direções dependendo da forma do edifício e ilustra também a transmissão das cargas da laje até as colunas quando a laje não tem vigamento suporte como em (a). (Clique nas imagens para ampliá-las) A maioria das lajes de piso (ou cobertura) utilizado nos edifícios estruturados em aço é de concreto armado. Na figura abaixo é ilustrado quatro diferentes tipos de laje: lajes do tipo convencional de concreto armado moldadas “in loco”, lajes (painéis individuais) de concreto celular autoclavados, lajes moldadas “in loco” usando forma metálica permanente (steel deck) e lajes pré-moldadas com enchimento de lajota cerâmica ou poliestireno expandido (Isopor). É importante saber que as lajes convencionais de concreto armado moldada “in loco” podem ser armadas de tal forma que permitam ser apoiadas em uma direção (armadas em 1 só direção) ou duas direções (armadas em cruz). Já os outros sistemas de laje são normalmente apoiados em uma única direção, e eles devem ser suportados por um sistema de vigas com espaçamento entre elas variando de 2 a 6 metros dependendo do tipo de laje. Com o objetivo de aumentar a eficiência estrutural do sistema de piso, as lajes de concreto armado podem ser ligadas as vigas de aço através de conectores de cisalhamento, que são soldados nas mesas superiores dos perfis, formando então o que é conhecido por viga mista (concreto-aço) como ilustrado na figura abaixo. Esse tipo de ação entre a laje e a viga reduz a altura do perfil metálico e pode ser obtido utilizando lajes moldadas “in loco” ou pré-fabricadas. A malha de colunas pode assumir varias formas dependendo do planejamento requerido pelo edifício. A próxima figura ilustra um layout típico de vigamento, que consiste numa serie de vigas secundárias paralelas de mesmo espaçamento que dependerá do vão admitido pela laje. As vigas secundárias são usadas junto com vigas primarias que determinam o espaçamento entre colunas que é mais ou menos quadrado. Uma variação deste arranjo pode ser obtida para acomodar requisitos do planejamento do edifício. Confira: Outra variação comum de um arranjo de vigamento de piso é o posicionamento de uma coluna para cada viga secundária no perímetro do edifício. A proximidade entre as colunas permite que elas sejam suporte para os elementos de fechamento da fachada do edifício. Este tipo de arranjo pode ser visualizado na ilustração abaixo: Como as estruturas de aço utilizam componentes pré-fabricados e também por um fator econômico, é desejável que estes elementos sejam padronizados, e este procedimento é facilitado se o vão dos principais elementos estruturais forem mantidos constantes. Quando vãos muitos longos são necessários nas estruturas dos edifícios é normal o uso de um sistema terciário de vigas. A figura acima ilustra este sistema. Ele é formado por vigas treliçadas de vão igual à largura do edifício que são mostradas em linhas tracejadas no plano do vigamento, e devido ao bom desempenho estrutural da viga treliçada, as colunas intermediárias indicadas pelos pontos “A” são desnecessárias. Outra possibilidade de vencer grandes vãos é a utilização de sistema conhecido por treliças interpavimentos como ilustrado na próxima figura. Que são treliças assentadas de tal modo que os pisos se apóiam na corda superior e na corda inferior das mesmas. Normalmente as colunas se situam na periferia permitindo boa flexibilidade no planejamento arquitetônico interno. Nos pavimentos com treliça, as paredes divisórias transversais ficam nos planos do treliçamento. No plano das treliças, as ações do vento são resistidas pelo quadro formado pelas colunas e treliças alternadas, enquanto que no outro sentido elas são resistidas por quadros rígidos, contraventamentos convencionais ou por paredes (ou núcleos) de cisalhamento. Sistemas de contraventamentos Da mesma forma que as estruturas de aço de coberturas os edifícios estruturados em aço necessitam de um sistema que garanta a estabilidade do conjunto estrutural. Este sistema pode ser composto de elementos que formam triângulos em determinados planos da estrutura ou por elementos que são unidos rigidamente. O edifício em quadro rígido tem uma eficiência estrutural limitada e normalmente alcança um número máximo de 20 pavimentos. Entretanto, quando os nós são rotulados, é necessário idealizar um sistema de estabilização lateral, e é uma prática normal que todas as ligações entre vigas e colunas sejam rotuladas, com colunas formadas por barras com rotulas a cada dois pavimentos como na figura abaixo. Este sistema totalmente formado por barras rotuladas tem muitas vantagens: a análise estrutural e a montagem da estrutura são muito simples; permite a acomodação das dilatações térmicas e de pequenos movimentos das fundações sem introdução de tensões na estrutura. Mas este sistema de nós rotulados é muito instável, e, portanto, um sistema de contraventamentos deve ser adicionado. Para dar a estabilidade necessária à estrutura formada por barras rotuladas um sistema de estabilização vertical em forma de diagonais ou diafragmas deve ser incorporado ao conjunto estrutural em duas direções ortogonais (mutuamente perpendicular). Este sistema por sua vez deve ser ligado a todas as outras partes do conjunto estrutural por um sistema plano de estabilização em cada pavimento (Ex.: lajes de concreto armado). A figura abaixo mostra esquematicamente as ações dos ventos atuando em um edifício de andares múltiplos. Em (a) as cargas de vento atuam na fachada externa da edificação que é transmitida aos pisos do edifício; em (b) o plano do pavimento absorve as cargas de vento, que aparecem em forma de uma carga uniformemente distribuída na extremidade da laje do piso, e que é transmitida a um sistema vertical de estabilização; finalmente em (c) um sistema vertical de estabilização é mostrado independentemente do resto da estrutura. As cargas recebidas por cada pavimento é indicada por uma seta horizontal, e estas são transmitidas a fundação por uma grande viga treliçada formada pelas colunas que estão ligadas por este sistema de estabilização vertical. Tipologia Estrutural As estruturas dos edifícios multiandares são solicitadas de acordo com as ações verticais e horizontais. As ações verticais são devido à carga permanente – peso próprio das vigas, colunas, lajes, escadas, fachadas, caixa d’água, alvenarias, revestimentos, etc. – e à sobrecarga – carga distribuída por metro quadrado nos andares, devido às pessoas, móveis e divisórias, e carga devido à água na caixa d’água, tubulações, etc. As ações verticais são absorvidas pelas lajes que as transmitem às vigas metálicas, que inclusive podem trabalhar em conjunto com as lajes, no caso de vigas mistas. As vigas transmitem as ações para outras vigas nas quais se apóiam ou diretamente para as colunas. As colunas transmitem as ações verticais diretamente para as fundações. As ações horizontais são provenientes do vento agindo sobre as faces expostas do edifício, provocando efeitos de pressão e sucção nas fachadas, de acordo com a sua forma externa e resultando numa força global de arrasto na estrutura. Os efeitos sísmicos também provocam ações horizontais nas estruturas; as Normas Brasileiras não consideram a existência desse efeito no nosso território. De qualquer forma, a magnitude de efeito de vento, agindo isoladamente ou em conjunto com qualquer outra ação que também provoque efeito horizontal, tem influência decisiva na solução estrutural a ser adotada: deve-se buscar a que resiste aos esforços horizontais de maneira mais econômica, observando-se os deslocamentos horizontais. Tipos de aço e perfis para estrutura metálica de edifícios A construção de edifícios com estrutura metálica é coisa antiga no exterior, principalmente nos EUA. No Brasil, esta tecnologia começou a chegar para valer há apenas alguns anos. Talvez por isto, alguns Arquitetos e Engenheiros, acostumados com estruturas de concreto armado, têm dificuldades para se adaptar à estrutura metálica. Para estes, mostraremos um pouco dos materiais utilizados em substituição às vigas, pilares e lajes convencionais. Nas construções com estrutura metálica a escolha do tipo de aço é feita em função de aspectos ligados a: Meio ambiente onde as estruturas se localizam; Previsão do comportamento estrutural de suas partes, devido à geometria e aos esforços solicitantes; Meio industrial com atmosfera agressiva à estrutura; Proximidade de orla marítima; Manutenção necessária e disponível ao longo do tempo. Os fatores acima influenciam a escolha de diversas maneiras. Por exemplo, condições ambientais adversas exigem aços de alta resistência à corrosão. Por outro lado, peças comprimidas com elevado índice de esbeltez ou peças fletidas em que a deformação (flecha) é fator preponderante são casos típicos de utilização de aços de média resistência mecânica. No caso de peças com baixa esbeltez e onde a deformação não é importante, fica mais econômica a utilização dos aços de alta resistência. Os aços estruturais utilizados no Brasil são produzidos segundo normas estrangeiras (especialmente a ASTM (American Society for Testing and Materials) e DIN (Deutsche Industrie Normen) ou fornecidos segundo denominação dos próprios fabricantes. Assim, os aços disponíveis por aqui estão listados na tabela abaixo: (Clique nas imagens para ampliá-las) Claro que há casos específicos, mas de maneira geral pode-se dizer que os perfis de aço utilizados na construção de edifícios de andares múltiplos são os mesmos empregados na construção de galpões e outras estruturas. Perfis para colunas As colunas de edifícios são dimensionadas fundamentalmente à compressão. São utilizados então perfis que possuam inércia significativa também em relação ao eixo de menor inércia, como é o caso dos perfis “H” que têm largura da mesa, igual ou próxima à altura da seção. A figura abaixo mostra alguns perfis utilizados como colunas: Perfis para vigas Os perfis de aço utilizados nas vigas dos edifícios são dimensionados pressupondo-se que terão a mesa superior travada pelas lajes. Neste conceito, as vigas não estarão portanto sujeitas ao fenômeno da flambagem lateral com torção. No caso de vigas bi-apoiadas, é comum usar vigas mistas onde o perfil em aço trabalha solidário com a laje, obtendo-se uma solução mais econômica. A figura abaixo mostra o funcionamento de algumas soluções para as vigas de estrutura metálica: Perfis para os contraventamentos As seções dos perfis para contraventamentos costumam ser leves. Sua escolha leva em conta a esbeltez e a a resistência aos esforços normais. No caso de edifícios a esbeltez das peças tracionadas principais é limitada a 240mm e das comprimidas limitadas a 200mm. Os perfis comumente utilizados são os da figura abaixo: Lajes de Piso As lajes deverão ser convenientemente ancoradas às mesas superiores das vigas, através dos conectores (vide a seguir) para que façam parte da “viga mista”. As soluções usuais para lajes, no caso de vigas mistas em edifícios de andares múltiplos, são mostradas a seguir: Laje fundida in loco É ainda a solução mais econômica no país, apresenta a desvantagem de exigir formas e cimbramentos durante a fase de cura. Laje com forma em aço, incorporada A laje é fundida in loco sobre forma de chapa de aço conformada, capaz de vencer os vãos entre vigas, e que inclusive passa a ser a ferragem positiva da laje. É um sistema que tem vantagem de prescindir, em boa parte dos casos, de formas e escoras durante a cura, liberando dessa forma a área sob a laje para outros trabalhos. Além disso, a seção transversal da forma abre espaço para passagem dos dutos e cabos de utilidades. Laje pré-moldada Nesse caso o painel pré-moldado de laje é colocado diretamente sobre a viga de aço sem a necessidade de escoramentos e com a vantagem da liberação imediata da área para outros serviços. Esse sistema exige cuidado especial para a execução da ancoragem da laje na mesa superior da viga de aço, com vistas ao funcionamento como viga mista. Conectores Os conectores têm a função de transmitir os esforços de cisalhamento longitudinal entre a viga de aço e a laje, no funcionamento da viga mista. Dentre os vários tipos de conectores, os mais usados são o pino com cabeça e o perfil “U”. O item 6.4 da NBR 8800 (Conectores de cisalhamento) apresenta as resistências dos conectores tipo pino com cabeça e perfil “U” e dá as diretrizes para o seu projeto e instalação. A Figura ao lado ilustra os diversos tipos de conectores. Paredes As paredes dos edifícios com estrutura metálica normalmente são de alvenaria, construídas com tijolo furado ou com tijolo de concreto leve. Dependendo da finalidade do edifício, as paredes internas são substituídas pelas paredes divisórias desmontáveis, que conferem flexibilidade ao layout do andar. As paredes externas normalmente são o resultado da combinação de vários materiais, para se obter o efeito arquitetônico desejado. Uma solução comum é a utilização de alvenaria com esquadria de aço ou alumínio para as janelas. Outra solução para as paredes externas consiste na utilização de painéis pré-fab